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domingo, 27 de outubro de 2013

A evolução do conhecimento Humano



Por: Bruno Ferreira

O conhecimento humano é uma das principais ferramentas que o homem utiliza para a obtenção de meios para sua sobrevivência e interação com o seus semelhantes, o homem ao longo da história foi evoluindo e desenvolvendo suas habilidades técnicas que foi sendo criada por meio da necessidade e por meio da duvida esses dois motivos principais fizeram o homem buscar soluções para seus problemas diários.
Começando com a utilização do pouco conhecimento de que possuía no inicio da pré-história um das conquistas que este animal racional obteve foi o domínio da técnica de instrumentos para a caça logo descobriu meios para dominar o fogo, a criação da fala e o agrupamento desse em comunidades tribais e por fim a criação de grupos que formaram as primeiras civilizações que fez o homem evoluir mais rapidamente com suas técnicas e com o conhecimento acumulado por suas tentativas diárias.
Com o surgimento dessas civilizações o homem obtém o conhecimento tecnico através de duas principais premissas o desenvolvimento de novas técnicas para a sobrevivência e para a conquista de povos com o constante aperfeiçoamento de armas para a guerra.
A ciência aparece não como a conhecemos, mas como algo intimamente ligada as necessidades de cada civilização, com o fim da antiguidade. O homem volta-se para a ligação com o divino na era medieval, mas a busca para a canalização da vida faz com que os nobres busque motivos para a vida espiritual na conquista de Jerusalém, fazendo renascer uma nova concpeção econômica para a Europa através desses e através dos que ficavam a margem da sociedade feudal surgindo ai a burguesia, o aparecimento do conhecimento econômico e do acumulo de riquezas.
Com o fim da idade medieval surge ai um movimento que permeia e influência no conhecimento técnico cientifico que é o surgimento do renascimento em diversas áreas do saber humano, construindo uma nova concepção para a vida humana e para o conhecimento educacional.
A idade moderna trás consigo um avanço tecnológico nunca visto antes com o surgimento da revolução industrial do aumento da produtividade de bens materiais e de consumidores e com o aumento de uma nova perspectiva de mundo
Por fim chegamos a um mundo que encontra-se em uma lato nível técnico porem com a perda de sua moralidade em vários setores da vida humana a velha tradicionalidade foi vencida após a segunda guerra mundial onde as tecnologias e o aumento do capitalismo sem escrúpulo dominou as relações sociais, levando os jovens e crianças a receber um conhecimento pronto e acabado sem motivos suficientes para um avanço de novos conhecimentos.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A Batalha das Toninhas



Por Antonio Gasparetto Junior
Batalha das Toninhas aconteceu ao final da Primeira Guerra Mundial.

Após muito tempo de progresso na Europa, a disputa imperialista por mercados acabou resultando no primeiro grande conflito do século XX, a Primeira Guerra Mundial. O conflito mudaria os destinos do continente europeu e da humanidade com sangrentas batalhas e o envolvimento de tantos países que proporcionou o adjetivo mundial à guerra. Os combates duraram entre 1914 e 1918.
A participação brasileira na Primeira Guerra Mundial foi mínima e,hoje, é um tanto quanto ignorada. Embora o Brasil não tenha participado diretamente da guerra, o país enviou navios ao continente europeu que receberam ordens da marinha inglesa. Já bem próximo ao final do conflito mundial, a Marinha do Brasil, que enviara navios da Divisão Naval em Operações de Guerra, recebeu ordens para irem a Gibraltar e patrulhar a região. A ordem foi acompanhada do alerta de que um encouraçado britânico tinha sido naufragado por um submarino alemão na mesma região. Assim, o almirante brasileiro Pedro Max Fernando Frontin ficou em alerta com a possibilidade de haver mais submarinos na área.
Ao chegar no Estreito de Gibraltar, o Cruzador Bahia, comandado pelo almirante Pedro Frontin, notou uma estranha movimentação no mar e avistou algo que, segundo ele, seria o periscópio de um submarino alemão. Diante de tal situação, o almirante ordenou um poderoso ataque. No entanto, o que acreditava ser um submarino alemão era, na verdade, um bando de toninhas. A toninha é um cetáceo de águas frias do hemisfério norte e tem uma aparência muito próxima da dos golfinhos. O ataque, contudo, foi pesado e rigoroso. Somente ao término dos disparos e já com muito sangue na água que os marinheiros brasileiros averiguaram que o que atacaram não eram alemães e tampouco oferecia algum perigo.
Batalha das Toninhas  é a marca da participação brasileira na Primeira Guerra Mundial. O Brasil foi o único país da América do Sul a participar do conflito, mas tinha problemas internos no próprio exército e uma estrutura militar inadequada para combates. O evento em Gibraltar aconteceu no início de novembro de 1918. Alguns dias depois, a guerra chegou ao fim. O fato é que o incidente com a marinha brasileira foi retirado dos livros e raramente é citado por ter se tornado um fato cômico. Entretanto, a reação dos marinheiros não pode ser completamente criticada, tendo em vista o cenário de alerta de submarinos que lhes foi apresentado antes de chegar ao estreito de Gibraltar e por casos de naufrágio nos quais navios brasileiros foram efetivamente torpedeados por submarinos alemães.

A Degola e Execuções Durante a Revolução Federalista





Por Antonio Gasparetto Junior
À época da Revolução Federalista, o marechal Floriano Peixoto ocupava o cargo de Presidente do Brasil. Sua primeira medida sobre o que acontecia no Rio Grande do Sul foi enviar tropas federais ao estado para apoiar Júlio de Castilhos. As tropas foram chamadas de legalistas e se dividiram em três fontes de combate. O governador gaúcho, por sua vez, convocou também a polícia estadual para defender seu governo. Vários combates foram travados daí em diante.

Durante o conflito, houve um momento em que a prática da degolafoi utilizada extremamente. Ambos os lados da disputa fizeram uso do recurso. O recurso foi atribuído, inicialmente, a Adão Lotorre, um coronel do lado dos maragatos, que teria executado cerca de 300 opositores às margens do Rio Negro. Mas esse argumento que foi propagado é equivocado, pois as fontes demonstram que o número apontado refere-se a um número total de vítimas por motivos diversos no combate. Efetivamente, o número de degolados estaria em torno de 23 homens, sendo que este grupo era formado por indivíduos publicamente reconhecidos pelos seus atos contra os federalistas. Todavia, a resposta foi muito mais extremada. Se os maragatos haviam degolado 23 homens, os chimangos revidaram degolando 250 maragatos no chamadoCombate do Boi Preto.
Assim, a degola acabou se tornando execução comum durante a Revolução Federalista. De tanto se utilizar o recurso, acabou sendo banalizado e ocorrendo com zombarias e humilhações. Algumas vezes, a prática era precedida ainda por castração. Ou seja, difundiu-se um costume de extrema selvageria durante o confronto. Costume que se expandia à cada vez que se buscava a retaliação. Como as tropas não tinham capacidade de manter prisioneiros, a punição que melhor atendia era a execução rápida que as degolas permitiam. Ao fim do combate, centenas de homens morreram vitimados por tais atos de selvageria.

Fonte:

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A História do Dia dos Professores


Os professores merecem salários mais justos, pois lidam com a educação de um país
O dia do professor é comemorado em 15 de outubro.
Durante seu período de formação, esse profissional desenvolve habilidades que o ajudará a lidar com crianças e jovens que estão em fase escolar, como metodologias de trabalho e didática de ensino.
Hoje em dia os professores têm um papel social maior, estão mais envolvidos e engajados no exercício da profissão, pois as metodologias de ensino mudaram muito de uns anos pra cá.
O professor deixou de ser visto como o todo poderoso da sala de aula, o detentor do saber, o dono da razão, e foi reconhecido como o instrumento que proporciona a circulação do conhecimento dentro da sala de aula.
Isso acontece em razão de seu modo de agir, a maneira como conduz as aulas, pois considera os conhecimentos que os alunos levam consigo, fazendo com que cada um manifeste a sua opinião acerca dos assuntos discutidos.
A criação da data se deu em virtude de D. Pedro I, no ano de 1827, ter decretado que toda vila, cidade ou lugarejo do Brasil, criasse as primeiras escolas primárias do país, que foram chamadas de “Escolas de Primeiras Letras”, através do decreto federal 52.682/63.
Os conceitos trabalhados eram diferenciados de acordo com o sexo, sendo que os meninos aprendiam a ler, a escrever, as quatro operações matemáticas e noções de geometria. Para as meninas, as disciplinas eram as mesmas, porém no lugar de geometria entravam as prendas domésticas, como cozinhar, bordar e costurar.
A ideia de fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker, que propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas, trocas de experiências etc.
A reunião foi um sucesso e por este motivo outras escolas passaram a adotar a data, até que ela se tornou de grande importância para a estrutura escolar do país.
Anos depois a data passou a ser um feriado nacional, dando um dia de descanso a esses profissionais que trabalham de forma dedicada e por amor ao que fazem.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

Mitologia Nórdica



Introdução
A mitologia nórdica, também conhecida como mitologia escandinava ou viking, é composta pelo conjunto de lendas, crenças e religião dos povos escandinavos antigos (que habitaram a região da Península da Escandinávia). Os principais mitos nórdicos são originários, portanto, dos reinos vikings.
A mitologia nórdica era uma coleção de histórias e crenças compartilhadas pelos povos germânicos do norte. Ela foi transmitida de forma regular de geração para geração, principalmente através de poesias. Essa mitologia chegou até nós através, principalmente de textos medievais escritos durante e após o processo de cristianização da região. Outra importante fonte foram os Edas (conjunto de textos encontrados na Islândia que apresentam históricas e personagens mitológicos). A transmissão dos mitos permaneceu durante a Era Viking.
Principais características da mitologia nórdica:
- Não acreditavam em nenhuma verdade transmitida pelas divindades aos mortais;
- Os mitos e lendas eram transmitidos, principalmente, de forma oral de geração para geração;
- O mundo é representado como um disco plano;
- Os deuses nórdicos habitavam Asgard (espécie de cidade sagrada cercada por muros);
- Os deuses deram aos homens habilidades e sentidos.

Principais criaturas da mitologia nórdica:
- Deuses e deusas: deidades superiores.
- Valquírias: deidades menores, servas de Odin.
- Heróis: criaturas que realizavam grandes feitos, pois possuíam poderes especiais.
- Anões: possuíam inteligência superior e muitos tinham a capacidade de prever o futuro.
- Jotuns: gigantes com poderes especiais que quase sempre aparecem em oposição aos deuses.
- Bestas: seres sobrenaturais como, por exemplo, Fenrir (lobo gigante) e Jörmundgander (serpente marinha gigante).
- Nornas: deusas que tinham funções específicas relacionadas ao controle do presente, passado, futuro, sorte, azar e providência.
- Elfos: viviam nas florestas, fontes e bosques. Eram imortais, jovens e tinham poderes mágicos.

Os principais deuses da mitologia nórdica:
- Odin: deus, rei de todos os deuses.
- Thor: deus dos raios e dos trovões. Filho mais velho de Odin.
- Balder: deus da justiça e da sabedoria.
- Loki: deus do fogo
- Frigga: deusa da fertilidade e do amor.
- Bragi: deus da sabedoria e da poesia.
- Dag: deus do dia.
- Njord: deus dos ventos e da fertilidade.
- Frey: deus da fertilidade e do tempo.
- Ran: deus dos mares.
- Gerda: deusa das almas perdidas.
- Freia: deusa do sexo, do amor, da beleza e da fertilidade.
Os principais heróis da mitologia nórdica:
- Beowulf: guerreiro que venceu o dragão e o grande monstro Grendel.
- Siegfried: personagem épico na saga dos Volsungos.
- Grendel: monstro que foi derrotado por Beowulf.
- Volsung: personagem rei.
- Erik, o vermelho: descobridor da Groelândia.
As Valquírias:
- Brünhild
- Gunnr
- Skuld
- Hilkdr

Fonte: http://www.suapesquisa.com/mitologianordica/

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Alice no país das maravilhas: Muito além da toca de coelho


Livro revela detalhes sobre a Inglaterra do século 19

Eduardo Lucena | 04/07/2013 15h35
Quando publicou seu romance Alice’s Adventures in Wonderland, em 1865, o reverendo e escritor Charles Lutwidge optou por usar o pseudônimo de Lewis Carroll. Deve ter se arrependido do anonimato, porque, rapidamente, o livro tornou-se um estrondoso sucesso. Foi lido pela rainha Vitória (1819-1901) e inspirou o jovem escritor Oscar Wilde (1854-1900). Tudo havia começado três anos antes, durante um inocente passeio de barco pelo rio Tâmisa, em Londres, com o reverendo Robinson Duckworth e três crianças - uma delas Alice Liddell, de 10 anos. Mas a obra não se resumia a um conto infantil. Em Alice no País das Maravilhas, o autor revelou hábitos e conceitos de sua época. Seu trabalho era tão baseado em fatos reais que muitos de seus personagens foram inspirados em pessoas que Carroll conheceu enquanto lecionou matemática na Universidade de Oxford.
IIlustração de Jessie Willcox Smith (1923)

A obra logo chegaria ao cinema. Foi lançada pela primeira vez como um curta-metragem em 1903 e teve inúmeras versões, como a animação lançada pelos estúdios Walt Disney em 1951. Dirigida por Tim Burton, a mais recente adaptação deve chegar às telas brasileiras em abril. O roteiro mostra Alice dez anos depois, retornando a Wonderland. O próprio Charles Lutwidge fez algo parecido em Através do Espelho e o que Alice Encontrou por Lá, de 1871 (ele morreria em 1898). Quem ler o livro ou for ao cinema vai comprovar: seu legado permanece.

O lado real do país surreal


A obra é cheia de referências ao mundo de Lewis Carroll

Violência

"Cortem-lhe a cabeça", diz a Rainha de Copas. O trecho revela que os leitores vitorianos não se chocavam com cenas de violência, mesmo se descritas para crianças. "Não se deveria permitir que livros como Alice no País das Maravilhas circulassem entre adultos que estão se submetendo à análise", afirmou o crítico Martin Gardner.

Crítica aos colegas
O reinado da rainha Vitória viu surgir uma nova geração de poetas, como Lewis Carroll e Edward Lear (1812-1888), que trouxeram humor e absurdo ao tradicional formato do poema clássico. Em Alice, Carroll ridiculariza diversos autores famosos na época, como Robert Southey (1774-1843) e Mary Howitt (1799-1888).

Amadurecimento

As transformações corporais sofridas por Alice são uma metáfora para o crescimento de meninas com a chegada da puberdade, oportunidade para inúmeras interpretações psicanalíticas. Carroll, aliás, nunca escapou de analogias (à pedofilia, por exemplo) e críticas a seu carinho por meninas de 8 a 12 anos, entre elas a Alice original.

Existencialismo

"Lagarta para Alice: ‘Quem é Você?’. Alice responde: ‘Eu... nem eu mesma sei, Sir... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então’." Para muitos críticos, tais indagações antecipam a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre (1905-1980).

Matemática aplicada

Autor de estudos de lógica, Carroll era fascinado por charadas. No capítulo 9, o Grifo (animal mitológico com cabeça de águia e corpo de leão) diz quantas horas por dia estudava: "Dez horas no primeiro dia, nove no seguinte, e assim por diante". Alice responde: "Nesse caso, no décimo-primeiro dia era feriado?" Ela está certa.

Artigo de Aventuras na Historia - www.aventurasnahistoria.com.br

domingo, 6 de outubro de 2013

As 7 Maravilhas do Mundo Antigo

Todas as 7 maravilhas do mundo antigo são monumentos erguidos pelo homem durante a Antiguidade. Tais monumentos são caracterizados pela sua incrível beleza e complexidade.

A Grande Pirâmide de Gizé

Pirâmide de Gizé
É a maior de todas as Pirâmides do Egito e está acompanhada pela mística Esfinge de Gizé. Foi construída pela faraó Khufu por volta de 2.650 a.C. e por mais de 4.000 anos se manteve como a mais alta estrutura do mundo. É a única das maravilhas antigas ainda de pé.
Veja também:

Jardins Suspensos da Babilônia

Jardins Suspensos da Babilônia
Embora seja considerado uma maravilha do mundo antigo, esses jardins talvez nunca existiram. Segundo a lenda, o rei babilônico Nabucodonosor criou um colossal labirinto de cachoeiras e uma densa vegetação plantada em seu palácio para uma mulher. Os Jardins ficavam à beira do Rio Eufrates (hoje na região do Iraque), e supostamente foram erguidos sobre uma grande construção com vários andares.

A Estátua de Zeus

Zeus
Com 40 metros de altura, a estátua de Zeus foi erguida no templo de Olímpia (Grécia) por volta de 450 a.C.. Foi totalmente construída com ouro e marfim, em um processo que durou oito anos. A estátua foi destruída por um incêndio em meados de 470 d.C..

O Templo de Artemis

Construído em 550 a.C. na atual região da Turquia, o templo era sustentado por incríveis colunas de mármore, e o grande destaque do templo era a estátua da deusa Ártemis, construída em ouro e prata.
Templo de Artemis
O templo foi incendiado alguns séculos depois por Heróstrato, um homem em busca de fama.

O Mausoléu de Halicarnasso

O Mausoléu de Halicarnasso
Também localizado na Turquia, o templo foi construído por Artemis por volta de 350 a.C. para sepultar seu marido, o Rei Mausolo. Artemis morreu pouco antes do mausoléu ser terminado. O templo foi destruído no século XV por causa de constantes terremotos. Suas pedras foram usadas para a construção de outros locais.

O Colosso de Rhodes

O Colosso de Rhodes
Essa gigante estátua do deus Hélios foi construída na Grécia por volta do ano 300 a.C.. A estátua possuía 33 metros de altura e foi feita em bronze, ferro e pedras. Sua real aparência ainda é um mistério. Quando a estátua foi destruída em 226 a.C. por um terremoto, a estátua destruiu várias casas ao redor do porto de Rhodes.

O Farol de Alexandria

O Farol de Alexandria
Prático e bonito (feito todo com mármore e argamassa), o farol começou a guiar marinheiros que entravam e saíam da Grécia por volta de 250 a..C. O monumento resistiu a mais de 20 terremotos, mas no século XIII ele ruiu e seus destroços foram parar no fundo do Mar Mediterrâneo.
E você leitor, já conhecia as 7 maravilhas do mundo antigo?

sábado, 5 de outubro de 2013

Profissão: Historiador


Historiador é o profissional que estuda/pesquisa o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana. Seu trabalho se baseia, principalmente, na pesquisa de documentos, como manuscritos, impressos, gravações, filmes, objetos e fotos. Depois de selecionar, classificar e relacionar os dados levantados em bibliotecas, arquivos, entrevistas ou estudos arqueológicos, ele data o fato ou o objeto, confere autenticidade e analisa sua importância e seu significado para a compreensão do encadeamento dos acontecimentos.

MERCADO DE TRABALHO

O mercado mais tradicional para esse profissional são as escolas de ensino médio e faculdades, mas novos campos de trabalho vêm se abrindo. Nos últimos anos, cresceu a procura por historiadores em empresas privadas, órgãos públicos e entidades de apoio à cultura, para atuar principalmente nas áreas de preservação do patrimônio e resgate histórico. O historiador também tem sido contratado por empresas interessadas na consultoria histórica de produtos - a pesquisa da trajetória de artigos antigos que podem ser relançados ou de similares com boa ou má aceitação no mercado  para que seus lançamentos estejam mais próximos das expectativas dos consumidores. As operadoras e as agências de turismo, por sua vez, buscam o profissional para auxiliar na criação de roteiros focados em destinos históricos e culturais. Museus e centros culturais são outra alternativa de colocação profissional do historiador, que pode trabalhar na curadoria de exposições e na organização e promoção de cursos livres. Nas editoras, ele é contratado para atuar na elaboração de livros didáticos e paradidáticos. O historiador encontra ainda trabalho na produção de teatro, cinema e televisão, onde faz pesquisa de época para filmes e novelas, ajuda a elaborar roteiros e dá apoio ao material audiovisual em geral.
salário médio inicial do historiador varia conforme a região de atuação e o porte da empresa ou escola contratante.