Redes Sociais

Anuncio

Celular

Operação Salva Semestre

Celular

Quanta Gente.

Pesquisar neste blog

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Resumo Sobre o Filme " Uma Cidade Sem Passado"



Sobre o Filme
“Uma cidade sem passado”
Gênero: Drama
Direção: Michael Verhoeven
Roteiro: Michael Verhoeven
Elenco: Barbara Gallauner, Elisabeth Bertram, Fred Stillkrauth, Hans-Reinhard Müller, Karin Thaler, Lena Stolze, Michael Gahr, Michael Guillaume, Monika Baumgartner, Robert Giggenbach, Willi Schultes
Produção: Michael Senftleben
Fotografia: Axel de Roche
Trilha Sonora: Billy Gorlt, Elmar Schloter, Mike Hertung

Resumo Por: Bruno Ferreira

Essa reflexão é baseada no  filme Uma Cidade Sem Passado mostra a historiadora que busca chegar o mais próximo da verdade histórica de um tempo no qual ela não viveu, mas que outras pessoas estiveram presentes, tudo isso começa quando ela Sonja participa de um concurso de redação ao convite de um professora, usando como tema sobre sua cidade na segunda guerra mundial. Vale ressaltar que essa historia é contada durante o período em que ocorria a Guerra Fria e a Alemanha estava divida.
Em sua sondagem ela interroga parentes, amigos sobre o caso de um padre que foi fuzilado por ser contra as leis racistas.
Os depoimentos dos familiares ajudavam a reforçar a suspeita que famílias da elite estavam envolvidos junto com a igreja em crimes em favor do nazismo  graças a curiosidade Sonja lança em novas entrevistas, o tempo passa e sua pesquisa torna se sua tese de dissertação, ela também casa com o seu ex professor tem filho e com isso na universidade continua a pesquisar sobre informações a respeito, buscava dados em jornais do período, aos poucos descobre que o seu ex professor de historia apoiava o nazismo o que ajuda a enriquecer seu campo de busca.
 As barreiras pela informação continuava dura entre muitos os que dificultavam o trabalho era o prefeito ela e seus familiares começaram a receber ameaças, Sonja resolve processar a cidade por não conseguir acesso aos documentos de sua pesquisa mas apenas conseguiu a liberação por ela ter levado a imprensa ao local.
Após algum tempo ela apresenta a conclusão da pesquisa e fala que ouve pessoas ligadas ao governo e religião que estavam envolvidas com os crimes nazistas, ela em meio a grande pânico recebe um premio , porem nega o premio, estava ela muito desesperada e com isso volta as lembranças da arvore onde ela fazia pedidos.
         O presente filme aborda a busca historiográfica e a perseguição pela verdade histórica muito bem representada por Sonja, vemos que ela usa de várias fontes para abordar sua pesquisa buscando sempre  a verdade dos fatos.
            Podemos destacar do ponto de vista metodológico que ela usa de varias fontes como  de jornais, documentos da época e também documentos em arquivos públicos, encontrado diversas dificuldades ao longo do tempo, ela  estava  a  pesquisar  no passado que alguns poucos que queriam saber, ela também utilizava de novos artifício que os historiadores modernistas começaram a utilizar com mais frequência que é a chamada Historia Oral que são em poucas palavras depoimento de pessoas que estavam no fato histórico, Sony faz o uso de métodos mais modernos como  gravação de áudio daquilo que era narrado. 
Ao longo de anos coletando informações das mais variadas formas possíveis ela busca a contradição dos fatos para ver o que de fato é verdade ou não e aos poucos vai formando o mapa histórico de sua pesquisa.
            Observa-se que a busca pela verdade um dos pontos que mais chama a atenção é o silencio sobre o caso do passado pois todos sabiam que falar sobre isso colocava a sua vida em jogo.
            Em sua pesquisa pela verdade sua ética em busca desta fazia parte constante da sua vida colocando sempre sua vida e de seus familiares em perigo, porem vai formando-se a teia historiográfica ao longo do tempo foi sendo reescrita a nova historia escrita por Sonja em seu livro  passou a ser divulgada através de livros e imprensa e sempre contestada.
O filme Mostra que a busca pela verdade e para a construção do fato histórico nunca é acabada e sempre construída com muita luta, pois nem sempre a fonte a ser pesquisa é possível ou mesmo se essa é segura de informações com a internet o numero de documentos e fontes aumentou muito possibilitando ao historiador ter uma ferramenta a mais em sua pesquisa mas sabendo porem que essa ferramenta não é 100% certa em suas informações e pode ser mudada de forma rápida e eficaz temos que buscar sempre objetivar a verdade buscando fonte seguras e confiáveis e até mesmo desconfiando dessas.
Por fim a Cinematografia “uma Cidade sem passado” é muito interessante a ponto de levar as pessoas viram a fazer parte dessa área de pesquisa que a busca pela informação, e pela verdade histórica que nunca é acabada e pode ser assim sempre reescrita de forma a melhorar o campo de pesquisa, porem sabe que existe diversos fatores que podem ajudar ou dificultar o caminho de sua pesquisa.

8 comentários:

  1. Bruno,
    O seu texto é realmente muito mal escrito. Você simplesmente não sabe qual a função da vírgula em uma frase, erra concordância, demonstra não ter o menor senso de coerência e coesão textual entre outros erros grosseiros inconcebíveis por parte de um professor.
    Além do português MUITO precário, a concepção de buscar a "verdade" dos fatos nos documentos é extremamente ultrapassada, associada ao historicismo positivista dos séculos XVIII-XIX. Não costumo fazer críticas tão duras, mas a qualidade textual é tão ruim que não me restou outra alternativa.

    Felipe

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Por fim a Cinematografia “uma Cidade sem passado” é muito interessante a ponto de levar as pessoas virem a fazer parte dessa área de pesquisa que a busca pela informação, e pela verdade histórica que nunca é acabada e pode ser assim sempre reescrita de forma a melhorar o campo de pesquisa, porem sabe que existe diversos fatores que podem ajudar ou dificultar o caminho de sua pesquisa.

      Read more: http://historiabruno.blogspot.com/2013/08/resumo-sobre-o-filme-uma-cidade-sem.html#ixzz2hHzV8pM0

      Excluir
    2. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
  2. Bruno, valeu kra por você ter postado sobre esse ótimo filme, pois eu havia assistido ele na Universidade, agora esse kra que te criticou o filipe com letra minúscula isso é o que ele merece, bastante ignorante, burro e ingrato e mal agradecido, continue irmão a postar outros artigos para os futuros historiadores, valeu kra, que Deus te abençoe...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nome próprio, inicial maiúscula. O Felipe centrou sua crítica no modo como o texto foi escrito, e não em seu autor. Ele sabe dostinguir uma coisa de outra, algo que você parece ser incapaz, Homério - com inicial maiúscula mesmo. Não o conheço, discordo do que disse mas nem por isso vou atacá-lo - nada justifica essa postura.
      O próprio Bruno recebeu bem a crítica, por mais desagradável que seja receber uma. Ele não precisa de um cãozinho bravo que saia em sua defesa.
      Se você é historiador, deveria valorizar a escrita acadêmica, algo que o Felipe cobrou e o Bruno falhou, mas soube receber a crítica, coisa que acontece a todo historiador que segue carreira acadêmica.

      Excluir
  3. É cá estamos novamente Bruno. Assisti ao filme em outro idioma de modo que o texto me ajudou grandemente. Aos poucos vi que tratava-se de um filme já visto em outra ocasião. É incrível como a história pode ser reescrita a partir da busca de fatos novos, doa a quem doer. No mais: Plac, plac, plac. Show.

    ResponderExcluir