Redes Sociais

Anuncio

Celular

Operação Salva Semestre

Celular

Quanta Gente.

Pesquisar neste blog

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Escrevendo a História




Por: Bruno Ferreira


As pessoas escrevem aquilo que pensam e não o que de fato é verdadeiro vale resaltar que um historiador procura na sua escrita escrever algo que esteja o mais próximo possível da realidade daquele tempo o historiador tem sua perspectiva e através dessa que expressa sua opinião.
A ideologia que o historiador, jornalista entre outros homens das diversas ciências e o que faz com que a verdade seja mostrada ou escondida esses buscam em seu trabalho não apenas falar da verdade mais enfatizar o que os convém muitas vezes escrever pode ser uma arte no caso desse escritor buscar escrever de forma erudita ou poética para esses são criados os romances historias com belas narrativas.
Para o Historiador que busca escrever a verdade  a narrativa é fundamental mas sem invenções pois isso cairá no campo da literatura escrever e retratar um tempo de forma a buscar a verdade é uma ciência os historiadores ao longo do tempo formataram a historia em períodos, esses ficaram conhecidos como: pré-história, idade antiga, medieval e contemporânea.
O que fundamenta a historia antiga ser de fato uma historia verdadeira é a busca de informações por Arqueólogos e outros pesquisadores, usando para isto sempre o documento oficial, este documento oficial são informações que são obtidas em templos ou palácios como esses não existem mais, o que existem são ruínas a onde pesquisadores buscam esses transformaram essa informação em verdades e essa será pesquisada e propagada por historiadores.
Nos últimas décadas do  século passado  a historia vem buscando informações de diversas formas e fontes possíveis não apenas em arquivos ou em ruínas mais também em museus, e fontes como jornais, revistas e diversas novas tecnologias que proporciona uma melhor fonte de pesquisa para esse historiador escrever a historia.
Por fim a historia é uma campo do estudo que está em eterna construção para que desta forma possa contribuir para o tempo presente ajudando a refletir o que será o futuro e o que foi o passado construído a memória e o passado de um povo ou civilização.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Visita Virtual à cidade de Machu Picchu

A cidade perdida de Machu Picchu, localizada no vale do rio Urubamba, Peru, foi construída no século XV, sob as ordens do Sapa Inca (Imperador) Pachacuti. As ruínas da cidade foram descobertas em 1911, pela equipe do professor Hiram Bingham e hoje Machu Picchu é patrimônio mundial da UNESCO.
Para acessar a viagem virtual, basta clicar na imagem abaixo! ou no link http://panoramas.pe/machupicchu100.html
Cidade Perdida de Machu Picchu
A palavra Machu Picchu, na língua quíchua, significa “velha montanha”. A cidade consta de duas parte principais:a agrícola, composta por terraços agrícolas e recintos de armazenagem de alimentos; e a urbana, que constitui a chamada zona sagrada, composta por praças, templos e mausoléus.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

História da Jornada


          A jornada mundial da juventude tem como intuito atrair o jovem perto da igreja estas campanhas começou em 1986 e vem ate os dias de hoje tentando promover a aproximação do jovem perto da igreja e da vida crista católica.


Conheça as Jornadas Mundiais da Juventude

Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o Encontro Internacional da Juventude com o Papa João Paulo II, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada.

O ano de 1985 foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.

Todos os anos ela acontece em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e, com intervalos que podem variar entre dois e três anos, são feitos os grandes encontros internacionais.

1986
A primeira Jornada Mundial da Juventude, realizada em Roma em 1986, teve como lema "Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês"(1Pd 3, 15). A celebração aconteceu em âmbito diocesano.

1987
A JMJ seguinte, em 1987, o primeiro dos encontros fora de Roma ocorreu em Buenos Aires, na Argentina, com o lema “Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele.” (1 Jo 4, 16). Na ocasião, um milhão de pessoas participaram do evento.



1989
A quarta Jornada Mundial da Juventude se deu em 1989, em Santiago de Compostela,na Espanha, com o lema: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14,6).


1991
Em 1991, foi a vez da Polônia, terra natal de João Paulo II. Foi a primeira reunião dele com milhares de jovens em um país do Leste Europeu. A 6ª JMJ aconteceu em Czestochowa, com o lema “Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos" (Rm 8,15).



1993
A 8ª JMJ foi realizada em Denver, nos Estados Unidos, em 1993, sob o lema “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10,10).



1995
A maior jornada realizada até hoje, em número de participantes, cerca de quatro milhões, aconteceu em Manila, nas Filipinas em 1995, com o lema “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio"(Jo 20,21).


1997
Paris, na França, recebeu a 12ª Jornada Mundial da Juventude em 1997 com o lema “Mestre, onde moras? Vinde e vereis" (Jo 1,38-39).


2000
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14) foi o lema da grande Jornada de 2000, o ano do Jubileu da Juventude. A 15ª JMJ aconteceu em Roma, na Itália e reuniu quase três milhões de jovens.


2002
A 17ª Jornada Mundial da Juventude, em 2002, foi realizada em Toronto, no Canadá, com o lema “Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo" (Mt 5,13-14). Foi a última Jornada com a presença do Papa João Paulo II.


2005
No ano de 2005 a juventude acolheu de braços abertos a primeira jornada conduzida pelo Papa Bento XVI, realizada em sua terra natal, a Alemanha. Colônia foi a cidade sede da 20ª JMJ que teve como lema "Viemos adorá-lo" (Mt 2, 2) e recebeu aproximadamente um milhão e meio de peregrinos.


2008
"Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis minhas testemunhas" (Atos 1, 8) foi o lema da JMJ da Austrália, em 2008. Na cidade de Sydney milhares de jovens cruzaram os continentes para participar da 23ª terceira edição da Jornada.


2011
Em agosto de 2011 cerca de dois milhões de jovens se reuniram para a 26ª Jornada Mundial da Juventude, realizada em Madri, na Espanha, com o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (cf. Cl 2, 7).


Fonte

A Historia do Rodeio




História do Rodeio

Depois de vencer a guerra contra o México no século XVII, Os colonos norte-americanos acabaram adotando costumes de origem espanhola. As festas mexicanas e a doma foram o começo. Depois veio o rodeio, que pegou o rumo das fazendas de gado no Centro-Oeste

Em 1869, a cidade de Colorado sediou a primeira prova de montarias em sela, no Deer Trail. Ranchos e fazendas, em ambientes parecidos com filmes de faroeste, serviam de cenários para provas espontâneas. Comum a todos os vaqueiros, tais " diversões " testavam habilidades típicas como o "bronc" que testa a montaria e o laço. Entre 1890 e 1910, o rodeio surgiu como entretenimento público, em vários eventos do Oeste, celebrações de julho e as convenções pecuárias.

O Rodeio veio a ser reconhecido como um esporte competitivo durante as primeiras décadas do vigésimo século. Eventos anuais atraíram audiências regionais e concorrentes ao longo do Oeste. Em meados de 1920, campeonato em Boston e na Cidade de Nova Iorque estavam atraindo a atenção em um âmbito nacional para o novo esporte.

Os Promotores e os Tropeiros

O Rodeio saltou de esporte de vaqueiro a entretenimento público pelos esforços dos promotores. No espírito de empresários do Espetáculo do Oeste Selvagem, estes homens viram a oportunidade de fazer do rodeio um grande evento americano. A visão deles/delas e a habilidade organizacional, ajudaram a popularizar o rodeio além das fronteiras americanas. Hoje, tais promotores individuais foram substituídos em grande parte por comitês locais de rodeio.

Uma parte integrante de rodeio do rodeio do século vinte, são os tropeiros que provêem os cavalos e touros que são essenciais ao esporte. Os tropeiros devem ser homens de negócios, sãos enérgicos, como também são excelentes juizes de gado. Hoje, há quase cinqüenta tropeiros que provêem animais vivos para o mais de 600 rodeio sancionados pela PRCA nos Estados Unidos a cada ano

Organização

Fundada em 1929, a Associação de Rodeio da América (RAA- Rodeo Association of America) era um corpo de gerentes e promotores que trouxeram estrutura para programação de rodeio. O RAA sancionou eventos, juizes selecionados e prêmios de bolsa estabelecidos e sistemas de ponto para determinar os campeões gerais. Desde 1946 a organização agiu como a Associação de Rodeio Internacional (IRA - International Rodeo Association).

Concorrentes do rodeio permaneceram independentes e desorganizados até 1936, quando um grupo robusto formou a Cowboys Turtle Association (CTA), durante uma greve em Boston no Campeonato Mundial. O CTA buscou prêmios maiores, juizes competentes e aplicação de regras uniformes ao longo do sistema de rodeio. Em 1945 o CTA se tornou a Associação de Cowboys de Rodeio (RCA - Rodeo Cowboys Association), e era associada a Associação Profissional de Cowboys de Rodeio (PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association) em 1975.

Profissionalismo

Entre 1950 e 1970, houve um crescimento das organizações trazendo profissionalismo para o rodeio. A formação da National Intercollegiate Rodeo Association (NIRA) em 1948 foi a base para expansão do rodeio as novas gerações de cowboys. A criação da NFR - Final Nacional de Rodeio em 1959 fez com que o campeonato se tornasse mais profissional pois os 15 cowboys de cada modalidade tem que participar de inúmeros circuitos regionais para conquistarem pontuação suficiente para concorrerem a premiação final.

Durante os anos cinqüenta, com uma melhor administração, maior atenção das mídia de esporte e aumento do número de eventos , prêmios e freqüência, trouxeram mudanças dramáticas para o rodeio. Com tais incentivos, muitos cowboys surgiram " no circuito ", exercendo a atividade em tempo integral e evoluíram de artistas ocasionais à atletas profissionais de destaque nacional.

O Rodeio continuou se organizando pelos anos cinqüenta. Publicações da associação, como a Hoofs and Homs e The Buckboard ajudaram a criar uma identidade comum entre o esporte e muitos participantes. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos dos grandes cowboys se alistaram as forças armadas. Porém, o esporte continuou como um capital patriótico que eleva o evento em defesa do esforço de guerra. A prática do rodeio, e as regras para seu uso, continuaram sendo refinadas.

Os anos cinqüenta são conhecidos como a " Idade Dourada de Rodeio " porque os grandes campeões, como Jim Shoulders, Casey Tibbs, Bill Linderman e Harry Tompkins dominaram o esporte. Em recentes décadas, os ranchos de treinamento, como os realizados por Jim Shoulders e Larry Mahan, contribuíram ao desenvolvimento e performance de atletas de rodeio profissionais.

O profissionalismo crescente, sucesso e altos prêmios no rodeio criaram uma " nova raça de cowboys" que são bem-viajados e bem-educados, articuladores e empreendedores. Como acontece com outros atletas profissionais, os cowboys de rodeio passaram a se preocupar com a condição física e medicina no esporte moderno, para poder manter a competitividade e suportar uma longa temporada no ano.

O Rodeio

Rodeio é uma prática recreativa que consiste em permanecer por até oito segundos sobre um animal, usualmente um cavalo ou boi. A avaliação é feita por dois árbitros cuja nota é de 0 a 50 cada; um árbitro avalia o competidor e o outro avalia o animal, totalizando a pontuação de 0 a 100. O rodeio divide-se em algumas modalidades, tais como "touro, cutiano, bareback, bulldoging, três tambores, sela americana, laço de bezerro e laço em dupla". A prática é bastante comum no Brasil, nos Estados Unidos, no México, no Canadá  na Austrália e em mais alguns países da América do Sul. O rodeio também é alvo de críticas, sustentando que a prática desrespeita os direitos animais.

Curiosidades do Rodeio

Estima-se que os rodeios sejam seguidos por um público de cerca trinta milhões de aficionados, que acompanham os inúmeros festivais realizados. A maior festa de rodeio no Brasil, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, chega a reunir mais de 300 mil pessoas e movimentos milhões de reais em diversos setores. Mesmo com as inúmeras críticas que o evento recebe, diversos artistas patrocinam e se apresentam todos os anos não apenas em Barretos, mas também nas diversas festas que ocorrem noutras cidades do interior dos estados brasileiros, principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

No Brasil o rodeio está regulamentado pelas leis nº 10.220/2001 que institui normas gerais relativas à atividade de peão de rodeio, equiparando-o atleta profissional e a lei nº 10.359/1999 que dispõe sobre normas a serem observadas na promoção e fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização de tais eventos.



Fonte:

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A HISTÓRIA DO CONSUMISMO





Por: Bruno Ferreira


A riqueza material só é boa se tivermos uma saúde perfeita, sem isso o primeiro não é justificável, vivemos num mundo em que destruímos a saúde em nome da riqueza e perdemos o tempo de ser nós mesmo em nome de ser pessoas que apenas consomem e nada mais. - Bruno Ferreira


O consumo é o ato de usufruir de bens matérias para que o homem posso satisfazer suas necessidades e até o seus luxos utilizando para isto meios e técnicas para buscar na natureza matérias primas, o dicionário diz “1 Ato ou efeito de consumir; consumação, gasto. 2 Compra e venda de mercadorias.”
Ao longo da historia esse processo de buscar matérias primas da natureza transformar essas em mercadorias foram aperfeiçoando até chegar aos dias de hoje onde cada vez mais novas tecnologias fazem aumentar o consumo de uma determinada mercadoria gerando com isso o aumento em grande escala deste produto fazendo que tonar-se o consumo em consumismo, comprando produtos de formar exagerada.
Tudo isto se tornou possível com o surgimento e o aumento do capitalismo onde simples mercadorias tornaram-se meio para o enriquecimento de poucos e a difusão de uma mesma mercadoria para todos vendo que o aperfeiçoamento de tecnologias faziam com que as pessoas comprem o mesmo produto varias vezes por este ultimo ser o mais moderno e também por este estar fortemente estimulado pelo marketing e pelo avanço do capitalismo.
Vemos este processo acontecer com a mudança do capitalismo passando de mercantilismo para capitalismo industrial a onde o aumento dessas mercadorias tomou formas e contornos gigantescos influenciando o mundo e as pessoas que a compram.
Com o avanço das tecnologias e novas matérias primas essas matérias e tecnologias tentem a aumentar utilizando que as sociedades do mundo todo faça parte desta crença que o comprar é necessário para o aumento da qualidade de vida e do status social, de fato é que muitos equipamentos foram de extrema utilidade para a vida humana e para o aumento da qualidade de vida como o também para o avanço econômico.
Porém com tamanho avanço econômico  gerou mazelas na área social gerando milhões de miseráveis e pobres pelo o mundo com isso a mercadoria que ao mesmo tempo aumentou gerou desigualdades e crises sociais criando ao longo da historia humana uma divergência entre modelos econômicos, esses são o conhecido capitalismo e o recém-pregado pelo pensador alemão Karl Marx.

A MERCADORIA

Marx  fala  em sua obra do fetiche que a mercadoria exerce sobre aquele que compra, para contribuir com essa ideia vejamos o que outro autor fala sobre o fetichismo da mercadoria.

Segundo o Minidicionário da Língua Portuguesa Aurélio, o termo fetiche significa “objeto animado ou inanimado, feito pelo homem ou produzido pela natureza, ao qual se atribui poder sobrenatural e se presta culto” (Holanda, 1993), foi este significado conferido ao fenômeno da atribuição de valor simbólico aos produtos (manufaturas) que o sociólogo por Karl Marx (1818 – 1883) observou em meio aos seus estudos sobre o mundo do trabalho na modernidade.
Marx em sua obra máxima intitulada “O Capital”, nota que a mercadoria (manufatura) quando finalizada, não mantinha o seu valor real de venda, que segundo ele era determinado pela quantidade de trabalho materializado no artigo, mas sim, que esta, por sua vez adquiria uma valoração de venda irreal e infundada, como se não fosse fruto do trabalho humano e nem pudesse ser mensurado, o que ele queria denunciar com isto é que a mercadoria parecia perder sua relação com o trabalho e ganhava vida própria.Karl Marx denomina este fenômeno como sendo um “Fetiche da mercadoria” http://www.infoescola.com/filosofia/o-fetichismo-da-mercadoria-na-obra-de-karl-marx/



       O autor confirma e utiliza a ideia de Marx sobre o fetiche da mercadoria, observando que a mercadoria está no centro do bem comum e a mercadoria que gera nas pessoas o desejo de ter e usar mexendo com o instinto humano de possuir o bem material.
      No século XX com o aumento do consumo no mundo todo pelo avanço do capitalismo por toda a terra este ganha formas novas através do Marketing em torno da mercadoria, gerando nos Estados Unidos uma das maiores crises da humanidade está que foi causada pelo consumismo da mercadoria e o aumento desenfreado do consumo criando a quebra da crise de 1929 que abalou o mundo, com o fim da segunda guerra mundial e a divisão do mundo entre socialista e capitalista criou-se nos Estados Unidos e países capitalistas a segunda grande onde de consumo que fez aumentar a economia e a destruir aos poucos o socialismo já que este não conseguia rivalizar com o aumento tecnológico que o capitalismo gerava em grande escala.
       Nas décadas de 70, 80, 90 o consumo ganha o mundo com o aumento tecnológico o fim da URSS e a hegemonia americana nos mercados globais, criando empresas e marcas multinacionais criando enormes mercados consumidores graças ao avanço dessas empresas pelo o mundo.
            Em especial em países de grande população e forte mercado consumidor como: China, Índia, Brasil, Rússia, Argentina e África do Sul entre outros esses criaram grandes mercados de consumo global criando nas pessoas a necessidade de consumir cada vez mais e mais.

NO BRASIL

        No Brasil a busca por meterias primas faz parte da  história econômica, essas matérias aqui extraídas como pau-brasil, ouro, tabaco, cana de açúcar entre outros foram utilizados por outros países, de certo forma o Brasil estava inserido desde sua colonização na construção do capitalismo internacional.
        Ao longo dos anos com o surgimento das indústrias e novas tecnologias varias empresas multinacionais vieram instalar suas fabricas no Brasil, isso ocorreu a partir do século XX como o incentivo do governo e ganhou maior incentivo a partir do governo Dutra e  Jk chegando aos dias de hoje com quase todas as empresas multinacionais fazendo parte da economia brasileira essas aqui geram empregos e impostos para o governo, criando um circulo vicioso de busca de matérias primas e venda de mercadorias para o mercado externo.
        O Brasil hoje tem um dos mercados externos mais aquecidos e rentáveis do mundo, pois nem todos os brasileiros possuem bens de consumo, criando uma economia aquecida e criando assim novos consumidores e novos consumistas.
     O Governo brasileiro gera o consumo através da oferta de credito para que com isso mantenha a economia em crescimento por outro lado cria consumidores sem freios portanto gerando consumistas esses consomem sem parar.


PROBLEMAS SOCIAIS

      Ao longo da história vemos problemas sociais e suas consequências hoje esses problemas são muitos desde a falta de educação, saúde e segurança de qualidade até pequenos bens de consumo para a vida diária muitos desses fazem falta para milhões de brasileiros e pessoa no mundo.
      Entretanto o excesso de consumo gera o consumismo que mantém a roda  da economia girando, as consequências disso são enormes tanto para o meio ambiente pois utiliza mais e mais matérias primas causando enormes estragos ambientais. E também criam  pessoas que viram consumistas ao extremo gerando com isso doenças entre outras formas de danos pessoais.

CONCLUSÃO

            Portanto observando toda a história vemos o crescente consumo de bens e facilidade que esses geram para a vida humana a mercadoria meche com o psicologia e meio social das pessoas e também com toda a economia de um país,  consumir e fazer a roda da economia girar, entretanto ao longo dos anos a escassez de matérias primas fez economistas e lideres mundiais pensar sobre a falta desses produtos na vida humana gerando assim problemas sociais e ambientais agora o homem busca uma solução para isto tudo.

           
Bibliografia


MARX, Karl. O Capital. São Paulo: Centauro Editora, 2005.

Dicionário Michael Escolar – Português


quinta-feira, 11 de julho de 2013

O Governo de Gaspar Dutra



Por: Bruno Ferreira

Após a deposição de Vargas, foram realizadas normalmente as eleições  para a presidência. Saiu-se vencedor o general Dutra, eleito pela coligação PSD e PTB,  a constituição estabelecida em setembro de 1946 era fortemente liberal e recolocava o regime presidencialista federalista  e os mandados de presidente e vice tinha 5 anos mantinha a divisão e independência dos poderes executivos, legislativos e judiciário e reestabelecia a independência dos estados e municípios e o voto era obrigatório para os maiores de 18 anos e alfabetizados.
Dutra fez realizações com a criação do plano SALTE que era saúde, alimentação, transporte e Energia o primeiro plano  para a economia brasileira e também a instalação das hidrelétricas  de São Francisco e Pavimentação da Rodovia Rio – São Paulo.
Ao mesmo tempo em que acontecia o governo Dutra no Brasil o mundo passava-se por um momento conhecida hoje na historia como “guerra fria” entre as duas grandes potencias mundiais que eram URSS e EUA, nesse momento o presidente Dutra posicionou-se o Brasil ao lado dos Estadunidenses, esse período o Dutra mandou fechar o PCB e os mandatos de seus membros cassados e as relações com a União Soviética foram rompidas.
Por fim o governo Dutra ainda gastou as divisas estrangeiras acumuladas durante a guerra pagando os Estados unidos  sobre os bens de consumo e o material militar que era sucata que tinha repassado ao Brasil, Dutra deixou o governo com a volta dele o presidente das Massas Getulio Vargas.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Os Avanços na Industrialização brasileira



Por: Bruno Ferreira


Apesar de todos os obstáculos, a industrialização n República Velha teve avanços importantes. Capitais se transferiam de área agrário-exportadora para o setor industrial e o mercado interno o impulsionou com a chegada de milhares de imigrantes. Além de assalariados e consumidores, muitos traziam consigo algum conhecimento técnico.
A industrialização se desenvolveu principalmente  das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo muitos cafeicultores investiram  no setor comercial e industrial.
A I Grande Guerra  (1914 – 1918) contribuiu largamente para a expansão da produção nacional. A dificuldade de navegação dificultava a importação de manufaturados. Além disso, a transformação industrial ocorrida nos países em conflito, que passaram a privilegiar a produção de matéria bélico, facilitou a colocação no mercado interno dos manufaturados brasileiros.
Portanto as indústrias já existentes expandiram sua capacidade produtiva, ao mesmo tempo que novas industrias eram instaladas criando um crescimento industrial significativo no período o que contribuiu para o fortalecimento da industria nacional.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Índios Do Brasil - Resumo

Índio caçando aves
Índio caçando aves
Resumo Sobre A História Dos Índios Do Brasil, Cultura, Sociedade, Organização, Contato Com Os Portugueses, História Do Brasil

Índios do Brasil antes da chegada dos portugueses: cultura e sociedade

- Diversos povos indígenas habitavam o Brasil muito tempo antes da chegada dos portugueses em 1500. Cada povo possuía sua própria cultura, religião e costumes. Viviam basicamente da caça, pesca e agricultura. Tinham um contato total com a natureza, pois dependiam dela para quase tudo. Os rios, árvores, animais, ervas e plantas eram de extrema importância para a vida destes índios. Por isso, os índios respeitavam muito a natureza.

- Os índios viviam em tribos e tinham na figura do cacique o chefe político e administrativo. O pajé era o responsável pela transmissão da cultura e dos conhecimentos. Era o pajé  que também cuidava da parte religiosa e medicinal, através da cura com ervas, plantas e rituais religiosos.

- Faziam objetos artesanais com elementos da natureza: cerâmica, palha, cipó, madeira, dentes de animais, etc.

- A religião indígena era baseada na crença em espíritos de antepassados e forças da natureza.

- Os índios faziam festas e cerimônias religiosas. Nestas ocasiões, realizavam danças, cantavam e pintavam os corpos em homenagem aos antepassados e aos espíritos da natureza.

- Historiadores calculam que existiam de 3 a 4 milhões de índios no Brasil antes de 1500, espalhados pelos quatro cantos do país.

* Observação: felizmente, muitos dos aspectos culturais citados acima ainda fazem parte da vida de muitos povos indígenas brasileiros que resistiram até hoje às influências da cultura dos brancos.

Contato com os portugueses

- O contato dos índios brasileiros com os portugueses foi extremamente prejudicial para os primeiros. Os índios foram enganados, explorados, escravizados e, em muitos casos, massacrados pelos portugueses. Perderam terras e foram forçados a abandonarem sua cultura em favor da europeia.

- Embora muitas nações indígenas tenham enfrentado os portugueses através de guerras, ficaram desfavorecidos, pois não tinham armas de fogo como os portugueses.

Os índios do Brasil na atualidade

- Atualmente somente cerca de 400 mil índios vivem no Brasil.

- Muitas tribos, influenciadas pela cultura dos brancos, perderam muitos traços culturais. É muito comum encontrar em tribos indígenas atuais, índios falando em português, vestindo roupas e até usando equipamentos eletrônicos.

- Ao entrarem em contato com os brancos, muitos índios, além de perderem aspectos culturais, contraem doenças e morrem. A contaminação de rios, principalmente por mercúrio vindo dos garimpos, também leva doenças para os índios através de seu principal alimento: o peixe.

- Algumas tribos isoladas conseguiram ficar longe da influência branca e conseguiram manter  totalmente intacta sua cultura. Infelizmente, são poucas tribos nesta situação. A maior parte destas tribos está localizada na região da Amazônia.

- Muitos povos indígenas tem se mantido graças à criação, nos últimos anos, de reservas indígenas. Nestas áreas, ficam longe da presença de pessoas que pretendem explorar riquezas da natureza

sexta-feira, 5 de julho de 2013

África Portuguesa





Realizando uma análise interpretativa e querente do expansionismo português no continente africano percebemos certos aspectos vitais nesse, que podemos chamar de grande empreendimento português, no qual estes mesmos aspectos não nos permitem que os deixem de apontá-los em nosso estudo.
Quando falamos em motivações para a colonização da costa da áfrica pelos portugueses, não podemos deixar de destacar que houve várias, onde até mesmo a igreja foi uma de seus impulsionadores neste empreendimento, entretanto notamos que a principal delas foi o motivo econômico, como a muito já vem sendo discutido pelos historiadores. Porém é importante citar como os interesses econômicos variaram durante o período colonial português e o que essas variações influenciaram no continente.
Gostaria aqui de denominar esta nova perspectiva de análise, como variações econômicas no continente africano. 
Quando os portugueses decidiram encontrar um novo caminho para as Índias, levados por todo o contexto histórico-Mercantilista que os apoiavam, estabeleceram isto como prioridade. Com o avanço da tecnologia da navegação em toda Europa, facilitando uma melhor análise das rotas marítimas, foi decidido que esta nova rota seria pela África. 
Daí surgiu o primeiro interesse em transformar os locais “descobertos” em colônias, com o interesse imediato de estabelecer entrepostos para as grandes navegações. Contudo verificou-se que estas colônias tinham um potencial muito maior do que servir como entreposto para a nova rota as Índias.
Foi ai que o interesse econômico variou pela primeira vez. Portugal começou a investir na produção da cana-de-açúcar na maioria das colônias que estavam em seu poder, gerando empreendimento rentável a coroa portuguesa.
A cana-de-açúcar se mostrou uma experiência bem sucedida no começo, mais o expansionismo português não tinha se resumido a áfrica como todos sabem e foi nesta conquista de novas colônias no chamado novo mundo que a agricultura africana começou a ter problemas.
A concorrência com o Brasil, levou a uma crise neste tipo de cultura, fazendo o interesse português diminuir em relação às colônias africanas, entretanto este desinteresse não durou muito, pois surge uma nova perspectiva de exploração, levando a uma nova variação no interesse econômico, o escravo.
Este foi sem dúvida o mais cruel sistema de exploração das colônias africanas, afetando diretamente o seu povo, e os transformando na própria mercadoria a ser oferecida, o ouro negro português, que serviu de mão de obra não só para o Brasil, como também para diversas partes do mundo.
Dentro deste contexto econômico, que passa pela política, temos ai à base para entender como a colonização da áfrica a transformou no que ela é hoje, tendo em vista que vários outros paises a dividiram realizando um partilha feita de maneira arbitrária, não respeitando as características étnicas e culturais de cada povo, o que contribui para muitos dos conflitos atuais no continente africano, tribos aliadas foram separadas e tribos inimigas foram unidas.
No fim do século XIX, início do XX, muitos países europeus foram até a África em busca das riquezas presentes no continente. Esses países dominaram as regiões de seu interesse e entraram em acordo para dividir o continente. Porém os europeus não cuidaram com a divisão correta das tribos africanas, gerando assim muitas guerras internas.
Produzido por: Volnei Belém de Barros Neto 
Historiador e Colunista Brasil Escola.com

quinta-feira, 4 de julho de 2013

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo




O que ficou conhecido na posteridade como as “Sete Maravilhas do Mundo” foi um conjunto de obras feitas pelo homem, que foram nomeadas e listadas pelos gregos com o intuito de apresentar “as sete coisas dignas de serem vistas”.  As obras se distinguiam por sua beleza, grandeza, suntuosidade e magnitude.
Mesmo que tenham sido os gregos a listar as "Ta hepta Thaemata", como eles as chamavam, apenas uma se localizava na Grécia, a “Estátua de Zeus”, as demais estavam em outras localidades. O Colosso de Rodhes, na Ásia Menor; o Templo de Ártemis e o Mausoléu de Helicarnasso, em Éfeso; As Pirâmides de Gizé e o Farol de Alexandria, no Egito; e Os Jardins Suspensos da Babilônia, na atual Iraque.
Vamos conhecer um pouco mais acerca destas maravilhas:
A Grande Pirâmide de Gizé, ao centro
A Grande Pirâmide de Gizé
Construída pelos egípcios há cerca de 4.500 anos, é a única maravilha antiga ainda existente. Construída por volta de 2.500 a.C. como monumento funerário ao Rei Queóps, ela é a maior das três pirâmides de Gizé. Segundo o historiador grego Heródoto, 100.000 homens trabalharam durante 20 anos na construção da pirâmide. Sua construção revela um grande conhecimento de geografia, astronomia, geologia, matemática e outras ciências por parte dos construtores egípcios.
Reprodução em 3D do que seria os Jardins Suspensos da Babilônia
Jardins Suspensos da Babilônia
Supostamente criado pelo rei Nabucodonosor em 605 a.C. para presentear sua esposa, a rainha Amyitis, na cidade da Babilônia, na Mesopotâmia, os Jardins Suspensos consistiam em uma estrutura arquitetônica de terraços que continham uma infinidade de espécies de fauna e flora. Não se sabe ao certo se existiram os Jardins Suspensos da Babilônia, entretanto, escavações arqueológicas realizadas no século XIX encontraram possíveis indícios de sua existência.
A Estátua de Zeus. Reprodução em 3D
A Estátua de Zeus
Medindo de 10 a 15 metros de altura e localizada no templo de Olímpia na Grécia, a estátua foi construída em ouro e marfim durante oito anos, por volta de 450 a.C. O escultor Phídias representou Zeus sentado em seu trono, indicando sua superioridade sobre os demais deuses do panteão grego. A estátua foi destruída em um incêndio em Constantinopla, atual Istambul, por volta de 470 d. C.
Criação em 3D do que seria o Templo de Ártemis em Éfeso
O templo de Ártemis
O Templo à deusa Ártemis, de Éfeso (atual Turquia), foi construído, reconstruído e aumentado várias vezes durante séculos, até que, por volta de 262 d.C., foi destruído durante a invasão bárbara dos godos. Possíveis vestígios podem ser encontrados hoje no Museu Britânico.
Gravura representando o Mausoléu de Halicarnasso
O Mausoléu de Halicarnasso
Construído por volta de 350 a.C., a mando da rainha Artemísia, com o intuito de abrigar os restos mortais do seu esposo e irmão, o rei Mausolo, o mausoléu também se localizava na Turquia. Foi destruído por volta do século XV por constantes terremotos e seus restos foram utilizados em outras construções.
Imagem criada em computador representando o Colosso de Rhodes
O Colosso de Rhodes
O Colosso de Rhodes era uma estátua de bronze de 33 metros, construída na Grécia, por volta de 300 a.C.,  para homenagear o deus Hélios (deus do Sol) devido ao auxílio na vitória sobre o exército de Demétrio Pollorcetes. A estátua permaneceu de pé durante 50 anos, quando foi destruída por um terremoto que assolou a cidade de Rhodes em 226 a.C.
Reprodução do Farol de Alexandria
Farol de Alexandria
Feito de mármore e argamassa, o farol foi construído pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnido, por volta de 250 a.C., para orientar os marinheiros em suas viagens noturnas. Resistiu a vários terremotos, mas começou a ruir por volta do século IV.

Por Tales Pinto
Graduado em História