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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A História do Réveillon


A História do Réveillon



Por: Bruno Ferreira

Essa comemoração que acontece todos os anos na noite de 31 de dezembro virada para o primeiro dia do ano acontece todos os anos  celebrando o fim do ano e o começo de um novo que tem como base o calendário cristão de 365 dias, essa celebração vem com base de um decreto do imperador Julio Cesar que fixou o primeiro dia do ano como o Dia do ano novo.
Os romanos dedicaram esse primeiro dia do ano o dia de Jano deus dos portões e por isso também que o mês que começa chama-se Janeiro, é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que em português significa "despertar".
Na transição do ano novo acontece vários rituais de passagem como os fogos de artifício que tem sua  invenção na China, esse fogos celebra a chegada de um ano novo e também comemorado com Champanhe.
No Brasil as pessoas têm a tradição de se vestir de Branco para esperar o ano que vai nascer e tambem no Brasil que ocorre um dos Réveillon mais famosos do mundo acontece no Rio de Janeiro a celebração mais famosa é a dos fogos de artifício em Copacabana. Milhões de cariocas e turistas de todo o mundo juntam-se nas ruas à beira-mar e nas praias para assistir a queima de fogos que começa pontualmente à zero hora do novo ano, geralmente fazendo oferendas à deusa do mar Iemanjá pedindo prosperidade. O réveillon carioca é o maior do mundo na atualidade.
Os maiores eventos de Ano-Novo do mundo são:
  • 1- Brasil - Rio de Janeiro
  • 2-  Austrália - Sydney
  • 3- Portugal - Funchal
  • 4 -Hong Kong - Hong Kong
  • 5- Alemanha - Berlim
  • 6-  Reino Unido - Londres
  • 7- Estados Unidos - Nova Iorque
  • 8- Brasil - São Paulo
  • 9- Chile - Valparaíso
  • 10- Reino Unido - Edimburgo
  • 11-  China - Pequim
  • 12 -Japão - Tóquio
  • 13- Brasil - Florianópolis
  • 14- Estados Unidos - Orlando

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Agradecimento e Felicitações - Feliz 2012



Por: Bruno Ferreira

Olá caros leitores do História Interessante esse blog que foi criado para cultivar a história em cada uma das pessoas, agradeço por sua audiência e apoio, desde que divulguei o blog recebi rapidamente um retorno de publico chegando em pouco mais de 6 meses  a mais de 19 mil acessos obrigado a todos.
Desejo que este ano seja um ano de realizações para todos os meus amigos e familiares e a vc leitor do Blog continue a ver os textos e artigos do Blog e a prestigiar e tambem participar desde já sua participação e muito importante, um grande abraço a todos os que me ajudaram na divulgação, amigos, colegas, leitores e aqueles que divulgam tambem seus textos aqui e que tenham todos um otimo ano de 2012 que façamos o maximo na medida do possível.
Obrigado.

sábado, 24 de dezembro de 2011

A Verdadeira História do Natal


A Verdadeira História do Natal



 Por: Bruno Ferreira

           O Natal que ocorre todos os anos no dia 25 de dezembro é a data que comemora o nascimento de Jesus Cristo, mas até o século IV o natal não acontecia no dia 25 de dezembro essa era a data em que os romanos comemoravam a chegada do inverno.
          As antigas comemorações do Natal costumavam durar até 12 dias por ser esse o tempo da chegada dos reis magos ao local onde Jesus nasceu do ponto de vista histórico o Natal marca a chegada do primeiro ano da história, certamente Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro.
        Hoje vemos vários motivos Natalinos que representa o Natal,  além de cristo, tambem vemos no Natal atual a  arvore de natal o papai Noel, e outros.
         A tradição de montar a arvore de Natal começou na Alemanha em 1530 com Martinho Lutero, pois certa noite ele caminhava pela floresta e viu um pinheiro coberto de neve e ele vendo isso reproduziu uma arvore na sua casa, anos mais tarde a família britânica reproduziu uma arvore dessa no palácio onde foi copiado pelo mundo já que a Inglaterra naquele período era a grande potência mundial.
          O presépio que representa o nascimento de Jesus em miniatura começou com são Francisco de Assis no século XIII a igreja rapidamente adotou essa representação.
         O papai Noel foi inspirado na figura de Nicolau que nasceu na Turquia em 280 d.C  o bispo pessoa de bom coração costumava ajudar os pobres, deixando saquinhos de moedas próximos as chaminés, logo foi transformado em santo pela igreja católica.
         A associação de são Nicolau ao natal aconteceu na Alemanha e espalhou pelo mundo, ganhou fama mesmo no século XX com a propaganda da coca-cola transformando em um símbolo até mais importante do que o próprio aniversariante.
        Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).
Hoje vemos um Natal cada vez menos cristão pois o capitalismo corrompeu o verdadeiro sentido do natal transformando a festa cristã em um mercado de vendas e consumismo






quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Gladiadores


Gladiadores



Por: Bruno Ferreira


Quem eram os Gladiadores?

Os gladiadores eram homens treinados para lutarem em uma arena  proporcionando divertimento e distração para a massa romana sendo uma espécie de controle social das massas.
        Esses homens eram escolhidos entre os vencidos exércitos inimigos de Roma para serem escravos  se o escravo conseguisse muitas vitorias ele chegava a ser um herói popular, a arena mais fomosa de luta era o Coliseu uma das construções mais complexas e bonita da idade antiga.
Os gladiadores lutavam entre si, utilizando vários armamentos como, por exemplo, espadas, escudos, redes, tridentes, lanças, etc. Participavam também das lutas montados em cavalos ou usando bigas (carros romanos puxados por cavalos). Muitas vezes estes gladiadores eram colocados na arena para enfrentar feras (leões, onças e outros animais selvagens).
Com o passar do tempo esses gladiadores largavam a escravidão graças ao dinheiro e fama que ganhavam e poderiam até ganhar uma pensão do império Romano.
Essa política de proporcionar entretenimento as massas fazia parte da política do pão e circo, ou seja, o objetivo principal era amenizar a revolta dos romanos com os problemas sociais
             Com o crescimento de Roma surge muitos problemas sociais os camponeses vem do campo para a cidade, com o aumento da mão de obra escrava aumentando o numero de pobres e famintos na cidade, uma forma de conter rebeliões seria dar “pão” a população e divertimento através das Arenas “Circo” a distribuição dos alimentos eram feita nas arenas.
               Nos dias atuais a famosa política de pão e circo e empregada em alguns locais como espécie de conter as rebeliões, um das criticas mais atuais seria ao programa do governo brasileiro “Fome Zero” que seria doado uma quantia em dinheiro através de um cartão de credito possibilitando ao pobre comprar alimentos, os críticos dizem que essa quantia não é significante e faz parte de uma política de compra de votos, fazendo assim uma comparação a política romana do pão e circo, o circo nos dias atuais seria a televisão e novelas que controlaria a massa.
             Um dos filmes que aborda o período citado e o filme Gladiador a onde mostra através de uma historia fictícia uma história real a política Romana e a escravidão.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Igreja Católica


Igreja Católica




Por: Bruno Ferreira

A religião é uma instituição que tem grande poder de persuadir pessoas entre muitas a fé cristã se representa em sua maioria através da igreja católica está que foi fundada como uma instituição pelo imperador Constantino que converteram ao cristianismo concedeu a partir daí liberdade religiosa em todo império através do edito de Milão.
No ano de 391 pouco antes do império romano cair ele se torna religião oficial do império e surge a igreja católica como organização criada pelo império romano tendo como modelo hierárquico a estrutura do império romano.
Para conseguir cada vez mais adepto muitas dos rituais pagãos foram sendo agregados ao ritual cristão aos poucos os teólogos da fé crista formula uma ideologia baseada nos ensinamentos dos evangélicos escritos pelos apóstolos de cristo.
Com o cisma do oriente e do ocidente a igreja católica divide-se em duas na romana e ortodoxia tendo como cede a romana a própria cidade de Roma como chefe o Papa e do oriente a cidade de Constantinopla e tendo como chefe o patriarca.
A partir da queda do império romano a única instituição que ficou do antigo império foi a igreja católica que se torna na idade media detentora política, cultura, educacional e religiosamente do saber e dogmas daquela sociedade, sendo uma espécie de um grande cartório capaz de autenticar a coroa de um rei ou de um nobre.
Conquistando cada vez mais fiéis, a Igreja cresceu e teve que se reestruturar. Para mostrar cada vez mais poder, investiu em grandes edificações e expedições de catequização. E, para manter seu patrimônio, cobrava impostos aos fiéis, alegando que receberiam de volta (o que contribuíam) em salvação espiritual. Não demorou, para que aparecessem fiéis desgostosos com tais práticas, ameaçando a ordem da Igreja.
A igreja torna-se detentora do saber e seus membros eram únicos detentores das letras e conhecimento da época possuidora desse período de fonte de conhecimento humano foi ela que fundou as primeiras universidades e influenciou na arquitetura e na mentalidade da idade Media, os Papas é como a mensagem de Deus na terra.
Para manter o poder nas mãos ela cria um tribunal para aqueles que não aceitam a doutrina católica conhecido como tribunal da “Santa inquisição” e punia os cidadãos acusados de heresia.
Mas com o surgimento de Lutero na Alemanha que protestava contra a igreja a historia começa a mudar e a bíblia passa a ter um novo significa não mais a palavra do padre como aquele que detinha a palavra uma nova concepção crista abordada por Lutero começa a nascer mudaria para sempre o futuro da igreja católica como a detentora da fé e do saber.
Nos dias de hoje a igreja cólica ainda tem formidável poder como possuidora de uma forte tradição e cultura detentora de obras de artes de grande importância e de um poderoso patrimônio, mas no campo ideológico, teológico sofre crises de valores a onde a sociedade não vê mais a igreja como única fonte de respostas a tecnologia ajudou propagar novas idéias e religiões novas igrejas cristã surgem a cada dia com novas doutrinas a Bíblia passou a ser um livre com vários pontos de vista e não mais um único ponto de vista da igreja católica.
Portanto a partir disso a igreja teve que se atualizar em alguns campos tanto na fé propondo no Concilio vaticano II, e na atualidade ramos da igreja como carismáticos se assemelham muito a cultos evangélicos tudo isso com medo pela perda cada dia mais de fieis, outra crise que a igreja vem sofredo e de padres pedofilos que abusam das crianças de comunidades onde pregam, a igreja já pagou muito em idenizações as familias dessas crianças isso ocorre com maior força nos E.U.A


sábado, 17 de dezembro de 2011

O ILUMINISMO


O ILUMINISMO



Por: Bruno Ferreira

O iluminismo foi um movimento que surgiu na Europa propondo trazer novas idéias em vários campos mudando a maneira e o modo de pensar daquela época e de futuras gerações este movimento defendia politicamente a Burguesia que era contra o antigo regime assim a burguesia foi desenvolvendo sua própria ideologia baseado com seguintes argumentos.
 - O estado e verdadeiramente poderoso se for rico
- Para enriquecer, ele precisa expandir as atividades capitalistas.
 - Para expandir as atividades capitalistas é preciso dar liberdade e poder a burguesia.
Foi com esses argumentos que o iluminismo investindo contra a nobreza e o antigo regime procurava o equilíbrio de forças sociais do Estado absolutista e ao mesmo tempo surgia o iluminismo.
O iluminismo defendia a igualdade no comercio é no ato de compra e venda e igualdade jurídica na compra e venda desta forma o individuo devia ser igual nas leis sem privilégios de nascimento.
A tolerância religiosa era de fundamental importância para a realização e era uma das regras a seguir pelos iluministas compreendeu que seria irracional excluir compradores ou vendedores em função de suas crenças ou convicções pessoais.
A liberdade pessoal e social era de fundamental importância para que a burguesia possa se desenvolver em uma economia de mercado em que todos sejam livres, assim o iluminismo era imediatamente contra o escravismo defendendo uma sociedade de trabalhadores livres.
A propriedade privada seria desta forma a essência da sociedade capitalista. O iluminismo era, portanto uma filosofia nova que combatia a velha forma de poder monárquico, mercantilista e religioso propondo um mundo livre, justo e igual beneficiando nesse período o capitalismo comercial.
Essas teorias foram propostas pelos seguintes pensadores  Montesquieu, Voltaire Diderot e d’ Alembert, Rousseau, Adam Smith que procurava defender a razão que consegue iluminar tudo nesse período de inovação alguns monarcas adotaram essa nova política e ideologia iluministas podemos destacar, Frederico II da Prússia, Catarina II da Rússia, José II, da Áustria e em Portugal o Marques de Pombal.
Portanto o iluminismo foi um ideologia proposta por pensadores a onde foi empregada pelos burgueses na sua política contra o antigo regime, no seu ideário principal estava a liberdade, igualdade e a fraternidade justiça.


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Brasil de JK


O Brasil de JK



Por: Bruno Ferreira

Ao longo da republica do Brasil poucos foram o que ocuparam a presidência da republica cada qual com seu estilo e perfil e modo de fazer política, merecendo destaque nos dias de hoje a dois presidentes responsáveis por essa mudança Getulio Vargas e Juscelino Kubitschek de Oliveira esse último de grande importância para o desenvolvimento industrial do Brasil foi um dos maiores da história, mas o que ele fez.
JK inovou como político pois é o político que todos nos sonhamos capaz, autentico e inovador a frente do próprio tempo, Juscelino foi responsável por políticas de mudança no Brasil com a uma política baseada no desenvolvimentismo esse desenvolvimentismo diferente  de Getulio pois  JK abriu o Brasil para o capital estrangeiro aumentando enormemente a produção industrial chegou varias industrial tanto automobilísticas ou de bens de consumo não duráveis.
Dono de um sorriso carismático e luminoso conquistou a simpatia do eleitorado mas tinha forte oposição e antes de assumir a presidência enfrentou oposição dos militares por sua política inovadora, JK descendentes de checos nascido na cidade de Diamantina Minas de família pobre formou em Medicina, em 1927 foi eleito deputado federal, 1934 prefeito de Belo Horizonte em 1940 governador de Minas Gerais, em 1956 eleito presidente do Brasil com o famoso Plano de Metas e o slogan “50 anos em 5” fez mudanças estruturais no Brasil e uma das mais importantes do seu mandato a mudança da capital federal do Rio de Janeiro para a nova capital construída no meio do nada Brasília a produção automobilística aumentou formidavelmente, e ficou conhecido por sua simpatia como o presidente Bossa Nova.
O Plano de Metas tinha como principais metas a construção de Brasília mas era dividido em cinco grupos com 31 metas, grupo primeiro energia, segundo  transportes, terceiro alimentos, quarto industria de Base, quinto educação, o resultado do plano na área de transportes, energia foram excepcionais mas na área de educação e agricultura foi um fracasso, período do seu mandato foi de enorme aumento do PIB do Brasil  foi três vezes maior do que do restante da America latina.
Embora apensar de ser acusado de articular planos de sucessão  JK nunca tentou articular a reeleição, mas o seu sucessor não seria o General Lott que apoiara e sim o polemico governador de são Paulo Janio Quadros que assumiria prometo  varrer a corrupção com um discurso populista ele ganha a eleição mas ficaria no poder por pouco tempo.
Portanto certo  é que durante o seu mandato o Brasil conseguiu evoluir desenvolver sem perder a democracia e a critica da imprensa mas esse desenvolvimento foi caro pois o Brasil fez grandes emprestimos para a o seu desenvolvimento, este que era extrangeiro e não Brasileiro a educação não conseguiu de fato evoluir o crescimento foi quantitativo e não qualitativo.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mudanças Climáticas E o Movimento Verde


Mudanças Climáticas
E o Movimento Verde



Por: Bruno Ferreira

Em pouco tempo na historia do mundo ouve muitas mudanças tanto socialmente como tambem industrialmente na area industrial se deve  a Revolução Industrial com o passar dos anos percebemos  que  ocorreu um aquecimento com a grande quantidade de gazes na atmosfera ocorrendo com isso um aquecimento no planeta e nas ultimas quatro décadas o mundo aqueceu mais ainda e a ultima década isso foi maior ainda, a maioria dos especialistas culpam a atividade humana como a principal causadora do aquecimento.
Isso ocorre devida a emissão de gazes por meio de indústrias e carros e outros meio poluidores o consumo dos recursos também faz com que o planeta esquente formidavelmente, durante a história da humanidade e comum ocorrer aquecimento no planeta, mas isso ocorre com mais força agora pelo aumento industrial no planeta.
A concentração de dióxido de carbono fez com que se intensifica esse fenômeno natural conhecido como efeito estufa, trata se de um processo em que a superfície da terra aquece enquanto a radiação de calor do sol é absorvida  pelos gases “estufa” esse efeito é aplicado  quando o clima da terra muda, porque os oceanos aquecidos têm menor capacidades de eliminar o CO2 da atmosfera, mas com a crescente industrialização acelerou a produção de CO2 causando problemas ao meio ambiente, como aumento dos oceanos e outras regiões do planeta seca aumenta chuvas diminui, também a diminuição da biodiversidade com poucas áreas livres de poluição ou da ação humana no ambiente natural.
O desmatamento na Amazônia cresceu e com isso surgem ONGs que contribuem para diminuir com isso, mas nem todas querem uma mudança algumas ONGs procuram tirar dinheiro de governo para enriquecimento ilícito. Algumas delas fazem parte do movimento verde que propõe a criação de energias limpas e sustentáveis e em políticas que busquem melhoras na produção de produtos recicláveis.
           Portanto se vê que a uma crescente politicagem das idéias verdes na ultima eleição nos vemos que a candidata dos verdes no Brasil cresceu e virou um símbolo da luta no Brasil, outros afirmam que os verdes fazem uma política meramente fantasiosa, mas que de fato o mundo precisa de uma atitude em sua produção e distribuição de recursos a onde não degrade a natureza essa política deve ser o quanto antes.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Poder da Guerra


O Poder da Guerra
A evolução

Por: Bruno Ferreira




A guerra sem duvida nenhuma desempenha um papel fundamental na história da humanidade e através dela que a sociedade transformou no que é hoje a historia da humanidade e a história das guerras estão associadas sendo que ascensão e quedas de impérios, reinos e civilizações dependem da aplicação de forças militares.

Apesar das muitas mudanças que tiveram lugar na história da guerra certas constantes permanecem. O sucesso na guerra pertence àqueles que se prepara melhor; e o treinamento o municiamento e a organização dos exércitos são os fatores centrais dessa preparação. (Pg. 06 Gilbert)


Até onde os estudos arqueológicos podem comprovar os primeiros grandes exércitos foram os assírios que tinham grandes forças e estratégias essa civilização que se encontrava na Mesopotâmia e Egito.
Os egípcios também tinham formidável organização militar e grande aparato bélico, para ter o domínio de sua região, foram eles que empregavam formidáveis carros de guerras como bigas em campo de batalha. E com seus poder nas vitorias conseguiram construir uma das maiores civilizações que o mundo já viu a antiga civilização egípcia.
Com o avanço da tecnologia bélica e das novas formas de política a Grécia surge como a grande transformadora do modo de fazer guerra no seu período uma das cidades estados mais famosas tratando de ter bons guerreiros que era Esparta, os seus guerreiros ganharam mais fama nos dias de hoje com o filme “300 de Esparta”.
Na própria Grécia e na vizinha macedônia surge Alexandre o Grande a onde seu invencível império conquistou o mundo antigo e colocou com isso um modo de vida e cultura o Helenismo.


Os gregos foram responsáveis pela criação pela criação da principal unidade de infantaria de seu tempo, a falange. O tipo de guerra inextricavelmente associada a ela era o confronto decisivo  entre dois corpos  de soldados de moção lenta e grande disciplina, que avançavam de encontro um ao outro em formações cerradas e protegidas, até se engalfinharem em uma exaustiva troca de empurrões e punhaladas que só tinham fim quando um dos lados se rendia. ( Pg. 16 Gilbert)


A pérsia foi a grande rival da Grécia ocorreram varias guerra mas a Grécia permaneceu apesar de algumas derrotas até que o império Persa foi dizimado aos poucos até a chegada de Alexandre como novo dominador da Ásia menor e parte dos Bálcãs e índia.
A Morte de Alexandre gera uma grande fragmentação do poder em vários estados entre seus generais com o avanço de Roma pela Europa e Mediterrâneo Roma apesar de intensa guerra e brigas domina a todo o Mediterrâneo e partes da Ásia e áfrica vira então o maior império da antiguidade criando um modo de viver uma cultura com base em troca a guerra e um importante fator para incorporações e transformações de valores o derrotado torna-se dependente do vitorioso no campo econômico, mas no campo cultural alguma coisa muda mas de grosso modo permanece um exemplo e a cultura dos judeus que apesar de terem sido perseguidos durante toda a historia mantém uma forte cultura ligada a religião, essa que contribuiu para o modo religioso e a criação do cristianismo.
Roma passou de republica para império e tornou – se um grande império graças ao seu modo de fazer guerra e suas grandes legiões que dominavam um vasto território tudo isso em um breve espaço de tempo.

Em um único século. Roma deixou de ser uma cidadezinha provinciana para tornar-se a mais poderosa cidade da Itália, com ambições no exterior que alarmaram a vizinha Grécia. A destreza militar dos romanos se devia principalmente  à organização de seus soldados em legiões e centúrias, o que lhes dava flexibilidade no campo de batalha e um método eficiente de fazer a guerra, algo entre a compacta falange e os espaçadas fileiras celtas. (Pg. 26 Gilbert)



O vale do rio amarelo na Ásia atual China era composto de vários reinos ate a unificação da China em um império composto por um imperador para tal feito eles necessitaram de proteção durante séculos e construiu um muro, conhecido até hoje como a famosa muralha da China.
Aos poucos surge Sun Tzu que contribui e muito para uma nova filosofia na guerra ele cria regras que inovam o modo de fazer guerra na china, a idéia a seguir contribui para o artigo.
                                                                                                      

O desenvolvimento de exércitos e táticas na China deveu muito às lutas que irrompiam freqüentemente entre as comunidades de maioria étnica e as tribos bárbaros do norte, que costumava invadir e saquear sua vizinha mais rica. Conseqüências interessantes desse fenômeno, promovidos, sobretudo pela obra de Sun Tzu, foram uma filosofia associada coma a guerra e o reconhecimento de política e estratégias mais abrangentes nesse sentido. (Pg. 38.Gilbert)



Posterior a era dos impérios do mundo antigo a Europa fragmenta-se com a queda do império romano em 476 d.c com a invasão dos povos bárbaros vindos a procura de alimentos e melhores condições de vida a única estrutura que funciona posterior a queda de Roma é a a igreja que permanece capaz de modificar a estrutura e nomear os reis futuros da Europa criando um modo de vida baseado na servidão, surgindo o feudalismo com isso grandes exércitos e legiões desaparecem e apenas iram voltar com Napoleão Bonaparte.
Porem a idade media foi um dos períodos de mais lutas na Europa surge o termo “cavaleiro” para nobres que defendiam os seus feudos de invasões indesejadas o modo de fazer a guerra era diferente porem a luta e a guerra permanece, a cavalaria ganha grande importância para a guerra medieval.
No ocidente o império romano cai no oriente o império bizantino permanece firme e forte por um bom tempo, outro império cresce com sua força militar invadindo a península ibérica o império islâmico porem e detido pela Espanha e Portugal e são expulsos da Europa os mouros, mas influencia com sua cultura a Espanha.


A barcando cerca de mil anos de conflitos, desde o século V até o XV, a idade media foi um período em que o guerreiro montado, trajando armadura ou não, dominou os campos de batalha isso se aplica especialmente às sociedades guerreiros nômades provindas das estepes da Eurásia e da Ásia central, que tiveram uma vultosa influencia em sociedades sedentárias tão distantes uma das outras como a China o sul da Ásia, o Oriente Médio e a Europa Central. (Pg. 40. Gilbert)


Quando tudo parecia que a unificação iria demorar muito mais que o esperado entre os povos europeus surge o famoso império Carolíngio unificando a atual frança, parte da Áustria e Alemanha e Itália, Carlos Magno merece destaque na unificação. Carlos Magno foi derrotou os pequenos reinos belicosos e trouxe a sua região uma medida de paz que não se via desde os tempos romanos.
O pode era grande em torno dele e conquistou com a ajuda da igreja forte poder sobre a Europa tornando o grande imperador de um breve período.
Vale ressaltar que alem da evolução de armaduras e escudos e espadas para a guerra com melhores metais vale lembrar a evolução de fortificações para a proteção dos nobres grandes castelos fora erguidos e graças a essas fortificações foi possível a sobrevivência de reis e nobres.
A igreja desempenha seu papel de grande cartório da Europa na idade medieval mais provoca entre os nobres à ira de invadir e tomar Jerusalém lugares santos para o cristianismo foi desse modo que organizou as cruzadas.
Com o avanço de técnicas, estratégias e principalmente armas que foi possível através desse ultimo o aparecimento da pólvora e armas de fogo que revolucionaria o período.
Aparece varias guerras na Europa e principalmente entre França e Inglaterra a guerra dos Cem anos, a grande guerra do norte os exércitos se profissionalizam aparece também às primeiras guerras ameríndias contra os índios da America a busca por território e poder era grande em nome de deus ou mesmo de um rei.
Em meio à forte autoritarismo e crescimento econômico surge a burguesia com as idéia iluministas e ocorre a grande revolução a famosa Revolução Francesa nesse momento vai surgindo aos poucos a famoso Napoleão Bonaparte general que se tornaria cônsul por golpe e imperador da França que dominaria toda a Europa e inovaria na estratégia de guerra.
Para ajudar o período foi marcado com a revolução americana e o processo de independência das Américas graças a idéias iluministas que proporcionaram a libertação da America do domínio político das metrópoles, Napoleão cai na campanha da Rússia e por ultimo na batalha de Waterloo.
A guerra civil America faz com que os estados unidos se dividem entre norte e sul para o predomínio do poder econômico, o norte ganha e começa ai o expansionismo americano para oeste.

O Século XIX foi um período transicional extremamente sangrento no campo bélico. No intervalo de cem anos entre a batalha de Waterloo, em 1815, e o inicio da primeira Guerra Mundial, os conflitos militares se desenvolveram mais rápido e dramaticamente do que em qualquer século anterior. Conforme novos avanços tecnológicos se difundiram e a Revolução industrial se impôs, mudanças na artilharia no transporte, nas comunicações e na construção naval alteraram completamente a face da guerra ao redor do mundo. ( Pg. 180 Gilbert)


O poder volta a falar alto na Europa na unificação italiana e alemã a guerra naval ganha força e guerras pulverizam no mundo pequenos ou grandes, na America vemos a guerra hispano-americana também temos  a guerra dos Bôeres, rebelião dos Boxers, e no começo do século XX ocorre a Guerra Russo Japonesa que provocaria mais tarde revoluções no império Russo e o primeiro Estado socialista o poder mudava na Rússia e incentivaria grandes mudanças.
De 14 – 18 começariam o grande conflito do começo do século a primeira Guerra mundial que abalaria o mundo como vemos e mudaria políticas tanto militares como econômicas no decorrer das décadas posteriores.
O mundo de 1750 a 1914 era um mundo de impérios até o começo do século vinte o poder estava concentrado nas mãos de poucos e poucas democracias existiam até então a seguir a idéia imprime o que foi dito.

As Revoluções Americanas e Francesa mudaram as expectativas políticas do ocidente. Embora os resultados tenham sido contraditórios – os EUA surgiram como uma democracia em pleno funcionamento, enquanto à França ficou desestabilizada por quase um século -, a demanda pela liberdade política persistiu durante todo o séc. XIX. Uma onda de levantes nacionalistas trouxe à independência para grande parte da América Latina e a unificação da Itália e da Alemanha. Em outros países, entretanto, nações coloniais continuaram a dominar grande parte do mundo, impedindo o desenvolvimento político local. Mesmo regiões independentes, como China e Japão, sofreram intervenções ou interferências das potências européias. (Pg 258 – 259 Philip Parker)


A origem da primeira guerra mudaria o mapa global as origens da guerra são duas as midiáticas que estão nos bastidores do império austro – húngaro, que geraria a morte do arquiduque Francisco Ferdinando, mas por outro ponto as questões mais amplas do conflito foram à rivalidade nacionalista que havia desenvolvido na Europa durante o século XIX.
A “Grande Guerra” como era conhecida foi o maior conflito até a segunda guerra mas porem foi o pedra inicial da segunda guerra, mudando o modo de poderes no mundo com a vitoria da França foi criado o tratado de Versalhes que impunha regras e condições aos derrotados a Alemanha, no campo tecnológico muito evolui surge armas inovadoras, e empregado a aeronáutica na guerra aviões em combate pela primeira vez num grande conflito.
Em 1929 quebra a bolsa de valores de Nova York a Europa e o mundo em crise provoca na política o surgimento de um uma política nacionalista autoritária de direita e faz nascer o Fascismo e o Nazismo.
O Nazismo representado na figura de Adolf Hitler faria que Alemanha cresce-se como grande potencia do período criando uma maquina de guerra capaz de dominar a Europa e aterrorizar o mundo capitalista, no campo militar as armas evoluíram e as estratégias mudaram a força aérea recebe forte importância e a força naval passa a contar com submarinos que aterrorizariam o oceano atlântico.
Mas mesmo com forte força militar, e política a Alemanha, Japão e Itália são derrotados os Estados Unidos vira de fato a Grande potencia da segunda metade do século XX, criando uma cultura e um poder baseado no dinheiro e no consumo, outra potencia no pós guerra e a URSS baseado no socialismo surge a chamada guerra fria no mundo que seria conflitos espalhados e financiados pelas duas potencias o mundo foi dividido até a queda do muro de Berlim onde os Estados Unidos foi o campeão da corrida e impôs seu poder no mundo contemporâneo em definitivo, o avanço tecnológico das ultimas décadas pós guerra foi enorme surge novas potencias em desenvolvimentos nas duas ultimas décadas e duas guerras marcariam a ultima década, provocada por uma nova ameaça o terrorismo.


As democracias ocidentais têm sido tradicionalmente alvo de grupos terroristas, sejam extremistas árabes organizações de esquerda (freqüentemente apoiada por regimes comunistas) ou nacionalistas violentos. Em seus esforços por alcançar metas muitas vezes extravagantes, tais grupos recorreram a raptos seqüestros e assassínios, com resultado no mais das vezes horrendas. A resposta foi a formação  de unidade de elite para combater grupos terroristas.  (Pg. 290, Gilbert)


Bem percebe que com o fim da guerra fria muitos acreditariam que haveria paz no mundo contemporâneo essa visão tanto simplória não ocorreu e sim persistiram vícios conflitos pelo mundo, também proliferação de armas nucleares e químicas só veio a agravar a instabilidade mundial, nessa ultima década o oriente médio permanece uma das áreas mais conturbadas pela guerra em todo o mundo, assolada por conflitos étnicos e religiosos na busca  e alvo dos interesses das grandes potências globais.
Por fim percebe-se que a guerra tem uma grande importância no mundo atual e antigo no passado para impor modos civilizações e impérios e no futuro para impor um modo capitalista global em que a democracia pode torna-se uma faca de dois gumes, os mais prejudicados em qualquer guerra e o povo que foi e permanece sendo explorado por reis, nobres, elites, e poderes econômicos vemos que a guerra desempenha um papel de grande importância é um instrumento final de uma negociação, mas que provoca fatores de mudanças por onde passa.



BIBLIOGRAFIA

GILBERT, Adrian. Enciclopédia das Guerras: Conflitos Mundiais Através dos Tempos. São Paulo: M. Books, 2005.

PARKER, Philip. Historia Mundial: Guia Ilustrado Zahar. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Artes Humanas


Artes Humanas
Evolução constante



Por: Bruno Ferreira

O ser humano ao longo da história vem produzindo diversos tipos de artes entre elas podem destacar a dança, pintura, desenho, fotografia, escultura, cinematografia e artesanato entre outras são muitas a diversificação nos dias atuais nunca o homem fez tantas artes em pouco tempo observando que nem todas são de fato de boa qualidade, mas é fundamental a produção dessa manifestação humana.
A primeira manifestação das artes humanas foi nas cavernas com desenhos de caçadas essas que foram à primeira forma de moradia humana, ao longo do tempo com sua organização em comunidades a cultura e o modo de vida e as tecnologias cresceram e a manifestação artística também essas manifestação pode ser vista em templos ou palácios do antigo Egito e antigos templos Babilônicos que foram construídos para adoração religiosa.
Desenhos de grande quantidade de beleza e riqueza no acabamento de poucos detalhes, mas ricos de linhas sendo desenhado sempre na vertical, outro aspecto de arte que aparece é a dança essa que vem de rituais e são inseridos em festas religiosas, o modo de fazer arte foi evoluindo, entre eles à pintura e um que mais evolui durante a história por diversos modos de pintar e aplicar técnicas.
Na Grécia surgem os primeiros teatros esses baseados nas mascaras chamadas Personas daí vem à idéia de personagem.
A musica ganhou força com a chegada da igreja vemos o surgimento de formas de canto diferenciado e de tons e notas compostas para o canto gregoriano a igreja católica no período da idade media foi à grande fomentadora e produtora de um modo de arte que dominou o mundo medieval europeu. No período da idade media surge grandes pintores, escultores e inventores podemos falar sobre Da Vinci, Michelangelo entre outros grandes que fizeram grande obras no seu tempo e que são pesquisados e estudados até os dias de hoje.
A política e o modo de vida a cultura da Europa muda o mundo também produz sua própria artes as civilizações como a China o dragão adormecido tem um forte e ricas artes, em particular a lingua originalmente uma arte de escrita altamente desenhada, outra pais que tem grande modo de produzir arte em vários campos é a Índia produz uma arte ligada a cultura relgiosa igual a Europa. Na india a   a religião influencia em muito o modo de vida indiano templos são construídos e a religião pregada de um ponto de vista totalmente diferente do ponto de vista cristão onde o ser e mais importante do que o ter mas isso mudou muito com a forte chegada do capitalismo no campo da cultura a india recebue forte influencia da colonização inglesa se tratando de cinema  a industria do cinema e uma das maiores do planeta.
Ao avançar do tempo na idade moderna o modo de produção de arte cresce o modo de imprensa aparece e surge a literatura com grande força, o antigo modo de escrita feito nos Monastérios já vai desaparecendo com a invenção da prensa por Gutenberg.
A renascença, mas o modo de pensar do iluminismo cria a futura sociedade do século XIX e XX o modo de fazer arte se transforma, mas sempre crescendo a musica vira clássica no século XIX tocada em grandes palácios ou em eventos especiais para poucos ouvintes.
No século XX tem um grande salto no campo das artes além de ser o século das grandes guerras mundiais foi também o século do crescimento Cultural Humano diversos campos produção uma rica cultura, surge novos meios de artes como o cinema no começo do século criado pelos irmãos Lumiere que faz uma maquina que produz imagens em poucos instantes era de fato uma revolução tecnológica, cultura e artística para o começo do século e logo espalhou para todo o mundo esse meio.
No campo da pintura surgem diversos movimentos artísticos plástico como dadaísmo, modernismo, surrealismo entre outros que inovaram na forma de pintar e desenhar e ver o mundo novo que nascia ao redor.
A fotografia cresce radicalmente e torna-se uma forma de documentar e também uma forma de fotografar vendo o mundo a sua volta com outros olhos esses olhos de poderia ser de uma pessoa que tem sensibilidade artística.
A musica no seculo XX cresce de forma assustadora não mais ligada a religiao varios mode propagar sons são criados entres esses estilos diversoso o Rock, Jazz, Samba, Blues, Bossa Nova, entre outros foram fundamental para a produção de diversos musicos que cantaram e encantaram gerações.
A arquitetura e o Design torna-se um meio novo de pensar espaços urbanos levando uma nova forma de construir e formatar edifícios casas que eram apenas meros lares tornam cada vez mais importantes no visual de uma cidade a arquitetura cresce e vira uma arte de grande importância para o espaço publico, no Brasil a arquitetura retrata-se com mais força em uma cidade em especial a nova capital do Brasil, Brasilia que tem um novo modo de perceber o espaço urbano.
No campo audivisual novelas, filmes e series crescem e com eles os atores diversificam novos meios de representar a atualidade e criado, mas a ponta de lança nesse modo de produção e o cinema que cresce e vira uma indústria.
No final da década de 90 a internet cresce no mundo e formas de produção de arte é criadas em apenas um aparelho o microcomputador e capaz de desenhar, tirar fotos, editar vídeos, criar vídeos, escrever e interagir com diversas partes do mundo esse e o ultimo estagio até o presente momento da evolução das artes e da cultura  meios que produz idéias, ou mesmo emoções humanas das mais variadas na necessidade primordial a necessidade de manifestação que faz parte do homem nos mais diversos trabalhos que ele produz criando uma cultura necessária ou não para sua existência que faz dele orgulhoso de si próprio, uma satisfação de produzir e o que sinto quando escrevo esse texto.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA “EVOLUÇÃO” MUSICAL DO SURGIMENTO DO CANTO GREGORIANO AO SURGIMENTO DA ÓPERA


ANÁLISE DAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA “EVOLUÇÃO” MUSICAL DO SURGIMENTO DO CANTO GREGORIANO AO SURGIMENTO DA ÓPERA.


Graduado em Historia 
heriberto.motaupe@hotmail.com

Autor: HERIBERTO DA MOTA DE ARRUDA BARROS



Com o nascimento de Cristo a história da humanidade não seria mais a mesma no contexto sócio-cultural. Este fato marca o inicio de uma era de transição e rupturas assim como de uma nova visão de mundo. Sabemos que a religião cristã originou-se com a mensagem de Jesus ao proclamar-se filho de Deus feito homem e pronto para amar e perdoar os pecados daqueles que se arrependiam. Após ter cumprindo sua missão terrena, Jesus morre, ressuscita e volta para o pai deixando ensinamentos novos e com estes, muitos adeptos. É exatamente aí que passaremos a refletir um pouco sobre as mudanças pertencentes ao nosso tema principal “A Música”, ou melhor, um pouco da sua história desde a Idade Média ao surgimento da Ópera. Antes de passarmos a entender quais os acontecimentos mais marcantes, vivenciados pela produção musical nestes períodos, voltemos um pouco “atrás” nos primeiros momentos da História da humanidade e pensemos em quais condições estava a música antes de ser uma produção “medieval”.
Valdir Montanari, em seu livro “História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock” nos conta um pouco sobre as funções da música no mundo antigo, o que nos faz perceber que esta, em função de uma ligação espiritual ou não, fazia parte, comumente do cotidiano dos povos. Para trazer a tona uma reflexão mais próxima ao período que será analisado posteriormente, nos diz MONTANARI sobre a música na antigüidade: “é importante que fique bem sedimentada a idéia de que a música na Antiguidade marcava sua presença em cerimônias, festas, jogos e até combates. A música presente nas cerimônias religiosas tinha, em geral, um caráter alegre e festeiro, e não privilegiava determinados instrumentos.” [1] 
É contrapondo-se a este conceito da música na antiguidade que analisaremos a música medieval. Assim como, apresentando a sua similaridade com o novo momento que se inicia, já que a música do medievo se apresentava a principio sem nenhum uso típico de instrumentos acompanhantes.  
            Comumente a Idade Média é apresentada como um momento que nasce com a queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C.. Durante a decadência do Império, o Cristianismo se disseminava por todo o Ocidente, e sua “pedagogia” não se adequava aquela forma ritmada conhecida no mundo antigo, já que o que marcava o nascimento e expansão da religião “nova” era o sacrifício de Jesus filho de Deus na cruz do Calvário. Neste sentindo surgiu-se a necessidade de se falar com Deus através das orações musicadas, cujo filho havia morrido em circunstancias trágicas e “vergonhosa” para a época. Para MONTANARI, “este foi o motivo pelo qual a música cristã nasceu nostálgica, solene, e por vezes até depressiva”. [2]
Há também outros motivos que podemos citar pelos quais a música se tornou um tanto que “parada”. Nos momentos iniciais da expansão cristã, todos aqueles que aderiam à nova fé eram perseguidos, já que estavam abandonando o culto pagão aos deuses da antiga Roma. Daí surge à necessidade de se fazer um culto mais silencioso. Sobre isto nos diz PAHLEN:
“nasce nos subterrâneos da cidade, nos corredores secretos, nas catacumbas, uma nova época da humanidade. Ali se reúnem em numero cada vez maior, diariamente, os discípulos do Mestre de Nazaré... Reunidos nas sombrias catacumbas, procuravam erguer o coração a Deus por meio de cânticos de louvor; mais não conheciam a melodia que pudesse exprimir a pureza dos seus pensamentos, nem som que se prestasse às suas preces”.[3]

           
           
            Dentro deste contexto, enquanto os cristãos eram perseguidos a música se desenvolvia. No ano de 313, o imperador Constantino, assinou o decreto de Milão, autorizando aos cristãos a liberdade de culto, o que de certo modo deus-e um desenvolvimento na música.
            Segundo MONTANARI:
“no início o canto cristão era linear monódico, particularmente pela falta de preparo dos fiéis. Os primeiros sinais de aperfeiçoamento começaram a surgir somente dois séculos depois de Cristo, quando já se tem notícia de uma solista para os cânticos. Naquela fase intensificou-se o canto antifônico, quando o solista, que na maioria dos casos era um sacerdote, entoava determinados versos que eram respondidos pelos presentes à cerimônia. Mais tarde, a pratica antifonal ficou incorporada a certos trechos da missa como peça fundamental, e não como um complemento.” [4]

Pode-se ate dizer que há certo teor de preconceito do autor em se tratar deste modo para com as ladainhas dos fiéis já que ele os acha despreparado.
            Em continuidade com as mudanças, o cristianismo é transformado como religião oficial do estado em 323, que faz de certo modo a música abandonar as catacumbas e entrar nas igrejas.  Os cantos que se conservaram ao longo dos primeiros séculos do Cristianismo foram reunidos pelo Papa São Gregório Magno (540?-604), assim como Santo Ambrósio, Bispo de Milão, deu sua contribuição para a música da Igreja Ocidental. Para MONTANARI “a característica mais marcante do canto Gregoriano é que os fiéis o executam em uníssono. É também por isso que essa cantoria cristã é conhecida historicamente por cantochão, pois é bastante linear e monótona.”[5]
 Diante do crescimento que se dá no processo musical deste período, diversos são os problemas enfrentados pela “dominação musical”, o que faz do clero o seu dominador.
            PAHLEN nos diz que:
“Apesar de todas as divergências, a música constituiu na crescente atividade das obras de missões e catequização um elemento essencial. Onde a palavra do sacerdote não conseguia penetrar, seja por não compreenderem o latim e os missionários não falarem a língua do país, seja porque os conservavam a antiga crença e se recusavam a ouvir os sermões dos recém-chegados a música realizava verdadeiros milagres.”[6] 

            No período conhecido como Idade Média que didaticamente vai do século V ao XV, é considerado um momento de retrocesso cultural para muitos. Neste estágio, encontramos uma minoria basicamente compostas por senhores feudais e a grande e espiritualista Igreja agora considerada Católica representando o poder geral. O imaginário medieval de certo modo, foi controlado pela ideologia paranóica do demônio e do inferno, fazendo com que a música considerada profana praticamente sumisse, já que ninguém devia servir a dois senhores. Diante destes fatos, a música cristã pouco evoluiu o canto gregoriano se manteve praticamente até o limiar do segundo milênio com pouquíssimas alterações.
             Após o ano 1000 d.C. a música profana vai se retomando historicamente. Para MONTANARI “o renascimento musical teve inicio com certos artistas que percorriam o continente europeu, tocando e cantando em troca de comida e hospedagem, conhecidos por jograis ou menestréis. Estes eram originários do povo inaculturado. Cantavam e tocavam de maneira intuitiva, tais como muitos artistas popularescos que observamos hoje em feiras e praças, geralmente mendigando, sem preparo formal.” [7] É possível mais uma vez, enxergar o preconceito com o qual o autor trata o determinado momento e período aqui tratado, visto que cada povo vive aculturado a uma meio que é pertencente a ele. Ou melhor, não cultura maior ou menor e sim praticas culturais diferentes.
Em continuidade temos os trovadores que de forma novamente preconceituosa e separatista Montanari apresenta: “Os trovadores eram poetas provenientes em geral da nobreza, e surgiram com a idéia de desenvolver uma forma associativa de poesia e canto.” [8] Este será um momento impar na História musical porque de certo modo a “monotonia” inspiradora do canto gregoriano “cederá” a uma nova forma de praticar a música. “No canto do cavaleiro mesclavam-se numerosos elementos: melodias populares do seu pais e melodias de países do Ocidente e Oriente. A Europa inteira é inundada por um novo canto... A poesia e a música conquistaram uma popularidade que, necessariamente, faltava ao canto eclesiástico latino...”[9] França, Itália, Espanha e Portugal são os principais pontos dos trovadores, apresentando nas rodas de amigos, cortes e ate mesmo em “escolas de música” suas “crônicas cantadas”.
Temos na arte dos trovadores e “Minnesänger” a primeira irrupção da música popular européia para a música artística – reação inconsciente contra o canto gregoriano, e hora de nascimento da música européia. “Dali se estende longo e sinuoso caminho aos “séculos do ouro” do classicismo e romantismo”[10]
Com a combinação entre canto e musica, rima e composição melódica, surge a necessidade da escrita musical. E como destaque deste momento, é possível falar de Guido (995-1050) um monge Beneditino da Cidade de Arezzo. “Seu feito foi adotar uma pauta de quatro linhas paralelas. Sobre essa pauta, Guido fixava os neumas antigos. Foi o mesmo Guido que deu nome às notas musicais. Eis ai a grande contribuição de Guido para a História musical. De agora em diante, com a “abertura dos portos” a música Ocidental tende-se a crescer e se expandir culturalmente.
Com o desenvolvimento da escrita musical, e do contraponto, percebem-se a necessidade da evolução dos instrumentos, aqueles necessários ao acompanhamento das melodias. Diante de poucas fontes citaremos aqui os instrumentos mais importantes e mais usados por volta do século XIV. Temos o órgão, instrumento já utilizado pela igreja para complemento do culto, a guitarra acústica e o alaúde, assim como os conhecidos instrumentos milenares de sopro e percussão. Com esta evolução da escrita musical, instrumental vivenciada pela Europa a tendência natural do momento era o desenvolvimento da música instrumental.
Como afirma MONTANARI:
 “o primeiro grande testemunho da evolução da música profana instrumental teve lugar em Florença de Dante, com o celebre Francisco Landino (1325-1397). Para todos os efeitos, ele é considerado como o precursor da música instrumental bem elaborada, aquela que hoje chamamos de erudita ou de concerto”.[11]

            Podemos assim afirmar que o final da Idade Média, no contexto musical é caracterizado pela real mudança da “retirada” do canto Gregoriano em relação ao crescimento musical em termos vocal e instrumental da música conhecida como profana. Assim como, uma época de grandes transformações em toda a Europa.
            A música, agora polifônica, tem seu papel fundamental em toda a sociedade, ela desperta o homem a arte e ao lazer através da música, ela tem não só sua contribuição na edificação dos homens e do processo educativo.
            Para nos localizarmos no tempo no qual estamos tratando, vejamos o que nos diz PAHLEN sobre o surgimento destas novas características:
         “A cidade torna-se cada vez maior, cada vez menos importante o castelo, e os habitantes da cidade, que a si próprios chamavam de burgueses, habitantes de burgo, sentem-se seguros, prescindem do amparo, tornam-se mais ricos e orgulhosos, exigentes e cônscios da sua importância... Encontramos sua expressão clara e distintamente posta nas milagrosas obras arquitetônicas daqueles séculos, nas catedrais, nos palácios, nos pórticos de castelos, e nas fontes. O burguês, uma vez satisfeita as suas necessidades materiais, sonha com grandes obras, que lhe projetem a glória no espaço e no tempo. Inventa a arte de imprimir livros, arma navios que negociam com longínquas partes do mundo e descobrem novos mundos. Baseia o seu poder no espírito e no dinheiro.” [12]


            É dentro deste contexto que as artes estão florescendo, contando não só com o tempo, mais sim com o desejo de posse, de riquezas o qual compunha as novas cidades. É perceptível que o canto Gregoriano vai se esquivando para os mosteiros onde será conservado. Já a nova música burguesa, “é uma afirmação cada vez mais forte da vida transitória do que a oferecida pelos trovadores. Apesar disso, muitas vezes são os seus temas de natureza religiosa, porque o homem não cessa de crer em Deus, porque a vida terrena se tornou melhor, mais segura e mais feliz.” [13]
            É aqui o “surgimento” da polifonia que está em pauta, a vida humana agora não passava a existir sem a presença de “combinações”.  É uma música que leva o homem deste período a uma diversão, o que hoje poderíamos chamar de uma espécie de relaxamento após um longo dia de trabalho.
              Em Paris com o nome de “nova arte” ars nova, se destacam grandes músicos que realizam a efetivação desta tão sonhada polifonia. Assim como em outras partes da Europa como Itália dava sua contribuição para a nova arte.
            Com o surgimento da polifonia surgiu a necessidade do aperfeiçoamento da notação. “Os cantos monofônicos podem, a custo, ser aprendidos e recitados de cor, ou de maneira primitiva, anotados como pontos de apoio a memória. Tratando-se de polifonia não é mais possível.” [14] Daí surge à necessidade de um “chefe, ou regente para preservar e obedecer à execução. O que de certo modo caracteriza o surgimento de uma arte que nascera em Florença, a Ópera. “Primeiro, a tonalidade foi completamente anotada; em seguida, foram atacados os complicados princípios de duração dos tons e as relações rítmicas.” [15]
            Com o florescimento das cidades a vida humana paulatinamente vai se transformando assim como aquilo que é produzido pelo próprio homem a sua cultura, ou melhor, o que aqui sempre se está enfatizando a sua produção musical. Se continuarmos a analisar as transformações ocorridas na cidade é possível observar a junção de vários instrumentos em determinadas festividades assim como o próprio pagamento por estarem estes artistas se apresentando.  Os músicos passaram a se organizar e daí bem se sabe que vários artistas juntos a produção artística humana vai se dá com bastante êxito o que veremos com mais ênfase nas próximas linhas. Para PAHLEN “a posição social dos grandes compositores chega ao seu primeiro ponto culminante. São amigos e confidentes de príncipes e grandes de seu tempo, gozam honras e de esplendidas rendas. Aproximamo-nos da Renascença com o seu incompreensível florescimentos de todas as artes.” [16]
            O século XVI é marcado pela transição para a música. Toda a produção medieval de certo modo era uma dedicação a Deus, foi dele que foi tirada a inspiração. A arte que agora surge, ou como conhecemos a arte moderna dedica-se ao homem, os sentimentos as paixões e daí se tem o impulso.
            A Ópera o mais criticado e ao mesmo tampo mais adorado gênero da música, surge em Florença, foi exatamente o teatro grego que veio a constituir-se na maior vertente de inspiração segundo MONTANARI.[17]
            Para o mesmo, a transição do renascimento para o barroco caracteriza uma das fases mais confusas da história da musica. Embora o renascimento musical tenha tomado um bom rumo durante os séculos XV e XVI, em grande parte pelo desenvolvimento da música profana [...] A linearidade do canto gregoriano cedeu lugar para a polifonia, mas restavam ainda a solenidade e aquele sentimentalismo que sempre caracterizavam a música católica.[18] Para a Europa este é um momento bastante “confuso”, pois, toda a sociedade passa por transformações que para nós é normal acontecerem, enquanto para a sociedade do século XVI, a situação era bastante contraditória. E é dentro deste contexto sócio-cultural que encontramos como já foi citada anteriormente a Ópera. Diante de tantos acontecimentos e por sinal, bastante complexos, surge em pleno século XVII o surgimento da harmonia, que para MONTANARI caracteriza a transição da música renascentista para a barroca. Provavelmente a palavra barroca tem características fortemente culturais e sociais, o que nos leva a crer no estilo de arquitetura e arte ao “excesso produzido pela sociedade. E que por sinal será utilizado o mesmo termo para o período em que se diz do surgimento da Ópera ate a morte de J. S. Bach.
            Segundo MONTANARI:

[...] O surgimento da Ópera no limiar do século XVII demonstrou que o trovadorismo, germe do renascimento da música profana, precisou aguardar mais uns três ou quatro séculos para dar o próximo passo fundamental. Texto e música continuaram a ser associados, só que dessa vez tendo em ambos os lados figuras intelectuais [...] E essa associação estabeleceu uma prática que também passou para a história e consagrou-se com o tempo: foi a escrita do famoso libreto, contendo o roteiro da ópera, concebido por um grande nome da intelectualidade. Tanto isso é verdade, que mesmo no século XX os exemplos são vários. Um deles foi o do alemão Kurt Weill, que solicitou ao teatrólogo alemão Bertolt Brecht que escrevesse o libreto para a Ópera dos três vinténs. [19]

            Para muitos historiadores, a data oficial para o surgimento da Ópera é em 1600, com a apresentação pública de Eurídice de Peri. No mesmo campo de trabalho “Eurídice” surgiu aquele que se destacaria com grande ênfase do período em que esta sendo trabalhado. Claudio Monteverdi, maestro da capela de Mântua. Como afirma MONTANARI:
“Ele não hesitou em deixar para a posteridade um legado de óperas e missas que atestam que não estava decidido em que lado da batalha entre a burguesia religiosa e harmonia convivem em suas criações com uma fraternidade raramente observadas em outros períodos. Ainda sim não pode negar a vivacidade de Monteverdi, que deu grande impulso à história da composição, com suas orquestrações complexas.” [20]

            Monteverdi, ligado mais ao catolicismo e sua doutrina religiosa em suas “composições” se contrapõe a outro grande gênio deste período, Johann Sebastian Bach (1685-1750). Bach teve uma história de vida um pouco difícil, o que o fez a sair de casa logo cedo para “ganhar” à vida. Desde sua adolescência adquiriu o gosto pela música o que faria dele mais tarde um dos grandes nomes. Por algumas confusões com seu irmão, sentiu-se acolhido nas igrejas luteranas, onde usará seu talento como organista. O mesmo autor afirma que: “Bach retomou a polifonia, na sua forma mais manifesta: o contraponto. Foi exatamente a partir dali que criou a “arte da fuga”. Assim como outros temas foi alvo de sua arte, como a “paixão” alusão a morte de Cristo. [21]
            Como já foi citado este período conhecido como barroco é bastante “contraditório”, e Bach também deu sua contribuição. Em um momento em que a ópera solidificava a harmonia, ele recorria à polifonia.
            Vejamos o que nos diz CARPEAUX sobre este momento:
        
O barroco começa com a música homófona, a ópera monódica de Monteverdi; e nas duas gerações a ópera italiana perde, constantemente, em substancia musical, processo que também contribui para corromper a música sacra.
            Foi preciso inventariar novamente a música barroca e seus gêneros típicos/; a ópera, o concerto grosso, a suíte e a cantada sacra, cujos recursos são cada vez mais os da musica profana. Este novo inventario da música barroca inspirou a musicóloga belga Suzanne Clercx algumas observações de validade geral: na época barroca, a melodia torna-se independente do coro, colocando-se no centro do universo musical, como expressão de situações dramáticas e sentimentos humanos; é a ópera. Poe outro lado, a polifonia entra, como o estilo policoral, em decadência; a música “horizontal” é minada e, enfim, substituída pela harmonia “vertical”, apoiada no baixo - continuo; mas para essa música harmônica não se conseguir logo elaborar normas de arquitetura tão seguras como polifonia vocal; a conseqüência é o caos, do qual Bach e Handel emergem pela volta á polifonia.
            Paralelamente, o musicólogo Manfred Bukofzer retificou a cronologia da época: define como primeiro Barroco as origens da ópera em Florença, da monodia e do baixo - continuo; como ato Barroco e o Barroco médio, a ópera veneziana de Monteverdi e suas repercussões na Alemanha (Schuetz), França (Lully) e Inglaterra (Purcell); e como último Barroco, à volta à polifonia nos países nórdicos, na arte de Bach e Handel. [22]
           

            Foi visto aqui de uma forma bem geral as principais características pertencentes ao surgimento da música da Idade Média ao surgimento da Ópera, poucos séculos depois.  O tema proposto é amplo e bastante complexo, visto que a discussão poderia ter sido mais ampla e nos levaria às mais diversas fontes sobre o assunto.























REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA

CARPEAUAX, Otto Maria. O Livro de Ouro da História da Música – Da Idade Média ao Século XX. Rio de Janeiro, Ediouro, 2001.

MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993.

PAHLEN, Kurt. História Universal da Música. São Paulo, Editora Melhoramentos.


[1] MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993, p.18.
[2] Id, p.21.
[3] PAHLEN, Kurt. História Universal da Música. São Paulo, Editora Melhoramentos. P.32
[4] MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993, p.23.

[5] Id, p.23
[6] PAHLEN, Kurt. História Universal da Música. São Paulo, Editora Melhoramentos. P.34

[7] MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993, p.26.
[8] Id, p. 26.
[9] PAHLEN, Kurt. História Universal da Música. São Paulo, Editora Melhoramentos. P.38
[10] Id, p. 42.
[11] MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993, p.30.
[12] PAHLEN, Kurt. História Universal da Música. São Paulo, Editora Melhoramentos. P.43.
[13] Id, p.44.
[14] Id, p.46.
[15] Cf. id, p.46.
[16] Id. P,48.
[17] MONTANARI, Valdir. História da Música – Da Idade da Pedra à Idade do Rock. São Paulo, Editora Ática, 1993, p.34.
[18] Cf. Id, p.33,34.
[19] Id, p. 36.
[20] Id, p. 36,37.
[21] Cf. id, p. 38.
[22] CARPEAUAX, Otto Maria. O Livro de Ouro da História da Música – Da Idade Média ao Século XX. Rio de Janeiro, Ediouro, 2001.