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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Didático Geral. 10ed. São Paulo, Ática, 1989 (cap. 5).




RESPOSTAS AO QUESTIONÁRIO


1.                  O que é planejamento?
R: Planejar é estudar e procurar soluções pra um determinado problema.

2.      Por que o planejamento é importante?
R: O planejamento é importante pois tem como objetivo procurar o minimo de erro possível na atividade que propor fazer

3.      O que é planejamento educacional?
R: O planejamento Consiste na tomada de decisões sobre a educação no conjunto do desenvolvimento geral do país.

4.      O que é planejamento curricular?
R: Planejamento curricular é formular objetivos educacionais a partir daqueles expressos nos guias curriculares oficiais.

5.      O que é planejamento de ensino?
R: Consiste em traduzir em termos mais concretos e operacionais o que o professor fará na sala de aula, para conduzir os alunos a alcançar os objetivos educacionais propostos durante o ano letivo

6.      O que deve prever um planejamento de ensino?
R: Deve prever conhecimentos a serem adquiridos pelos alunos no sentido determinado pelo objetivo, recursos que estimulam as atividades de aprendizagem e procedimentos de avaliação que possibilitem verificar, de alguma forma, até que ponto os objetivos foram alcançados.

7.      Quais as etapas do planejamento de ensino?
R: são o conhecimento da realidade, elaboração do plano, execução do plano e avaliação e aperfeiçoamento do plano.

8.                  Em que consistem a sondagem e o diagnóstico em relação ao conhecimento da realidade?
R:  Estaria em procurar conhecer o aluno e sua comunidade, o ambiente em que o aluno vive quais suas frustrações, necessidade e possibilidade, assim formando um diagnóstico, assim temos a condição de se estabelecer o que é possível alcançar, como fazer para alcançar o que julgamos possível.

9.      Quais os componentes básicos do plano de ensino?
R: Objetivos – é a descrição clara do que se pretende alcançar
Objetivos educacionais – são as metas e os aspectos mais amplos que a escola procura  atingir
Conteúdo – refere-se à organização do conhecimento em si... o conteúdo é um instrumento básico para poder atingir os objetivos
Procedimento de ensino – são a ações, processo ou comportamentos planejados pelo professor para colocar o aluno em contato direto com coisas, fatos ou fenômenos que lhes ajude formar sua conduta.

10.  Quais os tipos de planejamento de ensino?
R: Ocorrem três tipos de planejamento de ensino são o planejamento de curso, planejamento de unidade, planejamento de aula.

11.  Em que consiste o plano de curso?
R: Conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades a ser alcançado por uma turma, num certo período de tempo.

12.  Em que consiste o plano de unidade?
R: É uma especificação maior do plano de curso, cada unidade deve ser planejada ao final da que a antecede, pois essa lhe servira de base e apoio.

13.  Em que consiste o plano de aula?
R: È a aquilo tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. é a especificação dos comportamentos esperados dos alunos e dos meios – conteúdo, procedimento e recursos – que serão utilizados para sua realização.

14.  Quais as principais vantagens do plano de ensino?
R: Traz muitas vantagens, entre elas são, a oportunidade ao professor para adequar o programa á realidade de sua classe, permite a distribuição da matéria pelo numero de aulas disponíveis, permite melhor orientação da aprendizagem, permite que o professor avalie previamente a profundidade com que vai tratar cada assunto, serve de base para as conclusões quanto a eficácia do método utilizados.

15.  Quais as principais características de um bom planejamento de ensino?
R: Ser construído em função das necessidades e das realidades apresentadas pelos alunos, ser flexível, ser claro e preciso, ser elaborado em intima correlação com objetivos visados, ser elaborado tendo em vista as condições reais e imediatas da comunidade nas quais fazem parte o local, tempo e recursos disponíveis.

16.  Como se elabora um plano de aula?
R: primeiro passo é indicar o tema central da aula, em seguida estabelecer os objetivos da aula, em terceiro lugar indicar o conteúdo que será objetivo de estudo, e em quarto lugar estabelecer os procedimentos e recursos de ensino, isto é estabelecer as formas de utilização do conteúdo selecionado para atingir os objetivos propostos.


PILLETI, CLAUDINO: - Didático Geral. 10ed. São Paulo, Ática, 1989 (cap. 5).
22 de setembro 2010

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Resumo: Didática Geral: fundamentos, planejamentos, metodologia, avaliação.



Por: Bruno Ferreira


Atividades Sugeridas

a)                 Caracterização da comunidade onde a escola está inserida:
Aspectos sociais;
A escola está inserida perto de uma área central da cidade, mas poucos alunos da área freqüentam a escola.
Aspectos econômicos;
A onde a escola esta inserida o poder econômico está até uma classe media, mas a maioria dos seus alunos vem da periferia.
Influencias da comunidade sobre a escola.
A comunidade utiliza pouco a escola, pois escola esta localizada numa área comercial, apenas nos fins de semana a comunidade usa a escola através do programa escola da família.
b)                 A escola:
Fundamentos sociológicos e filosóficos;
O objetivo filosófico da escola e atuar na formação de alunos críticos atuantes, proporcionando compreender acontecimentos sociais de forma atuante no meio que os cerca.
Aspectos formais da escola.
c)                  A clientela escolar:
Características psicológicas;
A maioria da clientela e vinda do subúrbio da cidade e tem uma característica psicológica diferente da aquela da região onde se encontra a escola.
Influencias da comunidade;
A comunidade onde se encontra a escola pouco influencia suas decisões, já poucos alunos da comunidade estudam nela.
Necessidades e aspirações.
As aspirações dos alunos que ali chegam vindos de outros bairros, e de um melhor ensino e de menos violência, procurando sair dali do ensino médio com bagagem suficiente para ter uma melhor participação do mundo de hoje.
d)                 Relações humanas das pesquisas

As relações da pesquisa foram amigáveis de uma conversa informal com intuito investigativo sobre a comunidade e sobre a escola.

Bibliografia

MARTINS, José do Prado.  Didática Geral: fundamentos, planejamentos, metodologia, avaliação. São Paulo, Atlas, 1985 (cap. 7)

terça-feira, 28 de maio de 2013

Império Islâmico



Por: Bruno Ferreira


A civilização islâmica teve suas origens na península Arábica (entre Ásia e África) com clima desértico. A união do povo árabe foi feita pelo profeta Maomé – através da Guerra Santa.
Divide –se Arábia pré-islâmica e Arábia islâmica
Os Povos que viviam naquela região eram Árabes beduínos – seminômadese Árabes Urbanos – povos sedentários – dedicados ao comercio responsáveis por caravanas de camelos.
Eram politeístas e a cidade de Meca construída para tentar a união islâmica. La tinha a Caaba, templo com a pedra negra.

Meca torna-se centro religioso e comercial
Maomé torna-se fundador do islamismo religião Monoteísta - Muçulmana ou Maometana.
Devido suas pregações Maomé foi obrigado a fugir de Meca para Yathrib posterior chamado Medina isso ocorreu em 622 episodio conhecido como Hégira.
Aos poucos Maomé difundiu a religião organizou exercito e conquistou Meca e a Caaba foi destruída e foi transformada em centro de orações la foi criada uma nova organização política e Religiosa.
O Islamismo que tem o significado submissão a Ala essa submissão e chamada de Islão.
Tinha regras a seguir e dogmas sagrados como: crer em Alá, Fazer 5 orações diárias, ser generoso aos pobres e dar esmolas, Cumprir Jejum durante o (ramadã) mês de Jejum e Ir a Meca uma vez na vida.

Alcorão Livro sagrado que continha Instruções que contribuem para a ordem social. Proíbe que consumisse carne de porco e consuma bebidas alcoólicas, pratique jogos de azar, roubo e punido.
 Escravidões são permitidas.
 Predestinação – tudo já esta pré-estabelecido por Alá.  Após a Morte de Maomé divisão entre seitas
Sunitas – defendia como chefe de estado o Califa e aceitavam alem do Alcorão as Sunas.
Xiitas – Chefe de estado que devia ser descendente de Maomé o chefe da comunidade o Imã e inspirado por Alá e deve obediência ao Imã e aceita apenas o alcorão, os xiita se encontra no Irã e no Iêmem.
Estado Mulçumano era um governo teocrático os califas – poder religioso, militar e a expansão  Primeira etapa (662 -661) conquista a persa
A Segunda etapa ( 661 – 750) Dinastia dos Califas conquistas até a Europa Barrado por Carlo Martel na Batalha de Portier.
Córdoba é fundada em 756  que marcou a de expansão do islamismo terceira etapa (750 – 1258) – sede transferida para Bagdá, o governo era entregue ao Vizir, posterior formação do estado independe de Córdoba e Cairo.
Entretanto crises Internas rivalidade e ambições dos califas levaram ao desmoronamento do império, formado por Estados Muçulmanos independente.
Povos conquistados reagiram contra dominação
Com muita luta os Portugueses e Espanhóis expulsaram e também os Turco Otomanos conquistaram grande parte dos territórios dominados pelos árabes.
No campo comercial os Árabes  viajaram o mundo antigo com o comercio e inventaram o cheque e eficientes instrumentos jurídicos Manufaturas – cada cidade tinha uma produção
Bagdá – Joias, porcelana, tecidos de seda.
Damasco – armas e ferramentas.
Marrocos – artesanato de couro
A Criação de animais como cavalos, carneiros e camelos, fazia parte da economia islâmica, nessa troca de comércios ocorre uma fusão de elementos do Oriente e do Ocidente.
Três instrumentos que chegaram a Europa através dos Árabes:  Bússola, a pólvora e o papel.
No campo cultural e na Literatura – “As mil e uma noites”, que reflete a vida de luxo e prazeres do califado de Bagdá.
A Escultura e pintura era usada na Decoração de templos onde continha em arabescos desenhos baseados  motivos geométricos ou vegetais e uma bela tapeçaria.
No campo da Matemática os árabes foram responsáveis pela álgebra e trigonometria
Na Física e Química eles descobriram meios e técnicas para dominar a técnicas como o  álcool, o salitre, o acido sulfúrico etc.
Na Medicina ocorre novas técnicas cirúrgicas e doenças como varíola e o sarampo e no campo da  Filosofia ocorre  estudo das obras Aristóteles e preservação dessas ideias em manuscritos.

            Portanto podemos observar que o império árabe surge a partir das ideias de um profeta Maomé, que por meio dessa nova religião concebida por ele tenta unir sucesso a região em torno de Alá e consegue a expansão da fé alem da península arábica indo de encontro da Europa e do cristianismo presente naquela região. Vemos que até hoje a religiosidade e forte na região que foi de influencia islâmica a religião é altamente ligado a política e a cultura do povo árabe.

História do Comunismo

Este Documentário aborda a História do Comunismo por um novo ponto de vista.



Resumo Planejamento de Ensino - Didática Geral





PLANEJAMENTO DE ENSINO

1-      O que é planejamento e qual sua importância?
Podemos dizer que planejar é estudar, ou seja, assumir uma atitude seria e curiosa diante de um problema, nos dias de hoje o planejamento é uma necessidade em todos os campos da atividade humana.
Quanto mais complexo os problemas humanos mais necessitamos do planejamento, num processo de planejamento cabe responder às seguintes perguntas:
O que pretende alcançar?
Em quanto tempo pretendo alcançar?
Como posso alcançar isso que pretendo?
O que fazer e como fazer?
Quais os recursos necessários?
O que e como analisar a situação a fim de verificar se o que pretendo foi alcançado?

2-      Planejamento Educacional, de currículo e de ensino.
Na área da educação temos os seguintes tipos de planejamento:
Planejamento Educacional: A elaboração desse tipo de planejamento requer a proposição de objetivos em longo prazo que definam uma política da educação.
Planejamento de currículo: O planejamento curricular é formular objetivos educacionais a partir daqueles expressos nos guias curriculares oficiais.
Planejamento de Ensino: Podemos dizer que o planejamento de ensino é a especificação do planejamento de currículo e devera ter: objetivos específicos, conhecimentos a serem adquiridos, procedimento e recursos, procedimento de avaliação.

3-      Etapas do Planejamento de Ensino

São quatro as etapas do planejamento de ensino:
Conhecimento da realidade: ou seja, estamos procurando saber quais as aspirações, frustrações, necessidades e possibilidades dos alunos. Fazendo isso, estaremos fazendo uma sondagem, isto é, buscando dados.
Elaboração do Plano: se elabora um plano através dos seguintes passos, determinação dos objetivos, seleção e organização dos conteúdos, seleção e organização dos procedimentos de ensino, seleção de recursos, seleção de procedimentos de avaliação, estruturação do plano de ensino.
            Execução do Plano: a execução do plano consiste no desenvolvimento das atividades previstas, na execução sempre, haverá o elemento não plenamente previsto.
            Avaliação e aperfeiçoamento do plano: nessa etapa alem de avaliar os resultados do ensino-aprendizagem procuramos avaliar a qualidade do nosso plano, e a eficiência como professor.

4-      Componentes básicos do planejamento de ensino

Vejamos agora, cada um dos componentes básicos do planejamento de ensino:
Objetivos: descrição clara do que se pretende alcançar como resultado da nossa atividade.
Objetivos educacionais: são as metas e os valores que a escola procura atingir.
Objetivos instrucionais: são proposições mais especificas referentes às mudanças comportamentais esperadas para um determinado grupo classe.
Conteúdo: Refere-se à organização do conhecimento em si, com base nas suas próprias regras.
Procedimentos de ensino: são ações, processos ou comportamentos planejamentos pelo professor para colocar o aluno em contato direto com coisas.
Técnicas de ensino: As técnicas de ensino são maneiras particulares de provocar a atividade dos alunos no processo de aprendizagem.
Recursos de ensino: os recursos de ensino são os componentes do ambiente de aprendizagem que dão origem à estimulação para o aluno, podemos classificar em duas categorias recursos humanos e materiais.
Avaliação: avaliação é o processo pelo qual se determinam o grau e a quantidade de resultados alcançados em relação aos objetivos.

5-      Tipos de planejamento de ensino

Planejamento de curso: e a previsão de um determinado conjunto de conhecimentos, atitudes e habilidades a ser alcançado por uma turma, num certo período de tempo.
Planejamento de unidade: O planejamento de unidade e uma especificação maior do plano de curso, uma unidade de ensino e formada de assuntos inter-relacionados, a três etapas no plano de unidade, apresentação, desenvolvimento, integração.
Planejamento de aula: e a seqüência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo.

6-      Importância do planejamento de Ensino

O planejamento tem grande importância, pois evita a rotina e a improvisação contribuem para a realização dos objetivos visados, promove eficiência do ensino, garante segurança na direção do ensino e também garante economia de tempo e energia.

7-      Características de um bom planejamento de Ensino

Para ser um bom planejamento deve seguir essas características: ser elaborado de acordo com a realidade do aluno, ser flexível quando se fizer necessário, for claro e preciso, os enunciados devem apresentar indicações bem exatas, ser elaborado com relação dos objetivos visados, e por fim ser elaborado de acordo com as condições reais e imediatas de local, tempo e recursos disponíveis.



 Bibliografia

PILLETI, CLAUDINO: - Didático Geral. 10ed. São Paulo, Ática, 1989 (cap. 5).
22 de setembro 2010

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Império Bizantino






Por: Bruno Ferreira


O imperador Constantino Transfere o império romano para Bizâncio, cidade grega remodelada passando e a passa chamar Constantinopla. Ela divide-se o império entre ocidente e oriente e Ocidente, Honório fica com Roma Oriental Arcádio  Constantinopla
O império romano do ocidente cai pelas invasões bárbaras, mas O império do ocidente permanece por séculos ficando conhecido como Império Bizantino.
Com o imperador Justiniano, sec. V o império Bizantino se estrutura-se atingindo seu apogeu, movendo uma serie de guerras contra os bárbaros
Ocorre a Revolta de Nika que foi uma elevação de impostos ocorre à revolta de Nika – Violentamente reprimida morte de 35 mil nesta mesma época acontece à divisão da fé cristã Cisma da igreja e o Cesaropapismo – assumiu a chefia do estado e da igreja. Surgem duas igrejas cristãs a Igreja Ortodoxa – Oriente e a Igreja Católica Apostólica Romana - Ocidente
O imperador consegue fazer varias Realizações como o Código de Justiniano a Grande Arquitetura – Construção da Igreja de Santa Sofia quando ele morre acontece uma – serie de ataques externos


A Decadência do império bizantino é Interrompida no século X com Basílio (976 – 1025), o império perdurou ate o sec. XV quando Constantinopla foi invadida pelos Turcos otomanos em 1453 marcando o fim da idade média.
Surgimento do Império Turco Otomano cuja ameaçou o ocidente.
Com a queda do império ocorre a Migração de Sábios para a Itália, cujo Proporcionou futuramente o Renascimento. Obstrução do comercio entre Europa e Ásia acelerou a busca de um novo caminho Marítimo para o Ocidente.
Ocorre um grande comercio entre ocidente e oriente rota de passagem acontece uma a vinda de muito  Artesanato mais tarde na Europa surge as Corporações de Oficio
O império Bizantino tem sua economia na Agricultura – Latifundiários – Mosteiros
A estratificação social classe rica vivia nas cidades Donos de Oficinas Manufatureiras, alto clero, e funcionários destacados. Abaixo da elite que estava artesãos, funcionários de médio e baixo escalão e pequenos comerciantes.
A maioria dos Trabalhadores pobres empregados nas Manufaturas, servos, escravos que trabalhavam em minas, pedreiras e na construção civil.
No campo da cultura ocorre uma mescla de culturas entre elas Grega, Romana e Persa. Idioma Grego Religião Cristã Direito Romano Arquitetura de inspiração Persa. Debate Religioso que era o Monofisismo a onde Negava-se  a natureza humana de cristo e a igreja ortodoxa não aceitava o uso de imagens esta questão era conhecida como Iconoclasta que  Pregava a destruição de imagens de santos e utilização nos templos

A questão da iconoclastia, por exemplo, camuflava o conflito entre o imperador e os sacerdotes dos mosteiros, que fabricavam imagens de santos. Arquitetura tinha como base a  Igreja de Santa Sofia como também Mosaicos que eram inúmeros pedaços de pedras que formam um desenho. Escultura essa peças de ouro e vidro durou até em 726 quando o imperador proíbe imagens.
Portanto a igreja e a politica no fim do império romano e no império bizantino estavam muitos próximas  criando sempre conflitos em nome do poder, podemos destacar que a cultura bizantina contribuiu para a cultura ocidental.






A Servidão Moderna


Resumo: A avaliação escolar, com a palavra o aluno



Por: Bruno Ferreira


AVALIAÇÃO NO PROCESSO ENSINO – APRENDIZAGEM

            A avaliação faz parte da vida humana toda atividade que se realize seja ela de qualquer categoria profissional ou lazer, é passível de avaliação. Na área da educação ocorre a avaliação sistemática, com vários propósitos, esta avaliação e para assegurar o que realmente foi aprendido, o resultado desta serve para uniformizar o ensino, oferecendo igualdade e oportunidade para todos.
            Este processo de avaliação engloba uma reflexão da qualidade do trabalho escolar, do professor e do aluno, verificando como estes estão se desenvolvendo.
            A alguns casos em que os professores transmitem determinado conteúdo e espera que os alunos compreendam, e com a aplicação da avaliação, vêem que o resultado não foi o esperado, existe uma tendência para responsabilizar os alunos pelo fracasso.
 O necessário se dizer  que dentro da educação não se  deveria aprovar ou reprovar o aluno, mas promover, sempre, o seu desenvolvimento como pessoa.


A Questão da nota
Ritch faz uma comparação entre o estudo e trabalho, tentando demonstrar que o aluno é tão alienado quanto um trabalhador do sistema capitalista, ambos são laboriosos, ou seja, amigo do trabalho.  Uma dessas comparações seria a nota, todo esforço do aluno frente ao seu processo de aprendizagem está vinculado a um só fator - a nota, da mesma forma do que a maioria dos trabalhadores tem uma meta o - salário.
A avaliação recebe um valor “status” que passa a ter um único significado – a nota de um modo geral os alunos ficam preocupados em tirar boas notas e esquecem-se da aprendizagem, cujo medo de não obtê-las gera um obstáculo. O professor tem um papel a demonstrar que está ali para ensiná-lo  e não para julgá-lo. A avaliação deveria ser um processo para avaliar a aprendizagem de um trabalho, e servir de base para novos projetos desenvolvidos conjuntamente professor e aluno.

O que, quando e como avaliar
            Na avaliação e importante ter um planejamento, estrutura, objetivos e metas a seguir como também fazer parte do planejamento geral do curso, estando em concordância e coerência com os objetivos gerais e específicos do mesmo.
            A em algumas instituições avaliações pré determinadas, mas a avaliação deve ser constante e diariamente feita pelo professor, e deve fazer parte de uma rotina da atividade escolar, no processo ensino-aprendizagem, sendo tão constante quanto as atividades e trabalhos do dia-a-dia, possibilitando assim uma reflexão diária do processo, tanto para o aluno como também para o professor.





Funções do processo de avaliação
Para Luck, existem três processos de avaliação que são complementares, o administrativo, a orientação e a informação, alem desses processos existe outra função na qual, não é apenas através de testes e provas que o professor avalia o aluno, mas também da relação diária/semanal que tem com ele, durante todas as aulas o professor avalia seus alunos.
A avaliação contínua
            A avaliação é globalizadora, na medida em que ele é informal, somativa, formativa e continua, possibilitando um acompanhamento constante de aprendizagem do aluno e isso proporciona um maior aproveitamento e desenvolvimento do processo educacional. A avaliação continuada tranqüiliza o aluno no momento da avaliação, diminuindo a ansiedade e por conseqüência melhora suas notas.
Interferência da avaliação no autoconceito do aluno
Avaliar e uma forma de atribuir valor no individuo exercendo influência na percepção do aluno de ser bom ou ruim, ter ou não valor, fazendo o sentir-se um individuo com ou sem qualidade, dentro e fora da vida educacional. A avaliação interfere no autoconceito, ou seja, diretamente no desenvolvimento do individuo, uma vez que estes fatores influenciam sua personalidade, à medida que ele acaba incorporando o estigma de ser incapaz.
O professor deve detectar as dificuldades do aluno e ajudá-lo, não o estigmatizando como um fraco, piorando o desempenho do mesmo, o professor também tem que estar preocupado com lado emocional do aluno, e não somente com seu desenvolvimento cognitivo, pois deve ser levado em consideração esse lado emocional, se não levara as serias conseqüências.
Portanto deve-se criar no aluno o habito de auto avaliar-se, e que sua auto avaliação seja constante, o que poderá contribuir para sua formação.
           
A questão do erro na avaliação
“O erro não é fonte para castigo, mas suporte para o crescimento”. (Luckesi, 1996: 58)
            A escola deve sempre oferecer meio para que o aluno possa atingir seus objetivos, conhecimento e novas idéias, produzindo resultados favoráveis. A aprendizagem e o desenvolvimento são processos que ocorrem concomitantemente. Um desencadeia o outro.
            O erro então deve ser visto, não como fonte de condenação, mas sim como fonte de virtude, uma vez  que pode possibilitar o êxito. Para Piaget, a avaliação no aluno e feita cotidianamente, o erro não deve ser considera uma punição, mas levar a pensar em busca de um resultado satisfatório. Quando ocorre um erro, devemos buscar a construção do conhecimento, para que haja a possibilidade de evolução. Deve-se valorizar e trabalhar seu raciocínio e associações que o levam a determinadas conclusões.
           
A relação professor – aluno
O professor e o que assume o ato de avaliar o aluno, é julgara o rendimentos escolares de cada aluno, deixando assim de ser um mero transmissor de informações para ser um avaliador. Há vários os tipos de professores, um deles e o que deixam seus alunos de exame ou reprovam para passar a ideia de serem bons profissionais. Tem aqueles também que não admitem que os alunos são capazes de aprender, culpando-os pelo fracasso, ou ainda atribuem a culpa ao sistema, esquecendo que faz parte do mesmo. Desta forma o aluno vê o professor como carrasco, juiz, vilão etc. e vê a si, como réu, devedor de matéria cobrado fiscalizado. A confiança professor – aluno ajuda diminuir os medos, esta relação deve existir confiança, acreditar que o professor esta ali para contribuir para o desenvolvimento dos alunos.
Avaliação como fator de crescimento pessoal
A avaliação dá a possibilidade ao aluno de ser transformador de sua própria realidade, no processo de “desenvolvimento integral do educando”, está a sua formação profissional, pessoal, ou seja, um ser  em relação. Para isso e necessário que, por parte dos educadores haja a colaboração para que isso aconteça. Pode-se ressaltar que a avaliação leva ao crescimento, quanto ela tem a possibilidade de emancipar, ou seja, que o aluno deva aprender a caminhar pelas próprias pernas, sabendo julgar a se mesmo e assumir suas responsabilidades frente a vida.

AVALIAÇÃO NA PRÁTICA
O que dizem os alunos?
E de grande importância que os educadores e a sociedade vejam a necessidade de mudanças quanto à avaliação. Foi feito então as seguintes perguntas aos alunos: como vocês vêem a prova? O que acham do sistema de avaliação? Como acham que esse sistema deveria ser? Qual opinião que vocês  tem sobre o vestibular? A pesquisa foi feita no inicio de 2004, em uma escola particular da zona sul de são Paulo. Nesse ano houve uma inovação: o TCS (trabalho de conclusão de serie), que foi proposto pelo diretor da escola, que percebeu a dificuldade que alguns alunos têm ao fazer trabalhos científicos, Questionou que os alunos deveriam sair da escola, preparados para fazer trabalhos de faculdade sem dificuldades.
O que é prova?
“Eu não gosto de prova, porque ela me testa e eu não gosto de ser testado”(anexo 6)
Cada aluno mostrou uma opinião diferente sob a questão da prova: alguns apontam aspectos positivos – serve para verificar e os conteúdos foram apresentados e aprendidos por eles de forma satisfatória. Outros apresentam aspectos negativos – causa medo, pressão, é chata. Foram entrevistados 40 alunos; dentre eles 12 ressaltam os aspectos positivos da prova; 16 mencionam apenas os aspectos negativos e o restante não mencionaram.
O nervosismo
“Para nós acalmarmos a única solução é tomando maracujina” (anexo 8)
            Ao fazer a prova, muitos estudantes ficam nervosos e, mesmo sabendo os conteúdos e tendo participado das aulas durante o bimestre, não conseguem tirar boas notas. Isso acontece pela pratica de avaliação classificatória, colocando o aluno como superior, médio ou inferior. Deve-se considerar a avaliação diagnostica, para resolver os problemas. Deve o professor considerar a participação e rendimentos diários dos alunos, é não classificar como inferior na nota que tirou.
Cola
             Os alunos antigamente tinham a obrigação de decorar conceitos dados pelos professores, aqueles que não tinham a facilidade de decorar usavam a “cola” Mas mesmo assim esse pratica e atual nos dias de hoje, e cada vez mais ela evolui, o aluno nesse processo não aprende, somente engana o professor e a si mesmo.
Nota, pra que te quero?
Na prova temos altos e baixos, quando tiramos nota vermelha a prova é chata e quando tiramos nota azul a prova é legal. (anexo5)
            A prova não deve ser considerada como única forma de avaliação, o processo de avaliação e complexo, não basta tirar notas e não saber nada do que foi ensinado; não basta também, somente participar das aulas, entender os conteúdos, mas não conseguir nota. O mais importante  que tirar 10, 7 ou zero é que ele entenda a matéria. Dessa forma, aqueles que sabem o conteúdo não terão motivos para sentir-se nervosos. O professor deve leva seu aluno a perceber que a única função da nota é indicar quais aspectos devem ser retomados e melhorados.
A cobrança dos pais
            É comum que os pais cobrem boas notas dos filhos, uma vez que elas indicam que o aluno está “bem” na escola. Entretanto, alguns estudantes comentam que, se tirarem notas baixas, ficam de castigo ou, caso tirem notas altas, ganham algum presente. Isso levara a importância exagerada que os pais dão a esse valor numérico. Sem cometer os erros das generalizações, pode-se dizer que há uma maior preocupação com a nota do que com a aprendizagem.
Vestibular
Questiona-se hoje o fato de algumas escolas optarem pela ênfase no vestibular, ou seja, preparar o aluno somente para essa prova. É um tema questionável, pois se deixa de trabalhar temas importantes para a formação do aluno para enfatizar as questões do vestibular. Provavelmente esse aluno terá bons resultados. O ideal seria que a escola tentasse exercer os dois papeis simultaneamente trabalhar temas de interesse do adolescente, sem deixar de dar ênfase as questões do vestibular.
O que deve mudar
            Os alunos sabem que devem ser avaliados; nenhum deles nas entrevistas feitas, falou que  não deveria existir a avaliação. Mas querem avaliações diferentes exercícios variados, jogos, brincadeiras, atividades diversas, atividades práticas.

Futuro
“Mas a vida é assim, cheia de obstáculos e o que temos que fazer é vencê-los” (anexo 32)
            Os professores não devem deixar que a avaliação seja considerada um obstáculo no caminho do estudante. E o erro nas provas não deve ser visto negativamente, mas sim como um aprendizado futuro. As avaliações devem ser incorporadas positivamente na vida das pessoas, uma vez esse processo acontece com freqüência, não somente na escola, mas em toda nossa vida.


Bibliografia

COSTA, Sebastião Moreira e ROCHA, Érica Ramos. “A avaliação escolar, com a palavra o aluno”. Cotia (SP), Íbis, 2004.  (P. 27 – 68, P.75 -92)

Resumo: O saber histórico na sala de aula



Por: Bruno Ferreira


Experiência e representações sociais: reflexões sobre o uso e consumo das imagens.

O Presente episodio apresentado no texto nos mostra como exemplo o poder da imagem na vida das pessoas, e como a aquela frase “uma imagem vale mais do que mil palavras” esteve tão presente nos dias de  hoje.
O texto relata a evolução da imagem na vida das pessoas, começando com fotos passando por cinema e chegando à TV, este ultimo mostra como tem maior impacto na vida das pessoas, de forma geral a imagem tem vida própria a partir de uma linguagem que é produzida num dado contexto histórico.
Por fim o professor usa do filme para mostrar a maneira para construir um conhecimento histórico,  usando assim um método para construir um contexto histórico.

Análise Cultural
A imagem foi perdendo o seu sentido cultural e assim o professor deve procurar um meio para melhor apresentar ela aos seus alunos, o texto apresenta que vivemos numa espécie de intoxicação visual da TV.
Mas apesar de uma intoxicação visual ainda temos o cinema como forma de uma cultura clássica como a de Chaplin.
Memória Ensino de História
A partir da década de 70 e 80 grupos sociais se organizam em busca de seus direitos entre eles o da memória nesse sentido, os historiadores fazem parte desse processo como aqueles que escrevem a memória e serve para reconhecer esses grupos menores da sociedade como os negros, mulheres, índios e homossexuais etc.
Cada vez mais surge as casas de memória, centros, arquivos, bibliotecas, museus e coleções.
Até a pouco tempo o patrimônio histórico era exclusivo de arquitetos, antropólogos e cientistas sociais. Existe atualmente um esforço para que no processo ensino-aprendizagem de história seja para estimular os alunos ao senso de preservação da memória social coletiva como também à construção de uma nova cidadania, para que haja uma valorização dos elementos que compõem o nosso patrimônio cultural. A escola e o ensino de história têm um papel fundamental neste processo a fim de resgatar as nossa raízes.

O Patrimônio Histórico Revisitado.
Ao falar de patrimônio histórico revisitado pensamos em prédios e edifícios antigos, esquecendo assim outros tipos de patrimônio histórico deixados de lado pelo governo, mas hoje com avanço teórico - metodológico das Ciências sociais, que mais têm-se dedicado ao estudo das manifestações culturais, a expressão “patrimônio histórico e artístico” vem sendo substituída por “patrimônio cultural” pois existe outros tipos de valores que não se enquadram a terminologia antiga.
Com essa nova terminologia e conceituação o termo patrimônio cultural foi divido em três categorias pelo professor francês Hugues de Varine- Baham.
A primeira categoria é a natureza, ao meio ambiente como rios, vales e montanhas são os recursos naturais
A segunda categoria de bens culturais refere-se ao conhecimento, as técnicas ao saber, e o terceiro grupo são os objetos, artefatos, obras e construções, concluímos, portanto que o patrimônio cultural engloba tanto o histórico como o ecológico, o artístico e o cientifico, não ficando assim mais restrito ao patrimônio edificado, deste modo influenciou assim para a nossa legislação brasileira que hoje já está atualizado de acordo com o patrimônio cultural no qual forma a memória da nação brasileira.

Por Uma Nova Política de Patrimônio Histórico No Brasil: A Construção de Uma Memória Plural.
Com a nova constituição sobre o patrimônio histórico abre uma nova política para a proteção do  nosso acervo publico, possibilitando a construção de uma memória plural.
A partir da década de 80 e que tenta resgatar a participação daqueles que foram excluídos da história do Brasil, assim passou a dar valor a bens e valores culturais de outros segmentos sociais e minorias étnico-culturais, como exemplo alguns quilombos, arraial de canudos, admitindo assim que somos uma nação multirracial reconhecendo  que somos uma nação formada por diversos povos e culturas.
Por fim essa nova constituição brasileira veio reconhecer os grupos sociais esquecidos e sua cultua que ajudou também na formação da cultura do povo brasileira.

Patrimônio Histórico, Cidadania e Identidade Cultural: O Direito à Memória.
O patrimônio Histórico e visto como uma questão de cidadania e constitui um direito do cidadão, criando sua identidade cultura, mas ocorre por parte da própria população uma depredação do patrimônio publico, pois isso ocorre por que ela não se vê nos ícones, símbolos ou monumentos que foram preservados, Ela não foi consultada a respeito, daqueles monumentos que se deve ser preservado ou não.
A preservação deve ocorrer pautado em dois aspectos como identidade cultural e qualidade de vida, tendo este dois aspectos ele será conservado pois oferece o proposto para a comunidade inserido assim na construção de sua identidade cultural e o exercício da cidadania.
Na construção dessa cidadania passa ocorrer o direito a memória histórica a partir da preservação do patrimônio publica, a memória é, pois, imprescindível na medida em que esclarece sobre o vínculo entre a sucessão de gerações e o tempo histórico que as acompanha.
Portanto a instituição escola tem um papel fundamental para a formação da cidadania de nossas crianças, jovens e adolescentes.

Educação Ambiental ou Educação Patrimonial: A Dimensão Histórico-Cultural No Currículo Escolar.
Nos últimos anos vemos que surge uma grande onde de consciência de favor da preservação do meio ambiente em todo o planeta, para deste modo conscientizar na existência humana nas futuras gerações.
Deste modo surge cada vez mais a conscientização das próximas gerações através da escola como meio que espalha o saber e a cria novos cidadãos, no entanto, a grande maioria dos programas de educação ambiental tem sido omissos no tocante dimensão cultural do meio ambiente, no qual se inclui, necessariamente, a discussão relativa à preservação do patrimônio histórico.
Mas após varias mudanças na lei a discussão sobre a preservação do patrimônio histórico vem se ajustando a realidade, a lei esta caminhado para a valorização da diversidade cultural de nossa formação histórica como condição indispensável à construção de uma escola plural e cidadã.

Conhecer Para Preservar – Preservar Para Conhecer: Um Encontro Com a Memória “Quase Perdida” de Fortaleza.
Em nome do discurso da “modernidade do progresso” muitos espaços Históricos no Brasil vêm desaparecendo como o que ocorreu em fortaleza, um dos responsáveis pela conservação e preservação do espaço são os historiadores que tem o compromisso social de mostrar que o moderno  não se faz pela destruição ou pela negação daquilo que é passado.
Com a degradação do espaço histórico de fortaleza em nome da modernidade, setores escolares e universitários organizaram um roteiro para conhecer a memória de fortaleza, depois foi formulado um roteiro, no qual foi levado a classe sobre a historia da cidade de fortaleza, mostrando as crianças o processo de evolução urbana de Fortaleza, bem como a necessidade de preservação do patrimônio publica e histórico, preservando assim para as futuras gerações.

Considerações Finais.
Eric Hobsbawn faz um alerta da ameaça de destruição do passado e a perda de referenciais históricos por parte das futuras gerações que nascem num futuro continuo, nesse momento ele saliente a importância social do historiador que tem o papel de lembrar a história.
Portanto a escola e mais especificamente, o ensino de historia tem um papel fundamental para a afirmação de uma identidade nacional plural, democrática na qual todos queremos e almejamos.

A Televisão Como Documento
Nos últimos anos tem sido frequente a utilização das novas linguagens para motivar os alunos e para atualizar a concepção de documentos históricos.
Mas para o professor fazer o uso dessa linguagens como a imagem ele deve ter  a priori uma reflexão sobre o problema do documento e sua importância para o ensino, todo o cuidado com a incorporação no uso de imagens é pouco principalmente numa época de desvalorização do conteúdo.
O professor deve buscar preparação previa sobre arquivos Audi-visuais e ter uma preparação teórica metodológicos do estudo da comunicação visual.



O Fenômeno da TV
O professor ao usar o fenômeno visual deve saber a diferença entre a televisão e o cinema, a TV produz material que se consomem no instante, e o material cinematográfico tem uma função cultual e dura por anos.
O professor terá maior facilidade de trabalhar com seus alunos com arquivos cinematográfico do que televisivos, mas a TV tem um linguagem mais atual e contemporânea as questões que os alunos se identificam, e de fato um meio de massa.
Para o teórico italiano Umberto eco ele faz uma analise sobre a TV tem que se levar em conta alguns aspectos da TV como  a intenções do remetente da mensagem, as estruturas comunicacionais o meio e o código da mensagem, as reações do receptor a situação sócio histórica do publico receptor e seus repertórios culturais para  a decodificação da mensagem  consumida.
Agora para Michael De Certeau o fenômeno televisivo, sendo um fenômeno cotidiano por excelência, está inserido num campo pouco conhecido das Ciencias Sociais, preocupadas com as grandes organizações e as tendências, dominante mais visível de uma sociedade
Por fim para se trabalhar com imagens televisivas em sala de aula e necessário que o professor deva fazer uma discussão mínima em busca de informações teóricas básicas, assim o professor vai ter um posicionamento melhor frente as questões surgidas

Procedimentos Básicos Para o Trabalho Escolar com  Linguagem Televisa.
E preciso que o professor tenha um planejamento para saber onde deve partir e a onde deve chegar incluir essas novas linguagens como cinema, musica e TV como parte do planejamento do curso ajuda os alunos na questão ao preconceito de algo sem importância.
O professor deve elaborar um roteiro a fazer com seus alunos e ele deve ter a consciência de domínio dos alunos perante do material visual apresentado, um exemplo a analise de um telejornal e sua relação com a construção de fatos históricos assim e sugerido quatro etapas básicas:
Assistência do material analise semântica, critica ideológica, síntese das fases anteriores essas quatro etapas ajudaram o professor e aluno a compreender uma analise televisiva.

Por fim, é importante salientar que a televisão se realiza pela sedução, pela projeção de fantasias e sonhos, pela simples e necessária distração, trabalhar com as novas linguagens deve encarar o desafio de trabalhar criticamente com o documento televisual  parece mais produtivo do que o costumeiro exercício de retórica pseudo-critica.

Bibliografia

BITTENCOURT, CIRCE (ORG.) E OUTROS. “ O saber histórico na sala de aula” 7 ed. São Paulo, Contexto, 2002. (P. 117-161)
25 de Agosto 2010