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quarta-feira, 30 de abril de 2014

História do Brasil em 15 Minutos


Informe

História Total

Por: Bruno Ferreira


         O blog mudou de nome passou de história interessante para história total, a concepção de história continua a mesma sendo interessante a todos, mas buscando uma totalidade da nossa existência e testa forma buscando dar sentindo a vida, sendo sempre a História essa ciência a busca de respostas para a totalidade existência, pois quando procuramos respostas recorremos a livros que foram escrito no passado, ou até mesmo no presente mas que busca sempre retratar o passado de forma cientifica que passe a ser visto segundo a visão do autor, este historiador pode ter sua opinião sobre fatos e acontecimentos relacionados a economia, cultural, sociedade e politica este profissional deve dar sua opinião é até induzir o povo acreditar de seus estudos, porém deve fazer no máximo de cautela possível diante da indagação contaste do ser humano sobre uma verdade absoluta querendo chegar sempre a uma totalidade. 
              Por fim esse nome busca levar além de uma ideia uma transmissão de uma totalidade particular mas que leve a uma reflexão histórica, sem duvida o blog vem com novidades e em breve um site com vídeo aulas, a onde o aluno de história aquele que busca aulas do gênero poderá acessar e aprender mais sobre os fatos importantes da história.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

NOVA LOGOMARCA




Olá Pessoal a Nova Logomarca do Blog que passa agora chamar História TOTAL

Comunicado


Por: Bruno Ferreira

           Olá caros leitores do blog História Interessante que a partir de Hoje passa chamar História TOTAL essas modificações que estamos fazendo no Blog trará novidades e com isso melhoria para os leitores e para os alunos que vão surpreender no modo de ver e aprender e entender História.

terça-feira, 22 de abril de 2014

A expulsão dos jesuítas do Brasil





Por Cristine Delphino
Durante o século XVIII o Brasil foi o cenário de uma luta entre duas grandes forças: a igreja e o governo. Os jesuítas chegaram ao país em 1549, mais precisamente em Salvador (cidade fundada com ajuda deles), na Bahia, através da expedição de Tomé de Souza. Além de catequizar os índios, os jesuítas construíram colégios que iam do Ceará a Santa Catarina e foram muitos que deram o seu sangue pelos colégios, por Portugal e pelos indígenas. Com o decorrer do tempo a influência dos jesuítas ia crescendo e eles passaram a ter uma certa independência em relação ao Estado e até da própria igreja.

Somando com isso, é importante também entender que com a entrada do século XVIII, a Europa passou a contar com uma teoria política que vai contra o iluminismo, conhecida como Absolutismo que pregava que uma pessoa deve ter o poder absoluto (judicial, legislativo e religioso). Até então a igreja era muito poderosa, Portugal passou então a pregar três medidas. O Despotismo Esclarecido, ou seja acreditava-se no direito divino do rei; o Regalismo onde o chefe do estado podia interferir em assuntos internos da igreja e o Beneplácito Régio onde a igreja tinha que contar com a aprovação do monarca. Era o Marquês de Pombal o representante do Despotismo Esclarecido e o ministro do reino de Portugal.
O Marquês realizou a conhecida “Reforma Pombalina” que tinha como intenção transformar Portugal numa metrópole capitalista, assim como outros países europeus já capitalizados. A escravidão dos índios foi extinta e eles até poderiam se casar com portugueses. A ideia de Pombal ao permitir isso, era a de que os índios se miscigenassem, houvesse um crescimento populacional e então o Estado contasse com mais força nas fronteiras do interior.
Quando os índios passaram a ser livres, isso chocou-se contra os jesuítas, que não deixavam que a autoridade real interferisse nos assuntos deles. Marquês de Pombal que queria realizar uma reforma e aproveitar e centralizar o poder, expulsou os 670 jesuítas que aqui moravam e mandou fechar os colégios. Eles foram acusados de traição, o Padre Gabriel Malagrida foi queimado empraça pública e o restante embarcou para Lisboa aonde foram presos.
Quando rei de Portugal D. José I morreu e foi substituído por D. Maria I, Pombal foi condenado e só não foi executado devido a sua idade avançada, ele contava com 78 anos.

Fontes:
http://books.google.com/books?id=vxatL5Q2mVQC&pg=PA35&dq=expulsao+dos+jesuitas+do+brasil&hl=pt-br&ei=deC-TO-_PM_qOYSN_VI&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=8&ved=0CEwQ6AEwBzgK#v=onepage&q&f=false
http://www.maxpagesplus.com/elias/Os_Jesuitas_no_Brasil_Colonia
http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/periodo_pombalino_intro.htm

domingo, 20 de abril de 2014

A riqueza da Idade Média



Por Mauro Trintade

No primeiro dia de abril, o mundo perdeu um dos maiores especialistas em Idade Média e um dos idealizadores da Nova História, Jacques Le Goff, que teve seu livro A Idade Média e o dinheiro – Ensaio de antropologia históricalançado no Brasil recentemente. Seus estudos oferecem uma nova visão dessa longa era, muitas vezes reduzida a mero e arrastado interlúdio entre a Antiguidade e o Renascimento, um período de estagnação assolado por bárbaros, peste e fundamentalismo. 

Essa percepção, no entanto, vem mudando e Le Goff ajuda a mostrar que a “Idade das Trevas” foi muito mais, em análises eruditas – e admiravelmente claras. O livro ajuda a corrigir a forma grosseira com a qual aquela era foi tratada desde que Leonardo Bruni a definiu em sua Historiae Florentini populi. Le Goff interpreta o passado não como um cadáver a ser exumado, mas como uma história viva sujeita às mesmas forças humanas que regem o presente. Em seu célebre História e memória (Unicamp, 528 páginas, 2012), ao analisar o trabalho de Marc Bloch e Benedetto Croce, aponta alguns pecados capitais no trabalho histórico, entre eles, “que esse trabalho fosse estritamente tributário da  cronologia: seria um erro grave pensar que a ordem adotada pelos historiadores nas suas investigações devesse necessariamente modelar-se pela dos acontecimentos.” Assim história não é mera narrativa linear dos fatos, mas interpretação e reorganização permanentes do passado em função do presente.

Já saíram pela mesma editora O Deus da Idade MédiaUma longa Idade Média,Uma história do corpo na Idade MédiaEm busca da Idade MédiaA bolsa e vida,Os intelectuais da Idade Média e São Francisco de Assis. E, em particular, o monumental São Luís, que recuperou a biografia como gênero histórico, retirando-a das páginas de escândalos, calúnias e narcisismo, em um momento em que a história econômica e social se sobrepunha à história política dos tronos e potestades. Também foram lançados aqui Homens e mulheres da Idade Média (Estação Liberdade), Para uma outra Idade Média eHeróis e maravilhas da Idade Média (Vozes).

O escritor francês também é identificado com o que se denominou de Nova História, o momento mais atual do que fi cou conhecido como a Escola dos Annales, movimento historiográfico que, criado pelo próprio Bloch e Lucien Febvre em 1929 com a revista Annales d’Histoire Économique et Socialepropôs uma nova atuação da história em colaboração com as ciências sociais, em uma interdisciplinaridade que a afastou da história natural e ampliou seus limites documentais, com elementos da cultura material e imaterial, como a oralidade, as artes e as próprias mentalidades.

A Idade Média e o dinheiro – Ensaio de antropologia histórica revela não apenas a história do dinheiro naquele período, mas como as pessoas julgavam a riqueza, o acúmulo e a circulação de moedas e metais preciosos e como sua abundância – e escassez – foram importantes em determinados momentos da vida social e econômica da Europa. Por exemplo, qualquer leitor eventual pode saber a respeito das críticas à usura feitas pela Igreja na Idade Média e ter os ouvidos acostumados à atividade bancária mantida por negociantes judeus, mas Goff nos alerta que a maioria dos comentários a respeito destes são fruto do antissemitismo do século XIX e carecem de consistência histórica. Muito mais ricas são as relações entre o surgimento do purgatório no pensamento medieval e a aceitação cada vez maior do lucro sobre o dinheiro, isto é, o juro, em uma transformação de valores operada ao longo de séculos. Ele ainda lembra, com pertinência, que a palavra latina ratio é traduzida frequentemente como razão, mas também se refere a cálculo, em uma demonstração de como o conceito de mensuração tornou-se importante na Europa a partir do século XIII.

O historiador observa também que, durante boa parte da Idade Média, a riqueza de um homem não poderia ser medida em dinheiro. O próprio termo seria pouco compreendido naqueles séculos. Moeda, dinheiro e pecúnia estariam mais perto do sentido atual. Terras, homens e recursos eram as medidas de riqueza. Durante toda a Baixa Idade Média a moeda teve pouca circulação. A cunhagem era limitada e a monetarização da vida foi um processo longo, complexo e com vários impulsos históricos, sociais e culturais que dificilmente podem ser analisados em uma única esfera do conhecimento. Daí a força do método da Nova História de Le Goff , que recusa interpretações precipitadas a respeito de acontecimentos, práticas e instituições que tinham um sentido muito diferente há sete ou oito séculos. Para Goff , aliás, há um anacronismo nefasto na historiografia, incapaz de compreender os homens e mulheres da Idade Média como diferentes de nós, assim como aquilo que hoje chamamos de “bancos”, “dinheiro” ou mesmo “economia”.

Na verdade, a economia tal como a entendemos só adquire especificidade a partir do século  VIII. Segundo o historiador austríaco Karl Polanyi, ela estaria até então embutida num labirinto de relações sociais, em um “sistema global de valores da religião e da sociedade cristãs” do qual jamais se emancipou durante a Idade Média. Le Goff se bate contra a tese de que ali já se inoculava o germe do capitalismo, em um simplismo que não dá conta da grandiosidade do período. “A criatividade da Idade Média está em outros pontos”, conclui o historiador.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Plano Nazista Para Dominar a América


Hitler pensava fazer a invasão da America atraves da America do Sul.

Companhias das Índias, as primeiras multinacionais


Como as Companhias das Índias da Inglaterra e da Holanda criaram um novo tipo de empresa e, literalmente, dominaram o mundo

TEXTO Marcelo Testoni | 09/04/2014 18h44
Olhe ao seu redor. A não ser que você viva em um grotão, possivelmente vai encontrar alguma coisa fabricada do outro lado do mundo. A tecnologia do seu celular é americana, coreana ou europeia, mas ele foi produzido na Ásia. Seu time de futebol joga com uma camisa cujo fabricante é americano ou alemão. Sem surpresas. Você é um cidadão globalizado. Mas as empresas transnacionais não existem desde a aurora dos tempos. Alguém teve de inventá-las. Esta é a história de duas concorrentes que ajudaram a criar o mundo em que você vive.
Inaugurada em 1600, a Companhia das Índias Orientais britânica é considerada a mãe das grandes empresas atuais. Em mais de dois séculos e meio de existência, fez a ponte de todo o comércio entre a Inglaterra e a Ásia, especialmente com a Índia, onde a empresa governou com mão de ferro – e inventou o hábito britânico da hora do chá. O modelo de empreendimento que presta contas apenas a seus investidores nasceu com a companhia que surgiu em Londres.
No auge, seu império comercial se desdobrava do Reino Unido ao Golfo Árabe e a Índia, com bases comerciais na Ilha de Santa Helena – onde Napoleão, exilado, morreu tomando chá da Companhia –, Basra e Gombroon, no Oriente Médio. Foi na Índia que sua presença se fez sentir intensamente. Algumas das principais cidades costeiras do país, como Calcutá, Bombaim (hoje Mumbai) e Madras surgiram do comércio praticado pela empresa, que, mais tarde, acabaria por penetrar também na China. As “guerras do ópio” nasceram de questões comerciais.
“Quando da extinção da Companhia, em 1847, a economia europeia era duas vezes maior que a chinesa e a indiana, uma completa inversão da situação de 1600”, diz o historiador Nick Robins, emA Corporação que Mudou o Mundo. “A Companhia das Índias Orientais foi um dos principais fatores da grande virada de desenvolvimento global que marcou o nascimento da era moderna.”
Na Holanda
Sua congênere holandesa, fundada dois anos depois, não ficou atrás. Com base no que hoje é a Indonésia, praticamente monopolizou o comércio mundial de especiarias. Quando havia superprodução de determinado produto, os holandeses não hesitavam em destruir as plantações de seus parceiros locais. A Cidade do Cabo, na África do Sul, que nasceu como entreposto da Companhia, foi a base da colonização bôer na região.
Ainda que Batávia, a cidade holandesa que ocupou o lugar onde hoje é Jacarta, capital da Indonésia, tenha sido uma fonte de poder no sudeste asiático por quase um século, nada se compara com o papel desempenhado pela Companhia britânica na Índia.
Em The Economic History of India Under Early British Rule, o historiador econômico Romesh Dutt analisa o papel da instituição e seu modus operandi. “O domínio da Companhia das Índias Orientais mudou a Índia”, diz Dutt. Para ele, a empresa “tratou o país como uma vasta propriedade agrícola cujos lucros haviam de ser retirados da Índia e depositados na Europa.”
Na comunidade de negócios, a Companhia britânica sempre exerceu fascínio pelo sucesso comercial, um modelo para a economia global atual. Rod Eddington, ex-diretor executivo da British Airways, viu um incentivo similar na crônica da Companhia, para ele um exemplo de como as empresas prosperam “à força de trabalho árduo, astúcia e sedução”. A carreira de Warren Hastings, o primeiro governador-geral da Índia em 1773, ilustra o equilíbrio entre o cultural e o comercial. Fluente em línguas locais, Hastings foi um grande filantropo e patrocinou a primeira tradução inglesa doBhagavad Gita (um importante texto religioso hindu), apoiou a criação de uma madrassa para estudantes muçulmanos em Calcutá e ordenou a construção de um templo budista às margens do Rio Hugli. O primeiro líder político da Índia independente, Jawaharlal Nehru, disse que “o país tem uma enorme dívida de gratidão com os executivos da empresa britânica por ajudar na redescoberta de sua herança”. A Companhia das Índias Orientais merece ser vista como era – uma empresa com fins lucrativos que gerou muita riqueza, mas também contribuiu para gritantes desigualdades. ‘‘Dois séculos depois, ela demonstra que a busca da responsabilidade empresarial é um exercício permanente de canalização da energia de comerciantes e empresários, de tal maneira que suas paixões privadas não prejudiquem o interesse público”, afirma Nick Robins.
Privilégios
A Companhia das Índias Orientais foi estabelecida como “organização político-corporativa”, o que lhe rendeu, em 1600, o status de instituição privilegiada sobre as demais. “Sua estrutura hierárquica, que não era inédita, se baseava nas companhias italianas, sobretudo florentinas, dos séculos 14 e 15”, afirma Daniel Strum, da Universidade de São Paulo. Geralmente, cartas reais eram emitidas apenas a comerciantes donos de empresas privadas com propósitos públicos – ou seja, que dividissem seus lucros com a Coroa e o Parlamento.
A Companhia inglesa tinha muito em comum com sua rival holandesa Verenigde Oostindische Compagnie, a VOC. Ambas utilizavam sistemas de administração fortemente hierarquizados, sustentados por um pequeno exército de escreventes – os writers ou shcrijvers. Eram publicamente controladas e transacionadas. A VOC era considerada um investimento mais atraente ao longo do século 17. Havia, porém, notáveis diferenças em seus sistemas de governança. Os diretores da VOC eram escolhidos por câmaras provinciais, e seu conselho diretor, formado por proprietários de parcelas substanciais das ações da companhia, mas aí terminava a ligação com a base acionária: os acionistas da VOC estavam com o capital, mas não tinham voz na escolha daqueles que administravam seus investimentos e conduziam sua política. A VOC era uma empresa poderosa, mas não uma corporação. A origem pública da forma corporativa da Companhia inglesa proporcionava aos acionistas não apenas a participação financeira, mas também o direito de voto, tornando- os algo como o eleitorado de um burgo parlamentar do século 18.
Texto do site
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/companhias-indias-primeiras-multinacionais-779272.shtml

terça-feira, 1 de abril de 2014

Civilização Egípcia


Uma das maiores civilizações que existiu na terra, Egito traz consigo outras riquezas.

Veja entrevista com FHC durante lançamento do Plano Real

Entrevista Historica, vale lembrar que quando ele fala que não é candidato ele é o candidato isso vale pra todos.

Ditadura de 1964 a 1985





Por: Bruno Ferreira

A História do Brasil é marcada por lutas, guerras e conflitos e também por períodos onde a democracia foi banida para dar lugar de uma falsa liberdade, ditada em nome do bem comum esse período foi o mais horrível politicamente.
Recapitulando a história vemos nascer um breve período democrático e populista com a chegada ao poder democraticamente do pai dos pobres, Getúlio Vargas, após sua morte toma posse por meio de eleições diretas o presidente que ficaria para história pelo seu modo carismático e desenvolvimentista Juscelino Kubichek de Oliveira, após o Brasil ter um período de grande desenvolvimento chega ao poder para varrer a sujeira o populista Jânio Quadros.
Jânio Quadro enfrentando problemas de ordem política pede renúncia e o vice João Goulart assume o poder em meio a muita desconfiança por parte dos militares, Jango entra em confronto com a sociedade tradicional e com os setores conservadores por meio de aproximação as ideias socialistas da URSS, com isso no famoso comício da Central do Brasil no Rio de Janeiro, a partir daí o seu fim como Presidente do Brasil está próximo, ele é deposto pelas forças armadas apoiadas pelos E.U.A, nesse momento o mundo estava em plena Guerra Fria.
Durante 21 anos o Brasil viveu um período de muitos conflitos e discórdia no campo político, repressão por parte dos militares e conflitos contra os guerrilheiros do Araguaia, o Brasil vivia economicamente bem com altas taxas de crescimento, mas o povo continuava a ficar pobre.
No campo artístico e social a sociedade vivia em plena repressão por meio de forte censura, os filmes, revistas, jornais e programas passavam por forte repressão e censura do estado controlando o que devia ou não ser publicado ou dito tirando o direito de expressão.
Após anos de repressão, censura e falsos presidentes no poder o Brasil encontra por força da sociedade a abertura política a anistia é promulgada e muitos exilados voltam ao Brasil, eleições surgem e fica eleito indiretamente por meio do congresso o Presidente Tancredo Neves, esse não assume o cargo e chega ao poder José Sarney.
Após 50 anos do golpe e 21 do seu fim o Brasil vê um grande período de resgate de sua memória através da mídia e da memória resgatada através de livros e documentos e também  da recente criada comissão da verdade, está que foi criado pelo governo de Dilma Rouseff,  buscando revelar os crimes cometidos por militares no período que ocorreu a ditadura no Brasil.



Morre historiador Jaques Le Goff aos 90 anos



PARIS, 1 ABR (ANSA) - O historiador Jacques Le Goff morreu nesta terça-feira (1) em Paris aos 90 anos, a notícia foi confirmada pela família do intelectual e divulgada pela imprensa francesa.   

Le Goff foi um dos maiores especialistas em História da Idade Média, com várias obras publicadas sobre o tema, entre elas "Os intelectuais da Idade Média", "Mercadores e Banqueiros na Idade Média", "A Civilização do Ocidente Medieval", "História e Memória", "Em busca da Idade Média", entre outros.   

O historiador ministrou aulas em diversos institutos, como a faculdade de letras da Universidade de Lille e na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais, da qual foi também diretor.   

Desde o final dos anos 1960 foi co-diretor da famosa revista acadêmica de história "Annales".   

Em 2000 recebeu a o título de honoris causa da "Nouvelle Histoire".   

Le Goff nasceu em Toulon, na França em 1 janeiro de 1924.(ANSA)