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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Eram os Deus Astronautas



Por: Bruno Ferreira

Um envolvente documentário que conta o surgimento da humanidade e suas culturas antigas que tiveram contatos com seres de outros planetas, pois possuam estruturas como templos impossíveis de serem feitos por tamanha tecnologia de sua epoca, surge a teoria a partir de estudos feitos por vários pesquisadores da existência de vida inteligente fora do planeta e como essa vida inteligente é capaz de ajudar tecnologicamente os homens que viveram a mais de 5 mil anos.
Civilizações como Egípcia, Inca, Maia, Asteca e outras que construíram enormes monumentos a adoração de deuses que vieram de outros planetas e que nos dias de hoje chamamos de Extra terrestres, o documentário levanta hipóteses desses deuses presentes em religiões históricas como hinduísmo e Cristianismos onde são relatados como sendo deuses os extra-terrestres.
Um belo documentário de cunho informativo e que com sua produção feita a algumas decadas o que deixa ainda mais fascinante a teoria que os deuses foram astronautas de outros planetas que tinham a função de propagar conhecimento entre os homens do passado.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Os Negros no Brasil




Por: Bruno Ferreira



Os negros chegaram no Brasil através da iniciativa dos portugueses que não tinham mão de obra suficiente para trabalhar na colonia brasileira, foi uma das maiores migrações forçadas da história já que esses vieram para o Brasil para serem escravizados, sendo apenas mercadorias aos olhos dos portugueses.
 O Brasil utilizou da sua mão de obra por mais de 300 anos e apenas em 1888 foi declarada a libertação dos escravos no Brasil, por sua continua exploração na sociedade os negros e seus descendentes sofreram após a liberdade foram excluídos do processo de posse da terra e do trabalho assalariado foram banidos para os guetos e cabarés dos grandes centros.
Sendo excluídos de toda a economia do Brasil por varios motivos, foram esses a promover e contribuir no lado cultural desse país como na dança, comidas tipicas e lingua muito foi incorporado desses povos que vieram capturados do continente africano para promover aqui o progresso do capitalismo portugueses e brasileiro.
Diante de tanta discriminação ao longo dos anos esses foram sendo incorporados a sociedade ao passar das décadas e foram reconhecidos como contribuintes ao processo histórico brasileiro, e o governo nas ultimas décadas foram implantando politicas a beneficiar aqueles que são acendentes dos negros os chamados afro-brasileiros, esses ganharam o direito a cota em faculdades publicas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Capitalismo "sistema nosso de cada dia"



Por: Bruno Ferreira

                O sistema econômico e social que estamos envolvidos passa por uma série de transformações históricas a séculos. Com a evolução do capitalismo que passou de mercantilista para industrial e por fim no último século financeiro vemos nascer um sistema que vai além do campo econômico.
                O sistema capitalista tem como base a prosperidade de todos em busca da riqueza e por fim do progresso tecnológico e cientifico, portanto a princípio não observamos as mazelas que esse sistema fez ao decorrer da história.
                No primeiro momento o sistema rompeu com a velha tradição imposta na sociedade europeia onde a sociedade estava dividida em classes sociais, vivendo em uma sociedade estamental, além de romper com a tradição em nome do lucro vemos o surgimento de uma nova classe a “burguesia” está que seria a classe social que faria todas as revoluções e revoltas do século posteriores em nome do lucro.
                Ao fim esta classe burguesa se associa-se ao rei em nome do progresso do país e da nação vem o surgimento de um novo sistema socioeconômico,  mercantilismo,  observamos o fortalecimento do estado e do Rei, o surgimento de uma sociedade onde o Rei era absoluto e o surgimento de um nobreza forte o suficiente para impedir dessa burguesia de participar do processo político, ao final desse processo vemos as revolta provocadas pela Revolução Francesa e as revoluções posteriores eclodiram pela Europa.
                No segundo momento com a definição de regras políticas e da livre iniciativa privada por parte dessa nova elite que nascia, a burguesia dominaria além dos “burgos”,  todo o mundo a venda dos produtos, na Inglaterra o sistema político reformou-se me nome do progresso de alguns, observamos que os meios de produção ficariam restritos a poucos e partir desses poucos surgiria as fabricas, seria o fim da sociedade artesanal. Todas as mudanças econômicas e sociais afetaram a vida política da Europa o papel do Rei viraria secundário na Inglaterra, observamos que entre os pobres que ficariam mais pobres surge uma nova classe o “proletariado” essa classe trabalhadora seria a válvula propulsora do progresso explorada por séculos.
                No último auge momento do sistema capitalista temos o surgimento do mundo financeiro e o fim das velhas monarquias o surgimento do estado moderno, onde a “Republica” ganharia força no mundo todo, a burguesia em nome da ganancia e do lucro desenvolveu uma sociedade baseada no seu “status quo”, buscando essa ser o reflexo que todos devem seguir, o sistema criado por último é baseado na especulação financeira, esse sistema encontrou nos Estados Unidos motivos de sobra pra promover o progresso desse povo, com um sociedade educada por ser essa de tradição protestante, o sistema capitalista encaixou certinho no modo de vida das 13 colônias britânicas desenvolvendo o capitalismo no seu auge, até encontrar sua queda na crise da bolsa ne Nova York em 1929.

                Em toda a história moderna e contemporânea vemos o sistema capitalista moldar toda uma sociedade de acordo com os interesses de uma classe social, destruíram todo o sistema político, econômico e pregaram o surgimento de uma nova cultural  “o capitalismo de mercado” e o sucesso das vendas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A Historia da Filosofia




Anne Rooney

A HISTÓRIA DA
FILOSOFIA

Da Grécia Antiga aos Tempos Modernos


O lançamento da M.books traça o pensamento filosófico ocidental desde seus primórdios até tempos atuais, com uma linguagem simples e acessível, para que o leitor possa aprender e desfrutar de novos conhecimentos.

A Historia da Filosofia traça o pensamento na Filosofia Ocidental desde os gregos das Antiguidades aos tempos de hoje. Um relato acessível, fascinante e lindamente ilustrado das primeiras preocupações dos maiores pensadores do mundo, que explora os cinco principais ramos da Filosofia: Metafísica, Epistemologia, Lógica, Ética e Estética.

Como objetivo de encontrar “a verdade que vale pra mim”, ajudou os homens a decidir como viver, como pensar sobre o mundo a sua volta, como relacionar com os outros.

Na Filosofia, fazer perguntas é essencial. Quanto mais indecifráveis, mais atraentes elas são. Assim, A História da Filosofia apresenta com concisas explicações e um grande número de exemplos, as principais questões e tentativas de respostas colocadas pelos filósofos nos últimos 2500 anos.




SOBRE A AUTORA :

Anne Rooney: é uma autora em tempo integral que vive em Cambridge,Inglaterra. Ela é associada do Royal Literature Fund e membro da Royal Literature Society, Society of Authors,Scattered Authors Society e National Union of Jornalists. Concluiu o mestrado e depois o doutorado em Literatura Medieval na Trinity College, em Cambridge. Depois de lecionar inglês medieval por um tempo e literatura francesa nas Universidades de Cambridge e York, ela saiu para seguir carreira como escritora. Escreveu muitos livros sobre Ciências, Artes e Tecnologia.
M. Books do Brasil Editora Ltda
Atendimento ao Cliente: 11 3645-0409 / 0410 - Fax: 11 3832-0335 Email: vendas@mbooks.com.br 

Visite nosso site: http://www.mbooks.com.br / Twitter: @mbooks_ / Facebook: facebook/mbookseditora

Segunda Guerra Mundial BLITZKRIEG



Nigel Cawthorne

Segunda Guerra Mundial
BLITZKRIEG
O Plano Estratégico de Hitler para Conquistar a Europa

O lançamento da M.books deste mês conta a história do desenvolvimento do conceito Panzer
e da construção e implementação do Corpo Panzer, de como os Panzer se tornaram a ponta de lança das máquinas militares mais eficientes do mundo e de como sobreveio a derrota final. Nesta obra, a guerra dos Panzer é vista pelos olhos daqueles que nela lutaram e puseram a mais mortal das armas nas mãos indignadas de Hitler.

Baseada em velocidade, e surpresa a Blitzkrieg (literalmente "guerra relâmpago") envolvia unidades de tanques leves, apoiadas por aeronaves e infantaria, abrindo caminhos através de linhas inimigas e rumando céleres para capturar objetivos antes que o inimigo tivesse tempo de reagrupar-se. Após o sucesso de tanques britânicos na Primeira Guerra Mundial, os
Alemães decidiram que o futuro da guerra estava nos
Panzerkampfwagen, ou carros de combates blindados, mais tarde conhecidos simplesmente, em alemão, como Panzer.

Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, viu rapidamente como essas formações Panzer poderiam invadir países e derrotar inimigos tradicionais da Alemanha, objetivando a construção do império europeu que o ditador tanto desejava.




SOBRE O AUTOR: NIGEL CAWTHORNE: É um escritor ingles, editor e colaborador em aproximadamente 60 livros, em diversas áreas, incluindo história, política, artes, musica, engenharia, ciências e esportes. Tem colaborado e escritos artigos para mais de 150 jornais e revistas da Inglaterra e dos Estados Unidos, como The Guardian, Daily Telegraph, Daily Mail e The New York Times. Seus livros de história foram traduzidos para várias línguas e publicados em diversos paises de todo o mundo.

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

A História das Cidades: Um Processo de Construção Urbana

    


Por: Bruno Ferreira


As cidades nem sempre foram o que são na maioria hoje, compostas de casas, prédio, pontos comerciais e industrias observamos que o processo de construção das cidades e o conceito urbano surge na pré-história, porém essas não eram cidades mas pequenas comunidades familiares conhecidas como Monos ao longo dos anos o processo de construção de comunidades construiu as primeiras vilas e logo as primeiras cidades da antiguidade.
As primeiras cidades a serem construídas encontra-se na região da Mesopotâmia e Egito com o desenvolvimento das civilizações estas se expandiram pelo mundo varias e famosos centros de comercio onde circulava além da economia uma troca de culturas essas cidades eram protegidas por muralhas utilizadas para a defesa contra inimigos, uma das mais famosas era Troia com uma gigantesca muralha, só viu a sua derrota diante do presente dado pelos Gregos que era um Cavalo que foi a derrota da cidade, já que este estava cheio de soldados que abriram os portões da cidade para a invasão dos Gregos.
A outras cidades famosas na antiguidade como Alexandria com sua gigantesca biblioteca, ou a Babilônia com seus Jardins Suspensos, ou ainda as cidades que eram Estados na Grécia como a famosa Esparta composta com os melhores guerreiros da antiguidade, e Athenas rica com seu comercio e cultura.
A cidade que deu o nome a uma civilização foi famosa e grandiosa “Roma” que fez surgir a partir dela um dos impérios civilizatórios da antiguidade expandindo o seu domínio pela Europa, Ásia e África dominando o mediterrâneo ou chamado “Mare Nostro”, observa-se que essa era composta por templos, palácios e composta de uma grande população no seu auge, criando meios para o entretenimento do povo dessa cidade o Circo Maximus e o Coliseu.
Com a chegada da idade medieval o processo urbano sofreu quedas e ocorreu uma ruralizarão da Europa, observa que a cidade que chama mais atenção no período era Constantinopla que virou o centro econômico e cultura entre a Ásia e Europa surgindo ali a capital da civilização Bizantina.
O processo de expansão das cruzadas proporcionou o renascimento comercial e urbano e o surgimento de cidades novamente, vemos o surgimento de cidades por onde passava as férias e cruzadas, o surgimento de cidades fortificadas, novamente a península italiana renasce com as rotas comerciais de Veneza.
Com o processo de expansão dos mares vemos o renascimento da cidade de Lisboa como centro marítimo comercial e logo ocorre a expansão nos mares, vem o surgimento de importantes cidades como Londres e as cidades das Colônias nesse período da modernidade surge um aumento gradativo das cidades e do processo urbano, ocorre o surgimento de cidades costeiras importantes nas colônias americanas, africanas e asiáticas.
O processo urbano ocorre no Brasil através de cidades costeiras como Salvador na Bahia, Recife em Pernambuco e o Rio de Janeiro, temos nas Treze colônias inglesas a cidade de Nova York.
Com o crescimento do capitalismo pelo mundo proporcionou a criação de Megas cidades mundiais com mais de um milhão de habitantes em poucos séculos apareceram super cidades globais como São Paulo, Cidade do México, Nova York, Londres, Berlin, Pequim, Barcelona, Madri, Roma, Hong Kong, Tokio e Bali entre outras muitos saíram do campo e foram pra cidade em busca de emprego e meios para a sobrevivência diária diante de um mercado cada vez mais industrial e globalizado criando uma grande aldeia global.

Por fim podemos concluir que o processo urbano passa por um processo histórico e geográfico da socialização humana e das atividades desenvolvidas pelo homem ao longo da história possibilitou a criação de centros urbanos que ajudou muito e facilitou o crescimento urbano, porém ainda ocorre grande desigualdade social nesses centros urbanos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A JOVEM DEMOCRACIA DO BRASIL


Por: Bruno Ferreira

                A democracia do Brasil é jovem e imatura diante da nossa história a republicana esta que foi proclama em 1889, pelas mãos de militares, e esses fizeram os primeiros mandatos presidenciais de nossa história, ficando conhecida como a república da espada   desta forma o processo republicano democrático não veio pelas mãos do povo.
No segundo momento vemos surgir uma oligarquia cafeeira e leiteira vindas dos estados de Minas e São Paulo tomaram posse no poder, esse período ficou conhecido como a república do “café com leite”, já que Minas Gerais produzia leite e São Paulo Café o chamado ouro negro do Brasil.
         A partir de 1930 ocorre um golpe vindos das mãos de um gaúcho que rompe o combinado da velha política de governar o Brasil e passa ele a fazer as mudanças que o Brasil queria seu governo durou até 1945, pois com o fim da segunda o Brasil lutava contra ditadores e tinha um no comando do país, este que fez o seu sucessor o General Dutra.
         A volta de Getúlio Vargas pelas mãos do povo de forma democrática perdurou até a sua morte, podemos definir o período de Vargas como “Era Vargas” ele que tirou o Brasil de um atraso industrial e colocou  em um novo rumo, diante de uma crise política acabou se suicidando, mas como ele mesmo disse em sua carta “saio da vida para entra para a história”, e sem dúvida nenhuma é um dos políticos mais interessantes da nossa republica.

         A jovem democracia do Brasil começou de forma popular pelas eleições de um desenvolvimentista e liberal “Juscelino Kubitschek” que por meio de investimento internacional conseguiu maior desenvolvimento do parque industrial brasileiro, e com definições feita através do seu plano, conhecido como “plano de metas”  que  procurou pregar o desenvolvimento econômico e social do Brasil e a transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília o processo conturbado de sua posse só aconteceu graças à intervenção do General Lott que assegurou a sua posse a presidência.

         O seu sucessor Jânio Quadros veio com um discurso inovador e por meio de promessas ao combate a mesma corrupção, que vemos hoje a candidata Marina combater, a uma frase dita por Marx “a história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.

         Ao final Jânio quadros renunciou ao governo e o seu vice João Goular assume a presidência, vale lembrar que o voto direto a presidente era restrita, ou seja, poucos votavam, no começo do século, por meio de Vargas 1932 que o voto passou a ser para maiores de 21 e que todos independente do sexo pudesse votar.
 João Goulart foi deposto devido a um golpe feito pelos Militares e a classe média alta e reacionária, muitos afirmam que ele foi deposto por sua postura simpatizante ao governo comunista e sua postura de reforma as “reformas de base” que ele propunha fazer no Brasil.
         O período militar no Brasil perdurou de 1964 até o ano de 1985 podemos dizer que esse período foi de crescimento econômico em diversas áreas porém apenas parte da população tinha direitos a toda a riqueza que o “milagre econômico do Brasil” ofertava com seu alto crescimento.
         Diante de pressões internas e externas e o fim do “milagre brasileiro” a sociedade organizou-se para o fim da era da ditadura um período marcado por injustiças, violência e repressão a liberdades individuais.
         Em uma eleição indireta o congresso escolheu Tancredo Neve como presidente do Brasil, este que estivera nos principais momentos da política nacional nos ultimas 50 anos e que não tomou posse devido sua saúde, o seu vice José Sarney, assume a presidência e faz um mandado difícil diante de crises socioeconômico e a diversos planos econômicos que fracassaram, assim a inflação acabava com a economia do Brasil.
         Em 1988 foi eleito o Jovem político Fernando Collor de Melo ganhando sua eleição do metalúrgico e sindicalista, Luiz Inácio Lula da Silva “LULA”, o mandato de Collor foi de intensa confusão, com plano econômico fracassado e dessagrando boa parte da elite ocorre também  escândalos de corrupção esse que chegou de forma triunfal ao Planalto saiu de por meio do  Impeachment.
A sorte do Brasil é que o seu vice Itamar Franco Tomou posse  e arrumou a casa conseguindo fazer um plano econômico consistente que foi planejado por meio de técnicos e por Fernando Henrique Cardoso que tornara-se presidente em 1994 ganhando também em 1998 de Lula.
          Devido ao seu segundo mandato ter sido arrasado por uma crise internacional e a um processo grande de privatização de grandes empresas estatais como a “Vale do Rio Doce” e empresas de comunicação, em seu segundo mandato ouve também uma perda da renda salarial do trabalhador e um prejuízo nas questões socais do Brasil.
         Em 2002 depois de três tentativas Lula o sindicalista ganha a presidência da república por meio de um novo Marketing político, sem dúvida foi a um novo Lula, em seu governo ele priorizou a área social, através de programas sociais, foi marcado por escândalos de corrupção chamado de “Mensalão” denúncia feita pelo deputado Roberto Jeferson.
 Com sua postura carismática e com um bom segundo mandato trazendo para o Brasil crescimento econômico aliado a uma distribuição de renda com o auxílio do credito e liberdade social os escândalos foram abafados,  sua postura diante das denúncias era de que de que não sabia de nada do que ocorria, procurou fazer trocas de ministros e com programas sociais e uma nova ministrada da fazenda Dilma Rousseff, fez a sua sucessora um pouco antes dela assumir a presidência, o mundo sofreu a crise da bolha imobiliária em 2008 entrando num processo de recessão nos mercados desenvolvidos.
 Os emergentes chamados BRICs sustentou o crescimento mundial, o Brasil com o auxílio da mesma formula inventada por Lula e com o PAC 2, Programa de Aceleração do Crescimento que busca o crescimento econômico e logístico do Brasil, porem novamente com denúncias de corrupção que busca afetar o governo do PT e com o auxílio de uma má fase econômica o processo de reeleição da Presidenta do Brasil parece bem mais complicado do que se pensava a um ano atrás.
         Na atual conjuntura política a menos de uma semana das eleições esta da seguinte forma, a oposição do PSDB representada por Aécio Neves ex governador de Minas e que fez de tudo para que um escândalo do Aeroporto não prejudica-se ainda mais sua campanha.
Como terceira via temos Marina que vem com um discurso de “Nova Política”, porém na pratica ocorre a formula da mesma velha política, e que vem sendo pressionada por movimentos LGBTs e movimentos religiosos protestantes pois nos dois casos ela não conseguiu agradar os eleitores com sua dita “política nova”, porém ao final costuma ceder a pressões, como foi o caso da Pressão feita pelo pastor Malafaia e do setor de Agronegócios, ela costuma dar um jeitinho bem brasileiro para conseguir o tão sonhado poder de nossa recém democracia, e tudo indica que está candidata estará no segundo turno para disputar o poder com Dilma.
         Dilma está com uma campanha esperada com seu mesmo ideal o de manter a mesma postura, porém sofre ataques de ambos oponentes devida a um crise internacional que afeta a nossa economia e que enfraquece as eleições e o governo dela, como diria a frase “mexeu no bolso a coisa pega” e no caso o bolso aqui é a economia do Brasil, também sofre com denúncias de corrupção e com péssimo índices econômicos e com os adversário estão loucos pelo poder aproveitam da situação que nos encontramos, porém mesmo assim Dilma Rousseff segue favorita ao planalto.
         Observamos que a jovem democracia do Brasil é imatura, já que temos um eleitorado muito alienado ao processo eleitoral e não a um contexto maior de percepção política, sendo assim pouco critico as questões políticas o brasileiro não se sente a vontade para participar do processo político.
 Podemos concluir que Brasil nos últimos anos viu o nascimento de uma classe média econômica de serviços públicos, como saneamento básico, moradia, educação, saúde e segurança entre outros, o que ocorre no Brasil é um paternalismo histórico no processo político onde as questões relacionadas a um serviço público de qualidade que deveria ser de fato de qualidade, foi  sendo  privatizada a setores para que o capital privado possa agir, porém sem modificar a situação social do Brasil, participando dos bons serviços públicos apenas aqueles brasileiros de classe, rica ou média ou  alta, terceirizamos a qualidade e fizemos do serviço público um calabouço de ineficiência por diversos motivos e quando ocorre crises econômicas os que mais sofrem são os brasileiros da classe C e os pobres.

A Democracia no Brasil ainda falta muito para que de fotos todos possam ser chamados de cidadãos com os mesmos direitos, porém diante de uma democracia jovem, temos um povo enganado e desprovido historicamente de educação chave para o sucesso de uma grande nação, observamos que ao longo da história o sucesso social passa apenas pelo sucesso econômico.

sábado, 30 de agosto de 2014

POR QUE MARINA ME PREOCUPA?


Marcus Alexandre Mendes de Andrade

Apesar de suas posturas de extrema direita, o jornal Folha de S. Paulo desta última segunda  (25/08) trouxe alguns elementos muito interessantes para a formação da consciência política dos cidadãos, pela letra de Gregório Duvivier. Coisas tão interessantes que mereceram comentário na edição de terça (26/08) por Vladimir Safatle e pelo chargista. Na mesma terça, à noite, o debate da Band me ajudou a consolidar opiniões e preocupações.
Quem é Marina Silva? De que lado está o PSB? Qual seu grau de coerência e de fidelidade partidária? Quem está apoiando esta candidatura? Perguntas como estas precisam ser respondidas neste momento de espantosa ascensão, como afirma Clóvis Rossi na mesma Folha no dia de hoje (28/08).
Preocupa-me, primeiramente, sua atitude conservadora em matéria religiosa e ambientalista. Mas não econômica. O fenômeno Marina derrubou os 3% de intenção de voto do Pastor Everaldo, explícito candidato do horizonte evangélico fanático, religiosamente conservador e liberalíssimo do ponto de vista político e econômico. Para onde foram estes votos? Para Marina Silva, não por emoção devida à morte súbita de Eduardo Campos, mas pelo fato de a candidata espelhar o pensamento e as intenções conservadoras fanáticas de algumas correntes evangélicas pentecostais. O discurso pela família (100% família), assumido pelo PSC de Marcos Feliciano e Everaldo, é, na verdade, um discurso “embaçado”, pois esconde o foco da questão: ser contra o casamento homoafetivo, ser contra o aborto, ser contra adoção de crianças por outros tipos de famílias, etc. Independente de ser contra ou a favor dessas questões, vale ressaltar que o país não pode deixar de refletir questões prementes como essas.
Na charge da terça, apareciam M’s verdes (representando Marina Silva) pensando num balãozinho: “Pior que eu sou a favor do casamento gay”. Como que dizendo, independente de ser contra ou a favor, nada pode ser dito sobre isso, porque afastaria as massas conservadores e seus hipervalorizados votos. Na mesma linha de pensamento, Duvivier bradou, com seu jeito radical e impactante, que “nesta eleição existe muito pastor e pouca maconha”. Prefiro dizer, por questões éticas e opções pessoais, que nesta eleição temos muita gente olhando para trás, puxando o Brasil para o conservadorismo, sem dar sequer uma olhada para os atuais desafios, e pouca gente querendo abrir o Brasil para o futuro e fazê-lo crescer em sintonia com as novas demandas do mundo.
Do ponto de vista ambientalista, Marina Silva defende uma economia sustentável que nem mesmo seu antigo partido, o Verde, e os técnicos de seu antigo Ministério sabiam dizer o que significa. Fala-se muito sobre sustentabilidade, mas não se dá os caminhos certos pra este caminho, sem deixar o país atrasado e lento no crescimento.
Em meio a tanto conservadorismo, surpreende-me sua postura extremamente liberal diante da economia. Seus teóricos, antigos tucanos que marinaram (isso por não verem diferença nas posturas?), como Lara Resende, ex-presidente do BNDES sob Fernando Henrique Cardoso, e Eduardo Gianetti, estão escrevendo em jornais e revistas (a mesma Folha de 25/08) e a revista Época (também desta semana, se não me falha a memória) que a economia do atual governo é típica da metade do século XIX. Um verdadeiro atraso.
Mas o que está por detrás desta defesa da economia do século XX ou, pior, do século XXI? Aliando esta crítica dos seus teóricos e a afirmação da própria Marina que disse e assinou confirmando ser favorável à autonomia do Banco Central, não estamos diante de uma postura extremamente neoliberal, que defende a entrega total da condução da economia ao próprio mercado, relegando o Governo à condição de Estado Mínimo, ator secundário na gestão econômica? Não foi o neoliberalismo, que adentrou o Brasil durante o governo Collor e se consolidou durante os mandatos do tucano Fernando Henrique, que privatizou tanta coisa e desarticulou as bases sociais exatamente pelo afastamento do Governo e pela entrega da economia ao capital privado? O crescimento do país então exige o empobrecimento dos mais vulneráveis? Ora, as grandes empresas de capital privado, focadas no maior lucro possível, jamais estariam, por bondade, dispostas a políticas sociais de inclusão e superação da miséria. Com foco no lucro, toda orientação econômica provinda destas grandes empresas só pode ser seu próprio enriquecimento.
Vendo a realidade que o neoliberalismo cria, suas terríveis e incontestáveis consequências na vida do povo pobre, atestadas no final de século XX e neste século XXI, tenho a impressão de que prefiro a economia do século XIX, quando os Estados Nacionais, se consolidando e se industrializando cada vez mais, eram comandados em todos os aspectos por governos firmes e decididos a controlar sua economia, sem deixá-las à mercê daqueles que só queriam seu próprio enriquecimento às custas do erário público e dos bens pátrios.
Outro aspecto preocupante são as alianças de sustentação da candidatura de Marina Silva. O PSB tem sérias tendências a apoiar os governos, independente de quem os ocupa. Não é à toa que, em Minas Gerais, era apoio certo ao governo estadual tucano e coligado com o PT em nível municipal. A fala da candidata que deixou a todos impactados, sobre pedir ajuda para Lula e Fernando Henrique, para seu próprio governo, mostra a falta de quadros partidários no PSB e a própria tendência de estar com a situação, sem um programa claro e sem posturas firmes e coerentes. Haja vista o prefeito atual de Belo Horizonte, do PSB, que nunca escondeu que Aécio Neves, do PSDB, era seu candidato à Presidência da República. Em São Paulo, o caminho tem sido o mesmo. O PSB caminha com o PSDB de várias formas. Na propaganda eleitoral, está em letras garrafais o apoio de seus candidatos a deputado a Geraldo Alckmin (PSDB) para o governo estadual e a José Serra para o Senado. A própria Marina, recusando subir ao palanque de Alckmin, “liberou” seu vice para subir. É a forma disfarçada e interesseira de apoiar do incoerente PSB.
Num partido incoerente, como o PSB, a própria Marina caminha na via da infidelidade partidária. É sabido de todos, e já comentado pela imprensa, que ela, assim que sua REDE for legalizada, trocará de partido. E as leis de fidelidade partidária? E as opções políticas? Parece que a candidata que, a meu ver, tem um considerável currículo de vida, navega com imprecisões na dimensão política, meio que sem eira nem beira. Não é à toa que, há quatro anos, era candidata pelo PV, hoje pelo PSB, amanhã, sendo eleita, será presidenta pela REDE. Parece que não há diferença de nada, mas unicamente interesse político de alçar ao poder máximo, custe o que custar e por qualquer caminho que seja preciso.
É por isso e outras coisas que Marina me preocupa, especialmente neste momento do país, que muitos estão afetados e às vezes pouco dispostos a uma análise criteriosa da realidade e dos candidatos.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

A História do Conflito Entre Israelenses e Palestinos



Por: Bruno Ferreira

            A presente disputa pelo território da palestina não remonta apenas nos dias de hoje pela formação de um estado palestino na região da palestina, isso vem desde antiguidade com o surgimento do povo judeu e sua anexação naquela região, construindo sua base para a posse da terra nos dias de hoje.
            O conflito remonta desde o século XIX quando os Judeus começaram a voltar para a região da palestina, sendo os Judeus um dos povos do mundo que não possuía um estado era um povo sem o território, já que sua dispersão ocorreu a séculos por interferência do império romano.
            Foi criado um projeto com o nome de Sionista pela retomada de criação de um estado judaico na região da palestina, porém aquelas terras foram ocupadas por árabes vindos da extinção do império turco otomano que tomou a posse das terras naquela região e constituía lá um estado árabe.
            As terras da palestina foram sendo compradas por Judeus vindos da Europa e criaram um slogan que dizia “ a palestina e uma terra sem povo para um povo sem terra” reivindicando as terras, por muitos anos a região palestina foi protetorado da Grã Bretanha e estava sobre o domínio da potencia europeia ate a vinda massiva do povo judeu para a região e criação de colônias, o problema maior consiste que lá já havia pessoas habitando a região esses que eram de origem árabe criando um conflito.

            Em 1917 o governo britânico conferiu uma carta onde reiterava o apoio pela criação de um estado Judaico na Palestina, a partir daí temos uma divisão através do acordo anglo-francês entre a divisão das terras, em 1922 a Liga das Nações concedeu o domínio sobre a palestina.
A recém-criada Organização das Nações Unidas recomendou a aplicação do Plano de partição da Palestina, aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da Resolução 181, de 29 de novembro de 1947, propondo a divisão do país em dois Estados, um árabe e um judeu, baseando-se nas populações até então estabelecidas na região. Assim, os judeus receberam 55% da área, sendo que, deste percentual, 60% era constituída pelo deserto do Neguev. Segundo esta proposta, a cidade de Jerusalém, fundada pelos judeus, teria um estatuto de cidade internacional - um corpus separatum - administrada pelas Nações Unidas para evitar um possível conflito sobre o seu estatuto.10 A Agência Judaica aceitou o plano nos termos acordados. Em30 de novembro de 1947, a Alta Comissão Árabe rejeitou o plano, na esperança de que o assunto fosse revisto e uma proposta alternativa apresentada. Nesta altura, a Liga Árabe não considerava ainda uma intervenção armada na Palestina, à qual se opunha a Alta Comissão Árabe.
Em 14 de maio de 1948, um dia antes do fim do Mandato Britânico, a Agência Judaica proclamou a independência, nomeando o país de Israel nos territórios acordados e votados na partilha.
A partir de 1948 surge insatisfeito a esse tratado a liga dos estados árabes entra numa guerra, porém em 6 dias Israel sai vitorioso diante e mais forte dessa guerra.
O fracasso dos Estados Árabes na guerra de 1967 levou ao surgimento de organizações não-estatais árabes no conflito, sendo a mais importante a Organização de Libertação da Palestina (OLP), que foi concebida sob o lema "a luta armada como única forma de libertar a pátria.".19 20 No final da década de 1960 e início da década de 1970, grupos palestinos lançaram uma onda de ataques21 contra alvos israelenses ao redor do mundo,22 incluindo um massacre de atletas israelitas nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972, 
‘           Em 1993, com o Acordo de Paz de Oslo, é criada a Autoridade Palestina, sob o comando de Yasser Arafat, mas os termos do acordo jamais foram cumpridos por ambas as partes. A intenção era o reconhecimento do direito do estado de Israel existir e uma forma de dar fim ao terrorismo.
O apoio público dos árabes aos Acordos foi danificado pelo Massacre da Gruta dos Patriarcas, pela continuação dos assentamentos judeus e pela deterioração das condições econômicas. O apoio da opinião pública israelense aos Acordos diminuiu quando Israel foi atingido por ataques suicidas palestinos
Em 2 de setembro de 2010, sob a mediação do presidente norte-americano, Barack Obama, e em meio a muito ceticismo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, concordaram em retomar negociações de paz diretas, após uma interrupção de 20 meses.41 Contudo, a irredutibilidade do governo Netanyahu e a proteção diplomática americana impedindo na ONU punições a Israel pela transgressão das normativas internacionais têm reduzindo as margens de manobra dos negociadores, colocando mais uma vez um impasse numa solução final.
Os últimos anos tem sido marcado por acentuados confrontos entre o Hamas e Israel, enquanto as negociações com a ANP estagnavam. Em 2012, um conflito de uma semana na Faixa de Gaza terminou com a morte de mais de 200 pessoas (a maioria palestinos). Em 2014, o governo israelense lançou uma nova ofensiva contra Gaza, que ainda está em andamento e já deixou centenas de mortos. Os recentes conflitos são caracterizados por bombardeios aéreos maciços por parte de Israel, que terminam fazendo várias vítimas inocentes, e pelo lançamento indiscriminado de foguetes pelos militantes palestinos, que acabam atingindo primordialmente a população civil israelense


CONCLUSÃO FINAL

Observamos que ao longo do século XX a luta pelo controle e formação de um estado Israelense com bases históricas fez nascer uma disputa pelo domínio da região da Palestina criando uma tensão contra os povos árabes.
Com a ajuda da ONU, Estados Unidos, França e Inglaterra, os Judeus criam o estado de Israel e a partir daí exerce total controle até a criação de uma autoridade palestina obediente ao comando de Israel, vemos uma disputa de grupos que tenta desestabilizar por direito a terra da palestina, portanto um conflito histórico entre povos que não tem data e nem hora pra acabar.





Livro: A História da Máfia.


 FICHA TÉCNICA
   
TÍTULO: A História da Máfia
AUTOR: Jo Durden Smith
PÁGINAS: 208
FORMATO: 17x24 cm
ISBN: 978857680239-6
EAN: 978857680239-6
ORIGEM: Nacional
CATÁLOGO:  x_História_Interesse Geral

Por: Bruno Ferreira

Eu Recomendo o livro a história da máfia que traz belas imagens e também um texto envolvente e super interessante a respeito da máfia que surge na Itália e chega aos Estados Unidos, uma bela pesquisa sobre um tema tão curioso e misterioso.

A História da Máfia.    
  
O livro apresenta, da forma mais empolgante, os criminosos e personalidades mais influentes da quadrilha. Os crimes, planos, locais de encontro e a sua cultura e linguagem inigualáveis.

A História da Máfia apresenta os personagens obscuros por trás do mito da Máfia e rastreia a história da organização desde a sua origem no século XIX como sociedade revolucionária camponesa dedicada até a derrubada do poder francês, contando também os tempos modernos, com a conquista de partes do governo italiano e ocupando lugar de destaque em diversos acontecimentos da história dos Estados Unidos.

Também traz uma história minuciosa do papel da Máfia na Itália e nos Estados Unidos.Para quem deseja conhecer a verdade sobre o crime organizado e entender as forças violentas que o configuraram no último século, este livro é um guia indispensável.

A narrativa cativante mapeia o crescimento dessa pequena sociedade secreta insular até se tornar um gigantesco “polvo do crime”, com tentáculos que atingiam todos os níveis da sociedade ocidental: além do submundo criminoso, os escalões mais altos da política.



Sobre o autor : Jo Durden Smith - foi repórter, pesquisador, diretor-produtor da TV Granada, além de produtor executivo de Alan King & Associados, em Londres.

Para realizar um sonho, partiu para a América do Norte e assumiu a carreira de escritor, contribuindo para jornais e revistas de renome, tais como o The Village Voice, nos Estados Unidos e o Macleans, no Canadá. Escreveu vários livros, como Moscow: In the Heart of the Empire e 100 Greatest Criminals. Faleceu em 2007. 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Igreja Universal do Reino de Deus x Igreja Católica Apostólica Romana Uma Guerra Declarad

Desenho templo de salomão construído em São Paulo no Brasil

Por: Bruno Ferreira

A Igreja católica a mais antiga igreja cristã do mundo com sua fundação na cidade de Roma construída nas ideias dos apóstolos Pedro e Paulo que transmitiu os ensinamentos de Jesus e ao longo do tempo incomodou o império romano do ocidente, fazendo com que o imperador Constantino converte-se a fé Cristã.
            Em Meados do Século XV ocorre a reforma protestante onde Martinho Lutero padre da igreja católica prega as teses de uma reforma na igreja católica, isso não ocorreu, Lutero fundou anos mais tarde uma nova religião o Luteranismo abandonando a fé católica e promovendo uma nova teologia, a onde a fé leva a salvação, anos mais tarde surgia a igreja calvinista, e Anglicana na Inglaterra, com a colonização dos Estados Unidos muitos protestantes foram para as colônias Ingleses e lá fundaram novas concepções da fé protestante como religiões pentecostais, em meados do século XIX para o XX  chegaram ao Brasil os primeiros protestantes.
            Ao chegar em Belém os primeiros protestantes fundaram a Assembleia de Deus e aos poucos foi surgindo novas denominações essas passaram a ser conhecidas como New Pentecostais em meados da metade do século XX surge a igreja do Bispo Macedo com o nome de Igreja Universal do Reino de Deus a fé é fundamentalmente baseada a sua teologia na teoria da prosperidade a onde o fiel sendo, fiel aos princípios e doutrina da igreja baseados na bíblia terá prosperidade financeira e benção em diversas áreas, rapidamente a igreja universal conseguiu novos adeptos, ocorrendo um processo no Brasil que era extremamente católica passando de 90% de católicos e chegando nos dias atuais com uma média de 50% da população brasileira.
            O movimento new pentecostal cresceu rapidamente entre as camadas mais pobres da população brasileira e logo o Bispo Macedo encontraria novos meios para a difusão da fé da Igreja Universal. O meio encontrado foi a compra da rede de televisão Record, rede de tv mais antiga em atividade no Brasil, em poucas décadas essa cresce rapidamente como também todo o movimento protestante no Brasil a tradicional Igreja Católica busca novos meios para barrar o crescimento evangélico no Brasil nas duas últimas décadas.
            Além de ameaçar a igreja Católica Romana, Bispo Macedo compra briga com a maior rede de TV do Brasil a rede Globo, e também surge denúncias contra a igreja universal criadas pela tv globo nas décadas de 90, Record responde com aumento da audiência e compra e criação de um conglomerado de tv semelhante a sua rival, buscando atores e artistas que estão em fase ruim na tv Globo, e em poucos anos se posiciona novamente como segunda rede de tv do Brasil.
            Em meio a denúncias e uma “guerra” religiosa, política e de comunicação o conglomerado de Edir sofre uma pequena crise nesses últimos anos, porém ele reformula as suas Igrejas criando grandes catedrais pelo Brasil com estilo particular e nos últimos anos foi formulado  o maior templo religioso do Brasil que imita a tradição Judaica o conhecido templo de Salomão que foi erguido e destruído na Antiga Israel, porém esse templo e muito maior vemos nos últimos anos a criação de uma influência teológica do Antigo testamento da Bíblia.

            Por fim a igreja Universal cria um sistema religioso particular formulado a partir da Bíblia, além de criar muito fieis, e esses passarem por uma suposta “lavagem cerebral” onde deixam enormes quantidades de dinheiro em nome de uma prosperidade  onde Deus irá agir espiritualmente e criar condições para que o fiel obtenha a chamada prosperidade financeira, além disso o Bispo Macedo cria meios para a criação de uma tradição e firmamento de uma fé onde possa substituir a tradicional Igreja Católica uma das colonizadoras do Brasil, e por fim através de grandes quantidades de dinheiro Macedo busca fomentar sua rede de Tv, nos últimos anos muitos políticos vendo essa transformação social no Brasil buscaram entrar em acordo com movimentos evangélicos para a busca de voto, observamos que o Bispo Macedo Busca uma hegemonia política, religiosa e cultural no Brasil.