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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Multiculturalidade



Vive-se atualmente o contexto do mundo globalizado, a era da informação. Dentro desta realidade tem-se que o mundo é multicultural. O que, afinal, vem a ser multiculturalismo?
O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc, posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si.
No Brasil, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, a sociedade brasileira resulta da mistura de raças - negra, branca, índia - cada uma com seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas culturas umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso o que ocorre.
Sendo as culturas produto de determinados contextos sociais, se determinada cultura é posta em contato com outra, necessariamente, sob pena de ser sufocada, uma delas se adaptará à outra. Tal exigência de adaptação às necessidades sociais não é especificidade do mundo globalizado. Historicamente tem se dado este confronto necessário entre culturas diferentes. Adaptar-se é, enfim, sobreviver. A adaptação das culturas é algo próprio de cada momento, uma vez que a sociedade se transforma conforme se constrói a História. Cada sociedade busca para si aquilo de que necessita em dado momento. Assim, se determinada cultura não lhe serve, então, deverá adaptar-se ou desaparecerá.
As sociedades contemporâneas, nas quais é preciso diferenciação dos indivíduos para que se identifiquem enquanto seres humanos e enquanto membros de determinado contexto social, e, sobretudo, diante das possibilidades postas pela globalização, o conflito de culturas é inevitável e necessário. A globalização cada vez mais aproxima grupos de culturas diferentes. Assim, a diversidade cultural passa a ser alvo de intensos debates. Um grande desafio frente colocado por essa realidade é que se pretende o igual, mas ao mesmo tempo, exige-se o diferente.
Sejam quais forem as exigências do mundo globalizado, atualmente se afirma a certeza do necessário convívio em uma sociedade cuja realidade é multicultural. Para tanto, é preciso que se reconheça e se respeite as diferenças próprias de cada indivíduo. O reconhecimento da diferença é ponto de partida para que se possa conviver em harmonia, não com os iguais, já que igualdade só deve existir do ponto de vista legal, mas do ponto de vista humano, social, o que nos interessa é realmente ser diferentes.
Atualmente a escola, por se configurar como espaço legítimo onde se dá o processo de socialização, é o ambiente no qual mais se discute a questão da diversidade - cultural, racial, social. No momento atual, para que este processo aconteça é necessário o convívio multicultural que implica respeito ao outro, diálogo com os valores do outro.
Arquivado em: Sociologia

Assirios - Povos da Antiguidade


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

LIVRO: A HISTÓRIA DA GUERRA DO VIETNÃ" de ANDREW WIEST e CHRIS McNAB

O livro "A História da Guerra do Vietnã" de autoria de Andrew Wiest & Chris McNab traz História completa e ilustrada do conflito no Sudeste Asiático que durou décadas, desde o envolvimento da França na Primeira Guerra da Indochina até a participação dos Estados Unidos e seus aliados. As repercussões desse conflito feroz têm afetado a política externa americana desde então. O conflito continua sendo um estudo militar fascinante, abrangendo tópicos diversos como guerrilha e guerra convencional, batalhas urbanas e de selva, e lutas políticas e ideológicas. Quatorze capítulos mostram a evolução deste conflito trágico e caro, incluindo quadros informativos, mais de 300 fotografias e cerca de 30 mapas e diagramas.


OPÇÕES DE COMPRA:
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sábado, 9 de julho de 2016

"Livro Lembranças da Guerra"



 FICHA TÉCNICA
   
TÍTULO: Lembranças da Guerra
AUTOR: Irmgard Ruppel
PÁGINAS: 120
FORMATO: 14x21 cm
ISBN: 9788576802570
EAN: 9788576802570
ORIGEM: Estrangeira
  Guerras e Batalhas_História_Interesse Geral
Lembranças da GuerraSegunda Guerra Mundial - A História de uma jovem alemã que viu a guerra por dentro    
  
Esta é a história real de uma mulher que viveu a juventude na Alemanha Nazista. Irmgard Ruppel acompanhou de perto os acontecimentos que marcaram a Segunda Guerra Mundial.
Nestas lembranças, a autora descreve sua infância feliz em uma família alemã bem estruturada e, mais tarde, a convivência com personalidades importantes do regime Nazista.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos alemães não aprovavam as atrocidades que os Nazistas perpetravam. A Inteligência Nazista montou uma rede de espionagem para identificar pessoas com ideias opostas ao regime. Seu pai, alto funcionário público do Ministério da Fazenda, da República de Weimar, é envolvido em uma trama que o leva à prisão pela polícia secreta de Hitler.
No pós-guerra, entre as perdas e os reflexos desastrosos do conflito, ela encontra coragem e a possibilidade real de recomeçar.

SOBRE A AUTORA:

IRMGARD RUPPEL mudou-se para os Estados Unidos em 1947 e, desde então, vive em Nova York. Ela dedicou este livro a seus filhos e netos, como registro histórico de família e lição de superação.