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domingo, 29 de setembro de 2013

A Historia das Nações Unidas - ONU


Organização das Nações Unidas – ONU
Conciliando os interesses particulares de cada estado, as Nações Unidas tentaram criar uma ordem mundial baseada no acordo e na cooperação. Embora seus objetivos pacificadores e humanitários nem sempre tenham sido atingidos, as conquistas da organização em diversos campos das relações internacionais têm contribuído para amenizar a desigual distribuição do poder e da riqueza entre os países. 
A Organização das Nações Unidas (ONU) é a organização internacional fundada em 1945 com o objetivo de manter a paz e a segurança internacionais; estabelecer relações cordiais entre as nações do mundo, obedecendo aos princípios da igualdade de direitos e da autodeterminação dos povos; e incentivar a cooperação internacional na resolução de problemas econômicos, sociais, culturais e humanitários. Apesar do sentido democrático e universalista que orienta seus objetivos e princípios, o poder de veto atribuído aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança impediu muitas vezes uma ação eficaz nos conflitos bélicos ocorridos depois da segunda guerra mundial. 
A evolução histórica das Nações Unidas foi determinada durante quase meio século pela "guerra fria" e pela rivalidade entre os dois grandes blocos econômico-políticos então existentes: o capitalista e o socialista. Essa situação perdurou durante aproximadamente meio século, ou seja, até a dissolução da União Soviética, no início da década de 1990.
Formação da ONU
A antecessora imediata das Nações Unidas foi a Liga das Nações, constituída em 28 de abril de 1919 na Conferência de Versalhes. Seu objetivo era solucionar as disputas internacionais mediante o arbítrio de um organismo coletivo e não pelo equilíbrio militar entre as potências, como ocorrera na Europa desde a paz de Vestfália, em 1648, até a primeira guerra mundial. 
Essa organização teve pouca eficácia no cumprimento de sua missão devido à ausência dos Estados Unidos, da União Soviética (até 1934) e de outras potências, e ao apogeu da exaltação nacionalista em estados como Itália, Alemanha e Japão, cujos atos de expansionismo provocaram a deflagração da segunda guerra mundial. A Liga das Nações dissolveu-se formalmente em 18 de abril de 1946, quando cedeu seus organismos à ONU. 
Durante a segunda guerra mundial, usou-se o nome de Nações Unidas para designar os países aliados contra a Alemanha, Itália e Japão. Mais tarde, adotou-se como nome da organização mundial que surgiu do acordo entre os vencedores. O primeiro documento internacional para a cooperação pacífica foi a Carta do Atlântico, de agosto de 1941, pela qual os Estados Unidos e o Reino Unido se comprometiam, entre outras coisas, a renunciar a conquistas territoriais e a favorecer o comércio e a navegação mundiais. 
A Declaração das Nações Unidas, assinada por 26 estados em 1º de janeiro de 1942, expressava a vontade das potências aliadas de não firmar nenhum armistício em separado. O primeiro passo para o estabelecimento de uma organização permanente foi a Conferência de Dumbarton Oaks, reunião de especialistas em diplomacia dos Estados Unidos, do Reino Unido, da União Soviética e da China, em que se trataram, de 21 de agosto a 7 de outubro de 1944, tanto dos objetivos fundamentais como dos procedimentos e do sistema de votações e vetos. 
Na Conferência das Nações Unidas sobre a Organização Internacional, reunida em San Francisco, nos Estados Unidos, em 25 de abril de 1945, redigiu-se a Carta das Nações Unidas, que foi assinada em 26 de junho e entrou em vigor em 24 de outubro do mesmo ano, firmada por 51 estados: os 26 que haviam assinado a Declaração das Nações Unidas, outros vinte que haviam declarado guerra às potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) antes de março de 1945 e mais cinco que foram admitidos durante a conferência. 
A conferência de San Francisco foi a primeira assembléia internacional da história moderna que não transcorreu sob o domínio de nações européias. Não só se realizou em lugar geograficamente distante da Europa, como contou somente com a participação de nove estados continentais europeus, além da União Soviética. 
Todas as regiões do mundo estiveram representadas: 22 nações americanas, sete estados do Oriente Médio, seis nações da Comunidade Britânica de Nações, três repúblicas soviéticas, duas nações do Extremo Oriente e duas nações africanas, além dos nove estados europeus já assinalados. Ao longo da segunda metade do século XX, a organização ampliou-se com numerosos estados da Ásia, África e Oceania, que nessa época se tornaram independentes. 
A organização não se propôs constituir um "superestado" ou um governo mundial, mas sim pôr em ação um sistema de segurança coletiva, fundamentado na cooperação voluntária de seus membros. Cada um dos estados-membros continuou sendo plenamente soberano, sem que a organização, como tal, tivesse competência nos assuntos pertencentes à jurisdição interna dos estados. 
Aos 51 estados fundadores da ONU, entre os quais o Brasil, outros aderiram ao longo dos anos, principalmente a partir da nova ordem mundial decorrente da descolonização. Em meados da década de 1990, o organismo contava com 185 estados-membros.

Texto Retirado

sábado, 21 de setembro de 2013

Resumo sobre o Filme "O Retorno de Martin Guerre"

  



Por: Bruno Ferreira

Um Resumo sobre o Livro o Retorno de Martin Guerre comparando com o Livro abordando uma analise ao final.

Gerard Pardieu interpreta nesse filme o falso Martin Guerre, este filme aborda um período da história que se passa na Europa no século XVI mostrando a realidade de um período pouco conhecido, com a ajuda da historiadora americana Natalie Zenon Davis, está contribuiu para formar um roteiro sobre “O Retorno de Martin Guerre” com isso suas analises e  contribuição para o filme foi um grande sucesso, utilizando de materiais presentes na época como contratos de casamentos e testamentos, registros paroquiais entre outros sabendo que no período que aborda o filme a maioria da população ainda mais camponesa não sabia escrever, tendo um material muito escasso para a escrita, fazendo com que a historiador busque mais informações a respeito essa micro-historia tem um estudo de difícil levantamento historiográfico.
         O romance de cunho histórico tenta com o auxilio de Natalie contar a historia do que de fato aconteceu, tudo o que foi escrito a respeito sobre está historia segundo ela foi abordado através de relato e fatos.
         O livro em seu primeiro capitulo aborda a historia de Martin Guerre, que nasceu em Hendaye na região basca e mudou-se muito cedo com seus pais para a região de Artigat, na França, instalando nesse local comprou terreno onde desenvolveu atividades agrícolas.
         Martin tem uma infância atribulada, pois não era fácil ser basco e seguir a forte formação familiar, certo dia um fato iria mudar a vida de Martin, arrumaram-lhe uma esposa de “boa família’ então Martin foi “convidado’ a casar-se com Bertrande de Rolls com pouca idade eles casaram, mas não conseguiram ter relações e foi dado como impotente.
         Tendo longo tempo sem relação com a esposa e sofrendo pressões assim uma feiticeira tratou de fazer um feitiço sobre eles.
         No filme o inicio da historia é resumido com o casamento e logo apresenta o feitiço desta feiticeira ou seja a historia segue os principais fatos do livro mas aborda de forma mais resumida mantendo os detalhes históricos.
         A esposa de Martin Guerra engravida e tem um filho Sanxi guerre, Martin não gostava da vida de trabalho no campo e Olarias.
         No segundo capitulo do Livro “ O Camponês Descontente” aborda o que foi abordado exaltando o fato de que Martin não gostava da vida de trabalho no campo, ele queria conhecer outros lugares e não suportava mais a vida que estava vivendo, e queria arriscar para novas terras, para as terras de seus pais a Espanha.
         No filme o período de descontentamento de Martin é apresentado por sua esposa de frente ao juiz sobre sua situação, e roubou uma saca de grãos, conseguindo desta forma uma desculpa para sua fuga, seu pai esperou durante muito tempo pela volta do filho, ate sua morte. No livro a autora aborda que o roubo do trigo refletia uma disputa de poder pelo teto pelos dois herdeiros, porém o roubo para os bascos era algo de grande repudio deixando a casa dos pais e sua família durante anos.
         Martin foi para a Espanha atravessando os Pirineus e foi parar na casa de um cardeal aumentando sua fé católica, ele foi parar em região da Espanha onde foi ferido em guerra a sua esposa seguia sua vida esperando a volta dele, no filme mostra a volta de Martin Guerre rapidamente em outra fase, interpretado por Gerard Pardieu ele se apresenta a toda vila e reconhece seus parentes.
         Resumindo mais previamente a historia vemos  que o suposto Martin Guerre não era esse mas Arnaud de Tih ou conhecido como Pancette Dado e seria um homem de forte persuasão e de forte memória soube da historia de Martin Guerre e tentou apropriar-se dessa apropriou-se do lugar.
Soube dessa história através de soldados que ficaram sabendo da vida de Martin contando sua a vida a esses Pancette acabara interessado e impulsionado a trair a sua amizade, e pouco foi sabendo das coisas da região sobre Martin Guerre, logo quando chegou a uma hotelaria foi reconhecido como Martin ninguém suspeitava que era um impostor.
Mesmo com o reconhecimento de todos a noiva viveu com o suposto Martin Guerre e chegou a ter dois filhos com este um morreu.
         A historia vai desenrolando dando para fortes evidencias de o suposto Martin está usurpando o lugar do verdadeiro, o que mais desconfiou foi o Tio Pierre Guerre que foi procurado pelo sobrinho para a venda da propriedade coisa inadmissível para a cultura basca pois as terras eram de geração para geração.
         Com a suspeita do Tio instalo-se um conflito convencendo de que aquela pessoa não era Martin Guerre, o suposto sobrinho convencia de que Pancette se defendia dizendo que seria uma calunia do velho tio ambos foram parar na justiça.
         No campo familiar sua esposa Bertrande ficara ao lado do marido e o restante da família também, a aldeia estava dividida sobre o caso. O jurista Jean de Coras partiu para Artigat para julgar o processo e foi convencido de que Martin era inocente tendo acusações como o sapateiro da aldeia.
O sapateiro poderia afirmar que Martin Guerre era outro é não este pois o tamanho do pé era menor do que o verdadeiro, também havia o testemunho de dois soldados que falam que era Pancette o vigarista.
Enquanto isso Martin Guerre se defendia com eloquência sobre a acusações recebidas e ao fim foi absolvido. Mesmo sendo inocentado foi intimado a ir a Toulouse pois sua própria mulher havia assinado um documento de acusação.
Foi para Toulouse onde permaneceu preso para os julgamentos aos poucos usa de suas memórias a provar de que era sim Martin Guerre o julgamento se seguiam até que seria decretado inocente,
         Seu tio poderia ser processado e preso por calunia, mas porem antes do fim do julgamento um homem aparecera andando calmamente sobre sua perna de pau, exigindo o direito a fala.
         Era o retorno do verdadeiro Martin Guerre, o farsante estará assustado, mas o controlara e tentava dialogar com os juristas dizendo de que o farsante estava presente a mando do seu tio, e usara de memória e lembranças melhor do que o verdadeiro Martin.
         Mas apesar de tudo os familiares reconheceram o homem de perna de pau, como verdadeiro Martin Guerre, Pansette viu que o jogo estava fechado e admitiu-se como sendo Arnaud e Tihl.
         Ele foi condenado a forca por ordem do juiz Jean de Coras para servir como exemplo, antes de morrer pediu perdão a todos que conhecera naquela aleia, em frente da casa de Guerre ele foi enforcado e queimado.
         Portanto vemos a historia de Martin Guerre levanta pela historiadora que fez um belo enredo para o filme, vale resaltar o poder da igreja nas decisões em vários momentos a igreja aparece como autora de uma suposta legalidade pertinente a Europa que passava de uma idade media para a moderna onde a forças da igreja era forte impressão.
         Vale resaltar que tanto o filme como livro leva-nos a uma reflexão sobre a história um caso cheio de duvidas e suposições sobre o que de fato é verdadeiro, seria Bertrande de Rolls uma ingênua Mulher? Ou está era muito Esparta? Haveria sido morto o verdadeiro Martin Guerre? Enfim muitas duvidam a respeito e sendo que não há uma verdade absoluta sobre o acontecido. Vemos nesta obra a aproximação de História, literatura e cinema levando a historia a um patamar importante como campo do saber.

Referências Bibliograficas

Livro

DAVIS, Natalie Zemon O retorno de Martin Guerre/ tradução Denise Bottmann.  Rio de Janeiro; Paz e Terra, 1987.

Filme: O Retorno de Martin Guerre
Disponive: http://www.youtube.com/watch?v=dPYa_QqzM5c

terça-feira, 17 de setembro de 2013

História das Copas do Mundo - Copa da França 1

Bicampeonato da Itália na iminiência da guerra

O fascismo se espalhava pela Europa e a iminência da guerra já podia ser sentida por todos os lados quando a França recebeu a Copa do Mundo de 1938. A Segunda Guerra Mundial entraria para a história com seu início em 1939, mas já em junho do ano anterior, uma série de problemas ameaçou comprometer o espetáculo da bola.     
A Guerra Civil Espanhola começara em 1936 e só iria terminar em 1939. Por isso, os espanhóis não participaram do Mundial de 1938. A Alemanha de Hitler já tinha anexado a Áustria, o que fez o número de participantes da Copa passar de 16 para 15. Os alemães, inclusive, aproveitaram jogadores austríacos para se reforçar. A participação de Itália e Alemanha, inclusive, gerou protestos contra o fascismo de Mussolini e Hitler em uma Europa que já estava polarizada.
Outros desfalques importantes foram a Argentina e o Uruguai. Da América do Sul, apenas o Brasil participou. Os únicos outros dois times fora da Europa foram Cuba e as Índias Orientais Holandesas, que depois se tornariam independentes e se chamariam Indonésia. Foi a primeira e única participação em Copas na história de ambas as seleções. 

Ferrolho

A Copa de 1938 também marcou uma inovação tática que ficou conhecida como “O Ferrolho Suíço”. Tudo graças ao austríaco Karl Rappan, que treinava a seleção da Suíça. Ele inovou ao colocar um líbero para jogar e, assim, conseguiu superar a Alemanha. Ali começava a histórica tradição suíça de formar sólidos sistemas defensivos.

Diamante negro

Único representante sul-americano, o Brasil não fez feio na França. Pela primeira vez na história, a Seleção Brasileira conseguiu passar das fases iniciais do torneio. Muito graças ao mitológico Leônidas da Silva, que entraria para a história como o inventor da bicicleta. O atacante, que na época vestia a camisa do Flamengo, marcou sete gols na competição, garantiu a artilharia e encantou os europeus. Só não conseguiu dar o primeiro título ao Brasil.
Leônidas fez três gols na vitória brasileira sobre a Polônia, por 6 x 5, mas foi o polonês Ernest Wilimowski que se consagrou como o primeiro jogador a marcar quatro gols em uma partida da Copa. Melhor para o Brasil, que avançou para enfrentar a Tchecoslováquia nas quartas-de-final.
A partida entre brasileiros e tchecos foi praticamente uma batalha de guerra. O saldo: três expulsões, um braço quebrado (do goleiro tcheco Frantisek Planicka) e uma perna fraturada (do atacante Oldrich Nejedly). O empate em 1 x 1 levou a decisão para um jogo extra, 48 horas depois da primeira partida. No tira-teima, Leônidas marcou mais um gol e ajudou a Seleção Brasileira a vencer por 2 x 1. O Brasil chegava à primeira semifinal de sua história.
O técnico Ademar Pimenta resolveu não escalar Leônidas para enfrentar a Itália. Segundo o treinador, o artilheiro estaria contundido, mas a polêmica dura até hoje. Sem seu principal craque, o Brasil não conseguiu evitar que a Azzurra vencesse por 2 x 1. Na decisão do terceiro lugar, o Diamante Negro voltou e marcou dois gols sobre a Suécia – a partida terminou com o placar de 4 x 2. O Brasil voltou para casa com sua melhor campanha em Copas e, de quebra, o artilheiro do torneio.

A força da Itália 

Campeã em casa sob os olhares de Benito Mussolini, a Itália também conquistou a medalha de ouro olímpica em 1936 antes de entrar em campo para buscar o bicampeonato mundial. Mas apenas quatro campeões de 1934 continuavam no elenco, sem contar o técnico Vittorio Pozzo. Um dos craques era o meia Giuseppe Meazza, que muitos anos depois batizaria o estádio da Internazionale de Milão.
A campanha da Azzurra começou com uma vitória sobre a Noruega graças a um gol de Silvio Piola na prorrogação. Nas quartas de final, diante de 59 mil torcedores, a Itália enfrentou a anfitriã França. Por ordem de Mussolini, o uniforme era preto. Mais dois gols de Piola garantiram a vitória italiana.  Na semifinal, os italianos superaram o Brasil, beneficiados pela ausência de Leônidas da Silva.
Na outra semifinal, a Hungria derrotou a Suécia por 5 x 1, com show de Gyula Zsengellér, que marcou três gols. Mas os húngaros não foram páreo para os italianos na grande decisão. Piola fez outros dois gols e garantiu o 4 x 2. A Itália se tornava a primeira seleção a conquistar um bicampeonato consecutivo da Copa. O Brasil levaria 28 anos para fazer o mesmo. Depois disso, nenhum outro país conseguiu.

Fonte dos dados: Fifa.com





Historia das Copas - Copa da Italia - 1934

O nascimento de um gigante do futebol

Sob olhos atentos do ditador Benito Mussolini, a Itália cumpriu a dupla missão de se projetar no cenário esportivo e político internacional com o título na Copa do Mundo de 1934. O segundo mundial organizado pela FIFA despertou o interesse de 32 seleções. Isso tornou necessário, pela primeira vez, a realização de eliminatórias. A própria Itália, mesmo sendo a anfitriã, precisou disputar uma seletiva contra a Grécia para garantir sua participação. A ausência mais significativa foi a da equipe campeã de 1930. O Uruguai abriu mão de defender o título, fato que nunca mais se repetiria na história dos mundiais, como forma de dar uma resposta ao boicote italiano na edição de quatro anos antes.
No âmbito tecnológico, uma das grandes novidades foi a transmissão radiofônica ao vivo das partidas em 12 países. Com a bola rolando, a hegemonia europeia mostrou-se evidente. Os oito classificados para as quartas-de-final pertenciam ao Velho Continente. O regulamento era em estilo mata-mata. As 16 equipes qualificadas para a fase final duelavam em partida única. Em caso de empate, prorrogação. Se a igualdade persistisse, novo duelo no dia seguinte.
No confronto decisivo, diante de 50 mil torcedores, Raimondo Orsi e Angelo Schiavio foram os autores dos gols da Itália. Na verdade, uma virada digna de título. A Tchecoslováquia fez 1 x 0 aos 36 minutos do segundo tempo. Os italianos acharam o empate no fim e conseguiram o troféu na prorrogação.
A campanha dos campeões foi consistente. Na estreia, aplicaram a maior goleada do torneio: 7 x 1 sobre os Estados Unidos. Nas quartas-de-final, precisaram de duas partidas para eliminar a Espanha. O primeiro duelo terminou em 1 x 1. A segunda partida foi vencida pelos italianos por 1 x 0, em que pesem as muitas reclamações dos ibéricos por gols supostamente mal anulados.
Na semifinal, os italianos bateram a Áustria por 1 x 0. Os adversários eram conhecidos por seu futebol de toques curtos e pela ofensividade. Há quem diga que a Itália contou com a “ajuda providencial” de São Pedro, que mandou muita chuva no dia do embate, encharcou o gramado e igualou as condições das equipes.

Brasil novamente coadjuvante

Sem os uruguaios, então campeões, coube a Brasil e Argentina o papel de representantes da América do Sul no Mundial de 1934. Os dois países, que viriam a se tornar grandes forças do futebol, tiveram participações periféricas. Os argentinos caíram na estreia diante da Suécia, por 3 x 2, e os brasileiros perderam para a Espanha. A Argentina jogou sem qualquer atleta da equipe de 1930. Vários atletas mudaram de lado e adotaram a Itália, país de origem de muitas das famílias dos jogadores. Um deles, o meia Luisit Monti, teve atuação decisiva na conquista italiana.
O Brasil repetiu a receita malsucedida da Copa anterior. Dirigentes dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo não conseguiram resolver as desavenças políticas e o time, que viajou 15 dias de navio até a Itália, não passou do primeiro duelo, na pior campanha do país na história dos mundiais: 3 x 1 para a Espanha. Dessa vez, o pano de fundo da discussão era uma discordância entre o aproveitamento ou não de atletas profissionais. A Confederação Brasileira de Desportos (CBD) condenava o profissionalismo adotado por muitos paulistas. No fim, a seleção acabou composta por um elenco eminentemente do Rio de Janeiro, com nove atletas do Botafogo. Houve apenas um treino antes da estreia. O gol solitário da campanha nacional foi de Leônidas da Silva, que começava a construir sua história na Seleção Brasileira.

Fonte dos dados: Fifa.com


História das Copas - Copa do Mundo do Uruguai 1930

Uruguai confirma a hegemonia

Não era uma missão fácil. América e Europa sofriam consequências da crise econômica de 1929, que causou desemprego em série e falências generalizadas, de empresas de pequeno porte a grandes bancos. O futebol, organizado oficialmente pela FIFA desde 1904, ainda engatinhava enquanto modalidade e não tinha nada similar a uma estrutura profissional.

Mas, se o cenário conjuntural não ajudava, escolher o Uruguai como sede fazia todo o sentido no âmbito esportivo. A equipe sul-americana venceu as edições de 1924 e 1928 dos Jogos Olímpicos, feito que justificou o rótulo de Celeste Olímpica, até hoje ostentado pela seleção uruguaia. Também ajudava, no plano simbólico, o fato de o Uruguai completar 100 anos de independência em 1930.
Com esse misto de argumento econômico e técnico, o congresso da FIFA realizado em Barcelona, em 1929, definiu que a primeira edição do Mundial no Uruguai. Na prática, houve um quê de improviso, na base do convite, sem eliminatórias. Apenas quatro equipes do Velho Continente toparam a empreitada de cruzar o Atlântico em navios, casos de França, Bélgica, Romênia e Iugoslávia. Completaram o torneio oito seleções sul-americanas, Estados Unidos e o México. O sorteio das chaves só foi definido quando todas as equipes já tinham chegado ao Uruguai. As partidas foram disputadas em apenas três estádios de uma única cidade, a capital Montevidéu.
Na final, no Estádio Centenário, com capacidade para 100 mil torcedores, Uruguai e Argentina mediram forças. Mesmo com desvantagem de 2 x 1 no intervalo, a Celeste levou o título com três gols na etapa final: 4 x 2. O presidente da FIFA, Jules Rimet, entregou ao capitão José Nazassi o troféu. O dia 31 de julho, data seguinte à decisão, foi declarado feriado nacional uruguaio.

Brasil coadjuvante

A estreia da Seleção Brasileira nos Mundiais exigiu uma viagem de 15 dias de navio e refletiu um racha entre dirigentes do Rio de Janeiro e de São Paulo. A comissão técnica da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) foi montada sem a presença de integrantes da Associação Paulista de Esportes Atléticos. Em retaliação, São Paulo vetou a convocação de jogadores que atuavam no estado. Assim, nomes importantes na época, como Arthur Friedenreich, Feitiço e Armando Del Debbio não vestiram a camisa da seleção que atuou no Uruguai.
Aquém de seu potencial máximo e diante de um rigoroso frio no inverno uruguaio, a equipe nacional foi derrotada na estreia pela Iugoslávia, por 2 x 1. Coube a Preguinho a honra de marcar o primeiro gol brasileiro em mundiais. O revés diante dos europeus significou a eliminação do Brasil, já que a Iugoslávia bateu a Bolívia por 4 x 0 e apenas uma equipe seguia para a semifinal. A seleção se despediu do Uruguai com uma goleada de 4 x 0 contra a mesma Bolívia, com dois gols de Moderato e outros dois de Preguinho.


Profissão Professor

Professor Bruno Ferreira

Por: Bruno Ferreira

Olá Caros amigos leciono já faz 2 anos tive como experiência 10 escolas tanto publicas como particulares posso dizer que a educação brasileira não é das melhores, vou aqui tentar fazer uma avaliação de uma questão muito delicada como é a educação, que envolve diversos fatores desde a governo, investimento, família, escola, professores e alunos.

Educação Publica 
Temos ótimos professores tanto na rede publica como particular porem na rede publica esses estão desmotivados, por anos de defasagem do salario, condições de trabalho ruins como falta de investimento do governo nas escolas, essas que devem ter salas com bom ambiente, desde uma mobília boa e nova até novos recursos como a lousa digital ou data show, dando condições ao professor desenvolver uma aula dinâmica e moderna, construindo novos suportes para este professor lecionar prendendo a atenção do aluno.

Recursos Financeiros
Quando falamos em finanças na educação vem a cabeça o velho dilema do salario dos professores, mas nem sempre é isso que falta, porém, este deve ainda  melhorar, para que  está  profissão seja mais atrativa e inovadora, que possa atrair pessoas para dar o melhor em uma área tão importante. Vemos professores que chegam a  lecionar sem ter o domínio total da disciplina a ser ensinada, ou seja criou-se um circulo vicioso.
O governo federal deve aumentar  investimentos em educação de base tanto investimento, como formação de novos professores, estes que devem ser exigido um grau maior de qualidade, cursos de pedagogia e licenciaturas devem permanecer constantemente em vigilaria pelo MEC - Ministério da Educação. 


Recursos Humanos
Os recursos humanos em uma escola são vários como inspetores, secretários, cozinheiros, faxineiras entre outros aqueles que cuidam e trabalham na escola além dos professores, secretários e coordenadores devem ganhar mais e serem valorizados como membro de uma equipe que cuida e faz a manutenção do prédio escolar, além de serem de fundamental importância.


Família por um ideal
A família é a célula de uma sociedade, essa deve ser mantida como aquela que concebemos de nossos pais como a família nuclear pai, mães e filhos esses primeiros devem cuidar dos seus filhos de forma possa pedir e interagir na busca de melhores notas, tendo como sempre o amor, carinho e o cuidado dos pais na busca de melhores notas para que seus filhos sejam educados como membros que busquem a sabedoria como forma de garantir a sobrevivência futura. 
Os vínculos familiares vão mudar durante a vida de um cidadão que nasce, cresce é morre construindo desta forma novas famílias, mas buscando sempre ideais de honestidade, justiça e sabedoria para que construa um cidadão que respeite a sociedade em que está inserido tendo a etica como forma de agir socialmente na busca da felicidade humana.

A Educação que queremos
O Brasil deve perguntar para cada cidadão, qual o nosso ideal de educação? qual o ideal de educação do seu filho? está educação que falamos é a educação sistemática que forma o homem em escolas e instituições de ensino, a educação que  faz parte da vida do ser humano desde de quando nasce até quando morre está é a assistemática vinda de varias formas possíveis e cada vez mais informativa que chega ate nos através de jornais, rádios, televisões e cada vez mais pela internet construindo um cidadão em constante mudança gerador de crises de incerteza cabendo assim destacar que a educação vinda da família e da escola são de grande e fundamental importância para que este possa traduzir as novas formas de educação de acordo com uma ética e sabedoria criada por este em anos anteriores sabendo que inovações fazem parte da vida mais que valores ficam por toda ela.

O Professor Que Queremos
Este profissional tão importante para a formação de uma sociedade e que está em decadência istó estamos contra mão a um processo que o Brasil avança sem ter bases solidas, como educação, saúde, segurança e formas que possa inibir a injustiça contra os cidadãos pois os maus políticos  apoderaram-se da falta de sabedoria de um povo e construíram um sistema que impede a democracia e socialização desta por todos.
O professor deve buscar sempre em uma sociedade rápida e moderna ser igual ela também capaz de ser moderno, rápido e que posso informar sua disciplina com qualidade que só esse profissional tem gerando um vinculo de saber com seus alunos os maiores beneficiados de um processo educacional.

Perfil do Professor


Perfil do Professor
• A maioria dos professores trabalha em apenas uma escola, de localização urbana, e é responsável por uma turma com 35 alunos em média.
• 63,8% dos professores têm jornada em turno único (1.201.299 professores); 30,2% têm jornada em dois turnos (569.251 professores); 6% trabalham em três turnos (112.411 professores).
• 83% dos professores trabalham em escolas urbanas, 15% em escolas rurais e 2%, tanto na área rural quanto na urbana.

Os dados são do Censo Escolar de 2007.

Piso Salarial do Professor é Lei


Carreira e remuneração

Carreira e remuneração
As carreiras dos profissionais da Educação Básica são regidas pelos estatutos e planos de carreira dos estados e municípios. Contudo, tramita no Congresso Nacional o PL 1.592/2003, que busca fixar diretrizes nacionais para as carreiras dos profissionais da educação. Segundo o Consed, todos os planos de carreira dos estados estão em fase de discussão e revisão para que a profissão se torne mais atraente. Já a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) informou que cerca de 70% dos municípios brasileiros têm planos de carreira. De acordo com a lei que estabeleceu o piso para o magistério, todos os estados e municípios precisam ter planos de carreiras estruturados até 31 de dezembro deste ano.
Quanto aos salários, a Lei 11.738/08 instituiu o piso salarial profissional nacional para o magistério, única categoria profissional a ter um piso estabelecido por lei. O texto estabelece um valor mínimo de R$ 1.024,67 em 2010, reajustado anualmente, a ser pago aos professores que trabalham até 40 horas por semana e têm formação de nível médio, o que significa que os docentes de nível superior devem ter remuneração maior.
Nos institutos federais, onde também se oferece Ensino Médio, os docentes da rede tiveram a carreira reestruturada, a partir da Lei 11.784/08. Levando-se em conta a tabela vigente - distribuída entre classes e níveis - a remuneração do docente varia entre R$ 2.728,05 e R$ 8.297,16.

sábado, 14 de setembro de 2013

Literatura e Historia



Por: Bruno Ferreira


A Literatura Serve a Historia?

            Historia e a literatura entre outras ciências vêm se aproximando a partir de novas abordagens levantadas na segunda metade do século no caso da historia através da escola nova e a busca da aproximação de ciências como a Sociologia, Geografia e Psicologia.
            No caso aqui vamos fazer uma ligação entre historia e Literatura a ultima sempre buscando a criticidade a outra criando situações possíveis e inimagináveis, parece sempre que para manter esta ligação deva haver um conflito pertinente que aflore discussões.
            A literatura para a o historiador apresenta-se como meio de denunciar o conflito sociais presentes, relações de códigos formais presentes em uma realidade, ou seja, usando de mais fictícios a historia busca mostrar possibilidades reais dentro da literatura que se faz presente em textos literários como romances e textos teatrais, novelas entre outros.
           
Historia e Literatura: Estudos

            Ocorre vários estudos sobre este tema historia e literatura principalmente com o aparecimento da Escola dos Annales buscam novas metodologias a respeito dessa nova narrativa histórica, gerando sempre debates  epistemológicos.
            Citamos aqui alguns historiadores a respeito como (Braudel, Foucaut, Julia Kristeva, Derrida, Todorov) entre outros e por filósofos, buscando utilizar nessas obras aspectos intrínsecos e extrínsecos estabelece ai relações entre texto e contexto.
            Buscando ter respeito pela obra abordada e observar a finalidade que levou a sua objetividade.


Considerações Finais
           
            Com os esforços feitos para manter essa relação entre historia e Literatura percebe que aparece ai um espaço de intertextualidade, ou seja, a abordagem ficcional deixa penetrar, interrogar, e permite o estabelecimento de relações  que apresenta uma forma de pode chegar no recorte sobre o real social e político.
            O texto ficcional estabelece relações com a historia sem do  texto ficcional retirar o caráter suave de transmissão da mensagem literária e também  história real que esta presente nele.
            Portanto a historia e a literatura buscam entrar em contato uma com a outra de forma que ambas não percam a sua identidade e não se pecam da finalidade essas são fundamentais para a relação de ideias contextos e momentos históricos e também a difusão de critica, reflexão uma buscando sempre a veracidade e a outra denunciando aspectos sociais de forma literária abordada em textos que são compostos por personagens.
           
Referencias Bibliográficas

Literatura e Historia – Perspectiva e Convergencias

Prof. Dr. Luiz Eugenio Vescio; Ed EDUSC: Ed 2000.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Independência do Brasil OU Dependência do Brasil



Por: Bruno Ferreira


Todos anos chega a época da data que marcou a história do Brasil o 07 de setembro de 1922 está data marca a independência do Brasil de sua Metrópole Portugal, nessa ocasião D. João havia deixado o Brasil um país que havia passado por transformações, pois o próprio rei estava presente no Brasil, onde anos antes havia fugido da Europa por causa da ameaça de Napoleão Bonaparte.
O Brasil em 1808 era um pais escravocrata colonizado por uma metrópole pouco desenvolvida que tinha uma aristocracia que pouco queria desenvolver o potencial de Portugal, com a vinda dessa elite portuguesa o Brasil desenvolve e cria suas instituições no Rio de Janeiro.
Com o passar dos anos o Brasil que tinha como Dono Portugal foi mudando de proprietário, de inicio uma  elite subordinado a Portugal para uma subordinada a Inglaterra, mais tarde a economia do Brasil estava depende dos produtos ingleses, quando a família real saiu do Brasil o rei D. João sabia que  a independência aconteceria mais sedo ou mais tarde.
Dom Pedro filho do rei ficou no Brasil e concedeu a independência para o Brasil no dia 07 de setembro por pressões externas e internas, o Brasil ficou supostamente dependente, mas dependente economicamente da senhora dos Mares Inglaterra que estava espalhando a industrialização e seus produtos pelos sete mares, também ao longo do tempo os Estados Unidos foi desenvolvendo sua economia e seu parque industrial e queria o Brasil como zona de influência comercial.
Observamos que o Brasil mudou de dono assumiu dividas de Portugal em nome da liberdade, sofrendo uam forte dependência da Inglaterra,  com o passar do tempo foi sofrendo influencias culturais da França, e no século XX após o grande avanço dos Estados Unidos o Brasil passou a ser dependente de avanços industriais americanos, com o fim da segunda guerra os Estados Unidos aumenta sua influência no mundo e suas empresas crescem cada vez mais.
Com a parceria de Vargas com Estados Unidos e mais tarde aumentada com as políticas de Dutra e JK o Brasil teve todo o seu crescimento industrial baseado na industria estrangeira fora do pais.
Por fim chega-se a conclusão de que o Brasil sempre fornecedor de matérias primas para o estrangeiro e pouco fez para produzir uma educação para a produção de tecnologia nacional, ou seja, o Brasil mudou de dependência e não pediu a independência até os dias de hoje.