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sábado, 25 de junho de 2011

Déficit habitacional - No mundo



Historicamente o déficit habitacional não começou por acaso, mas sim com a revolução industrial na Inglaterra os problemas com moradias foi resolvido aos poucos e apenas na segunda revolução, esse deficit haveria de diminuir. No Brasil apareceu com o advento da população do campo para a cidade e também com a libertação dos escravos dos latifúndios, sem ter para onde ir o morro e os cortiços foram os lugares mais atraentes, esse episodio da falta de moradia, gerou grande desigualdade social e agravou a distância do cidadão comum ao direito de uma moradia adequada. Nos últimos anos no Brasil com o advento de políticas sociais em grande escala e com o advento do programa do governo federal para distribuição de credito para compra da casa o déficit vem diminuindo, a muito a fazer nessa área social e a muito a ser feito mas apenas o homem solucionara seus problemas.

Déficit habitacional é quando há uma quantidade de cidadãos sem moradia adequada numa determinada região. A moradia inadequada é classificada como a moradia que foi construída com materiais não duráveis, a coabitação ou quantidade de pessoas excessiva e pelo fato de uma moradia não ser construída para habitação.

Somam-se ao déficit habitacional a violência urbana, a poluição, o trânsito e a deficiência dos serviços urbanos. No Brasil, o déficit habitacional é de 7,2 milhões de moradias concentradas com 40% no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Tal déficit cresceu quase 17% nos últimos anos e as conseqüências são: as aglomerações de assentamentos irregulares como loteamento clandestino, favelas, cortiços e ocupações em espaços públicos.

Na última década, o número de favelas cresceu três vezes mais que a população brasileiros sendo maiores em São Paulo, Rio de Janeiro e Belém. Sendo que a maior causa é os moradores rurais virem para a cidade em busca de melhor expectativa de vida.

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