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terça-feira, 30 de setembro de 2014

A História das Cidades: Um Processo de Construção Urbana

    


Por: Bruno Ferreira


As cidades nem sempre foram o que são na maioria hoje, compostas de casas, prédio, pontos comerciais e industrias observamos que o processo de construção das cidades e o conceito urbano surge na pré-história, porém essas não eram cidades mas pequenas comunidades familiares conhecidas como Monos ao longo dos anos o processo de construção de comunidades construiu as primeiras vilas e logo as primeiras cidades da antiguidade.
As primeiras cidades a serem construídas encontra-se na região da Mesopotâmia e Egito com o desenvolvimento das civilizações estas se expandiram pelo mundo varias e famosos centros de comercio onde circulava além da economia uma troca de culturas essas cidades eram protegidas por muralhas utilizadas para a defesa contra inimigos, uma das mais famosas era Troia com uma gigantesca muralha, só viu a sua derrota diante do presente dado pelos Gregos que era um Cavalo que foi a derrota da cidade, já que este estava cheio de soldados que abriram os portões da cidade para a invasão dos Gregos.
A outras cidades famosas na antiguidade como Alexandria com sua gigantesca biblioteca, ou a Babilônia com seus Jardins Suspensos, ou ainda as cidades que eram Estados na Grécia como a famosa Esparta composta com os melhores guerreiros da antiguidade, e Athenas rica com seu comercio e cultura.
A cidade que deu o nome a uma civilização foi famosa e grandiosa “Roma” que fez surgir a partir dela um dos impérios civilizatórios da antiguidade expandindo o seu domínio pela Europa, Ásia e África dominando o mediterrâneo ou chamado “Mare Nostro”, observa-se que essa era composta por templos, palácios e composta de uma grande população no seu auge, criando meios para o entretenimento do povo dessa cidade o Circo Maximus e o Coliseu.
Com a chegada da idade medieval o processo urbano sofreu quedas e ocorreu uma ruralizarão da Europa, observa que a cidade que chama mais atenção no período era Constantinopla que virou o centro econômico e cultura entre a Ásia e Europa surgindo ali a capital da civilização Bizantina.
O processo de expansão das cruzadas proporcionou o renascimento comercial e urbano e o surgimento de cidades novamente, vemos o surgimento de cidades por onde passava as férias e cruzadas, o surgimento de cidades fortificadas, novamente a península italiana renasce com as rotas comerciais de Veneza.
Com o processo de expansão dos mares vemos o renascimento da cidade de Lisboa como centro marítimo comercial e logo ocorre a expansão nos mares, vem o surgimento de importantes cidades como Londres e as cidades das Colônias nesse período da modernidade surge um aumento gradativo das cidades e do processo urbano, ocorre o surgimento de cidades costeiras importantes nas colônias americanas, africanas e asiáticas.
O processo urbano ocorre no Brasil através de cidades costeiras como Salvador na Bahia, Recife em Pernambuco e o Rio de Janeiro, temos nas Treze colônias inglesas a cidade de Nova York.
Com o crescimento do capitalismo pelo mundo proporcionou a criação de Megas cidades mundiais com mais de um milhão de habitantes em poucos séculos apareceram super cidades globais como São Paulo, Cidade do México, Nova York, Londres, Berlin, Pequim, Barcelona, Madri, Roma, Hong Kong, Tokio e Bali entre outras muitos saíram do campo e foram pra cidade em busca de emprego e meios para a sobrevivência diária diante de um mercado cada vez mais industrial e globalizado criando uma grande aldeia global.

Por fim podemos concluir que o processo urbano passa por um processo histórico e geográfico da socialização humana e das atividades desenvolvidas pelo homem ao longo da história possibilitou a criação de centros urbanos que ajudou muito e facilitou o crescimento urbano, porém ainda ocorre grande desigualdade social nesses centros urbanos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A JOVEM DEMOCRACIA DO BRASIL


Por: Bruno Ferreira

                A democracia do Brasil é jovem e imatura diante da nossa história a republicana esta que foi proclama em 1889, pelas mãos de militares, e esses fizeram os primeiros mandatos presidenciais de nossa história, ficando conhecida como a república da espada   desta forma o processo republicano democrático não veio pelas mãos do povo.
No segundo momento vemos surgir uma oligarquia cafeeira e leiteira vindas dos estados de Minas e São Paulo tomaram posse no poder, esse período ficou conhecido como a república do “café com leite”, já que Minas Gerais produzia leite e São Paulo Café o chamado ouro negro do Brasil.
         A partir de 1930 ocorre um golpe vindos das mãos de um gaúcho que rompe o combinado da velha política de governar o Brasil e passa ele a fazer as mudanças que o Brasil queria seu governo durou até 1945, pois com o fim da segunda o Brasil lutava contra ditadores e tinha um no comando do país, este que fez o seu sucessor o General Dutra.
         A volta de Getúlio Vargas pelas mãos do povo de forma democrática perdurou até a sua morte, podemos definir o período de Vargas como “Era Vargas” ele que tirou o Brasil de um atraso industrial e colocou  em um novo rumo, diante de uma crise política acabou se suicidando, mas como ele mesmo disse em sua carta “saio da vida para entra para a história”, e sem dúvida nenhuma é um dos políticos mais interessantes da nossa republica.

         A jovem democracia do Brasil começou de forma popular pelas eleições de um desenvolvimentista e liberal “Juscelino Kubitschek” que por meio de investimento internacional conseguiu maior desenvolvimento do parque industrial brasileiro, e com definições feita através do seu plano, conhecido como “plano de metas”  que  procurou pregar o desenvolvimento econômico e social do Brasil e a transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília o processo conturbado de sua posse só aconteceu graças à intervenção do General Lott que assegurou a sua posse a presidência.

         O seu sucessor Jânio Quadros veio com um discurso inovador e por meio de promessas ao combate a mesma corrupção, que vemos hoje a candidata Marina combater, a uma frase dita por Marx “a história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.

         Ao final Jânio quadros renunciou ao governo e o seu vice João Goular assume a presidência, vale lembrar que o voto direto a presidente era restrita, ou seja, poucos votavam, no começo do século, por meio de Vargas 1932 que o voto passou a ser para maiores de 21 e que todos independente do sexo pudesse votar.
 João Goulart foi deposto devido a um golpe feito pelos Militares e a classe média alta e reacionária, muitos afirmam que ele foi deposto por sua postura simpatizante ao governo comunista e sua postura de reforma as “reformas de base” que ele propunha fazer no Brasil.
         O período militar no Brasil perdurou de 1964 até o ano de 1985 podemos dizer que esse período foi de crescimento econômico em diversas áreas porém apenas parte da população tinha direitos a toda a riqueza que o “milagre econômico do Brasil” ofertava com seu alto crescimento.
         Diante de pressões internas e externas e o fim do “milagre brasileiro” a sociedade organizou-se para o fim da era da ditadura um período marcado por injustiças, violência e repressão a liberdades individuais.
         Em uma eleição indireta o congresso escolheu Tancredo Neve como presidente do Brasil, este que estivera nos principais momentos da política nacional nos ultimas 50 anos e que não tomou posse devido sua saúde, o seu vice José Sarney, assume a presidência e faz um mandado difícil diante de crises socioeconômico e a diversos planos econômicos que fracassaram, assim a inflação acabava com a economia do Brasil.
         Em 1988 foi eleito o Jovem político Fernando Collor de Melo ganhando sua eleição do metalúrgico e sindicalista, Luiz Inácio Lula da Silva “LULA”, o mandato de Collor foi de intensa confusão, com plano econômico fracassado e dessagrando boa parte da elite ocorre também  escândalos de corrupção esse que chegou de forma triunfal ao Planalto saiu de por meio do  Impeachment.
A sorte do Brasil é que o seu vice Itamar Franco Tomou posse  e arrumou a casa conseguindo fazer um plano econômico consistente que foi planejado por meio de técnicos e por Fernando Henrique Cardoso que tornara-se presidente em 1994 ganhando também em 1998 de Lula.
          Devido ao seu segundo mandato ter sido arrasado por uma crise internacional e a um processo grande de privatização de grandes empresas estatais como a “Vale do Rio Doce” e empresas de comunicação, em seu segundo mandato ouve também uma perda da renda salarial do trabalhador e um prejuízo nas questões socais do Brasil.
         Em 2002 depois de três tentativas Lula o sindicalista ganha a presidência da república por meio de um novo Marketing político, sem dúvida foi a um novo Lula, em seu governo ele priorizou a área social, através de programas sociais, foi marcado por escândalos de corrupção chamado de “Mensalão” denúncia feita pelo deputado Roberto Jeferson.
 Com sua postura carismática e com um bom segundo mandato trazendo para o Brasil crescimento econômico aliado a uma distribuição de renda com o auxílio do credito e liberdade social os escândalos foram abafados,  sua postura diante das denúncias era de que de que não sabia de nada do que ocorria, procurou fazer trocas de ministros e com programas sociais e uma nova ministrada da fazenda Dilma Rousseff, fez a sua sucessora um pouco antes dela assumir a presidência, o mundo sofreu a crise da bolha imobiliária em 2008 entrando num processo de recessão nos mercados desenvolvidos.
 Os emergentes chamados BRICs sustentou o crescimento mundial, o Brasil com o auxílio da mesma formula inventada por Lula e com o PAC 2, Programa de Aceleração do Crescimento que busca o crescimento econômico e logístico do Brasil, porem novamente com denúncias de corrupção que busca afetar o governo do PT e com o auxílio de uma má fase econômica o processo de reeleição da Presidenta do Brasil parece bem mais complicado do que se pensava a um ano atrás.
         Na atual conjuntura política a menos de uma semana das eleições esta da seguinte forma, a oposição do PSDB representada por Aécio Neves ex governador de Minas e que fez de tudo para que um escândalo do Aeroporto não prejudica-se ainda mais sua campanha.
Como terceira via temos Marina que vem com um discurso de “Nova Política”, porém na pratica ocorre a formula da mesma velha política, e que vem sendo pressionada por movimentos LGBTs e movimentos religiosos protestantes pois nos dois casos ela não conseguiu agradar os eleitores com sua dita “política nova”, porém ao final costuma ceder a pressões, como foi o caso da Pressão feita pelo pastor Malafaia e do setor de Agronegócios, ela costuma dar um jeitinho bem brasileiro para conseguir o tão sonhado poder de nossa recém democracia, e tudo indica que está candidata estará no segundo turno para disputar o poder com Dilma.
         Dilma está com uma campanha esperada com seu mesmo ideal o de manter a mesma postura, porém sofre ataques de ambos oponentes devida a um crise internacional que afeta a nossa economia e que enfraquece as eleições e o governo dela, como diria a frase “mexeu no bolso a coisa pega” e no caso o bolso aqui é a economia do Brasil, também sofre com denúncias de corrupção e com péssimo índices econômicos e com os adversário estão loucos pelo poder aproveitam da situação que nos encontramos, porém mesmo assim Dilma Rousseff segue favorita ao planalto.
         Observamos que a jovem democracia do Brasil é imatura, já que temos um eleitorado muito alienado ao processo eleitoral e não a um contexto maior de percepção política, sendo assim pouco critico as questões políticas o brasileiro não se sente a vontade para participar do processo político.
 Podemos concluir que Brasil nos últimos anos viu o nascimento de uma classe média econômica de serviços públicos, como saneamento básico, moradia, educação, saúde e segurança entre outros, o que ocorre no Brasil é um paternalismo histórico no processo político onde as questões relacionadas a um serviço público de qualidade que deveria ser de fato de qualidade, foi  sendo  privatizada a setores para que o capital privado possa agir, porém sem modificar a situação social do Brasil, participando dos bons serviços públicos apenas aqueles brasileiros de classe, rica ou média ou  alta, terceirizamos a qualidade e fizemos do serviço público um calabouço de ineficiência por diversos motivos e quando ocorre crises econômicas os que mais sofrem são os brasileiros da classe C e os pobres.

A Democracia no Brasil ainda falta muito para que de fotos todos possam ser chamados de cidadãos com os mesmos direitos, porém diante de uma democracia jovem, temos um povo enganado e desprovido historicamente de educação chave para o sucesso de uma grande nação, observamos que ao longo da história o sucesso social passa apenas pelo sucesso econômico.