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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Em Breve Novo Quadro



EM BREVE NOVO QUADRO

OPINIÃO HISTÓRICA


Por: Bruno P.F

Agradecimentos

Ola gostaria de agradecer a todos que tem apoiado o blog, em poucos dias de criação nossa marca de 300 acessos, em uma semana e meia.

Primeira guerra - Documentario

De: http://mundodosdocs.blogspot.com/search/label/The%20History

Primeira Guerra Mundial: O Fim de Uma Era (World War I: The Death of Glory) HDTV e DVD-R


Sinopse: Primeira Guerra Mundial: O Fim de uma Era mostra por que este conflito teve mais impacto na civilização do que qualquer outra guerra até então. Deflagrada pelo assassinato do arquiduque Francisco Fernando, o embate redesenhou a Europa Pas suas ruinas, acabando com reinados, impérios e com a inocência do século XIX diante do horror tecnológico militar: a metralhadora, o tanque e o gás.
Este documentário mostra a história de batalhas como a de Verdun, na França, e apresenta comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar. Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o nascimento do século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.



Tamanho: 1,36 GB
Idioma do Audio: Dual Áudio
Legendas: No Arquivo
Qualidade do Vídeo: DVDRip
Ano de Produção: 1997
Ano de Lançamento no BR: 2010
Tempo de Duração: 95 minutos
Vídeo Codec: XviD
Audio Codec: MP-3
Resolução: 624 X 464


Tamanho: 3,90 GB
Idioma do Audio: Dual Áudio
Qualidade do Vídeo: DVD5 Full NTSC
Vídeo Codec: MPEG-2
Audio Codec: AC-3 (Audio Coding 3)
Resolução: 720 x 480

História do Cinema


Cinema
A origem do cinema está relacionada com a antiga necessidade do homem em registrar o movimento, demonstrada pelo próprio surgimento da pintura na Antiguidade. Pode-se dizer, entretanto, que a mais primordial tentativa de fazer algo mais dinâmico, próximo à ideia de cinema, foi registrada na China, por volta de 5000 a.C. Tratava-se de um teatro de sombras, no qual objetos recortados eram manipulados para representar heróis, dragões e príncipes.
Ao longo do tempo, diversas invenções e melhoramentos tecnológicos possibilitaram a criação de aparelhos capazes de captar e registrar o movimento. Entre estes melhoramentos, podemos citar a câmara escura, princípio desenvolvido por Leonardo Da Vinci no século XVI, além da lanterna mágica, máquina criada por Athanasius Kirchner durante o século XVII capaz de projetar imagens desenhadas em lâminas de vidro.
No entanto, foram o fenômeno da persistência retiniana, descoberto pelo inglês Peter Mark Roger em 1826, e o desenvolvimento da fotografia por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce na mesma época que deram o pontapé inicial para a criação das filmadoras. A partir daí, diversos equipamentos foram idealizados ao longo do século XIX, até que em 1895 os irmãos Auguste e Louis Lumière criaram uma máquina capaz de registrar o movimento por meio do uso de negativos perfurados. Embora o mesmo funcionasse à manivela, dispensou a utilização de várias câmeras fotográficas para registrar o movimento, aspecto que o tornou a mais arcaica das filmadoras.
Os primeiros filmes da história eram bastante simples, filmados ao ar livre e se resumiam em ficções e documentários. Entretanto, vale ressaltar que todas as obras cinematográficas não tinham áudio, apenas a imagem. O cinema falado como conhecemos hoje só foi possível a partir do desenvolvimento do som no final do século XIX. A primeira obra com música e efeitos sonoros sincronizados foi “Don Juan”, em 1926. A partir daí, os filmes sonorizados se consolidaram com facilidade. Três anos depois, em 1929, mais da metade dos filmes norte-americanos já contavam com a experiência da sonorização.
A ascensão da indústria cinematográfica americana se deu logo após a Primeira Guerra Mundial e o declínio do cinema europeu. A consolidação de Hollywood como principal reduto de empresas do ramo cinematográfico do mundo se deu a partir da década de 20, com a criação de novos gêneros, como policial, terror, comédia, entre outros.

História do Brasil - Império - Parte I

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Historia da cerveja

História da Cerveja
Cerveja
A cerveja é uma bebida produzida por meio da fermentação de cereais maltados, como a cevada, por exemplo. A mesma é considerada a primeira bebida alcoólica feita pelo homem. De fato, sua origem se perde no tempo.
Sabe-se que os sumérios e egípcios já produziam a cerveja há mais de 5.000 anos a.C e os babilônicos tinham mais de 16 tipos de cervejas feitas com cevada, trigo e mel.

Tal contato dos babilônicos com a bebida é tão marcante, que no Código de Hamurabi, havia pena de morte para aquele que diluísse a cerveja e a vendesse. A bebida era oferecida aos deuses, reis, além de ser servida em ocasiões muito importantes. Os egípcios também lhe atribuíam efeitos medicinais.

Na Idade Média, a cerveja passou a ser comercializada em larga escala, se transformando em mercadoria até mesmo para ser usada no pagamento de impostos. Os monges europeus contribuíram de forma significante para o aperfeiçoamento da tecnologia da bebida, sendo grandes vendedores atacadistas do produto. No século XIV, o mesmo já era bastante popular em todo o continente europeu. A cidade de Hamburgo, no norte da Alemanha, se tornou o centro cervejeiro da Europa, com mais de mil especialistas na produção da bebida.

Com a adição do lúpulo à receita da cerveja, a mesma adquiriu características regionais de cada país. Hoje em dia, as cervejas se dividem, basicamente, em duas grandes famílias: de alta e baixa fermentação.

Historia da Bateria

História da Bateria
Bateria
Bateria é um conjunto de tambores e pratos destinados à produção musical rítmica. Os tambores são, provavelmente, os instrumentos mais antigos da humanidade, tendo-se vestígios de seu uso na Pré-história, mais precisamente no período Neolítico.

Os antigos tambores baseavam-se em pedaços de tronco de árvore oco, cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe, e estavam presente em diversas atividades festivas e religiosas das mais antigas civilizações.

No século XX, as baterias (conjunto de tambores) se tornaram famosas pela sua utilização em bandas militares e orquestras. Nessa época, cada pessoa tocava uma coisa de cada vez: um tocava o bumbo; outro tocava a caixa; e uma terceira pessoa tocava os pratos, os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros.

A partir do desenvolvimento do pedal, por William F. Ludwig, em 1910, foi possível atribuir a uma só pessoa, muitas funções que antes eram atribuídas a diversas. Com a invenção dos suportes para as caixas e tambores, surgiu a idéia de acoplar tudo em um só instrumento, originando a bateria como como conhecemos atualmente ou “trap set”, como foi denominada na época.

Abraham Lincoln

Abraham Lincoln
Abraham Lincoln
16º Presidente norte-americano (1861-1865) nascido em Hodgenville, Kentucky, lembrado como o presidente que emancipou os escravos nos EEUU e considerado um dos inspiradores da moderna democracia e uma das maiores figuras da história americana. Filho de paupérrimos lavradores, aos sete anos foi para Indiana com a família, em busca de melhore condições de sobrevivência. Órfão de mãe tornou-se um autodidata e pedia livros a amigos e vizinhos para ler depois das tarefas diárias.
Trabalhou numa serraria e em barcos dos rios Ohio e Mississipi. Aprovado em exames de direito (1836), tornou-se um advogado muito popular. No ano seguinte, sua família mudou-se para Springfield, Illinois, onde Lincoln encontrou melhores oportunidades profissionais. Casou-se (1842) com Mary Todd Lincoln (1818-1882) e eles tiveram quatro filhos, mas apenas um viveu até a maturidade. Mulher inteligente e ambiciosa o levou a entrar para a política. Filiado ao partido conservador whig, elegeu-se quatro vezes para a assembléia estadual (1834-1840) e foi representante de Illinois no Congresso (1847-1849), onde propôs a emancipação gradativa para os escravos, tese que desagradou tanto aos abolicionistas quanto aos escravistas. Além disso sua oposição à guerra no México, fê-lo perder muitos votos e ele não conseguiu reeleger-se.
Sem mandatos públicos por cinco anos, assumiu uma atitude antiescravagista e transformou-se no paladino dessa tendência após o debate que travou com o senador democrata Stephen Douglas. Candidato ao Senado pelo novo Partido Republicano, perdeu as eleições para Douglas (1858), mas se tornou líder dos republicanos e dois anos depois (1860), elegeu-se o 16º presidente dos Estados Unidos. Sua posição antiescravagista provocou o separatismo de sete estados escravistas do sul, que formaram os Estados Confederados da América.
O presidente não reconheceu a secessão e os confederados, tomaram o forte Sumter, na Virgínia Ocidental, iniciando a famosa guerra civil americana, a Guerra de Secessão. Os confederados haviam consolidado sua situação, com a adesão de mais quatro estados aos sete sublevados, chegaram à Pensilvânia (1863) e ameaçaram Washington. Prém com a vitória contra os confederados na batalha de Gettysburg (1863), o presidente decretou a emancipação dos escravos e, a seguir, pronunciou o célebre discurso em que definiu o significado democrático do governo do povo, pelo povo e para o povo, e que alcançou repercussão mundial.
A guerra ainda continuou ainda por dois anos, mas agora a vitória da União era irreversível. Reeleito presidente (1864), os confederados renderam-se em Appomattox em nove de abril (1865). Preparava um programa de educação dos escravos libertados e defender o direito de voto de ex-escravos, quando foi assassinado pelo ex-ator John Wilkes Booth, com um tiro de pistola na nuca, enquanto assistia a um espetáculo no Teatro Ford, em Washington, e morreu na manhã do dia seguinte, em 14 de abril cinco dias depois da rendição. Alguns dias depois Booth também foi morto ao resistir a um cerco policial para aprendê-lo.

Historia Interessante

A Familia na História


Por: Bruno P.F
A primeira instituição que o homem tem noticia e a família, pois é através dos laços sanguíneos que o homem se mantém em contato com sua prole. Antes mesmo do aparecimento do Estado na antiguidade à família já existia, como forma de organização do homem em grupo e por meio dela que aparecem os clãs e depois os Genos no Egito e o agrupamento de algumas famílias formam aldeias nelas aparece à figura do líder dessa aldeia que se torna por sua liderança o líder não apenas de uma aldeia, mas de um povo esse líder vira o chefe desse estado que nasce ele torna-se aquele que recebe os dons divinos e foi capaz de unir um povo.
A figura do Pai na família ate meados das décadas de 60 e 70 do século XX era primordial ele era o provedor e mantenedor da ordem familiar, um filho sem pai e um filho mal sucedido e mal visto pela sociedade, o pai tinha a obrigação de deixar a honradez para seu filho. Durante a História a figura do pai nas sociedades ocidentais era central, a sociedade ocidental era extremamente machista, e ainda continua sendo em alguns lugares.
O pai e aquele que caça e traz a pressa para sua casa e aquele que protege a família que vai a guerra, sim de fato o pai, ou melhor, o homem e sem duvida o que mantém os trilhos de sua família.
A figura da Mulher, se personifica no papel da mãe sem duvida ela foi ate metade do século XX, submissa ao homem, ate então ela era a serva a protetora a acolhedora, aquela que prepara a casa para o marido e os filhos, nos últimos anos da era contemporânea a mulher se transformou e ganhou força virou a provedora do lar, e tornou-se a “chefa” em vários setores da economia até da política, como ocorre no Brasil e em outros lugares, a mulher soube se renovar melhor as mudanças modernas do que o homem e seu estilo autoritário.
O filho se torna aquele que recebe ordens e não sabe por aonde ir, se pensarmos numa família que mantém os moldes tradicionais até os dias atuais, o filho se torna uma espécie de figurante, a onde não pode aparecer pois a figura autoritária do pai, e a figura acolhedora da mãe ocupa o grande espaço familiar, deixando as qualidades do filho a margem do interesse de todos.
O filho se torna algo importância quando a família for moderna e acolhedora, e se ela pensar nos desejos do filho se ela motivar ele num mundo moderno, cada vez mais difícil, pois a concorrência aumenta e o papel da exigência nos deveres e obrigação, o filho for de fato a semente que todos querem que seja, deve crescer não a forma dos pais, mas de forma que ele escolha o seu caminho, de fato o filho se torna o anseio de uma nova mentalidade para esse mundo novo e fragmentado que vivemos.
Portanto a família muda e continuara mudando não só por que ela é flexível, mas por que ela nasceu para agregar todos seja eles quem for e como for, hoje a família não exige mais laços de sangue, mas sim de companheirismo, amizade, amor e confraternização de seus membros procurar fortalecer a família e o papel de cada um que forma essa nova forma de grupo familiar.