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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A Unificação Italiana




Por: Bruno Ferreira


No século XIX os reinos ao norte da península itálica estavam dispostos a promover a unificação da Itália, esses reinos tinham um grau desenvolvimento maiores que o restante da península possuía indústrias mecanizadas, ferrovias, casas de credito e estabelecimento comercial de grande porte. 
No ano de 1830, formou se um grupo liderado por Cesare Baldo, que reivindicava pela família de Savoia, o direito de governar a Itália unificada. O reino da Sardenha – piemonte, governado por Vitor Emanuel II procurava fortalecer tanto militarmente como economicamente preparando para a unificação, com o fim de impedir o estabelecimento de um governo reacionário que poderia frustrar os objetivos de expandir o capitalismo vindo do norte para o sul da península.
O rei sardo-piemontes convidou o banqueiro, Conde de Cavour, para assumir o controle das financias  e da marinha do reino, essa política era clara e definida voltada para o enriquecimento capitalista, mas a modernização do Estado tinha limites definidos onde a população das camadas populares estava excluída dessa participação.
Quando já era seguro a vitoria da unificação a alta burguesia financeira, industrial e agrária apoiada nas ideias política de Cavour, que tratou de deixar claras as intenções burguesas, separando os revolucionários da política do novo pais que nascia.
Desses revolucionários o mais importante foi Giuseppe Garibaldi que comandava grupos de camponeses nos estados do sul, que estava em um região pobre, a camada popular e revoltosa acreditava que com a unificação reformas sociais ocorreriam, como a reforma agrária, a alta burguesia temendo a reação de revoltosos chama Garibaldi para negociar.
O guerrilheiro defensor do nacionalismo romântico, resolveu abandonar a luta afim de garantir a unidade da Itália, a camada pobre de camponeses viram suas chances chegar ao fim, essa luta de unificação durou entre 1848 até 1861, quando foram realizadas eleições na península itálica, por fim Vitor Emanuel II foi aclamado rei da Itália  por decisão do recém formado parlamento italiano.
Percebe-se que no processo de unificação da Itália mais uma vez o proletariado foi deixados de lado no processo de formação da Itália, a elite burguesa formou um novo estado altamente capitalista e desigual tendo desigualdades sociais históricas nas camadas populares, de uma forma geral mais uma vez o povo foi enganado e explorado.

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