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segunda-feira, 9 de março de 2015

Estado Islãmico





Por: Bruno Ferreira


            O Estado Islâmico surge baseado no grupo sunita do islamismo dentro do Iraque e da Síria afim de controlar regiões desses países esses intitularam chefe do islamismo no mundo.
            Com forte corrente fundamentalismo e deturpada da religião islâmica esses pretendem controlar regiões de países árabes afim de fundar um estado, sem o reconhecimento mundial esses são considerados terroristas e estão sendo perseguidos e caçados por seus crimes internacionais contra repórteres de vários países e contra comunidades pertencentes as regiões invadidas.
            Esse grupo está aterrorizando a vida dos Iraquianos e islâmicos desde de 2006, após diveros ataques e enfraquecimento de membros do grupo o estado ilamico permanece aterrorizando pessoas e países.
            Em 29 de junho de 2014, o EIIL declarou oficialmente a criação de um Califado Islâmico na Síria e no Iraque. Enquanto isso, a violência sectária e religiosa na região se intensificava consideravelmente.
Em 12 de setembro, de acordo com a agência de notícias France-Presse, o EIIL fez um acordo de paz com outros grupos rebeldes sírios. No entendimento, as diferentes facções colocariam suas diferenças de lado para unir forças contra Bashar al-Assad. Dois dias depois, um representante da Coalizão Nacional Síria negou qualquer pacto com os extremistas, mas afirmou não poder falar pelos outros grupos.
Entre os primeiros dias de Novembro, a cidade de Darnah na Líbia entrou para a lista das cidades do Estado Islâmico, ela foi a primeira cidade fora da Síria e Iraque a ser incorporada ao califado de Abu Bakr al-Baghdadi.
Em 13 de novembro de 2014, o grupo anunciou um acordo de paz com a Al Nusra.
Posição do EIIL destruída pela coalizão militar liderada pelos Estados Unidosem KobanîSíria.
No dia 8 de dezembro de 2014, foi anunciado que a coalizão enviaria pela primeira vez, cerca de 1.500 soldados com o propósito de combater o grupo, o entãopresidente dos Estados UnidosBarack Obama, aprovou o envio de outros 1.600 militares para treinar e assessorar as forças iraquianas.
Em 2015 a área de influência do Estado Islâmico atravessou as fronteiras da Síria e do Iraque. Grupos em vários outros países afirmaram ser ligados ao EI e conquistaram territórios por todo o mundo islâmico.
No Iêmen, uma nação descentralizada e em caos político, militantes deste grupo começaram a recrutar pessoal no leste do país para tentar ganhar território, rivalizando diretamente com a Al-Qaeda na Península Arábica. No Afeganistão, o governo de Cabul afirmou que o EIIL também havia estabelecido uma presença no país, contando com centenas de combatentes para lutar contra as forças da coalizão, as autoridades locais e até grupos jihadistasrivais na região (como o Taliban). 
Na Líbia, onde a organização já tinha uma presença na cidade de Derna,  militantes islamitas começaram a tentar espalhar suas áreas de controle pelo país. Assim como em outros territórios que ocupam, o EIIL perpetrou várias atrocidades em solo líbio. Em fevereiro de 2015, eles decapitaram vinte e um cristãos coptas egípcios na província de Trípoli. Em resposta, o governo egípcio ordenou que sua força aérea conduzisse ataques contra áreas sob controle do Estado Islâmico na Líbia.
Nesse meio tempo, na Síria e no Iraque o Estado Islâmico cedia pouco terreno aos seus rivais e inimigos, mas também não conseguiam conquistar novos territórios. Parte deste retrocesso deve-se ao aumento da intensidade dos ataques aéreos de aeronaves da Coalizão ocidental e nações árabes da região.
Na cidade síria de Kobanîmilícias curdas conseguiram expulsar, depois de quatro meses de luta, os militantes do EI da área. Enquanto isso, em amplas frentes de batalha por toda a região, sangrentas lutas eram travadas. Os avanços do EIIL geravam ondas de milhares de refugiados e centenas de cadáveres, agravando a crise humanitária naquela parte do mundo.

Portanto o Estado Islâmico segue aterrorizando o Iraque e região com sua postura terrorista e ameaçadora encontrando em alguns outros grupos certos aliados, após Saddan Hussein manter a região em significativa paz, esse foi depois e no lugar entraram autoridades que não conseguiram manter a ordem na região abrindo espaço para grupos fundamentalistas hoje o Estado Iraquiano segue em uma guerra contra essa ameaça.

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