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sexta-feira, 24 de junho de 2011

A PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA COMO DOCUMENTO HISTÓRICO – O LEÃO NO INVERNO

A PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA COMO DOCUMENTO HISTÓRICO – O LEÃO NO INVERNO

Autor: HERIBERTO DA MOTA DE ARRUDA BARROS
Graduado em Historia
heriberto.motaupe@hotmail.com
“A diversidade dos testemunhos históricos é quase infinita. Tudo o que o homem diz ou escreve, todo o que constrói, tudo o que toca, pode e deve fornecer informações sobre eles.” [1] É dentro desta perspectiva que partiremos da premissa do cinema-história, ou melhor, um filme, produção cinematográfica seja ela qual for, como fonte histórica, como meio de investigação de uma determinada época, de determinadas culturas, através de amplos questionamentos. Essa ampla visão da História, este mergulhar em várias fontes produzidas pelo homem como informação sobre eles, surgiu através da Escola dos Anais na França entre as décadas de 60 e 70 do século passado. Movimento este que veio auxiliar a produção historiográfica através de uma diversidade de fontes. O que se contrapõe a visão positivista que tem como fundamento principal “os documentos” e, sobretudo, documentos escritos, datados e selados.
Com a Nova História, este quadro se revertia e mudaria todo o rumo da produção historiográfica. Se tudo o que é produção humana é documento, é história, estamos rodeados de informações que se transformam diariamente e nos mostram a produção de cada homem em seu seio social.
Diante disto, será analisada de uma forma bem sucinta, a relação entre história e cinema segundo a visão de NOVA. Para ele qualquer reflexão sobre a relação entre cinema-história toma como verdadeira a premissa de que todo filme é um documento, desde que corresponde a um vestígio de um acontecimento que teve existência no passado, seja ele imediato ou remoto[2].
Em pleno século vinte e um, vivemos uma “revolução tecnológica que afeta todo o universo, e isso nos leva a crer que é necessário adaptar a escola, inserir a pratica docente neste universo “mecânico”, caso contrário, ficaremos para trás e seremos como folhas levadas ao vento. Aqui se encontra a reflexão chave deste trabalho: “adaptar instrumentos tecnológicos a pratica de ensino, e como objeto de analise historiográfico em especial o cinema”. O cinema, deste que foi inventado á um século, sofreu diversas modificações o que é normal acontecer, deste modo, ele é fascinante, regulador, ideológico, imaginário, dominador, prazeroso, entre outras características que aqui poderia ser citadas. Mais quando o historiador passou a olhá-lo como agente transformador e fornecedor de informações, ele não servia somente para “passar o tempo com função de entreter e divertir as pessoas ou algo semelhante. Sua função seria avassaladora e também única, como auxílio das disciplinas sociais e em especial a História.
Como afirma NOVA:
“o filme, ficção ou realidade, é, por conseguinte um documento histórico de maior importância, e esse potencial podem e devem ser aproveitado pelo professor e por qualquer um que deseje refletir sobre a história, sem que, contudo, se perca a dialética entre o passado e o presente, ponto chave para análise e o entendimento de qualquer “filme histórico.” [3]
Daí se percebe a importância do filme para a história como fonte, independente de qual época foi “criado”. Vale ressaltar que existem variedades de documentos-filmes e cada um ligado à uma época “individual” o que leva a crer que este documento deve ser analisado de forma diferente, tendo como oferecer uma diversidade de informações a partir do momento que lhe é questionado. O filme leva o “leitor” a um lugar que muitas vezes não se chega através de uma leitura, o que não pode ser descartada é claro, e aqui já pode ser acrescentada a função de outras fontes como agrupamentos de informações auxiliares. Já que na maioria dos casos a produção cinematográfica tem certa “liberdade de expressão”.
Como afirma NOVA:
“Em comparação aos documentos escritos, pode-se afirmar que, em geral, os filmes possuem, um maior grau de espontaneidade, fato que abre, sem dúvida, amplos espaços para a prática de investigação. Isto obriga o historiador a voltar seus olhos não apenas para o aparentemente mais significativo, mas também para o mais “banal”, “corriqueiro”: o detalhe quase imperceptível. Dessa forma, o cinema, ao lado de outras formas de expressão, acaba construindo uma História diferente da História institucionalizada, à qual Ferro se refere como sendo uma “contra-História”.[4]
É este diferente, que o nosso aluno precisa sentir em nossas aulas, diante de tantos conteúdos, de tantas cobranças, o professor, aqui no nosso caso, deve tentar, fazer este paralelo entre cinema-história, transformando a “velha prática de ensino”. Vale ressaltar que não será exibindo todas as aulas, ou todas as semanas um filme que faremos as aulas perfeitas, mais sim usá-lo adequadamente. Este será um documento mais saboroso para ser analisado, mais típico da realidade atual dos alunos. Deste modo, o filme se torna um recurso particular e insubstituível que toma de assalto os indivíduos e suas razões envolvendo-os na trama real. Através da utilização dos recursos atuais como: DVD, fitas cinematográficas, o próprio computador como recursos didáticos, temos em mãos um dos mais poderosos meios de comunicação. Sabe-se que é inegável que estes elementos na atualidade fazem parte do cotidiano dos objetos centrais da vida cultural, formativa, intelectual do homem moderno.
Segundo NOVA “O cinema é um testemunho da sociedade que o produziu e, portanto, uma fonte documental para a ciência histórica por excelência.” [5]
Em 1968 foi lançado sobre a direção de Anthony Harvey o filme, O Leão no Inverno – “The Lion in winter” tendo como elenco: Peter O’Toole, Katharine Hepbrurn, Anthony Hopkins, Jonh Castle, Nigel Terry, Timothy Dalton, Jane Merrow, Nigel Stock, Kenneth Ives e O. Z. Whitehead, esta produção foi indicada para vários prêmios, por figurino, trilha sonora, entre outros aspectos, inclusive Oscar.
O sentido de apresentar o filme O Leão no Inverno neste trabalho é justamente pata elucidar ao tema proposto, analisando assim as principais características da produção como fonte histórica para uma determinada época, a Idade Média ou medievo. O filme de um modo geral apresenta a vivencia da Família Real Inglesa e suas diversas fases conflituosas pela ascensão ao poder.
[...] “Em 21 de março de 1152, na senta feira antes do domingo de Ramos, Eleonor chegou ao castelo real em Beaugency junto a Orléans para o processo de anulação de seu casamento com o Rei da França Luis. Uma grande assembléia se reunia para essa importante ocasião que, embora nobre, revelou-se mais ou menos rotineira, confirmando as cláusulas já combinadas. As testemunhas se apresentaram com depoimentos atestando que o rei e a rainha tinham vínculos de sangue dentro dos graus proibidos. [...] O arcebispo de Bordeaux, advogando em defesa de Eleonor, pediu garantias de que os domínios da rainha seriam devolvidos intactos e igualmente importantes para Eleonor, de que ela poderia casar-se novamente contanto que prestasse a Luís a fidelidade que um vassalo devia a seu soberano.” [...] [6]
Este é um dos importantes fatos ocorrido na vida de Eleonor. Após um casamento mal sucedido, psicologicamente, sentimentalmente, sexualmente, Eleonor se vê “livre” para voltar ao seu Ducado e casar-se com aquele homem aquém havia encontrado e mantido uma relação ainda casada com o Rei da França. Henrique Plantageneta, homem novo, forte, bonito e sexualmente atrativo, todo o que Eleonor sonhara para si. Antes de seu segundo casamento, Eleonor a duquesa da Aquitânia, organiza seus negócios na sua terra, já que fazia tanto tempo que os deixará. Ela tinha essa propensa à administração de negócios assim como apta politicamente falando, o que por toda a sua existência salvo a morte de seu segundo esposo “fora dominada” por homens.
Em 18 de Maio de 1152, após oito semanas de seu divórcio com Luís, Eleonor, casa-se novamente com o homem dos “seus sonhos”. Henrique Plantageneta chega com alguns de seus companheiros a Poitiers e restritamente, tomando todo o cuidado possível para a validação do casamento, se entrega em matrimonio a Eleonor de Aquitânia dona de grandes extensões de terras. Apesar dos negócios, e da sua ausência, aparentemente o casamento de Eleonor com Henrique em seus primeiros anos, haveria de ter sido diferente da primeira experiência da condessa, futura Rainha da Inglaterra e Antiga Rainha da França. Diante destes acontecimentos, a notícia se espalha e Luís não aceitando o novo casamento de sua antiga Rainha, tenta atacar algumas das suas terras e encontrando Henrique seu “rival”. Visto que suas forças foram em vão, voltou para a Île-de-France, reconstruir sua vida longe da mulher que mexeu com seus sentimentos.
Diante dos problemas “naturais” de todo casal, apesar das traições de Henrique, Eleonor conseguiu dar a Henrique o que Luis Capeto mais queria “herdeiros”, o que seria um problema, pois a vida tem suas surpresas e Henrique não esperava a morte daquele que assumira o trono.
Em 19 de dezembro de 1154, Henrique e Eleonor foram coroados rei e rainha da Inglaterra na Igreja da Abadia de Westminster.[7] Eis a Rainha da Inglaterra e seu Rei, que por muitas adversidades iriam passar. De certo modo aqui esta sendo apresentado um pequeno relato dos principais fatos que aconteceram com Eleonor após a sua separação com o Rei Luís da França, visto que estes fatos serão relacionados com os acontecimentos narrados no filme, que se dá bem mais adiantados, ou melhor, já encontramos Eleonor em cárcere privado, e sem “nenhum herdeiro” para reinar no lugar de Henrique.
O tempo ia passando e Eleonor gerava mais filhos, homens, mulheres, até que um dia sua idade não mais lhe permitiria esta “vocação”. Mesmo casada com Henrique, a regiões francesas de Tourraine, Gascogne e Aquitânia continuaram sobre o seu controle. Deste modo, Henrique passou a ser mais poderoso que o próprio Rei da França.
Não aceitando mais as várias decisões de seu esposo, sem a sua contribuição, não mais suportando as infidelidades, já com certa idade avançada Eleonor não se adaptava a vida “privada” e “esquecida” pelo marido que levará. Foi justamente No Natal de 1166 que nascerá mais um de seus filhos o qual deu o nome de João em honra ao santo.
[...] Foi um Natal solitário, amargo, humilhante, passado na campainha de uma menina de dez anos de um bebê recém-nascido; solitário porque ela queria estar em Poitiers, amargo porque então, provavelmente, ela já descobrira a existência de mais um dosa casos de seu esposo. Era Rosamunda Clifford. O que soubera na época do nascimento de João encheu-a de violento ódio contra o marido e, quando olhou para o recém-nascido pequeno, de cabelos negros, tão diferentes de seus outros filhos de cabelos dourados, não sentiu alegria, pelo resto da sua vida, a vida de João bastaria trazer de volta lembranças de um homem a quem desprezava, daquele Natal amargo que passava em Oxford sufocada em vergonha e raiva. [...] [8]
Logo descontente, nos últimos tempos sua relação com Henrique se e tornará cada vez pior, o que a fez na Cerimônia do Natal de 1167, Eleonor avisará a Henrique que queria voltar aos seus próprios domínios, dá-se a entender que não seria uma separação formal mais ela iria para um lado e ele para o outro viver suas vidas.
Os problemas com o rei da França, Luís nunca haviam acabado, negociações de paz, tratados e encontros, eram comumente vivenciados entre as altezas. Principalmente após o nascimento do filho de Luís, Filipe Augusto com a sua terceira mulher, o rei Frances sempre estava se intrometendo nos assuntos do rei inglês o que lhe perturbava muito.
“Para a resolução de mais um conflito e romper o impasse diplomático e assegurar a paz na França e nos domínios continentais de Henrique, Luis propôs a Henrique que repartisse o seu império entre os seus três filhos mais velhos; cederia os condados do Anjou e do Maine ao príncipe Henrique, que ainda não tinha catorze anos, e antão o rapaz prestaria homenagem a Luis por suas terras. Da mesma forma, Ricardo receberia o ducado de Aquitânia e Godofredo o ducado da Bretanha, na mesma base. Para acrescentar um toque romântico, Luís ofereceu a Ricardo a mão de Alais, sua filha.” [9]
O caso de Henrique e Luís, só teria fim quando uns dos dois morressem, e a sorte foi deste ultimo. As rinchas sobre o vexin, Alais, só estava por continuar, pois, o filho de Luís Filipe Augusto, assumira o trono, e “zelaria” pela política do pai. Esta “sorte” também chegou à família Inglesa que perdera o sucessor do Rei. Agora estava em cheque quem assumira o trono, quais dos três irmãos que sobraram, ficaria com a melhor.
[...] Ricardo era o favorito de Eleonor, o que podia ser uma razão para Henrique não gostar dele. “era alto em estatura, gracioso na aparência; cabelos entre vermelhos e ruivos, membros retos e flexíveis; os braços eram bem longos e sem rival no manejo da espada ou para golpear, e as longas pernas combinavam com o resto de sua constituição. Fisicamente, exceto quanto à estatura, Ricardo herdara aparência de Henrique [...] Nem Eleonor nem Henrique pareciam gostar muito de Godofredo. E João nem se comenta! [10]
Após algumas rinchas familiar, Eleonor liderou em 1173, com os seus filhos Ricardo, Godofredo e João, uma revolta contra o marido, sendo derrotada. “Pois enquanto os filhos ainda eram jovens e, em razão da idade, facilmente influenciáveis por qualquer emoção, certas ‘raposinhas’ os corromperam com maus conselhos, de forma que, finalmente, suas próprias entranhas se voltaram contra ele e disseram a seus filhos para perseguir o pai. Como conseqüência disto, Eleonor foi presa por Henrique na Torre de Salisbury por cerca de 10 anos. [11]
Por esta pequena síntese dos fatos anteriores mencionados, falemos um pouco agora como fonte histórica do filme O Leão no Inverno que “completará” os fatos. No ano de 1183, época bastante conflituosa, poucos foram os dias de paz, Henrique convoca os três filhos e a velha esposa, presa na sua torre em Salisbury, para decidir a “vida” do Reino Da Inglaterra. Neste ambiente também teremos o Rei da França Filipe Augusto e a sua irmã Alais que já fazia “parte” da família prometida a Ricardo em casamento. Alais por ser jovem e bonita, era bastante atraente, e bem sabemos que o Rei Henrique, se agradava muito das belas donzelas. O fato era que até mesmo um filho bastardo ela esperava do “sogro”. Todos estavam reunidos para resolverem as pendências, mas, a luta dos três filhos, Eleonor e Henrique alarmavam o ambiente. Enquanto Ricardo era aquele a quem Eleonor dava seu voto de confiança e era o seu preferido, Henrique tentava manipular João para vir ser escolhido. Claro que com interesses próprios, pois conhecia o filho que tinha. Ainda mais Godofredo se armava contra os irmãos para que o trono pudesse estar ao seu alcance, o que seria perca de tempo. Eleonor metida nisto mais uma vez, tenta aludir os três filhos contra pai para que o seu “querido” possa exercer a função de Rei. Mais uma vez o embate não dá certo e a situação esquenta. Temos a forte presença de Filipe o sucessor daquele que um dia fora marido de Eleonor. Além de servir de compassa para a discórdia da família. O maior motivo de Filipe era o de conseguir, que Henrique cumprisse o trato feito com o seu pai, que até o momento, Henrique não cumprira.
Com ódio “mortal” dos seus filhos, Henrique organiza uma viagem a Roma a fim de conseguir junto ao Papa a anulação do casamento, e poder casar-se com Alais, conseqüentemente “teria” novos filhos para herdar suas terras, já que os seus com Eleonor o traía mais uma vez e seriam deserdados. Em continuidade, Henrique prende os seus filhos na calada da noite e Eleonor, os solta, fazendo “as pazes” com o seu esposo, “o dilema dele era o mesmo que aturdira o rei dos francos uns vinte e cinco anos antes; como se livrar da rainha sem perder também o seu ducado. Claro que ele tinha excelente base para o divórcio, porque tinha um parentesco ainda mais próximo com ela do que com Luís, mas via também que o divórcio podia não ser a resposta, e de fato não o foi.[12]
É perceptível uma mistura de sentimentos, ódio, briga, traição, amor, inveja, destruição, desejos entre outros, que tornara o ambiente num verdadeiro “campo de batalha”.
Após nada terem resolvido, Henrique envia a sua adorável esposa de volta ao seu presídio domiciliar e fica com a sua amada em seu castelo. Eleonor só será realmente livre quando chegar o dia em que de Henrique se livrar, quando chegar o dia da sua morte. Que logo saberá e cuidara de tudo com muito afinco para que o seu filho “predileto” tome posse do lugar tão sonhado e disputado, a realeza da Inglaterra e sem a rainha que lhe fora prometida Alais.
O filme como fonte histórica não se desvincula da “real” história contada no Livro de MEADE (biografia de Eleonor), há sim por que é preciso, um apanhado dos principais fatos que marcaram este período no qual esta sendo tratado, além de oferecer ao leitor, imagens que nos remota à Idade Média. As festas da corte, em meio a cachorros, galos, galinhas, os pequenos comerciantes, uma indicação de trajes, castelos escuros, a dificuldade de comunicação, a “submissão” ao poder religioso e em especial a luta por terras, que é uma marca bastante precisa no medievo. O ócio pelo poder.
Tecnicamente o filme é muito bem elaborado, além da boa atuação do elenco. Além de ser uma fonte para “voltarmos” ao medievo, é possível perceber a produção cinematográfica da época em que trabalhado. E assim compararmos aos efeitos visuais e o crescimento da sociedade atual. É uma fonte primaria e secundária, pois, é possível analisar um passado remoto, ou melhor, um determinado fato histórico, assim como analisar a produção cultural, social da época em que foi elaborado.
REFERENCIAS
MEADE, Marion. Eleonor de Aquitânia. Uma biografia, São Paulo: Editora Brasiliense, 1997.
BLOCH, Marc. In.: LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1998.p.104.
NOVA, Cristiane. O Cinema e o conhecimento da História. Olho da História, Bahia: UFBA.
REFERENCIA VIRTUAL
Disponível em http://www.65anosdecinema.pro.br/O_leao_no_inverno.htm. Acesso em 26 de setembro de 2008.
Disponível em http://br.cinema.yahoo.com/filme/8495. acesso em 26 de setembro d


[1] BLOCH, Marc. In.: LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1998.p.104.
[2] NOVA, Cristiane. O Cinema e o conhecimento da História. Olho da História, Bahia: UFBA, grifo do autor.
[3] Id.
[4] Id.
[5] Id.
[6] MEADE, Marion. Eleonor de Aquitânia. Uma biografia, São Paulo: Editora Brasiliense, 1997. p.147.
[7] Id, p.165.
[8] Id, p, 234.
[9] Cf. Id, 242.
[10] MEADE, Marion. Eleonor de Aquitânia. Uma biografia, São Paulo: Editora Brasiliense, 1997. p.261.
[11] Cf., id. p, 266.
[12] Cf., id. p, 276.

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