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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Resumo: Construir as competências desde a escola





    Por: Bruno Ferreira




            Existem varias noções sobre competências, para poder acontecer essas competências e necessário um pré – conhecimento por mais simples que seja, e quem Transmiti esse conhecimento e a escola que precisa de um determinado tempo.
A competência pode se basear em múltiplos resultados, mas para o autor a competências e uma capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles.
E através da competência do homem em resolver situações inesperadas, que o difere de uma maquina, e por causa da competência, que o faz diferente da maquina, e através de experiências renovadas aliadas a treinamentos estruturantes e reflexões que o homem se constrói.
A escola tem duas visões sobre o currículo escolar uma dela seria a transmissão de conhecimentos (cabeça cheia) a outra e a construção de competências (cabeças feita) ou transmite o Maximo de conhecimento e deixe que ao longo da vida a pessoa construa as competências ou limita-se os conhecimentos e desenvolve as competências.
Em vários países como a França, a realidade da competência e da relação competência-conhecimento está no centro das reformas curriculares.
A escola de hoje já trabalha de modo a formar alunos com competência para fomentar o mercado de trabalho. Esta ascensão da competência na escola deve se ao fato da influencia da economia de mercado. O sistema educacional recebe influencias de cima para baixo embora as universidades enfatizem os saberes teóricos metodológicos.
Cada ramo de atividade defende um tipo de escola alguns ramos estão voltados para a vida, outras ligadas uma visão mais utilitarista se preocupando com o trabalho e as forças produtivas, mas a duvida e se o sistema educacional teria competência na formação das novas gerações para enfrentar o mundo de hoje.
A escola por vários motivos não acompanha, o nível de formação o jovens adquirem maior escolaridade, mas isso não garante que estejam mais bem preparados para a vida, isto é ter um diploma não e a única coisa que garante o sucesso profissional. A pedagogia e a didática não tem contribuído muito para construir competência, apenas tem visado  aprovação em exames.
Seria necessária uma mudança educacional para melhor orientar as pessoas como agir em situações inéditas, o certo seria agir com sensatez, mas a escola resiste as mudanças, pois tem questionamentos e contestações sobre uma nova abordagem.
Existem de um modo geral três noções falsas sobre competências, na qual seguem-se:
A escola fala em competências influenciadas pela necessidade de expressar os objetivos de um ensino em termos de conduta, mas sem sair do tradicionalismo.
Outro significado é a oposição existente entre competência e o desempenho, onde o ensinamento não pode ser decorativo, embora ocorra na prática.
O ser humano apresenta geneticamente  competência de construir competências, e para isto necessita de estimulo, este estimulo ocorre por meio da aprendizagem.
O ensinamento em sala de aula está longe da realidade, um exemplo seria o aprendizado da língua estrangeira, apesar de haver um programa em métodos orais no ensino prático, talvez estes não estejam surtindo o efeito para desenvolver a competência do aluno na comunicação de uma língua estrangeira.
Portanto para desenvolver competências é preciso trabalhar por resolução de problemas e por projetos, propor tarefas complexas e desafios que estimulem os alunos a mobilizar seus conhecimentos e, de certa forma, completá-los, o que pressupõe uma pedagogia ativa, e aberta para a localidade. Portanto, nessa perspectiva, o trabalho escolar ganha sentido porque modifica a relação com o saber dos alunos em dificuldade, e favorece as aproximações.
Por fim avaliação formativa, e a pedagogia diferenciada, que vai facilitar a assimilação ativa dos saberes, colocando os professores em movimento, incentivando-os a falar de pedagogia e a cooperar no quadro de equipes ou de projetos do estabelecimento escolar. Assim a análise ao ensino por competências tem implicações para o  ofício de docente, assim sendo, considerar os conhecimentos como recursos a serem mobilizados, trabalhar regularmente com problemas, criar ou utilizar outros meios de ensino, negociar e conduzir projetos com seus alunos, adotar um planejamento flexível, indicativo e improvisório, implementar e explicitar um novo contrato didático.                                    

    Bibliografia

PERRENOUD, Philippe. Construir as Competências desde a escola. Porto Alegre, Artmed, 1999.              


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