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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ditaduras: A luta pela democracia na America latina.

Ditaduras:
A luta pela democracia na America latina.
Por: Bruno P.F





A partir da segunda metade do século XX a America latina  caiu nas garras das ditaduras militares influenciadas pelos E.U.A, essa influencia ocorreu por medo do crescimento da união soviética e do socialismo no mundo, países como o Chile teve uma intervenção forte do general Augusto Pinochet que deu o golpe em 1973, ele foi o primeiro de vários a impor o regime autoritário militar, logo veio, a ditadura na Argentina que teve vários militares na presidência da republica, nesses regimes várias pessoas foram torturadas e mortas por fazerem oposição as políticas ou por simples fato de ser oposição.


Esses movimentos ocorreram em grande parte nos países latino americanos. Em alguns países a oposição teve apoio de alguns setores da igreja católica, foi o caso da Nicarágua, que enfrentou grande oposição dos rebeldes sandinistas, contra o regime militar.
No caso do Brasil a ditadura militar começou em 1964 com o golpe e a deposição do presidente de tendências socialista João Goulart, o Brasil só veio a se redemocratizar a partir de 1985.
A maré política veio a mudar na America latina a partir das décadas de 80 e 90 ditaduras foram perdendo sua força e foram caindo ao poucos. A Argentina veio a se redemocratizar a partir de 1983, nessa época ocorreu forte inflação nos preços, na argentina Carlos Menem introduziu reformas e veio a privatizar bens estatais, mas a situação da argentina veio a melhorar apenas em 2005.
A Venezuela rica em petróleo veio a restaurar sua democracia em 1958, mas a grande desigualdade entre ricos e pobres provocou crise em 1998 o presidente Hugo Chavez veio a ser eleito com a promesssa de reformas de tendências socialista, ganhou a presidência prometendo implantar reformas sociais e acabar com as privatizações sofreu forte oposição dos E.U.A  e  Continua a fazer suas  reformas permanece no poder e quer tentar a reeleiçao em 2012.
A democracia voltou na America latina nas décadas de 80 e 90, mas a volta veio com graves desajustes sociais entre ricos e pobres presidentes com tendências liberais, implementaram reformas privatizantes como e o caso do Brasil e argentina, essa época imperou o neoliberalismo.

 
No final das décadas de 90 e começo dos anos 2000 veio varias crises nesses países, a partir daí a America do sul se voltou para uma política de esquerda trabalhista foi o caso do Brasil que elegeu o presidente Lula a partir dele veio Nestor Chircher na argentina o Bispo Lugo no Paraguai Michelet Bachalet no Chile e na Bolívia Evo Morales todos com políticas sociais e com suas políticas voltadas para as classes baixas, o Brasil teve forte crescimento e distribuição de renda nos últimos cinco anos do governo Lula, ele tambem que fez sua sucessora ao cargo Dilma Rousseff primeira mulher presidenta do Brasil.

Bibliografia
Enciclopédia Ilustrada da História – Tempos modernos - História Viva, 2010.

Um comentário:

  1. Ainda não existe "democracia plena, exemplar, real e verdadeira” - esse belo rótulo que alguns países se qualificam ou que se proclamam de os campeões de “Democracia”.
    O sistema pelo qual rege o egocêntrico, insolente e extremista regime imperial dos EUA; o qual se julga o campeão de “Democracia” por exemplo - não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista, visto que, na organização do poder político estadunidense, todos os poderes estão reunidos em mãos da classe dominante; a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio e, que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios burgueses, pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar, e tem que ser defendidos a qualquer custo.
    O regime tirânico imperialista estadunidense, esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração e, por conseguinte, permanece sempre em essência um regime para a minoria burguesa exploradora, singularmente para as classes possuidoras, apenas para os ricos.
    As funções das instituições políticas da ilusória “democracia” burguesa consistem em assegurar o domínio politico de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios.
    Nos EUA, dois partidos são conluiados, e compromissos com a minoria privilegiada; sendo que; cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital monopolista; os quais visam exclusivamente enriquecer e atender a seus próprios interesses.
    Os dois partidos não acrescentam em nada para maioria, e ainda disfarçam simulando existência de posição de oposição ideológica um ao outro - porém, a essência é sempre imutável, ou seja num sentido mais amplo, a burguesia estará sempre no comando, controlando ou conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração (com seus dois, ou mais partidos análogos) e sem objeção em sua ditadura.
    “A Democracia é para o império estadunidense, quando os EUA, mandam e ditam as regras ou principios, subjugam e submetem os povos a condição e posição de servidão, exploração, passividade, dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle - mas, quando as nações do mundo livre se exsurgem e tentam oporem-se contra a ingerência, ganância, dominação, tirania, vontade ou interesses dos EUA – então, essa postura das nações livres, serão sempre consideradas de ditadura para o império estadunidense.”
    E, assim, deixando de reza na cartilha dos EUA, as nações livres e soberanas são perseguidas, e suas eleições livres e Justas, serão consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, o império estadunidense aceita apenas eleições de regimes perrengues, inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis e sequazes. Ademais, o governo eleito por esses povos livres que não aceitam se sujeitarem aos caprichos dos EUA, serão sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura e seus inimigos.
    E, confutando aos interesses dos EUA, que são a maior tirania do mundo - então de pronto - vem por parte do império estadunidense, tratamento cruento, hostil e injusto, infligido com encarniçamento as nações livres - desaparecendo desse modo - as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas de maneira hipócrita pelo império como estratégia, quando submetem as massas populares a uma terrível lavagem cerebral, mesmerizada e condicionada; para que os tolos, inocentes ou ingênuos fiquem acreditando ou aceitando os EUA; como legitimo defensor da plena “Democracia”.
    Não se pode defender a tirania imperialista dos EUA em relação ao mundo livre, ou mesmo, defender qualquer ditadura – no entanto, os povos realmente livres, soberanos e independentes de toda e qualquer força ou poder imperialista; devem sempre estabelecer as bases e metas para lutar constantemente pela construção do seu processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento, soberania e independência.

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