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sábado, 28 de novembro de 2015

Surgimento das Cidades



Em urbanismo, duas grandes correntes de pensamento procuram explicar a origem das cidades. Para uma delas, a origem estaria no comércio. As cidades teriam nascido como centros de troca. Para a outra, seria a guerra. A cidade como uma fortaleza, uma muralha de proteção contra inimigos presentes e futuros.
Ao observarmos fotos, revistas, jornais e filmes antigos podemos ver o quanto as coisas eram diferentes do mundo de hoje. As roupas das pessoas, os projetos de suas casas, os móveis, os carros, dentre outros. Fazer visitas e passeios a museus também nos ajuda a descobrir essas diferenças, pois nestes são encontrados objetos que retratam diferentes épocas e fatos históricos.
As cidades existem desde a pré-história, e vêm sofrendo transformações em razão das necessidades do homem. As primeiras cidades desenvolveram-se nas proximidades de grandes rios, onde se iniciou a atividade agrícola.
O cultivo da terra permitiu que as sociedades produzissem mais alimentos. Com isso, a população humana cresceu mais rapidamente.
Ao contrário dos agrupamentos humanos anteriores, as cidades tinham duas características básicas: maior divisão do trabalho e centralização política.
No século XIX, surgiram as primeiras indústrias, as facilidades que trouxeram para a vida do homem aceleraram o crescimento das cidades. Onde havia indústrias a população era maior, pois era uma forma das pessoas procurarem emprego.
Outro motivo que influenciou no crescimento das cidades foram as grandes plantações de café. Nas fazendas também havia grandes concentrações de pessoas para cuidar das lavouras e fazer a coleta. Os imigrantes, pessoas de outros países que vieram para o Brasil, foram os grandes responsáveis por esse trabalho, pois ofereciam mão-de-obra mais barata para os senhores do café.

A Centralização Política

Com o desenvolvimento da agricultura e o aumento populacional, tornou-se necessário organizar melhor o trabalho na sociedade. Esse trabalho de coordenação era feito pela família da aldeia mais poderosa, que assumia o controle da produção de alimentos e da construção de obras públicas, como canais de irrigação e diques. O chefe dessa família passava então a ser um rei.
Para conseguir estender esse controle sobre toda a população, o rei utilizava seus próprios servidores. Entre esses servidores, uns eram encarregados de registrar as colheitas, outros eram responsáveis pelo armazenamento dos grãos, e assim por diante.
Originou-se assim uma organização de pessoas com plena autoridade sobre a população, que podiam, por exemplo, criar e cobrar impostos, organizar a defesa, fazer as leis e julgar os crimes. É o que chamamos de processo de centralização política ou de formação do Estado. O palácio era o local onde essas pessoas se reuniam com o rei.
Além do palácio, existiam os templos, onde os sacerdotes cultuavam os deuses protetores da cidade.

Hoje em dia é muito diferente. A modernidade deixou a vida mais agitada e as cidades mais completas. Nelas podemos encontrar esportes, lazer, cultura, arte, trabalho, um grande comércio, várias indústrias, além dos governantes que cuidam dos problemas e dos interesses de seu povo.

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