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sábado, 31 de agosto de 2013

Nicolau Maquiavel




Os Fins Justificam os Meios

Por: Bruno Ferreira

Maquiavel nasceu na cidade de Florença no ano de 1469 sabe-se que ele recebeu uma boa educação  por volta do ano 1468 tornou-se diplomata e político da republica florentina saiu da política pela força política da época retornou ao cenário político e escreveu e escreveu a historia de Florença hoje fica na Itália, este livro que terminou em 1525 Maquiavel morre em 1527.
Em termos gerais a teoria de Maquiavel consiste em que o sucesso de um estado ou de uma nação e o fim supremo, para chegar nesse fim devem procurar sempre garantir e assegurar sua gloria enquanto governante e a gloria do Estado.
Para assegurar as duas premissas o governante não pode ser limitado, ou seja, ser controlado por uma moralidade existente pois ao final da contas o que ocorrera é o fim e este terá gloria portanto os fins justificam os meios, mesmo que estes meios seja usado de sujeira.

A obra de Maquiavel o príncipe é usada pela classe política a anos como forma de estudo político, essa teoria foi formulada em um cenário critico em que Maquiavel estava ele que foi uma pessoa influente naquele tempo.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Olga Benário



Olga Benário
1908 - Munique (Alemanha)
1942 - Alemanha
Da Redação
Em São Paulo

Conhecida no Brasil como Olga Benário ou Olga Benário Prestes, Maria Bergner era uma revolucionária que defendia o comunismo e lutava para acabar com as desigualdades e injustiças sociais.

Nasceu em Munique, na 
Alemanha, em 1908, numa família judia de classe média. Membro do Partido Comunista alemão desde 1926, Olga foi acusada de atividades subversivas e presa em 1929.

Depois de libertada, foi para a União Soviética, onde passou a trabalhar na Internacional Comunista e onde conheceu 
Luís Carlos Prestes, importante líder revolucionário brasileiro.

Olga fez parte do grupo de estrangeiros destacados para acompanhar Prestes em seu retorno ao Brasil. Prestes deveria liderar uma insurreição armada que instalasse um governo revolucionário.

Olga e Prestes chegaram ao Brasil em abril de 1935 e viveram meses na clandestinidade. Na época, o nome de Prestes era aclamado nas manifestações populares promovidas pela 
ANL (Aliança Nacional Libertadora), frente antifascista que reunia diversos setores de esquerda, entre eles os comunistas.

Em novembro de 1935, um levante armado aconteceu na cidade de Natal, e Prestes ordenou que a insurreição fosse estendida ao resto do país. O apoio militar prometido a Prestes não foi concretizado. Apenas algumas unidades de Recife e do Rio de Janeiro se levantaram contra o governo brasileiro, que rapidamente controlou a situação, reprimiu e prendeu oposicionistas e revolucionários.

Durante alguns meses, Olga e Prestes mantiveram-se na clandestinidade, até que, em março de 1936, foram capturados pela polícia. Mesmo grávida, Olga foi deportada para a Alemanha nazista seis meses depois. Entregue à
Gestapo (polícia política alemã), Olga foi enviada para um campo de concentração, onde deu à luz Anita Leocádia Prestes.

Após campanha internacional por sua libertação, Anita foi entregue a sua avó paterna. Olga Benário continuou presa e, em 1942, morreu executada na câmara de gás pelos nazistas.


Resumo Sobre o Filme " Uma Cidade Sem Passado"



Sobre o Filme
“Uma cidade sem passado”
Gênero: Drama
Direção: Michael Verhoeven
Roteiro: Michael Verhoeven
Elenco: Barbara Gallauner, Elisabeth Bertram, Fred Stillkrauth, Hans-Reinhard Müller, Karin Thaler, Lena Stolze, Michael Gahr, Michael Guillaume, Monika Baumgartner, Robert Giggenbach, Willi Schultes
Produção: Michael Senftleben
Fotografia: Axel de Roche
Trilha Sonora: Billy Gorlt, Elmar Schloter, Mike Hertung

Resumo Por: Bruno Ferreira

Essa reflexão é baseada no  filme Uma Cidade Sem Passado mostra a historiadora que busca chegar o mais próximo da verdade histórica de um tempo no qual ela não viveu, mas que outras pessoas estiveram presentes, tudo isso começa quando ela Sonja participa de um concurso de redação ao convite de um professora, usando como tema sobre sua cidade na segunda guerra mundial. Vale ressaltar que essa historia é contada durante o período em que ocorria a Guerra Fria e a Alemanha estava divida.
Em sua sondagem ela interroga parentes, amigos sobre o caso de um padre que foi fuzilado por ser contra as leis racistas.
Os depoimentos dos familiares ajudavam a reforçar a suspeita que famílias da elite estavam envolvidos junto com a igreja em crimes em favor do nazismo  graças a curiosidade Sonja lança em novas entrevistas, o tempo passa e sua pesquisa torna se sua tese de dissertação, ela também casa com o seu ex professor tem filho e com isso na universidade continua a pesquisar sobre informações a respeito, buscava dados em jornais do período, aos poucos descobre que o seu ex professor de historia apoiava o nazismo o que ajuda a enriquecer seu campo de busca.
 As barreiras pela informação continuava dura entre muitos os que dificultavam o trabalho era o prefeito ela e seus familiares começaram a receber ameaças, Sonja resolve processar a cidade por não conseguir acesso aos documentos de sua pesquisa mas apenas conseguiu a liberação por ela ter levado a imprensa ao local.
Após algum tempo ela apresenta a conclusão da pesquisa e fala que ouve pessoas ligadas ao governo e religião que estavam envolvidas com os crimes nazistas, ela em meio a grande pânico recebe um premio , porem nega o premio, estava ela muito desesperada e com isso volta as lembranças da arvore onde ela fazia pedidos.
         O presente filme aborda a busca historiográfica e a perseguição pela verdade histórica muito bem representada por Sonja, vemos que ela usa de várias fontes para abordar sua pesquisa buscando sempre  a verdade dos fatos.
            Podemos destacar do ponto de vista metodológico que ela usa de varias fontes como  de jornais, documentos da época e também documentos em arquivos públicos, encontrado diversas dificuldades ao longo do tempo, ela  estava  a  pesquisar  no passado que alguns poucos que queriam saber, ela também utilizava de novos artifício que os historiadores modernistas começaram a utilizar com mais frequência que é a chamada Historia Oral que são em poucas palavras depoimento de pessoas que estavam no fato histórico, Sony faz o uso de métodos mais modernos como  gravação de áudio daquilo que era narrado. 
Ao longo de anos coletando informações das mais variadas formas possíveis ela busca a contradição dos fatos para ver o que de fato é verdade ou não e aos poucos vai formando o mapa histórico de sua pesquisa.
            Observa-se que a busca pela verdade um dos pontos que mais chama a atenção é o silencio sobre o caso do passado pois todos sabiam que falar sobre isso colocava a sua vida em jogo.
            Em sua pesquisa pela verdade sua ética em busca desta fazia parte constante da sua vida colocando sempre sua vida e de seus familiares em perigo, porem vai formando-se a teia historiográfica ao longo do tempo foi sendo reescrita a nova historia escrita por Sonja em seu livro  passou a ser divulgada através de livros e imprensa e sempre contestada.
O filme Mostra que a busca pela verdade e para a construção do fato histórico nunca é acabada e sempre construída com muita luta, pois nem sempre a fonte a ser pesquisa é possível ou mesmo se essa é segura de informações com a internet o numero de documentos e fontes aumentou muito possibilitando ao historiador ter uma ferramenta a mais em sua pesquisa mas sabendo porem que essa ferramenta não é 100% certa em suas informações e pode ser mudada de forma rápida e eficaz temos que buscar sempre objetivar a verdade buscando fonte seguras e confiáveis e até mesmo desconfiando dessas.
Por fim a Cinematografia “uma Cidade sem passado” é muito interessante a ponto de levar as pessoas viram a fazer parte dessa área de pesquisa que a busca pela informação, e pela verdade histórica que nunca é acabada e pode ser assim sempre reescrita de forma a melhorar o campo de pesquisa, porem sabe que existe diversos fatores que podem ajudar ou dificultar o caminho de sua pesquisa.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Livro 1889

Trecho do Livro

Despachado do Rio de janeiro no dia 17 de dezembro, o telegrama, na verdade, só confirmava os rumores que a tripulação tinha ouvido na escala anterior, na indonésia. Conforme noticias de segunda mão transmitidas pela tripulação de um navio holandês ali ancorado, o governo do Brasil havia sido derrubado. Mais do que isso, o país passara por uma drástica mudança de regime. O império brasileiro, até então visto como a mais sólida, estável e duradoura experiência de governo na América Latina, com 67 anos de história, desabara na manha de 15 de novembro. A monarquia cedera lugar à Republica. O austero e admirado imperador Pedro II, um dos homens mais cultos da época, fora obrigado a sair do país com toda a família imperial. Vivia agora exilado na Europa, banido para sempre do solo em que nascera. Enquanto isso, o comando da nova República estava entregue às mãos de um marechal já idoso e bastante doente, o alagoano Manoel Deodoro da Fonseca. ( trecho do livro 1889 de Laurentino Gomes)

domingo, 18 de agosto de 2013

“Uma poeira de acontecimentos minúsculos”: Algumas considerações em torno das contribuições teórico-metodologico da micro – historia.


Resumo por Bruno Ferreira
RESUMO DO ARTIGO

“Uma poeira de acontecimentos minúsculos”: Algumas considerações em torno das contribuições teórico-metodologico da micro – historia.

           
O ambiente de historiográfico aumentou pelo fato de terem aumentando o curso de pós graduação e com isso o aumento de novas fontes e pesquisas da historiografia que usam de outros campos do conhecimento para contribuir com a historia entre está a antropologia, sociologia e psicologia entre outros.

Um breve histórico

A Micro historia é uma abordagem historiográfica que surge na Itália meados dos anos 70  do século XX utilizavam nessa abordagem de historiadores como Grendi, Giovanni Levi, Carlo Ginzburg, Carlo Poni, esses eram intelectuais reunia em torno de uma revista e assim o surgimento desse gênero.
A fragmentação surgida na Nova Historia contribui para o surgimento da micro historia, uma das historiografias que ajuda para a formação da micro historia, a escola francesa influencia nesta, mas também aos poucos vai se definindo se a micro-historia composta por alguns nomes.
Para Jacques Revel à micro-historia surge como reação e frente a historia social da escola dos Annales. A micro historia refletirá sobre a historia quantitativa propondo novas formas para a pratica historiográfica, esta nova abordagem busca novas propostas metodológicas e teóricas e vai aos poucos ganhando espaço saindo dos grandes centros da historiografia para novas formas.
E aos poucos vai ganhando espaços de historiadores mais conhecidos e sendo utilizado por esses a micro-historia rompendo as barreiras das regiões e passando a ser adotada em outro locais, no caso do Brasil a micro historia ainda não tem grande procura, um dos motivos para esta pouca procura seria a mal diferenciação de ser confundida com outras historiografias como a historia cultural, mentalidades e cotidiano como outras.
Também fazendo parte dessa resistência esta a oposição da escola Marxista esta que que tem grande publico no campo universitário brasileiro, desta forma ela recebe uma carga de forte preconceito. Nos aos 90 a micro-historia italiana algumas obras dessa passa a ser traduzida, mas mesmo assim o uso desta era baixo e poucas obras entram na classificação da micro historia, podemos destacar na bibliografia utilizada para quem usa os micro historiadores o historiador Ginzburg e outras vias da historia cultural.

O que é micro – historia?
         Esta pergunta gera muitas interpretações, mas leva a refletir a micro-historia como sendo o que de fato contribui para  a construção do conhecimento, e o que leva a ser de fato a micro historia.
            Para o historiador Ginzburg rótulos que impõe a ele não e importante, e essas como outras abordagens historiográficas não deve fazer parte do que importa, porem a micro historia apesar de ser vista como rotulo, mas que possui características próprias comparadas a outras historiografias também sabe agregar e propõe ate uma mesma abordagem do que outra historiografia.
            Pode destacar a utilização da antropologia e da historia narrativa para a construção da micro historia essas que fazem parte também do campo historiográfico da terceira geração da escola dos Annales, tendo também contribuições  da historia clássica, como também a historia social, outras historiografias contribui para a micro – historia porem esta tem suas particularidades como sua metodologia.
            A Micro historia foi sendo formulada através da revista italiana Quaderni Storici durante as décadas de 70 e 80, podemos utilizar a definição de micro historia utilizada pelos micro- historiadores como Grende que fala que a micro historia valoriza os procedimentos de pesquisa e técnicas utilizadas e também a utilização de um troca com a antropologia social e paradigmas historiográficos.
            Nessa construção da micro-historia esta a questão da escala de analise que e fundamental para definição de micro historia, usando de uma profundidade analítica daí  acontece a valorização de discussões teóricas.
            Para Roger Chartier as abordagens novas buscam a restauração  do papel dos indivíduos na construção dos laços sociais construindo assim a proposta da micro historia que e analisar o objeto em escala menor.
            Para Jean Boutier e Dominique Julia o surgimento da micro historia acontece uma crise  de paradigmas procurando assim novas respostas sendo a micro historia uma das abordagens que busca o deslocamento no foco aumentando também os dados  sendo examinada em todas relações sociais, individuais e coletivas, fazendo com que apareça a atuação dos atores sociais.
            Para Natalie Zemom Davis a definição da micro historia tem muitas dificuldades para ser escrita pois carece de informações para ser produzida sendo exigido uma detalhamento maior, sendo um equivoco pensar que a micro historia e fácil de ser escrita.
            Se for analisada a micro historia como uma historia que usa a retomada da analise procurando discutir diversos pontos podemos colocar esta ate mesmo como continuadora de importantes historiadores.

A redução da escala de analise
         A redução da escala analítica faz parte da micro historia como de outras correntes historiográficas, com a sistematização esta redução tornou –se  estrutura central para o ambiente historiográfico.
            A diferenciação segundo Revel está que para a micro historia a diferenciada em abordagem e intenções  e procedimentos, a escala pode ser posta  a serviço  de estratégias de conhecimento podendo modificar sua forma sua trama.
            Sendo criticada por sua redução e sua importância, mas procurar um escala reduzida não significa a não importância, mas sim de fundamental importância para a compreensão total, utilizando para isto a ideia de um mapa sabendo que o que está no mapa não é o território mesmo a historia seria a mesma coisa.
            Levi foi um dos  historiadores que durantes os anos foi mudando sua abordagem de uma historiografia econômica, quantitativa  e passando aos poucos para a micro ele encaminha-se para esta pesquisa micro.
            Para ele as observações microscopias levantadas ajudaria a entender temas com outras abordagens como, por exemplo, o comercio de terra, ao reduzir sua pesquisa mostrava que o preço de terras mudava de acordo com o parentesco  entre as partes, mostrando desta forma os relacionamentos sociais e pessoais, chega-se a conclusão de que fenômenos pesquisados assumem nova relevância quando altera a escala de observação, para Lepetit a variação da pesquisa que ira direcionar a importância e o foco desta mesma.
            A outro problema enfrentando na micro historia é a relação entre a micro e  macro gerando duvida e muita discussão a respeito, apesar de serem sem duvida integradoras que revelem perspectivas distintas tendo mas suas particularidades possuem níveis de entendimento diferentes.
            O que também diferencia ambas a historia micro da macro é o objeto a ser estudo o tipo de analise a ser feita sobre este, para Ginzburg esta oposição não existe e afirma que não pode ocorrer a rotulação da historiografia.
            Chega à conclusão que a historia total ou geral e será algo que não chegara a uma conclusão  para os historiadores o certo entre micro e macro será a associação para que desta forma ocorra uma nova perspectiva para a historiografia atual, sendo para os micro-historiadores a construção de diferentes realidades que fazem parte de uma forma multiplica.
            A micro historia é diferente na fabricação do seu método pois ela usa diferentes dimensões a onde desdobra-se, ao fazer esta analise vai criando-se uma analise mais completa e complexa. Portanto a questão da analise da escala é fundamental para a experiência proposta da micro historia, a questão metodológica também é relevante para os historiadores da  micro historia.

Fontes, metodologia e experimentalismo.
         Acredita que na construção da micro historia está tenha um grande material empírico buscando com isso  formulações teóricas  e informações trazidas pelas fontes, buscando segundo Ginzburg discutir com essas fontes os problemas abordados sendo de fundamental importância a utilização de variedades quantitativas e qualitativas de documentos históricos buscando sempre ter o Maximo possível desses.
            A fonte deve estar ligada aos procedimentos teóricos, Revel chama a atenção pelo fato que a Micro Historia não tem um forma ou um documento que determina como está será feita ou escrita, mesmo assim ocorre à busca dessa construção dessas fontes de forma a ser questionada e interrogada pelo historiador repetidamente tendo sempre a busca de evidencia esta perspectiva e feita por Thompson.
            Este caráter experimental será ainda relacionado a novos métodos tais como elaboração de teses e uma observação que fará nascerem formas e organizações novas, destacando nesse processo o Historiador Carlo Ginzburg  usando hipóteses de analises inovadoras.
            A metodologia demonstrada por Ginzburg na criação do seu artigo Sinais vai alem da pesquisa micro-historica e chegando a ser comparativo em outros casos segundo ele dito, como as obras de Arthur Conan Doyler criador de Sherlok Holmes, e por Freud em o Saber Psicanalítico, este método ficou nomeado de método indiciário, fazendo por ele uma comparação dos três.
            Porem a construção do seu conhecimento e denominado de “Galeano” e lutou para tirar do corpus cientifico as noções individuais, ele usa o método indiciário a fim de alcançar por este pontos inalcançáveis, ocorre um ambiguidade em procurar usar uma orientação cientifica frangil com o intuito de atingir resultados altos.
            Portanto chega a conclusão de a flexibilidade torna-se a parte principal, ocorre ai o aumento do risco, criando grande variedade de temas a serem abordados  porem será sempre um risco a fim de seja revelado o passado ou que seja este desconhecido desta nova perspectiva historiográfica.

Conclusão
         Portanto chegamos à conclusão de que a micro historia faz parte de uma nova abordagem historiográfica e que oferece uma nova forma historiográfico criando um leque de opções podendo este ser pesquisado de diferentes escalas de pesquisas, podemos observar que alguns historiadores foram bem sucedidos em suas pesquisas e criaram e enriqueceram a micro historia e muitos usaram para isso ligações com outras ciências que agregaram em sua pesquisa, utilizando nessas pesquisas documentos tantos quantitativos como qualitativos  criando assim trabalhos cada vez mais recortados  e detalhados construindo tudo isto de forma minuciosa e as pesquisas micro históricas terão ainda muito a ser desenvolvido e pesquisado.



Dia do Historiador


Deuses Gregos


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Grecia Antiga - O que Seria a Pólis grega?



O que Seria a Pólis grega?

Por: Bruno Ferreira


A polis grega seria cidades estados que formavam a Helade ou mais conhecida como Grécia Antiga, essas cidades tinham um nível de independência política, econômica diferentes uma das outras.
Na Polis não existia separação de campo e cidade, mas havia uma integração os nobres moravam no campo, o centro político ficava em um monte conhecido como Acrópole lá ocorria à discussão política da cidade, encontravam-se também nesse centro edifícios públicos.
A Agora seria era o local onde ocorria os debates políticos, e a Gerusia era  o local onde encontrava-se os sábios e políticos mais antigos.
A economia ocorria troca de mercadorias gerando desta forma um comercio de artesanato e de produtos do campo.
Portanto a Pólis grega eram cidades autônomas administrativamente e politicamente onde havia uma cultura maior que ligava com as outras cidades criando o povo grego entre uma das ligações estava a religião que era baseado em crenças e mitos de deuses semideuses.
A construção dessa democracia de cidades autônomas politicamente influenciou a democracia moderna porem com o passar dos anos as cidades possuem um sistema político muito parecido e igual.