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domingo, 8 de julho de 2012

A Revolução Paulista de 1932



 

Por: Bruno Ferreira


Tudo começa com a política de Getulio Vargas que tinha como características centralização do poder, preocupação com a questão social dos trabalhadores  e o interesse de defender as riquezas nacionais.
Isso tudo ira contra a política da oligarquia paulista que estava contra esse modo de Vargas de conduzir a política no Brasil e desejava a volta da política da republica velha.
Para enfrentar Vargas a oligarquia paulista do PRP formou uma frente o partido democrático que já tinha apoiado a revolução de 30, mas estava descontente com o interventor  João Alberto nomeado por Vargas.
Os políticos paulista exigia a nomeação de um interventor civil é paulista. Cedendo as pressões Vargas nomeia o interventor Pedro de Toledo, essa medida não foi suficiente para desfazer a oposição paulista, que exigia da política de Vargas eleições diretas para a nova constituição brasileira..
Em maio de 1932 durante uma manifestação contra o governo federal quatro estudantes paulistas que são Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo morreram num conflito de rua.
Com essa morte aumentou ainda mais o animo da oposição paulista com inicias desses nomes formaram o MMDC, que se tornou símbolo do movimento constitucionalista.
E no dia 09 de julho de 1932 explodiu a Revolução Constitucionalista, a partir daí são Paulo organizou-se e formou um exercito composto por 30 mil soldados para lutar contra o governo federal.
As tropas paulistas recebiam colaboração de muitas industrias de são Paulo para equipar o armamento de guerra como mascaras, granadas, lança-chamas e capacetes etc. Com essa guerra São Paulo ficou isolado do resto do pais  nesse decorrer Mato grosso foi o único a apoiar os Paulistas. Os demais estados não aderiram a essa revoltada comandada por são Paulo, foi organizado nesse processo uma grande comoção em todo estado fazendo com que famílias desse seus pertences a causa paulista criando um sentimento cada vez mais bairrista nos paulistas.
Após três meses de combate os paulistas foram derrotados pelas tropas da federação foram derrotados militarmente, mas ideologicamente os paulistas consideravam-se vitoriosos, pois terminada a revolta, o presidente Getulio garantiu a realizações de eleições para a Assembleia Nacional Constituinte que elaboraria a nova constituição.
Portanto  o feriado da revolução de 1932 tem um significado muito grande para os paulista e por isso é lembrado em diversas partes do estado, foi o momento em que o descontentamento político contra uma política autoritária de Vargas, mas contraditória pois defendia a volta de uma democracia amarrada as oligarquias do café é do leite, e então lembrado nos dias de hoje como um símbolo da história do Brasil e especificamente de são Paulo.

4 comentários:

  1. O que podemos destacar desse episódio é a participação dos estudantes (MMDC) que tinham um ideal e deram sua contribuição servindo como exemplo e inspiração aos jovens do Brasil atual para que também sejam atuantes na política, lutem pelos seus direitos e combatam tudo aquilo que não está de acordo no que se refere às formas com as quais os rumos do nosso país têm sido direcionado, leia-se "corrupção". Abraço meu companheiro historiador. Seu blog está show.

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  2. Bruno Parabéns pelo blog! Encontrei coisas muito interessantes aqui. Já estou divulgando seu blog no meu, o Acadêmicos Curiosos, e espero também a sua parceria!
    Um forte abraço!
    http://academicoscuriosos.blogspot.com.br/

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  3. Cristina Sampaio de Albuquerque14 de julho de 2012 03:22

    Bruno, gostei do artigo, bem interessante. Só lamento você não indicar os três únicos romances que tem a Revolução Paulista como protagonista ou pano de fundo da obra. Então, para efeito de registro: A REVOLUÇÃO PAULISTA de Mennotti Del Pichia; A ESCOLA: ONDE ESTÁ UM, ESTÃO TODOS de Miguel M. Abrahão e ÉRAMOS SEIS de Maria José Dupré (neste, o movimento é pano de fundo). Três clássicos imperdivéis para quem perfere os fatos romanceados.

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  4. O texto merece uma atenção maior quanto as normas da língua portuguesa

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