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sábado, 1 de junho de 2013

Resumo: Avaliação, mito e desafio, uma perspectiva construtiva



Por: Bruno Ferreira

 Resumo: Avaliação, mito e desafio, uma perceptiva construtiva.



A avaliação, na perspectiva de construção do conhecimento parte de duas premissas básicas: confiança na possibilidade dos alunos construírem suas verdades e valorização de suas manifestações e interesses. Exige do educador uma concepção de criança, jovens e adultos, como sujeitos de desenvolvimento inserido no contexto de sua realidade social e política. Daí, a avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão, num acompanhamento permanente do professor, que incitará o aluno a novas questões a partir de respostas formuladas, não num momento terminal do processo educativo, mas uma busca de compreensão das dificuldades do educando e na dinamização de novas oportunidades de conhecimento.
Portanto, avaliação se detém no não se deve ser, ao invés do ser melhor, a serviço do autoritarismo e do direito de cátedra do professor, prática avaliativa improvisada e arbitrária, que reproduz e revela fortemente sua vivência como estudante e educador.
Princípios e metodologias de uma prática avaliativa estática, frenadora de caráter classificativo e sentencivo. Dar notas, fazer prova, avaliar, registro de notas, avaliação dictomia entre educação e avaliação que se tomam dois momentos distintos e não discriminatória das notas e conceitos, e dos prejuízos sociais decorrentes da reprovação.
Compreender as dificuldades encerra um princípio de descentralização, ver as coisas do ponto de vista dos outros. A desmitificação desvela a análise dos pressupostos teóricos que fundamentam a avaliação, tomada de consciência coletiva, desafio que traz o compromisso de construir a história. Os professor, reduzem a avaliação a uma prática de resgistro de resultados sobre o desempenho do aluno. Avaliar é julgar o resultado do trabalho da criança após o término deste, nele demonstrando comportamentos definidos, como ideais pelo professor, aprovação/reprovação, que reforça o autoritarismo de cunho sentencioso, desconsiderando a mútua coordenação dos pontos de vista e das ações.
A avaliação é indissociável da educação, deve levar a ação, reflexão, observação e investigação, ampliando as possibilidades próprias dos alunos. No modelo de Ralftgler (avaliação por objetivos), verificar o grau em que as mudanças comportamentais estão ocorrendo, através dos objetivos definidos pelo professor ( enfoque comportamentalista).
A avaliação construtivista e libertadora, deverá encaminhar a um diálogo e cooperativo, onde o professor e os alunos aprendem sobre si no ato próprio da avaliação, testar e medir.
Testar é verificar a extenção, quantidade, volumes e outros atributos dos objetos e fenômenos, expressa em escalas ou graus numéricos (nem todos os fenômenos podem ser medidos). Arbitrariedade na atribuição de graus e conceitos acontece por métodos impressionistas e por comparação. O termo conceito na escola, as mudanças, minimizar o privilégio, as escolas finais valorizando o processo de aprendizagem e partir para analise de aspectos afetivos e psicomotores ao lado do conegtivo. A adoção de conceitos, significa maior amplitude em termos de representação, evitando o estigma da precisão e da arbitrariedade. A medida, uso de notas, reforça um mecanismo de competição e seleção na escola. A medida em educação, deve resguardar o significado de um indicador de acertos e erros.
O uso equivocado dos testes, entendido com instrumento de constatação e mensurações e não de investigação, testar, abrange investigar, verificar o funcionamento para fundamentar a ação educação. Interrogar sobre o significado dos erros para novas situações, novos desafios, formulando suas hipóteses, não a verificação de acertos e erros, mas, encaminhar os alunos num sentido investigativo e reflexivo do sobre as suas manifestações. Mediação no sentido de intenção, intermediação, formal e informal, tudo o que a criança faz as ações, sendo observado e julgado por professores.
Fazer é compreender, compreensão, movimento, consciência, são elementares para conceituação superiores, fazer é compreender a ação em grau.
                                                                                                    
bibliografia

 HOFFMANN, Jussara. Avaliação, mito e desafio, uma perspectiva construtiva. 32 ed. Porto Alegre, Mediação,2003.

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