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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Guerra de Canudos




Por: Bruno Ferreira

Canudos ergue-se em meio à caatinga do sertão nordestino, uma vila que foi tomando forma e que mais parecia uma favela dos dias de hoje, nela possuía 5.200 casas e cerca de 20 a 25 mil habitantes, eram números grandes para a época e a localidade desse aglomerado, a maioria de quem vivia lá era de sertanejos marginalizados que lá viviam sob a misteriosa figura de Antonio Conselheiro.
Esse sabia que pregava em uma terra pouco fértil, Antonio Vicente Mendes Maciel nasceu no Ceara em 1828 filhos de um comerciante que queria ver o filho um padre, Antonio vira professor e ambulante com muitos problemas financeiros a mulher o abandona, e ele vira uma espécie de beato ele visitava as vilas de toda a região conclamando o povo a construir igrejas, conselheiro foi preso e transformado aos poucos em uma espécie de mártir, depois de duas décadas de peregrinação conselheiro encontra na Bahia um refugio lá iria chamar de Arraia do Belo monte mais tarde conhecida como canudos.
Em poucos meses conselheiro ajudado por homens de sua confiança  começa a construir uma sociedade utópica evangélica e autossuficiente. Uma espécie de socialismo pois não havia em canudos propriedade privada tudo era de todos aos poucos canudos toma forma e torna-se um refugio para muitos.
A proclamação da republica veio e desagradou conselheiro, em agosto de 1896 a counidade de canudos comprava um carregamento de madeira, mas a carga não chegou ao destino, injuriado conselheiro mandou ir a cidade retirar a madeira mas o juiz pediu a ajuda do governador. Em novembro, uma tropa de cem soldados foi enviada  a região e concluiu que o ataque era a melhor maneira de manter o controle da situação, os soldados foram surpreendidos por trezentos homens de conselheiro, nisso bateram em retirada.
Foi feita uma operação maior ainda para punir conselheiro, no exercito fazia partes mais de 500 soldados quatorze oficiais duas metralhadoras e dois canhões que eram de difícil transporte, mas mesmo assim com tudo isso os soldados saim em retiradas mais uma vez os sertanejos conseguira o que queria.
Com duas derrotas a igreja e o governo se assustaram diante da situação e assim com o apoio do governo central e comando do coronel Moreira Cesar, construiu um exercito composto por 1300 homens e um grande aparato bélico, em 2 de março com seus homens já famintos e sedentos dizia Moreira Cesar que todos iriam almoçar em canudos, mas o impossível aconteceu outra vez  sertanejos repeliram o primeiro ataque, no segundo ataque ficaram indefesos e foram mortos pelos sertanejos dentro da cidade até mesmo Moreira Cesar tombou morto.
A morte de Moreira Cesar foi de grande euforia setores da imprensa transforma canudos símbolo de zombaria ao regime republicano, em abril de 1897 o general Arthur Oscar começou a formar a tropa composta por mais de 20 mil desgraçados a expedição foi minuciosamente planejada e foi dividida em colunas em junho de 1897, ambas as tropas estavam prontas para a luta de inicio a primeira vitoria foi dos rebeldes, o exercito sofrera e perdeu mais de 1000 homens para os sertanejos, reuniram reforços e mais 3 mil homens chegaram a canudos no dia 24 um disparo da matadeira derrubou o sino da igreja de canudos, duas semanas depois não havia mais igreja, um mês mais tarde 22 de setembro morria Antonio Conselheiro.
Sem líder os sertanejos insurretos arrefeceram seu animo aos poucos eles ficaram sem força e no dia 03 de outubro de 1897 uma bandeira branca foi erguida, do arraial restaram apenas escombros fumegantes.
A batalha mais inglória do exercito brasileiro havia chegado ao fim canudos talvez estivesse destinada a ficar esquecida da história se não fosse acompanhada por um jornalista do jornal o Estado de S. Paulo, Paulo Euclides transformou Canudos numa troia sertaneja e imortalizou conselheiro ao escrever, os Sertões podendo ser este o maior clássico da literatura brasileira.
Por fim canudos entra para a história brasileira e marca um período de transição do império para a republica muito pontos de vista foi analisado, por historiados como a visão de mundo Antonio conselheiro, outro ponto e a situação social daquele povo que vivia em Canudos outro a deficiência do exercito e da política da época entre muitos pontos analisados Canudos representa para a história do Brasil um fonte rica de conhecer as verdadeira raízes desse povo em formação.



Bibliografia
 EDUARDO Bueno, Brasil: uma história cinco seculos de um pais em construção - São Paulo: Leya, 2010.

5 comentários:

  1. O conteúdo, está excelente, porém a concordância gramatical está péssima: está faltando vírgulas,letras, fora isso está de parabéns.

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  2. kkkkkkkkkkkkkkk

    piooooor q isssso não tem como fikaaaaar !!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Oi Bruno.

    Depois que fiz o comentário acima percebi alguns erros de digitação, portanto o publico novamente com as devidas correções.
    Acredito que Canudos foi o massacre mais covarde da história do Brasil e o tema deve ser constantemente estudado e divulgado para que o autoritarismo não encontre espaço em discursos sobre os interesses nacionais sobre os pessoais. Ainda mais quando estas pessoas são pobres querendo viver com dignidade, sem fazer mal a outros e serem explorados por governantes distantes e alienados, que não conhecem e melhoram a realidade da população da qual querem cobrar impostos.

    Um abraço.
    Sylvio

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  5. obrigado pelas mensagens, abraço Sylvio

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