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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Absolutismo Um Espelho do Passado



Por: Bruno Ferreira

            A idade moderna tem o início com o fim gradativo do sistema feudal a figura do senhor e servo feudal foi dando lugar a figura do rei absoluto e da burguesia mantenedora da monarquia absoluta, vale lembrar que países como França, Inglaterra, Espanha e Portugal tinham o rei, porém esse monarca não detinha todo poder esse era fragmentado nas mãos de feudos que mantinham a monarquia enfraquecida.
            Com advento da Burguesia vemos o surgimento de uma classe possuidora de recursos, porém sem nenhuma ou qualquer “nobreza” o status estava na nobreza e na família real, com a formação dos reinos de Portugal e Espanha que se deram com a expulsão dos mouros da península ibérica, a burguesia possuidora de recursos associa-se e oferece recursos em troca de segurança e padronização de moedas e mercadorias, em pouco mais de 150 anos a burguesia torna-se a grande classe dominante da Europa e espalha-se pelo mundo através das grandes navegações.
            Para melhor fundamentar-se essa burguesia surge pensadores como Maquiavel, Jean Bodin, Thomas Hobbes, Jaques Bossuet, que teorizam a respeito das monarquias figura do rei e autoridade do rei absoluto.
            Com o passar dos séculos a monarquia absoluta cai através de revoluções a burguesia consegue o poder político através da republica e democracia e surge os Estados Nacionais, não podemos esquecer que Reis como Luiz XIV era considerado um deus em carne e osso.
            Com o fim da autoridade monarca e o absolutismo, as monarquias absolutas tornam se em parte monarquias parlamentar, ou republicas a figura do rei perde poder e prestigio e a “res – publica” ou coisa do povo ganha força.
            Porém com a avanço da política pós-moderna e o começo de um “breve século XX” considerado pelo historiador Hobsbawm o mundo ganha, ares de discussão social, observamos que a classe burguesa derruba o rei e seus luxos, hoje vive do mesmo modo que muitos reis da idade moderna, o absolutismo das elites impede a justiça social no mundo devido aos altos   lucros de grandes conglomerados.
            Portanto diante de um mundo em extrema controversa observamos apesar de todos os avanços em setores da sociedade, porém devido a escândalos de corrupção a “coisa pública” está cada vez mais desacreditada dos cidadãos e com isso o povo carece de mudanças e soluções que acabam por ser piores, como é o caso de ditaduras no século XX que ganharam o mundo.


terça-feira, 12 de maio de 2015

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Livro: Uma nova história da Guerra do Paraguai





Título: Uma nova história da Guerra do Paraguai
Tradução: Marisa Motta
Tipo de suporte: papel
Acabamento: simples
Capa: brochura
N° de Páginas: 264
Edição: 1ª edição
Ano de publicação: 2015
Tamanho: 17x24
Tiragem total: 2.000
Autor: Nigel Cawthorne
ISBN: 978-85-7680-252-5

Preço: 85,00


NIGEL CAWTHORNE
Uma nova história da Guerra do Paraguai

A HISTÓRIA DE ELISA LYNCH, CORTESÃ IRLANDESA, COMPANHEIRA DE SOLANO LÓPEZ, QUE UM DIA SONHOU TORNAR-SE A IMPERATRIZ DA AMÉRICA DO SUL.


Suas estratégias, suas ambições e sua influência sobre Solano López precipitaram um conflito bélico, que colocou fogo na América do Sul e, por fim, dizimou grande parte da população do Paraguai. Uma descrição, passo a passo, do envolvimento político de diversas nações e a vaidade pessoal de vários de seus líderes.

O livro narra, ainda, como após muitos anos o general Stroessner, tentando reviver o mito de Evita Perón, traz da França o corpo de Elisa Lynch e o coloca em uma cripta de heróis nacionais. Estava, assim, sendo reescrita uma nova história do Paraguai, um novo mito, uma nova heroína.

Este livro narra a história da criação de um mito: a transformação extraordinária de uma mulher, na personificação da virtude feminina e do martírio. O corpo de Elisa foi levado para o Paraguai, para que a história do país fosse reescrita. Elisa, em morte, atingiu a posição que sempre sonhar.



SOBRE O AUTOR: Nigel Cawthorne estudou na Universidade College, em Londres, onde obteve Grau de Honra em Física, antes de escrever profissionalmente. É escritor e editor há mais de 25 anos - os últimos 21 como freelance. Escreveu, contribuiu e editou mais de sessenta livros, incluindo Fighting them on the Beaches: D-Day, 6 June 1944; Turning the Tide: Decisive Battle of the Second World War; The Bamboo Cage e The Encyclopaedia of World Terrorism. Seu trabalho apareceu também em mais de cento e cinquenta jornais, revistas e outras publicações em ambos os lados do Atlântico - do Sun ao Financial Times, e inclui contribuições a Nam, Eyewitness Nam e The Falklands War. Nigel também visitou o Vietnã com o lendário Tim Page, onde pesquisou o material para Nam, Eyewitness Nam e The Bamboo Cage. Além disso, criou websites sobre a Batalha de Hastings e Pearl Harbor.

O AUTOR ESTÁ DISPONÍVEL PARA ENTREVISTAS

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