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terça-feira, 1 de maio de 2012

Uma Breve História do Trabalho




Por: Bruno Ferreira

O trabalho e uma necessidade do ser humano enquanto ser racional que busca na natureza meios para produzir meios para a sobrevivência o animal não necessita dessa produção, pois ele se adapta a natureza segundo sua biologia, o homem isto não ocorre.
A dois tipos de trabalho o primeiro e o trabalho braçal que busca materiais para a construção de equipamentos ou casas ou edifícios e o segundo e o trabalho cerebral que pensa e elabora e coordena o trabalho braçal. De inicio o trabalho era apenas braçal, pois as necessidades do homem e da sociedade eram básicas e a diferença social não existia.
Com o passar do tempo a sociedade organiza-se e cria uma sociedade baseada no trabalho que já ocorria e na hierarquia o que passou a existir surge uma hierarquia primitiva de aldeias e a comunidade contava com a propriedade comunitária dos meios de produção.
Com o tempo o antigo sistema de comunidades decai entra em vigor um tipo novo de trabalho isto com a necessidade e o desejo dos homens de facilitar o seu trabalho e de dispor de reservas para enfrentar os desastres naturais incentivaram a eles aperfeiçoar os seus instrumentos e criar hábitos de trabalho. Mas ao mudar o sistema primitivo, o homem, inconscientemente, sem pensar nas consequências que traria na área social, preparou o passo para a escravidão.
A base das relações de produção neste regime era a propriedade privada do senhor, tanto dos meios de produção como dos trabalhadores: os escravos.
O regime da escravidão castigou os trabalhadores, os escravos, com terríveis calamidades e sofrimentos. Os opressores viam com desprezo o trabalho físico indigno de homens livres. A partir deste momento, os homens já nunca mais serão iguais em seus direitos.
Esse regime de trabalho escravo durou por séculos até a queda do império romano e volta  a ser utilizado na colonização das Américas formando uma nova sociedade nas Américas.
Com a queda do império romano surge uma nova forma de trabalho na Europa a servidão.
Os servos eram semilivres e estavam obrigados a viver na propriedade. Na operação comercial de compra ou venda das terras, os servos eram normalmente incluídos. Os servos trabalhavam a terra do senhor e em retribuição recebiam um pequeno terreno que era trabalhado pela sua conta; estes terrenos cedidos podiam ser herdados, mas pagando ao senhor uma taxa. O feudo emprestava aos servos os moinhos, ferramentas, depósitos, currais, etc., de forma bastante onerosa, mas que o servo tinha que aceitar, pois não dispunha desses elementos necessários ao seu trabalho.
Esse sistema perdurou ate que uma classe nova surgia nos burgos das cidades a burguesia e em pequenas oficinas a partir daí aparecia as primeiras formas do sistema capitalista onde esses servos eram empregados pela burguesia em suas oficinas na produção de bens de consumo simples deste dos primórdios os meios de produção do trabalho era algo valioso na idade media esses meios ficam sendo prioridades de uma minoria.
O capitalismo se desenvolve com toda a sua força e cria a sua própria revolução: a revolução industrial que significou um fabuloso aumento da produção material e do rendimento do trabalho. Mas, este auge da riqueza social não significa a mesma porcentagem de melhoramento material para os trabalhadores. A nova realidade mostra uma acumulação de riquezas em um extremo e muita miséria no outro, com jornadas de trabalho que chegavam a 18 horas diárias na França de 1840.
Com isso surgem duas novas classes a burguesia que detinha o poder econômico e o proletariado submisso aos interesses capitalistas, pois recebe um salário muito baixo para adquirir os meios de produção ou as matérias primas produzida pela industria onde o dono era a  burguesia, essa por sua vez só consegue tomar o poder político na revolução francesa com as ideais iluministas de fraternidade, igualdade e liberdade.
Estas duas novas classes são econômica e socialmente antagônicas e, desde o início estão se enfrentando em lutas periódicas, nas quais a classe proletária tem levado a pior parte,m pois a classe capitalista, com seu poder econômico, têm se apoderado do poder político.
Em outubro de 1917 teve lugar na Rússia uma revolução de tipo proletária, que transforma a estrutura do país e que procura estabelecer uma nova etapa nas relações de produção.
No século XX ocorre um antagonismo mais forte  entre socialismo que representava os trabalhadores e  capitalismo que representa a ideia burguesa de acumulação de bens.
Até que em 1990 a URSS quebra pela força do capitalismo no mundo e o socialismo não existe mais apenas em cuba e o ideologicamente na China.
Por fim percebemos que o trabalho que o homem produz muda a sociedade e sua vida, mas pela desigualdade do sistema e pela mal uso dos meios de produção gera a desigualdade social existindo milhões pobres e miseráveis num mundo de pouco  ricos e bilionários.

4 comentários:

  1. Cadê a referência???????

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  2. Meus conhecimentos adquirido não tive tempo de colocar referências.

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  3. Parabéns Bruno, seus conhecimentos foram de muita valia para minhas aulas...

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  4. nao me ajudou em nada!!

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