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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A questão palestina


A Questão Palestina
Por: Bruno Ferreira



A questão palestina existe desde 1948, os palestinos estão refugiados nos países visinhos em busca de solução para a sua questão.
Os Israelenses não reconhecem os palestinos como um dos donos da terra que localiza o estado de Israel.
Até meados da década de 70 o mundo ignorava a questão, foi a partir da organização política dos refugiados que a opinião publica internacional tomou o conhecimento desses acontecimentos.
Aquela região esta em conflito há muitos anos e a escolha para o estado de Israel ali foi histórica, pois o povo israelense pertencia a região antes da dispersão pelo mundo.
A Palestina passou a ser habitada por populações helenísticas romanizadas; e, em 395, quando da divisão do Império Romano, tornou-se uma província do Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino).
Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais.
Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187). Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe.
Em 1896, o escritor austríaco de origem judaica Theodor Herzl fundou o Movimento Sionista, que pregava a criação de um Estado judeu na antiga pátria dos hebreus.
Esse projeto, aprovado em um congresso israelita reunido em Genebra, teve ampla ressonância junto à comunidade judaica internacional e foi apoiado, sobretudo pelo governo britânico (apoio oficializado em 1917, em plena Primeira Guerra Mundial, pela Declaração Balfour).
No início do século XX, já existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe. A partir de então, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.
Depois de 1918, a imigração de judeus para a Palestina ganhou impulso, o que começou a gerar inquietação no seio da população árabe. A crescente hostilidade desta última levou os colonos judeus a criar uma organização paramilitar – a Haganah – a princípio voltada para a autodefesa e mais tarde também.
Depois do massacre de judeus na segunda guerra as potencias ocidentais aprovam no conselho da ONU um estado para os judeus, a partir daí milhares de judeus voltaram para a região da palestina, apoiados pelas potencias do ocidente, foi a partir daí que surge a questão palestina.


Em 1964 foi fundada a organização para  a libertação da palestina (OLP) liderada por Yasser Arafat no final da década de 1970 a OLP ganhou prestigio internacional, Arafat organiza um grupo de guerrilheiro, no final da década de 80 surge a Intifada movimento de resistência palestina a ocupação israelense nos territórios da de Gaza e da Cijordania.
Mas o processo de negociações sempre e difícil os acordos de Paz foram ocorrendo para minimizar a questão palestina ou mesmo resolver
Agora em 2011 a questão palestina ganhou força e vários países querem o reconhecimento e formação de um estado Palestino, o Brasil foi o primeiro pais a abrir a assembléia da ONU declarando  a formação de um estado palestino, Israel vem sendo pressionando, mas a questão palestina esta difícil de uma solução.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Crises Econômicas: Suas Transformações


Crises Econômicas:
  Suas Transformações
Por: Bruno Ferreira



Na História do mundo crises fizeram grandes transformações em vários setores da atividade humana.
Nas economias da antiguidade o modo de produção era baseado na forma de trocas de mercadorias e no escravismo, a moeda era pouco utilizada, com o avanço das tecnologias e o fim do império romano surge o feudalismo um sistema social econômico que iria predominar durante séculos o modo de vida e de produção.
Com o fim do grande império romano do ocidente surgem vários reinos e senhores de terras, surge um sistema social novo, e nesse sistema a igreja católica aparece como um cartório no ocidente.
A economia agropastoril cresce formidavelmente, mas sua produção era pouca para que pudesse haver uma troca, apenas servia para a subsistência dos senhores e servos e não havia um grande excedente para as trocas comerciais.
Com o advento das cruzadas surgem rotas comerciais e trocas de mercadorias com o oriente isso dura por algum tempo ate que o sistema feudal começa a perder sua força, surgem os burgos e as feiras livres e vilas e cidades independentes, a figura dos condes e marqueses perdem sua força com o avanço da burguesia crescendo e tornando-se a provedora da nova economia que nasce em Veneza.
No século XIV começa surge uma nova rota pelo mar do oceano atlântico feita pelos portugueses que chegavam à índia surge à era do descobrimento, pois Portugal e Espanha descobrem um novo continente o que hoje é conhecido como Americano.
O modo de produção passa a ser considerado na era do descobrimento como o mercantilismo pouco a pouco a antiga elite começa a perder seu espaço, até que em 1789 ela perde sua força ocorre a Revolução Francesa, um pouco antes tinha ocorrido à revolução industrial mudando rapidamente o modo de produção, as guerras e revoltas sociais na mudança de feudalismo para o capitalismo juntamente com os ideais iluministas fizeram as mudanças de feudalismo para o surgimento do capitalismo no século XVII e XVIII a partir daí o mundo cresceu formidavelmente em todos os sentidos tanto economicamente, como também sua população aumentou em termos demográficos como também materialmente e intelectualmente.
Vemos que o sistema idealizado por Adam Smith na Inglaterra não era perfeito ate o surgimento das primeiras crises sociais mundiais.
Pois pessoas buscam melhores condições trabalho as crises sociais fizeram surgir uma critica ao sistema capitalista que nascia. A pessoa que mais contribuiu academicamente foi o Historiador Karl Marx onde fez uma minuciosa analise critica.
Os trabalhadores aos poucos ganharam seu espaço, mas o sistema inventado beneficia a poucos e excluiu muitos, com o avanço das tecnologias no século XX o trabalhador passa a ser considerado como uma peça em uma fabrica, pois a velocidade da produção aumenta.
No começo do século a grande nação capitalista provoca uma crise no mundo que abala o sistema capitalista, a chamada quebra da Bolsa de valores de Nova York isso faz com que o mundo
No século XX alem do sistema capitalista estar presente no mundo a alguns séculos, no começo do século XX surge uma nova forma econômica o socialismo na Rússia esse novo sistema chega em 1917 um pouco antes da grande guerra chegar ao seu fim.
Durante o século XX ate à década de 80 a disputa entre o capitalismo x socialismo domina o cenário político mundial, mas o capitalismo vence o socialismo por pressões internas e externas a U.R.S.S chega ao seu fim.
O mundo se globaliza de tal forma que os laços econômicos ficam sendo uma rede entre um continente e outro, o sistema capitalismo financeiro domina o mundo, e a tecnologia avança rapidamente, no final do século ocorre à crise dos países emergentes que abala economia deles.
No novo século que nasce o mundo parecia normal, mas em 2001 ocorrem os atentados terroristas que abalaram a maior economia do mundo, em poucos meses os estados unidos estavam invadido o Afeganistão e o Iraque.
De inicio a guerra foi bem recebida pelos E.U.A mas conforme o tempo foi passando os estadunidenses foram vendo que invadir esses países foram uma grande perca de tempo. Em 2008 ocorre a crise financeira que abala o mundo desenvolvido, apenas os países emergentes ficam livre do colapso financeiro da Bolha imobiliária e das crises que destroem a economia européia, apenas os BRICs – Brasil, Rússia, Índia e China escapam da crise que afeta o mundo desenvolvido acabando com empregos, esse quadro vem ate o presente momento, a solução para a crise esta ainda difícil de ser achada.

Dias de Publicação

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sábado, 24 de setembro de 2011

Os Transportes Individuais


Os Transportes Individuais
Por: Bruno Ferreira



Durante a história os transportes tiveram seu significado, os transportes individuais fazem parte da história, vemos que a partir da necessidade do homem se locomover de um lugar para outro o transporte individual cresce e isso acontece primeiramente através de animais, o cavalo, burro e animais que possuem essa força na Europa e Ásia vemos isso, na índia o elefante tem grande importância no transporte, e entre os árabes no deserto o camelo e empregado para o transporte individual de homens.
Esse transporte individual não é apenas empregado no uso do comercio, mas também nas guerras através desses animais as guerras ganham maior agilidade e velocidade, vemos que Napoleão Bonaparte usa grande quantidade de cavalaria nas suas guerras no século XIX.
Com o avanço das tecnologias a partir da revolução industrial do século XVIII outros meios individuais para transportar o homem foram ganhando força, mas o auge ocorre na transição do século XIX para o XX com inventos como bicicletas e veículos motorizados que possibilitam maior agilidade.
Do mesmo modo mais tarde esses veículos ganharam as guerras o avanço do maior deles o carro foi fortemente impulsionado pela a indústria da guerra, as tecnologias aumentaram fantasticamente, a motocicleta também cresceu em grande escala a partir da segunda metade do século XX e ganhou o mundo, a certas partes do globo nos dias de hoje que existem mais motocicletas do que seres humanos.
Mas o transporte individual motorizado pode ter seus dias contados, pois esse transporte leva apenas de uma a duas pessoas e poluem fortemente o mundo, prejudicando o meio ambiente e suprimindo as matérias primas, mas por outro lado novas tecnologias surgem com força.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A História do Rock no Brasil


A História do Rock no Brasil
Por: Bruno Ferreira




A história do rock no Brasil começa na década de 1950, mas apenas com força em 1970, a primeira gravação do rock foi com Nora Ney que, e mais tarde escrito por Miguel Gustavo o primeiro rock que foi gravado por Gauby Peixoto.
Na década de 1960 surge o maior cantor do rock e posterior da Musica popular brasileira, Roberto Carlos que teve os sucessos.
Splish Splash" e "Parei na Contramão". No ano seguinte, obteve mais sucessos como "É Proibido Fumar" (mais tarde regravada pelo Skank) e "O Calhambeque". Aproveitando o sucesso, a Rede Record lançou o programa Jovem Guarda, apresentado por Roberto ("Rei"), seu amigo Erasmo Carlos ("Tremendão") e Wanderléa ("Ternurinha"). Só nas primeiras semanas, atingira 90% da audiência.  Seguindo o sucesso das Jovem Guarda, surgem outros nomes.
Em 1966 surge a tropicália, mutantes que muda o modo de fazer rock e musica no Brasil, mas os mutantes começama desfazer com a saída de Rita Lee.
Na década de 70 por causa da ditadura militar Caetano se exila Rita Lee cresce  com novos álbuns e surge secos e molhados com o vocalista Ney Matogrosso, surgem novos nomes no Brasil como Milton nascimento em minas no Nordeste Fagner, Zé ramalho e também Belchior.
Nas décadas de 80 o rock brasileiro não para surge titãs, paralalamas do sucesso permanecem ativas até hoje, fazendo apresentações por todo o Brasil. Outras bandas e artistas da época, como Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana e Renato Russo, foram imortalizados e tocam nas rádios até hoje, devido ao grande sucesso entre o público, principalmente adolescentes.
Os cariocas Barão Vermelho, surgidos em 82 e liderados por Cazuza. Com a saída dele (que teve carreira-solo bem sucedida), o guitarrista Frejat assumiu os vocais; e a mais influente Legião Urbana, liderada por Renato Russo, surgida em 82, emplacando alguns sucessos como Faroeste caboclo, Será e Eduardo e Mônica que chegaram ao topo das rádios. A banda acabou com a morte de Renato Russo, em 1996. Os outros legionários que compunham a banda eram: Marcelo Bonfá (bateria) e Dado Villa-Lobos (Guitarra). Renato Rocha foi baixista da banda até 1988.
surgiram os alegres Kid Abelha e Léo Jaime; Uns e Outros e o fim da banda Vímana revelou Lulu Santos, Lobão (também ex-Blitz) e Ritchie; em São Paulo, o Festival Punk de 81 revelou Inocentes, Cólera e Ratos de Porão. Além dessa cena, surgiram as principais bandas paulistas, como Ultraje a Rigor (no qual Edgard Scandurra tocou antes do Ira!), Ira!, Titãs, RPM, Zero, Metrô (banda),e Kid Vinil (então vocalista da banda Magazine).
No Heavy metal, originou-se em Minas Gerais a banda brasileira de maior sucesso internacional, o Sepultura, que toca o gênero extremo thrash metal, com letras em inglês. Outra banda a conseguir algum destaque no exterior (Japão) foi a paulista Viper, que também escrevia letras em inglês, e que ajudou a desenvolver um estilo que viria a ser chamado de metal melódico no Brasil. O Viper foi também responsável por revelar o vocalista Andre Matos, que participaria de duas grandes bandas brasileiras: Angra e Shaman.
Nas décadas de 90 aparecem novas bandas com estilos diferentes, mas que tinham nascidos na década de 80, Skank, Patu-Fu, J Quest, Tianastasi.
Entre 94 e 95 surgiram dois grupos bem-sucedidos pelo humor: os brasilienses Raimundos (94), com o ritmo forrocore" (forró+hardcore) e os guarulhenses Mamonas Assassinas (95), parodiando do heavy metal ao sertanejo, que chegaram a fazer três shows por dia e venderam 1,5 milhão de cópias antes de morrerem em um acidente de avião, em 96 (chegaram a 2,6 milhões).
Outros destaques são O Rappa, também reggae/rock; Charlie Brown Jr., um "skate punk" com vocais rap; Cássia Eller, com um repertório de Cazuza e Renato Russo; e Los Hermanos, que surgiram com "Anna Júlia", canção pop que não combinava com a imagem intelectual da banda.
Também surgiram as bandas Detonautas Roque Clube, CPM 22 e a cantora Pitty, que tomaram a atenção da mídia durante toda a década. Principalmente a banda CPM 22, que foi a primeira banda brasileira a tocar no Hard Rock Café nos Estados Unidos.
No heavy metal brasileiro, embora permaneçam underground, viu-se o surgimento de novas bandas que conseguiram carreira internacional: Shaman, Hangar, Mindflow, Hibria, Torture Squad, Burning in Hell, Shadowside, entre outras. As bandas consagradas da década passada, como Dr. Sin, permaneceram como grandes nomes na cena metálica, que teve Sepultura e Angra ainda como suas principais figuras.
A partir de 2009, uma nova tendência tomou conta do cenário musical brasileiro: o "Happy Rock", ou rock colorido, especialmente dedicado para o público feminino jovem e têm como suas principais características as roupas coloridas, óculos new wave, uso de sintetizadores e letras agitadas, alegres. O visual das bandas de Happy Rock também remete muito à Androginia de diversas bandas dos anos 80, como o Culture Club, liderado pelo vocalista andrógeno Boy George.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

1808 - A Vinda da Familia Real


1808
Por: Bruno Ferreira



Durante a história do Brasil ocorreu um pais antes de 1808 e outro depois certamente com a chegada da família real em terras tupiniquim, o Brasil mudou muito.
Com a chegada da família real portuguesa ao Brasil o pais passou de categoria de colônia para a categoria de reino unido de Portugal o comercio com os países amigos, foi permitido. Grande parte deste comercia era com a Inglaterra, senhora dos mares e protetora de império português.
Dom João VI se mostrou antes de ser um monarca um bom político capaz de escapar da ameaça Napoleônica e promover algumas mudanças na colônia, como  medidas  que foram tomadas no Brasil, a criação de uma imprensa órgãos oficiais do governo crescimento urbano, criação de um Banco e aprimoramento do comercio, assim o Brasil passou por mudanças.
Certamente as conseqüências para o Brasil a partir de 1808 foram profundas a burocracia e a corrupção da corte portuguesa deixou marcas profundas no Brasil ate os dias de hoje, um aspecto positivo foi a não fragmentação do país em vários e pequenos países como ocorreu na America espanhola.
A família real já estava habituada aos trópicos quando era chegada a hora da partida em 1821 a volta do rei de Portugal era algo que a população de Portugal exigia, mas uma das grandes jogadas políticas de Dom João foi deixar a colônia nas mãos de um Bragança, que foi o príncipe regente Dom Pedro I, isso por que Dom João sabia que logo o Brasil iria querer independência, foi o que aconteceu Dom Pedro I proclamou em 07 de setembro de 1822 a independência do Brasil, forçado por uma conjuntura política da colônia que tinha como homem de idéias José Bonifacio.
O Brasil era um pais essencialmente explorado pela metrópole, mas a partir da vinda da família real passou a ter o sonho de independência política e  aos poucos tornar um outro pais, um autor que complementa a idéia e Laurentino Gomes em seu best-seller 1808.

“A ignorância e o isolamento eram resultados de uma política deliberada do governo português, que tinha como objetivo manter o Brasil, uma jóia extrativista e sem vontade própria, longe dos olhos e da cobiça dos estrangeiros.” Pg. 114
LAURENTINO GOMES – 1808

Até a chegada da corte o pais era apenas como se fosse uma mina, onde se tirava a riqueza e levava para a metrópole isso mudou com a chegada da corte certamente o Brasil que vemos hoje seria diferentemente se isso não tivesse acontecido.


domingo, 18 de setembro de 2011

A Peste Negra


A Peste Negra
Por: Bruno Ferreira


A peste bubônica que foi mais conhecida como peste negra espalhou por toda a Europa, ela vinnha da Ásia central, por volta do ano 1346 chegou à Europa,  a devastação foi grande, ocorreu grande mortalidade nas  ruas das cidades, as carroças levavam tantos mortos que tinham de ser enterrados em valas profundas.
A doença estava presente em pulgas e roedores, a partir do momento que as pulgas alimentavam do sangue humano a doença era transmitida, havia varias variantes da peste bubônica.
Com a peste a população da Europa enfrentou conseqüências  no declínio da população,  que provocou a falta de mão de obra.
Nos dias atuais medidas preventivas ajudam a conter as doenças que são mascaras cirúrgicas, vacinas e higienização de lugares, vemos tambem  duas grandes pestes, conhecidas como gripe aviaria e do porco que também teve fortes efeitos no mundo, mas com a ajuda das medidas preventivas a epidemia foi contida.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Religiao e Poder


Religiao e Poder 
Por: Bruno Ferreira



Durante a História do Homem a religião e o poder sempre andaram juntas, na antiguidade vemos que diversos povos e culturas usam da religião como um modelo de conduta e de vida social, vemos isso na Mesopotâmia e no Egito a religião ai se caracteriza como uma religião do estado, os Faraós no Egito detinham o poder político e divino.
Na Grécia e em Roma a religião se faz presente entre as pessoas os deuses poderiam ser considerados como comuns ao homem, pois possuíam virtudes poderes, e também defeitos, os deuses cada qual uma função, a religião grega ficou conhecido nos dias de hoje como uma mitologia composta de vários personagens.
Cada família grega tinha o seu deus especifico e para ele orava, isso durou ate o surgimento do Cristianismo, que mudou a forma religiosa de politeísta para monoteísta no mediterrâneo, ele passou de perseguido pelo poder para fazer parte do poder.
A troca de papeis ocorre quando o imperador Constantino adere ao cristianismo e modifica muitas características cristas, faz com que muitos rituais pagãos sejam incluso no cristianismo, e oficializa a religião crista como a religião oficial do império romano, que estava em processo de declínio.
A igreja ganha fortes poderes na idade media com o fim do império romano ela se torna o grande poder na Europa, ela passa ocupar uma função de cartório onde autentica o poder real e diviniza o Rei, surgem fortes desavenças durante idade medieval, na Inglaterra uma nova religião o anglicanismo surge.
A partir de meados do século XIV e XV e igreja católica vão perdendo forças, com o surgimento de Martinho Lutero que procurava contestar a igreja e suas praticas disso uma nova religião aparece na Alemanha o luteranismo.
O poder papal tenta reverter mais e em vão na idade moderna duas vertentes do cristianismo toma conta do mundo ocidental a vertente, católica que através dos reis católicos da península ibérica coloniza a America do Sul e central, e também a vertente protestante que coloniza a America do norte, vemos que a religião esta vinculada diretamente ao poder político, isto ocorre também no islamismo e nas religiões orientais.
A partir da Revolução Francesa o conceito de estado laico surge para afastar do poder os religiosos, os ideais iluministas de igualdade, fraternidade e liberdade, esse ideais pressupõem um estado igual a todos.
Com o avanço dessa idéias no mundo, muita coisa muda no papel na pratica alguma permanece, nos dias atuais a religião permanece separada do estado em muitos países, mas exerce influências no poder, no caso do Brasil a religião e o estado separam durante a proclamação da republica, mas culturalmente a religião católica permanece ate os anos 60 com forte influencia no Brasil.
Com a chegada do protestantismo no Brasil e também o aparecimento de novas religiões neo protestante a força evangélica torna-se presente com grande força, e nos dias atuais exerce grande poder em 30% da população brasileira, muitos políticos procuram nas igrejas evangélicas votos em troca oferecem vantagens publicas.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A Ascensão do Islã


A Ascensão do Islã
Por: Bruno Ferreira


Desde sua criação o Islã cresce no mundo, começou com Maomé o grande profeta do Islão, em 622 ele teve que se exilar em Medina por causa de suas crenças, em 750 essas crenças se transformou na base de uma religião cujos seguidores governaram uma grande extensão de terras, o livro do islamismo e o Alcorão esse livro e o manual de conduta do islamismo.
Após a morte de Maomé os seguidores ultrapassaram a península arábica, conquistando desde península ibérica passando pelo norte da áfrica e chegando a persa, criando um império islâmico, Meca se torna o centro da religião Islâmica.
Essa religião que esteve próxima da política e poder e também das relações políticas vemos que a disputa interna religiosa cria vários ramos de pensamento religioso, a religião islâmica e uma religião que esta muito próxima da cultura do povo árabe.
Nos dias atuais o Islã continua crescendo pelo mundo principalmente pela Europa, vemos que a tensão ocidente e oriente e forte quando se trata de religião essa tensão ficou maior com os atentados terroristas de 11 de setembro 2001, criando um clima muito mais ríspido entre islâmicos e cristãos, pois muitos dos terroristas eram de fé islâmica.

domingo, 11 de setembro de 2011

11 de setembro de 2001




11 de Setembro 2001

10 anos do atentado Terrorista

Por: Bruno Ferreira

O terrorismo vinha em ascensão nas ultimas décadas após o fim da união soviética, esses terroristas usam da fé islâmica para basear seus atentados pelo o mundo, e usam da prerrogativa de uma guerra santa em nome de Alá, ataques terroristas nos Estados Unidos tiram a vida de cerca de três mil pessoas.
Na manha do dia 11 de setembro de 2001 a maior economia da terra estremeceu diante do atentado que atacou o Word trade Center, e o pentágono, dois aviões atacaram o Word trade Center e um terceiro avião foi jogado no Pentágono, o quarto avião caiu em um campo na Pensilvânia m evitando que fosse jogado no capitólio.
As maiorias desses terroristas que tomaram o avião são da Arábia Saudita. A Al-Qeda, originaria da invasão soviética do Afeganistão, em 1979, que foi criada por Osama Bin Laden, as conseqüências depois de 11 de setembro foi à luta contra o terrorismo a partir daí foi feita duas guerras, uma contra o Afeganistão e outra contra Iraque nessas duas guerras, mataram muito mais do que o 11 de setembro e fez endividar a super potencia econômica.
 Em 2008 ocorreu uma grande crise que abolou o mundo desenvolvido. Com uma economia frágil por causa de duas guerras e grandes gastos, fez os estados unidos entrarem em recessão financeira.
Os inimigos da America Bin Laden foi  morto, mas ninguém viu o corpo,  o outro inimigo  Saddan Hussein foi pego em uma caverna e foi julgado a punido a pena de morte.
No dia de hoje os estados unidos relembra 10 anos de queda dos atentados terroristas, certamente o mundo nunca mais foi o mesmo a partir de 11 de setembro de 2001.

Video Jornal Nacional


sábado, 10 de setembro de 2011

Noticia


 Próximos TEXTOS

Não Perca especial SOBRE 11 de Setembro.

E Não PERCA TAMBEM um pouco da história de RIO PRETO.

E em breve DUAS NOVAS paginas sobre historiografia e  sobre os historiadores.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O LIDER


O Líder
Por: Bruno Ferreira


Durante a História o homem se organizou em grupos a partir dai aparece os lideres um dos primeiros foi Menes que unificou o Egito, a partir daí houve vários lideres em vários pontos do mundo, em comum os grandes lideres sempre sabem o que faz e para onde vão e uma coisa que nasce com o lider
Para cada época da história os lideres tem características diferentes, na antiguidade os lideres eram fortes e sabiam fazer guerras e tinham boas estratégias um exemplo é Alexandre o grande.
Mas nem todos foram guerreiros para serem lideres vemos que os lideres de idéias também ficam um exemplo seria Jesus Cristo, sem ele o mundo nunca teria sido o mesmo, muitas coisas seriam diferentes.
Na idade media surge os reis e os condes e marqueses como lideres de varias regiões da Europa, mas os grandes lideres eram os papas.
Na modernidade vemos que os lideres eram os reis absolutos, um dos mais famosos era o Luiz XIV o rei sol, que ficou famoso não por ser um líder mais por ter um estilo.
Na idade mais contemporânea vemos que Napoleão fez a diferença como um líder que juntou vários atributos, mas não era democrático, nos dias atuais vemos que um dos grandes líderes deste ultimo século poderia ser Hitler, mas como é Nazista e cometeu crimes e destruiu em vez de construir não cabe a ele, pois não tem autoridade moral, o líder do século XX só pode ser ele Mahatma Gandhi, libertador da Índia.
Vemos que para uma pessoa ser líder ela tem que ser habilidosa em vários setores, tem que simpatia e persuadir, e tem que objetivos sem eles nada e construído, nos dias de hoje o líder tem que ser antes de tudo democrático ele tem que ter consciência que todos querem participar do processo hoje cabe ele ser o que assina e faz em nome do povo que o elegeu, e não em causa própria.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Independencia do Brasil

 
A História da Independência do Brasil

Por: Bruno Ferreira


A independência do Brasil ocorreu por meio de um processo que chegou ao seu grande momento no dia 07/setembro de 1822. 
A partir da chegada da Corte portuguesa em 1808 fez com que o Brasil ganhasse outra conotação mundial de uma mera colônia que servia apenas para mandar produtos agrícolas, o Brasil passou a ser considerado Reino Unido de Portugal.
O Rei de Portugal fez algumas transformações na antiga colônia, liberou o comercio com a Inglaterra, entrando deste modo no Brasil grandes quantidades de Produtos Ingleses. E  permitiu a criação de manufaturas no Brasil e criou o Banco do Brasil tambem fez várias beneficie, e definiu o Rio de Janeiro como capital do império português.
A partir da Revolução Francesa idéias iluministas ganham o mundo, ganhando preocupação da corte portuguesa, mas logo estes ideais perdem sua força, pois Napoleão tinha sido derrotado na batalha de Waterloo ganhando força o movimento monarquista no continente europeu, cria a santa aliança para redefinir as cortes. Mas os ideais liberais chegam ao Brasil por meio da maçonaria, Portugal estava sobre o Comando de Militares do Exercito Inglês que se beneficiava da distancia do Rei Dom João para impor suas vontades, pressionado pela burguesia portuguesa que ameaçava a perda do trono, e pressionado por movimentos nas capitanias, Dom João volta a Portugal em 26 de abril de 1821.
Deixando previamente no cargo de regente o filho Dom Pedro pelo fato que crescia movimentos de Independência e se ocorre à independência seria feita por mãos de um Bragança.
Os laços entre Brasil e Portugal estavam a caminho de ceder por vários partidos políticos se organizavam a favor do processo de independência.
Jose Bonifacio foi um dos arquitetos do movimento de independência, e nesse processo.
A situação do Brasil permaneceu indefinida durante o ano de 1821. Em 9 de dezembro, chegaram ao Rio de Janeiro os decretos das Cortes que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro), a extinção dos tribunais do Rio de Janeiro. O Príncipe Regente começou a fazer os preparativos para o seu regresso, mas estava instaurada uma enorme inquietação. O partido brasileiro ficou alarmado com a recolonizarão e com a possibilidade de uma explosão revolucionária. A nova conjuntura favoreceu a polarização: de um lado o partido português e do outro, o partido brasileiro com os liberais radicais, que passaram a agir pela independência.
Sondado, o Príncipe Regente mostrou-se receptivo. Foram então enviados emissários às Províncias de Minas Gerais e de São Paulo para obter a adesão à causa emancipacionista, com resultados positivos.
A decisão do príncipe de desafiar as Cortes decorreu de um amplo movimento, no qual se destacou José Bonifácio. Membro do governo provisório de São Paulo, escrevera em 24 de dezembro de 1821 uma carta a D. Pedro, na qual criticava a decisão das Cortes de Lisboa e chamava a atenção para o papel reservado ao Príncipe na crise. D. Pedro divulgou a carta, publicada na Gazeta do Rio de Janeiro de 8 de janeiro de 1822 com grande repercussão. Dez dias depois, chegou ao Rio uma comitiva paulista, integrada pelo próprio José Bonifácio, para entregar ao Príncipe a representação paulista. No mesmo dia, D. Pedro nomeou José Bonifácio ministro do Reino e dos Estrangeiros, cargo de forte significado simbólico: pela primeira vez na História o cargo era ocupado por um brasileiro.
No Rio de Janeiro também havia sido elaborada uma representação (com coleta de assinaturas) em que se pedia a permanência de D. Pedro de Alcântara no Brasil. O documento foi entregue ao Príncipe a 9 de janeiro de 1822 pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em resposta, o Príncipe Regente decidiu desobedecer às ordens das Cortes e permanecer no Brasil, pronunciando a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digam ao povo que fico!". O episódio tornou-se conhecido como "Dia do Fico".
D. Pedro ganhou forte apoio popular com a decisão do "Fico". Para resistir às ameaças de recolonização foi decretada, em 16 de fevereiro de 1822, a convocação de um Conselho de Procuradores Gerais das Províncias do Brasil. Teoricamente, este órgão tinha por finalidade auxiliar o Príncipe mas, na prática, tratava-se de uma manobra dos conservadores, liderados por José Bonifácio, contra os radicais, representados por Joaquim Gonçalves Ledo, um funcionário público para quem a preservação da unidade político-territorial do Brasil deveria ser feita convocando-se uma Assembléia Constituinte eleita pelo povo. A finalidade do Conselho era, na prática, a de manter a unidade sob controle do poder central e dos conservadores.
Em maio, a cisão entre D. Pedro e as Cortes aprofundou-se: o Regente determinou que qualquer decreto das Cortes só poderia ser executado mediante o "Cumpra-se" assinado por ele, o que equivalia a conferir plena soberania ao Brasil. A medida teve imediato apoio: quando dos festejos pelo aniversário de João VI de Portugal, a 13 de maio, o Senado da Câmara do Rio de Janeiro pediu ao Príncipe Regente que aceitasse para si e para seus descendentes o título de "Defensor Perpétuo do Brasil".
Neste contexto, houve uma investida militar da Divisão Auxiliadora, unidade de linha do Exército Português estacionada na cidade do Rio de Janeiro, sob o comando do Tenente-general Jorge de Avilez, que acabou sendo expulso do Brasil com as suas tropas, após ter se confrontado com as tropas da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia (embrião da atual Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro), leais a D. Pedro.
Os liberais radicais mantinham-se ativos: por iniciativa de Gonçalves Ledo, uma representação foi dirigida a D. Pedro para expor a conveniência de se convocar uma Assembléia Constituinte. O Príncipe decretou a convocação em 13 de junho de 1822. A pressão popular levaria a convocação adiante, dando continuidade ao processo.
José Bonifácio resistiu à idéia de convocar a Constituinte, mas foi obrigado a aceitá-la. Procurou descaracterizá-la, propondo a eleição indireta, que acabou prevalecendo contra a vontade dos liberais radicais, que defendiam a eleição direta. Embora os conservadores tenham obtido o controle da situação e o texto da convocação da Constituinte apresentasse declarações favoráveis à permanência da união entre Brasil e Portugal, as Cortes de Lisboa insistiam: o Príncipe Regente deveria retornar imediatamente.
Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital.
As conseqüências da independencia foi que o povo de fato não participou do processo a independecia do Brasil foi um ato elitista e conservador, bem orientado pelo Maçom Jose Bonifacio, o Brasil ficou independente de Portugal e passou de dependente economicamente da Inglaterra ela que se tornaria a grande força mundial dos mares e do comercio.
Hoje o ato de  independência e comemorado em todo o Brasil como um desfile militar e civil, cabe a cada brasileiro exigir que o Brasil seja independente de poderes econômicos, políticos e contra as formas políticas sujas nas quais entristece a população brasileira e corrompe a política atual.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Noticias

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Guerra Civil Espanhola.


Guerra Civil Espanhola.
Por: Bruno Ferreira



O que foi a guerra civil Espanhola?
A Guerra Civil Espanhola foi o primeiro conflito ideológico internacional entre fascismo e comunismo. Táticas militares Experientes experimentadas nos combates foram posteriormente usadas na segunda guerra mundial.
No ano de 1936 a esquerda chega ao poder com idéias progressistas demais, ocorrendo desta forma uma guerra civil entre republicanos e comunistas, nesse conflito o governo fascista e nazista oferece armas aos nacionalistas.
O exercito vindo da áfrica comandado pelo General Franco chega à Espanha para os combates apoiados claro por Hilter e Mussoline, aos poucos a Espanha foi tomada pelas tropas de Franco um dos combates aéreos mais violentos foi de Guernica onde os nazistas bombardearam usando novas táticas e usaram essas táticas na segunda guerra.
O exercito nacionalista de Franco entra praticamente sem resistência em Madri, quando dias depois franco declara o fim da guerra.