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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Os Negros no Brasil




Por: Bruno Ferreira



Os negros chegaram no Brasil através da iniciativa dos portugueses que não tinham mão de obra suficiente para trabalhar na colonia brasileira, foi uma das maiores migrações forçadas da história já que esses vieram para o Brasil para serem escravizados, sendo apenas mercadorias aos olhos dos portugueses.
 O Brasil utilizou da sua mão de obra por mais de 300 anos e apenas em 1888 foi declarada a libertação dos escravos no Brasil, por sua continua exploração na sociedade os negros e seus descendentes sofreram após a liberdade foram excluídos do processo de posse da terra e do trabalho assalariado foram banidos para os guetos e cabarés dos grandes centros.
Sendo excluídos de toda a economia do Brasil por varios motivos, foram esses a promover e contribuir no lado cultural desse país como na dança, comidas tipicas e lingua muito foi incorporado desses povos que vieram capturados do continente africano para promover aqui o progresso do capitalismo portugueses e brasileiro.
Diante de tanta discriminação ao longo dos anos esses foram sendo incorporados a sociedade ao passar das décadas e foram reconhecidos como contribuintes ao processo histórico brasileiro, e o governo nas ultimas décadas foram implantando politicas a beneficiar aqueles que são acendentes dos negros os chamados afro-brasileiros, esses ganharam o direito a cota em faculdades publicas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Capitalismo "sistema nosso de cada dia"



Por: Bruno Ferreira

                O sistema econômico e social que estamos envolvidos passa por uma série de transformações históricas a séculos. Com a evolução do capitalismo que passou de mercantilista para industrial e por fim no último século financeiro vemos nascer um sistema que vai além do campo econômico.
                O sistema capitalista tem como base a prosperidade de todos em busca da riqueza e por fim do progresso tecnológico e cientifico, portanto a princípio não observamos as mazelas que esse sistema fez ao decorrer da história.
                No primeiro momento o sistema rompeu com a velha tradição imposta na sociedade europeia onde a sociedade estava dividida em classes sociais, vivendo em uma sociedade estamental, além de romper com a tradição em nome do lucro vemos o surgimento de uma nova classe a “burguesia” está que seria a classe social que faria todas as revoluções e revoltas do século posteriores em nome do lucro.
                Ao fim esta classe burguesa se associa-se ao rei em nome do progresso do país e da nação vem o surgimento de um novo sistema socioeconômico,  mercantilismo,  observamos o fortalecimento do estado e do Rei, o surgimento de uma sociedade onde o Rei era absoluto e o surgimento de um nobreza forte o suficiente para impedir dessa burguesia de participar do processo político, ao final desse processo vemos as revolta provocadas pela Revolução Francesa e as revoluções posteriores eclodiram pela Europa.
                No segundo momento com a definição de regras políticas e da livre iniciativa privada por parte dessa nova elite que nascia, a burguesia dominaria além dos “burgos”,  todo o mundo a venda dos produtos, na Inglaterra o sistema político reformou-se me nome do progresso de alguns, observamos que os meios de produção ficariam restritos a poucos e partir desses poucos surgiria as fabricas, seria o fim da sociedade artesanal. Todas as mudanças econômicas e sociais afetaram a vida política da Europa o papel do Rei viraria secundário na Inglaterra, observamos que entre os pobres que ficariam mais pobres surge uma nova classe o “proletariado” essa classe trabalhadora seria a válvula propulsora do progresso explorada por séculos.
                No último auge momento do sistema capitalista temos o surgimento do mundo financeiro e o fim das velhas monarquias o surgimento do estado moderno, onde a “Republica” ganharia força no mundo todo, a burguesia em nome da ganancia e do lucro desenvolveu uma sociedade baseada no seu “status quo”, buscando essa ser o reflexo que todos devem seguir, o sistema criado por último é baseado na especulação financeira, esse sistema encontrou nos Estados Unidos motivos de sobra pra promover o progresso desse povo, com um sociedade educada por ser essa de tradição protestante, o sistema capitalista encaixou certinho no modo de vida das 13 colônias britânicas desenvolvendo o capitalismo no seu auge, até encontrar sua queda na crise da bolsa ne Nova York em 1929.

                Em toda a história moderna e contemporânea vemos o sistema capitalista moldar toda uma sociedade de acordo com os interesses de uma classe social, destruíram todo o sistema político, econômico e pregaram o surgimento de uma nova cultural  “o capitalismo de mercado” e o sucesso das vendas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A Historia da Filosofia




Anne Rooney

A HISTÓRIA DA
FILOSOFIA

Da Grécia Antiga aos Tempos Modernos


O lançamento da M.books traça o pensamento filosófico ocidental desde seus primórdios até tempos atuais, com uma linguagem simples e acessível, para que o leitor possa aprender e desfrutar de novos conhecimentos.

A Historia da Filosofia traça o pensamento na Filosofia Ocidental desde os gregos das Antiguidades aos tempos de hoje. Um relato acessível, fascinante e lindamente ilustrado das primeiras preocupações dos maiores pensadores do mundo, que explora os cinco principais ramos da Filosofia: Metafísica, Epistemologia, Lógica, Ética e Estética.

Como objetivo de encontrar “a verdade que vale pra mim”, ajudou os homens a decidir como viver, como pensar sobre o mundo a sua volta, como relacionar com os outros.

Na Filosofia, fazer perguntas é essencial. Quanto mais indecifráveis, mais atraentes elas são. Assim, A História da Filosofia apresenta com concisas explicações e um grande número de exemplos, as principais questões e tentativas de respostas colocadas pelos filósofos nos últimos 2500 anos.




SOBRE A AUTORA :

Anne Rooney: é uma autora em tempo integral que vive em Cambridge,Inglaterra. Ela é associada do Royal Literature Fund e membro da Royal Literature Society, Society of Authors,Scattered Authors Society e National Union of Jornalists. Concluiu o mestrado e depois o doutorado em Literatura Medieval na Trinity College, em Cambridge. Depois de lecionar inglês medieval por um tempo e literatura francesa nas Universidades de Cambridge e York, ela saiu para seguir carreira como escritora. Escreveu muitos livros sobre Ciências, Artes e Tecnologia.
M. Books do Brasil Editora Ltda
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Segunda Guerra Mundial BLITZKRIEG



Nigel Cawthorne

Segunda Guerra Mundial
BLITZKRIEG
O Plano Estratégico de Hitler para Conquistar a Europa

O lançamento da M.books deste mês conta a história do desenvolvimento do conceito Panzer
e da construção e implementação do Corpo Panzer, de como os Panzer se tornaram a ponta de lança das máquinas militares mais eficientes do mundo e de como sobreveio a derrota final. Nesta obra, a guerra dos Panzer é vista pelos olhos daqueles que nela lutaram e puseram a mais mortal das armas nas mãos indignadas de Hitler.

Baseada em velocidade, e surpresa a Blitzkrieg (literalmente "guerra relâmpago") envolvia unidades de tanques leves, apoiadas por aeronaves e infantaria, abrindo caminhos através de linhas inimigas e rumando céleres para capturar objetivos antes que o inimigo tivesse tempo de reagrupar-se. Após o sucesso de tanques britânicos na Primeira Guerra Mundial, os
Alemães decidiram que o futuro da guerra estava nos
Panzerkampfwagen, ou carros de combates blindados, mais tarde conhecidos simplesmente, em alemão, como Panzer.

Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, viu rapidamente como essas formações Panzer poderiam invadir países e derrotar inimigos tradicionais da Alemanha, objetivando a construção do império europeu que o ditador tanto desejava.




SOBRE O AUTOR: NIGEL CAWTHORNE: É um escritor ingles, editor e colaborador em aproximadamente 60 livros, em diversas áreas, incluindo história, política, artes, musica, engenharia, ciências e esportes. Tem colaborado e escritos artigos para mais de 150 jornais e revistas da Inglaterra e dos Estados Unidos, como The Guardian, Daily Telegraph, Daily Mail e The New York Times. Seus livros de história foram traduzidos para várias línguas e publicados em diversos paises de todo o mundo.

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