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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Resumo: O saber histórico na sala de aula



Por: Bruno Ferreira


Experiência e representações sociais: reflexões sobre o uso e consumo das imagens.

O Presente episodio apresentado no texto nos mostra como exemplo o poder da imagem na vida das pessoas, e como a aquela frase “uma imagem vale mais do que mil palavras” esteve tão presente nos dias de  hoje.
O texto relata a evolução da imagem na vida das pessoas, começando com fotos passando por cinema e chegando à TV, este ultimo mostra como tem maior impacto na vida das pessoas, de forma geral a imagem tem vida própria a partir de uma linguagem que é produzida num dado contexto histórico.
Por fim o professor usa do filme para mostrar a maneira para construir um conhecimento histórico,  usando assim um método para construir um contexto histórico.

Análise Cultural
A imagem foi perdendo o seu sentido cultural e assim o professor deve procurar um meio para melhor apresentar ela aos seus alunos, o texto apresenta que vivemos numa espécie de intoxicação visual da TV.
Mas apesar de uma intoxicação visual ainda temos o cinema como forma de uma cultura clássica como a de Chaplin.
Memória Ensino de História
A partir da década de 70 e 80 grupos sociais se organizam em busca de seus direitos entre eles o da memória nesse sentido, os historiadores fazem parte desse processo como aqueles que escrevem a memória e serve para reconhecer esses grupos menores da sociedade como os negros, mulheres, índios e homossexuais etc.
Cada vez mais surge as casas de memória, centros, arquivos, bibliotecas, museus e coleções.
Até a pouco tempo o patrimônio histórico era exclusivo de arquitetos, antropólogos e cientistas sociais. Existe atualmente um esforço para que no processo ensino-aprendizagem de história seja para estimular os alunos ao senso de preservação da memória social coletiva como também à construção de uma nova cidadania, para que haja uma valorização dos elementos que compõem o nosso patrimônio cultural. A escola e o ensino de história têm um papel fundamental neste processo a fim de resgatar as nossa raízes.

O Patrimônio Histórico Revisitado.
Ao falar de patrimônio histórico revisitado pensamos em prédios e edifícios antigos, esquecendo assim outros tipos de patrimônio histórico deixados de lado pelo governo, mas hoje com avanço teórico - metodológico das Ciências sociais, que mais têm-se dedicado ao estudo das manifestações culturais, a expressão “patrimônio histórico e artístico” vem sendo substituída por “patrimônio cultural” pois existe outros tipos de valores que não se enquadram a terminologia antiga.
Com essa nova terminologia e conceituação o termo patrimônio cultural foi divido em três categorias pelo professor francês Hugues de Varine- Baham.
A primeira categoria é a natureza, ao meio ambiente como rios, vales e montanhas são os recursos naturais
A segunda categoria de bens culturais refere-se ao conhecimento, as técnicas ao saber, e o terceiro grupo são os objetos, artefatos, obras e construções, concluímos, portanto que o patrimônio cultural engloba tanto o histórico como o ecológico, o artístico e o cientifico, não ficando assim mais restrito ao patrimônio edificado, deste modo influenciou assim para a nossa legislação brasileira que hoje já está atualizado de acordo com o patrimônio cultural no qual forma a memória da nação brasileira.

Por Uma Nova Política de Patrimônio Histórico No Brasil: A Construção de Uma Memória Plural.
Com a nova constituição sobre o patrimônio histórico abre uma nova política para a proteção do  nosso acervo publico, possibilitando a construção de uma memória plural.
A partir da década de 80 e que tenta resgatar a participação daqueles que foram excluídos da história do Brasil, assim passou a dar valor a bens e valores culturais de outros segmentos sociais e minorias étnico-culturais, como exemplo alguns quilombos, arraial de canudos, admitindo assim que somos uma nação multirracial reconhecendo  que somos uma nação formada por diversos povos e culturas.
Por fim essa nova constituição brasileira veio reconhecer os grupos sociais esquecidos e sua cultua que ajudou também na formação da cultura do povo brasileira.

Patrimônio Histórico, Cidadania e Identidade Cultural: O Direito à Memória.
O patrimônio Histórico e visto como uma questão de cidadania e constitui um direito do cidadão, criando sua identidade cultura, mas ocorre por parte da própria população uma depredação do patrimônio publico, pois isso ocorre por que ela não se vê nos ícones, símbolos ou monumentos que foram preservados, Ela não foi consultada a respeito, daqueles monumentos que se deve ser preservado ou não.
A preservação deve ocorrer pautado em dois aspectos como identidade cultural e qualidade de vida, tendo este dois aspectos ele será conservado pois oferece o proposto para a comunidade inserido assim na construção de sua identidade cultural e o exercício da cidadania.
Na construção dessa cidadania passa ocorrer o direito a memória histórica a partir da preservação do patrimônio publica, a memória é, pois, imprescindível na medida em que esclarece sobre o vínculo entre a sucessão de gerações e o tempo histórico que as acompanha.
Portanto a instituição escola tem um papel fundamental para a formação da cidadania de nossas crianças, jovens e adolescentes.

Educação Ambiental ou Educação Patrimonial: A Dimensão Histórico-Cultural No Currículo Escolar.
Nos últimos anos vemos que surge uma grande onde de consciência de favor da preservação do meio ambiente em todo o planeta, para deste modo conscientizar na existência humana nas futuras gerações.
Deste modo surge cada vez mais a conscientização das próximas gerações através da escola como meio que espalha o saber e a cria novos cidadãos, no entanto, a grande maioria dos programas de educação ambiental tem sido omissos no tocante dimensão cultural do meio ambiente, no qual se inclui, necessariamente, a discussão relativa à preservação do patrimônio histórico.
Mas após varias mudanças na lei a discussão sobre a preservação do patrimônio histórico vem se ajustando a realidade, a lei esta caminhado para a valorização da diversidade cultural de nossa formação histórica como condição indispensável à construção de uma escola plural e cidadã.

Conhecer Para Preservar – Preservar Para Conhecer: Um Encontro Com a Memória “Quase Perdida” de Fortaleza.
Em nome do discurso da “modernidade do progresso” muitos espaços Históricos no Brasil vêm desaparecendo como o que ocorreu em fortaleza, um dos responsáveis pela conservação e preservação do espaço são os historiadores que tem o compromisso social de mostrar que o moderno  não se faz pela destruição ou pela negação daquilo que é passado.
Com a degradação do espaço histórico de fortaleza em nome da modernidade, setores escolares e universitários organizaram um roteiro para conhecer a memória de fortaleza, depois foi formulado um roteiro, no qual foi levado a classe sobre a historia da cidade de fortaleza, mostrando as crianças o processo de evolução urbana de Fortaleza, bem como a necessidade de preservação do patrimônio publica e histórico, preservando assim para as futuras gerações.

Considerações Finais.
Eric Hobsbawn faz um alerta da ameaça de destruição do passado e a perda de referenciais históricos por parte das futuras gerações que nascem num futuro continuo, nesse momento ele saliente a importância social do historiador que tem o papel de lembrar a história.
Portanto a escola e mais especificamente, o ensino de historia tem um papel fundamental para a afirmação de uma identidade nacional plural, democrática na qual todos queremos e almejamos.

A Televisão Como Documento
Nos últimos anos tem sido frequente a utilização das novas linguagens para motivar os alunos e para atualizar a concepção de documentos históricos.
Mas para o professor fazer o uso dessa linguagens como a imagem ele deve ter  a priori uma reflexão sobre o problema do documento e sua importância para o ensino, todo o cuidado com a incorporação no uso de imagens é pouco principalmente numa época de desvalorização do conteúdo.
O professor deve buscar preparação previa sobre arquivos Audi-visuais e ter uma preparação teórica metodológicos do estudo da comunicação visual.



O Fenômeno da TV
O professor ao usar o fenômeno visual deve saber a diferença entre a televisão e o cinema, a TV produz material que se consomem no instante, e o material cinematográfico tem uma função cultual e dura por anos.
O professor terá maior facilidade de trabalhar com seus alunos com arquivos cinematográfico do que televisivos, mas a TV tem um linguagem mais atual e contemporânea as questões que os alunos se identificam, e de fato um meio de massa.
Para o teórico italiano Umberto eco ele faz uma analise sobre a TV tem que se levar em conta alguns aspectos da TV como  a intenções do remetente da mensagem, as estruturas comunicacionais o meio e o código da mensagem, as reações do receptor a situação sócio histórica do publico receptor e seus repertórios culturais para  a decodificação da mensagem  consumida.
Agora para Michael De Certeau o fenômeno televisivo, sendo um fenômeno cotidiano por excelência, está inserido num campo pouco conhecido das Ciencias Sociais, preocupadas com as grandes organizações e as tendências, dominante mais visível de uma sociedade
Por fim para se trabalhar com imagens televisivas em sala de aula e necessário que o professor deva fazer uma discussão mínima em busca de informações teóricas básicas, assim o professor vai ter um posicionamento melhor frente as questões surgidas

Procedimentos Básicos Para o Trabalho Escolar com  Linguagem Televisa.
E preciso que o professor tenha um planejamento para saber onde deve partir e a onde deve chegar incluir essas novas linguagens como cinema, musica e TV como parte do planejamento do curso ajuda os alunos na questão ao preconceito de algo sem importância.
O professor deve elaborar um roteiro a fazer com seus alunos e ele deve ter a consciência de domínio dos alunos perante do material visual apresentado, um exemplo a analise de um telejornal e sua relação com a construção de fatos históricos assim e sugerido quatro etapas básicas:
Assistência do material analise semântica, critica ideológica, síntese das fases anteriores essas quatro etapas ajudaram o professor e aluno a compreender uma analise televisiva.

Por fim, é importante salientar que a televisão se realiza pela sedução, pela projeção de fantasias e sonhos, pela simples e necessária distração, trabalhar com as novas linguagens deve encarar o desafio de trabalhar criticamente com o documento televisual  parece mais produtivo do que o costumeiro exercício de retórica pseudo-critica.

Bibliografia

BITTENCOURT, CIRCE (ORG.) E OUTROS. “ O saber histórico na sala de aula” 7 ed. São Paulo, Contexto, 2002. (P. 117-161)
25 de Agosto 2010

Um comentário:

  1. Olá Multiplicador Bruno, estamos felizes por você fazer parte deste projeto. Como prometido, seu blog já foi divulgado. Esperamos que goste!

    Aqui está o link da publicação:
    http://www.educadoresmultiplicadores.com.br/2013/05/historia-interessante.html

    Faça uma visitinha especial ao blog Educadores Multiplicadores, abra as páginas e veja como ficou sua divulgação.

    Multiplicador, (se quiser) escreva um pequeno post mostrando sua chegada ao Educadores Multiplicadores (divulgaremos nas redes).

    E já sabe, seu blog poderá ficar em evidência todos os meses, conforme as regras da parceria (saiba tirar proveito dessa parceria dinâmica).

    Quando quiser acessar o link: Educadores Multiplicadores e o Marquecomx, fique a vontade! (o Marquecomx é parte da parceria).

    Parabéns pelos excelentes textos, fiquemos na Paz de Deus, abraço e até breve!

    IRIVAN

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