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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Informe


 Informe

Olá Caros amigos e amigas gostaria de agradecer ao mais de 400 mil acessos 

Muito Obrigado.

Os Últimos Papas




Por: Bruno Ferreira


A poderosa igreja católica formou-se como estado quando Benito Mussoline concedeu a igreja católica o menor estado do mundo o Estado do Vaticano. Pio XI assume o Estado do Vaticano conhecido como um homem temperamental e criticava o Fascismo e o Nazismo, criador de uma juventude católica, e concedeu a participação dos leigos na igreja.
PIO XII secretario de estado de Pio XI ele que foi simpatizante aos regimes ditatoriais, durante este tempo ele introduziu de forma maior o culto a sua personalidade e um endeusamento do Papa, dirigindo a igreja católica na pior crise do século durante a segunda guerra, o Papa PIO XII sabia o que ocorria com os judeus.
João XXIII assume a igreja católica colocando um papado de humildade e bondoso, discursava de forma simples, convocando neste tempo o concilio vaticano II a maior abertura da igreja, morreu em 63 aos 81 anos.
Paulo VI era um homem muito culto, assistente das universidade católicos, um homem fino e indeciso, fez mudanças importantes, ele teve um erro ao reforçar o uso dos anticoncepcionais e camisinhas.
João Paulo I não era favorito ao papado, mas era um Cardeal simples e conhecido como o papa sorriso, estava sempre sorrindo, Albino Lugiane nasceu em uma pequena cidade na Itália, arcebispo Lugiane aboliu as pompas da igreja, a igreja abalou com a morte prematura de João Paulo I.
João Paulo II depois de 400 anos era o primeiro papa polonês da história da igreja católica, ele que era um esportista e cheio de juventude, um homem com muita simpatia e uma relação muito transcendente com a religião e com Maria, ele também foi conhecido como o Papa Pop, o pontificado deixa um grande patrimônio com um papado longo de mais de 26 vinte seis anos.
Bento XVI escolheu o nome de Bento pois o Bento XV teve um papado curto é produtivo, o ultimo papa teve vários contras em meio a uma igreja cheia de escândalos, tento problemas não só internos como externos junto a comunidade islâmica e cientifica, não aguentando a pressão e sua fraca saúde ele renuncia ao Papado e deixa aberto o trono de São Pedro no ano de 2013.
Por fim vemos uma igreja cheia de desafios no seculo XXI está que já passou por guerras e perseguições agora está de frente com o maior de todos manter a fé de um povo cheio de duvidas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O SONHO de JK



Foto: Bruno Ferreira


Por: Bruno Ferreira


Há muitos séculos vários governantes do Brasil tinham planejado a remoção da capital do Brasil a beira Mar para o Interior do Pais, esses foram idealizadores, mas apenas um o presidente Juscelino Kubichek de Oliveira conseguiu tal feito e como foi prometido a capital que era no Rio de Janeiro saiu a beira Mar e foi para o centro do pais na futurista e planejada por Oscar Niemayer e Lucio Costa está que é Brasília.
Com sua política Nacionalista Desenvolvimentista e seu lema cinquenta anos em cinco o Brasil de fato encontrou o progresso econômico crescendo em media 7% ao ano tudo isto passando por uma política de oposição pesada do famoso golpista Carlos Lacerda, a diferença desenvolvimentista de Jk e GV estava na busca de capital estrangeiros JK enfatizou a busca desse capital, com isso conseguiu desenvolver seu plano de metas até hoje cabe concerteza criticas e duvidas a respeito desse plano.
O seu grande marco e sonho foi concerteza a construção de Brasília no centro-oeste brasileiro, a construção desta cidade foi um ato de coragem política do presidente Kubitschek e esta construção que estava programada na constituição brasileira desde de muito antes do inicio da republica e também teve caráter religioso onde Dom Bosco sonhou com a construção da capital no centro do pais todos os fatores históricos contribuíram para que JK conseguisse tal feito, com as mãos dos candangos estes trabalhadores vindos do Norte e Nordeste do Brasil para a construção desta capital.
Anos mais tarde o sonho de muitos trabalhadores foi apenas uma inlusão não podendo morar no plano piloto de Lucio Costa, a grande maioria foi para as cidades satélites estas com precárias condições sociais gerando ao redor de Brasilia um bolsão de pobreza, com o passar dos anos estas cidades conseguiram ganhar certa estrutura mas ainda falta muitos aparelhos do estado para o desenvolvimento pleno das pessoas que lá encontram-se.
Hoje vemos Brasília como capital do Brasil, mas que muito a criticam pois esta longe dos olhos da maioria da população, tendo a grane maioria da população dificuldades de criticar o governo e suas instituições federais.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A NOVA ORDEM MUNDIAL






Por : Bruno Ferreira


A nova ordem mundial ganhou o mundo da internet e da teoria da conspiração esta para muitos em vias de andamento a conspiração está em um processo de acontecer pelo mundo, esta conspiração que seria a maior de toda a história estaria ligada com todos os governos da terra com a proposta de colocar no mundo um lider, uma moeda, uma língua, uma religião tudo isto ocorreu em varias tentativas de acontecer por impérios mundiais como o império, Romano, Persa, Árabe, Egípcio, Franco, Napoleônico, Nazista, Comunista e por fim o Americano.
Nesse processo de conquista do mundo e de toda o controle populacional estaria feito por organizações secretas conhecidas como “sociedades secretas” elas controlam toda a historia do mundo moderno e pós-moderno, ganhando força no mundo contemporâneo os principais implantadores dessa nova ordem seria os conhecidos como Anticristos, muitos profetas previam o aparecimento desses poderosos lideres que mudaram o rumo da história o primeiro é mais conhecido seria Napoleão Bonaparte o primeiro anti-cristo, foi responsável por implantar um poder absoluto em toda Europa e queria o domínio da religião, mas ele seria apenas uma peça no jogo.
O segundo líder seria ele a pessoa mais temida e odiada do século XX o alemão e ditador Adolf Hitler este, através de teorias conspiratórias aliadas a uma misticidade seria o responsável pelo desenvolvimento de tecnologias nunca antes vista, ele mecheu não apenas com a Europa mais envolveu todo o mundo nesta guerra, após isto o mundo desenvolveu para a bipolaridade de opiniões políticas que são a capitalista e a socialista.
Cada doutrina política foi representado por um pais o capitalismo pelos Estados Unidos e o socialismo União Soviética, ambos polarizaram o mundo, os teóricos da conspiração acreditam que ambas potencias foram influenciadas e infiltradas por entidades maçônicas, e os poucos conhecidos Illuminati esses reuniram e formaram um das sociedades mais poderosas do mundo essa rege toda a vida cultural, política e religiosa do mundo atual, com a queda da URSS a doutrina capitalista ganha o mundo, mas a socialista infiltra em todo mundo pelos lideres e seus conceitos ateus.




No começo do seculo XXI muitas teóricos da conspiração afirma que o atentado as torres gêmeas, os vírus da gripe suína e outras mazelas do mundo pós-moderno seria a implantação da nova ordem mundial esta que tem como força militar agora os Estados Unidos, que rege toda a movimentação e muitos afirmam que Barack Obama, presidente estadunidense seria um dos favoritos a ser o terceiro anticristo.
A igreja católica como instituição religiosa mais poderosa do mundo estaria contaminada por essas forças secretas e que a saída do Papa Bento XVI do poder seria a mando destas entidades secretas, outro meio de controle dessas células seriam a implantação de chips nas pessoas sabendo a onde estão e o que estão fazendo, muitos filmes de Hollywood seria um aviso desta ordem mundial o mais conhecido seria “Matrix”, atualmente muitos teóricos afirmam que estas células secretas tem como filosofia a obscuridade  o “satanismo” e que o Apocalipce bíblico já havia previsto toda esta obscuridade de Lucifer. 
Portanto a Nova Ordem Mundial seria escravização do homem, controlando tudo o que ele faz tirando o livre arbitrio e sua vida, as ideias contra esta nova ordem mundial ganha o mundo da internet muitos são os que falam a respeito dessas nova ordem, todos os instrumentos politicos como a UNESCO estaria na mão da nova ordem mundial e o anticristo viria assumir o poder por meio desta, e tudo isto no controle espirital pelas forças Luciferianas. Gostaria de deixar claro que este texto é composto de ideias dos conspiradores e não apenas de Bruno Ferreira. 

Bibliografia Digital
Dviersos blog e sites da conspiração.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Conheça a origem de Deus


Mais da metade dos seres humanos do planeta acredita num mesmo deus único, o Deus com maiúscula dos cristãos, judeus e islâmicos. Mas esse deus tem uma origem e uma história

Por Eduardo Szklarz / ilustrações Evandro Bertol | 18/01/2013 14h48
Shemá Israel. Adonai Eloheinu, Adonai Echad
("Ouve, Israel. O Senhor é nosso Deus. O Senhor é um.")


Assim começa o Shemá, a reza mais importante do judaísmo. Ao repeti-la duas vezes ao dia, os judeus professam sua fé exclusiva em Yahweh, deus único, onipotente, onisciente. Esse é o deus mais popular do mundo: entre cristãos, judeus e islâmicos, 3,6 bilhões de pessoas professam uma das versões do culto a Yahweh, mais de metade de todos os seres humanos. Qual é a origem desse Deus com maiúscula, que dominou meio mundo? E de onde surgiu essa ideia que há apenas um deus, ao contrário do que quase todos os povos acreditaram durante a História?

Segundo a Bíblia (e o Alcorão), é simples: Deus existe, e só ele. Yahweh reinou desde sempre, tendo contato direto com os primeiros homens, de Adão até Noé, quando o Dilúvio matou toda a humanidade menos sua família. Depois de Noé, seus filhos se dividiram para repovoar o mundo e os povos passaram a cultuar outros deuses, erroneamente. Há cerca de 4 mil anos, Deus se revelou a Abrão, um sumério da cidade de Ur (no atual Iraque), que mudou o nome para Abraão. Após milênios de desventuras, incluindo um período de escravidão no Egito, que termina com as sete pragas de Moisés contra os egípcios, os descendentes de Abraão conquistaram um pedaço de Canaã e fizeram dele sua pátria. Desde Abraão até hoje, os hebreus seguem o mesmo deus.



Fenícios e hebreus
Canaã era um território que correspondia às terras de Israel, Palestina, Líbano, Jordânia e Síria. Os cananeus se dividiam em pequenos reinos, como Moab, Amon e Edom, e cidades-estado, como Tiro, Sidon e Biblos - os habitantes dessas últimas ganharam dos gregos o apelido de "fenícios" e fundaram um império. Cananeus falavam línguas semíticas muito próximas, usavam o mesmo alfabeto e cultuavam mais ou menos os mesmos deuses. Cercados por todos os lados de pagãos cananeus, falando quase a mesma língua e usando o mesmo alfabeto, mesmas roupas e mesmos utensílios, viviam os hebreus, no Reino de Israel - que, no entanto, não se consideravam cananeus. Ou ao menos não se consideravam na época em que a Tanakh (o Velho Testamento) foi escrita, entre os séculos 6 e 5 a.C., contando sua origem estrangeira.

Essa migração não foi confirmada pela arqueologia. Não há evidências de uma grande colonização estrangeira na região. Não há menção egípcia ao cativeiro dos hebreus. As campanhas militares do final da Era do Bronze tinham outros protagonistas: os egípcios, que tratavam a região como seu quintal, e os povos do mar (veja mais na página 48), que a invadiram pelo norte. Em 1400 a.C., quando Josué teria conquistado Jericó, a cidade estava deserta havia 150 anos.

Em outras palavras, os hebreus não eram inimigos dos cananeus. Eles eram cananeus. "O crescente consenso entre os arqueólogos é que, no início, a maioria dos israelitas era cananeu", diz Robert Gnuse, professor de Velho Testamento na Universidade de Loyola, EUA. "Aos poucos, as pessoas que desenvolveram uma identidade israelita tenderam a viver no alto das colinas de Canaã. Já as que mantiveram a identidade canaanita habitavam as planícies."

Deus e sua esposa
A Bíblia narra a história dos hebreus como a imposição de um deus estrangeiro a pagãos canaanitas. "Graças ao relato bíblico, o monoteísmo da antiga Israel tem sido considerado uma revolução contra o pensamento religioso de seus vizinhos", diz Mark S. Smith, professor de Estudos Bíblicos na Universidade de Nova York, no livro The Origins of Biblical Monotheism (As Origens do Monoteísmo Bíblico, inédito no Brasil). "Porém, estudos mais recentes têm buscado situar a história bíblica do monoteísmo em seu contexto cultural mais amplo", isto é, o contexto do politeísmo canaanita.

Textos e artefatos encontrados em Ugarit (atual Ras Shamra, na Síria), datados dos séculos 15 a 12 a.C., indicam que os hebreus cultuavam o panteão de deuses cananeus. "As quatro camadas da sociedade humana - rei, nobres, camponeses e escravos - eram espelhadas em quatro camadas de divindades", diz o historiador canadense K. L. Noll no artigo Canaanite Religion ("Religião Cananita"). O topo do panteão era ocupado por um deus chefe, El, e por sua esposa, Asherah. Abaixo vinham os deuses cósmicos, como Baal e Anath, que controlavam a tempestade, a fertilidade e outros aspectos naturais. Na terceira camada vinham os deuses que auxiliavam na vida diária das pessoas, como Kothar-wa-Khasis, o deus da habilidade. Por fim os mensageiros, que não eram mencionados por nome.

Essa hierarquia de deuses é chamada de henoteísmo (ou monolatria). "Há uma distância muito curta entre essa noção henoteísta e a ideia monoteísta, ou seja, a de que um deus é realmente Deus e quaisquer outros seres sobrenaturais são criaturas insignificantes sob seu comando", diz Noll. "A religião da Bíblia deu esse passo." Entre os hebreus, os deuses das duas camadas intermediárias foram eliminados, restando apenas o deus-chefe e os mensageiros. "Anjo" vem do grego angelos, tradução para o hebraico malak, "mensageiro".

El, o deus-chefe cananeu, é um dos nomes de Deus na Bíblia, geralmente com um adjetivo, como El Shaddai, "deus todo poderoso" ou Elohim, "deus dos deuses". O nome Yahweh, por sua vez, não aparece em textos de outros cananeus. A primeira menção a Yahweh é em inscrições egípcias do século 14 a.C., que se referem aos "nômades de Yahweh" e o associam com pessoas que viviam em Edom - não nas terras dos hebreus, mas um pouco mais ao sul.

O Velho Testamento parece sugerir uma origem politeísta, principalmente em seus livros mais antigos (veja quadro). Existe várias passagens como "Senhor, quem é como Tu entre os deuses?" (Êxodo 15:11). Ou: "Terrível é Deus na assembleia dos santos, maior e mais tremendo que todos os que o cercam" (Salmos 89:7), que parece falar em algum tipo de panteão.

Quando o culto a Yahweh se expandiu ao norte, a religião dos hebreus começou a mudar. "Primeiro, houve uma fusão de várias divindades na figura de Yahweh, entre elas El, Asherah e Baal", diz Mark Smith. Basta ler os poemas bíblicos mais antigos para perceber essa fusão de deuses. Na Bíblia, Yahweh assume os atributos de Baal como senhor da tempestade ("A voz do Senhor despede relâmpagos", Salmos 29:7). Achados arqueológicos mostram sua fusão com El, ao assumir a esposa dele: em um templo hebreu do século 9 a.C., está escrito: "Yahweh de Samaria e sua Asherah". Em uma tumba do século 8 a.C. do reino de Judá, alguém deixou: "Yahweh e sua Asherah". Pois é, os hebreus achavam que Deus era casado.

Yahwehmania
Ao longo dos séculos, sacerdotes, profetas e monarcas reforçaram o culto exclusivista a Yahweh. Por volta de 700 a.C., definitivamente havia uma religião separada daquela praticada pelos vizinhos, com um grande foco nesse deus. Mas não era universal. "Se você entrasse numa máquina do tempo e voltasse à Palestina daquela época, veria que a maioria das pessoas era politeísta. Outras eram henoteístas. Mas elas não se definiam assim. Não se preocupavam com isso", diz Gnuse.

No entanto, um acontecimento mudaria essa história para sempre. Em 586 a.C., as muralhas de Jerusalém vieram abaixo. O rei babilônio Nabucodonosor invadiu a cidade, queimou o mítico Templo dedicado a Yahweh e mandou boa parte dos judeus para o exílio na Babilônia. "O exílio durou apenas meio século, mas teve uma força criadora impressionante", diz o historiador britânico Paul Johnson no livro História dos Judeus. "Assim como os períodos de Abraão e Moisés haviam produzido a religião de Yahweh, os anos durante e pós-exílio desenvolveram e refinaram o judaísmo." Durante o exílio, rabinos e escribas compilaram e editaram as tradições orais e os pergaminhos trazidos do templo destruído, agregando textos novos para reverenciar Yahweh e condenar o culto a outros deuses (leia quadro), dando origem ao Tanakh, o livro sagrado do judaísmo, o que deu forma definitiva à religião. Em 539, o rei persa Ciro derrotou os babilônios e permitiu a volta dos judeus para Canaã, o que foi visto como uma intervenção direta de Yahweh. Nos anos que se seguiram, os editores deram os últimos retoques no seu novo projeto de fé.

O primeiro dos dez mandamentos afirma: "Não terás outros deuses diante de mim" (Êxodo 20:3). O que era a preferência por um deus torna-se uma lei vinda do céu, escrita na pedra, e punível com morte.

Na Bíblia, um Deus em mutação
A Bíblia é como uma biblioteca: ela é formada por livros escritos por diferentes autores ao longo de séculos, reunidos fora de ordem cronológica. Os especialistas distinguem quatro grupos de autores principais, cada um deles identificado por uma letra. Os primeiros a escrever, provavelmente na primeira fase da monarquia israelita (922-722 a.C.), foram do grupo "J" (do reino de Judá, que chamava seu deus de Yahweh) e "E" (de Israel, que preferiam o título divino mais formal Elohim). J deu a Yahweh características bastante humanas. No Gênese, por exemplo, Deus se arrepende, fica zangado e grita com Noé. Já a visão de E é mais transcendente: Elohim quase não fala; prefere mandar um anjo como mensageiro. "Mas nem J nem E acreditavam que o deus israelita era totalmente monoteísta", diz a historiadora das religiões Karen Armstrong no livro A Bíblia - Uma Biografia. Isso mudou com as duas escolas posteriores: "P" (priests, "sacerdotes") e "D" (Deuteronomistas), que começaram a escrever após a destruição do reino de Israel pela Assíria (722 a.C.) e continuaram durante o exílio da Babilônia (586-539 a.C.). Eles projetaram a imagem de Yahweh como o Deus único. Quando os editores finais da Bíblia Hebraica juntaram todo o material, em algum momento entre os séculos 6 e 4 a.C., Deus havia se transformado. O velho deus nacional de Israel, que convivia com o panteão cananeu, tinha ficado para trás. Ele agora era Yahweh, o Deus todo-poderoso do Universo.


Saiba maisLIVRO - The Origins of Biblical Monotheins, Marx S. Smith, Oxford University Press, 2003

Texto do Site
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/conheca-origem-deus-731356.shtml

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A História do Carnaval





Por: Bruno Ferreira


A Historia do carnaval está ligada a história da civilização ocidental, esta festa pagã que surgiu na Grécia  de 600 a 520 a.C era um agradecimento aos deuses a fertilidade do solo e pela produção de alimentos.
Com o passar o tempo os gregos e posterior os romanos inseriram praticas sexuais, sendo uma afronta a doutrina cristã que surgia, com a sistematização da igreja católica no ano de 590 d.C o carnaval passou a ser adotado pela igreja antes ele era perseguido, e passou a ter um novo significado.
A festa pensou a ter um novo significado sendo agora um culto oficial e banindo o ato pecaminoso de praticar atos sexuais, tal modificação foi algo horrorizante para os olhos do povo por que a festa tinha o intuito de comemorar a alegria e conquistas do ano, sendo uma válvula de escape.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.


Portanto o carnaval tem sua origem a muitos anos e séculos na Grécia sempre manteve a coerência de ser uma festa alegre e comemorativa, mas perdeu os seus ideais durante os anos, e séculos chegou ao Brasil com os portugueses e aqui ganhou um novo estilo com a vinda de negros que agregaram uma nova característica dando uma cara brasileira fugindo do tradicional baile de mascaras, em cada região do Brasil ocorre um tipo de carnaval de rua, tendo como motriz a alegria do povo brasileiro.

Bibliografia
http://www.brasilescola.com/carnaval/historia-do-carnaval.htm