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terça-feira, 22 de setembro de 2015

A França do Seculo XIX



Com o fim da Era Napoleônica, a França assistiu a supremacia dos regimes absolutistas lhe impor o retorno da dinastia Bourbon, sob a tutela do rei Luís XVIII (1814 - 1824). A partir de então, uma nova Constituição determinava que o rei fosse o representante máximo do Poder Executivo e que o Poder Legislativo seria organizado em sistema bicameral, onde a Câmara dos Pares seria ocupada por membros escolhidos pelo rei e a Câmara dos Deputados seria eleita através do voto censitário.




Dessa maneira, todos os ideais e anseios gerados pela experiência revolucionária francesa seriam sepultados por um governo elitista que combinava elementos liberais e monárquicos. Sob a perspectiva política, a França se mostrava dividida entre três grupos políticos: os ultras, defensores irrestritos da perspectiva absolutista; os bonapartistas, partidários do retorno de Napoleão Bonaparte ao governo; e os radicais, que buscavam a imediata retomada dos princípios transformadores de 1789.
Em 1824, a morte de Luís XVIII acabou agravando as rivalidades políticas. Naquele ano, com o expresso apoio das alas políticas mais conservadoras de todo o país, o rei Carlos X passou a fomentar medidas que restaurassem o absolutismo do Antigo Regime. Para tanto, indenizou os nobres que fugiram da França durante a revolução, determinou a censura dos meios de comunicação e ampliou a participação da Igreja nas instituições educacionais.
No ano de 1830, a vitória liberal nas eleições para deputado manifestou a imediata reação contra o desenvolvimento de um governo tão conservador. Entretanto, Carlos X não recuou e, por meio das chamadas Ordenações de Julho, impôs um decreto que retirou o cargo de todos os deputados eleitos. Sob a liderança do duque Luís Felipe, jornais, estudantes, burgueses e trabalhadores iniciaram manifestações e levantes que conduziriam a Revolução de 1830.
Por meio da intensa ação de populares que organizaram as chamadas “jornadas gloriosas”, o rei Carlos X abdicou o trono e buscou imediato exílio na Inglaterra. Dessa maneira, o duque Luís Felipe foi quem assumiu o trono com o indelével apoio da burguesia francesa. Em razão desta associação, o novo monarca estabeleceu o fim de várias ações e leis de natureza absolutista, mas fez questão de preservar a excludente barreira política do voto censitário.
Mesmo não permitindo o atendimento das reivindicações republicanas, o novo governo teve a significativa função de colocar fim às intenções restauradoras do Congresso de Viena. Em pouco tempo, a disseminação dos acontecimentos franceses inspirou outros levantes nacionalistas pela Europa. Um exemplo disso se deu na Bélgica, que acabou alcançando sua independência em relação à Holanda.
 A Revolução de 1848

O ano de 1848 marcou o continente europeu com movimentos revolucionários que, a partir de Paris, tiveram rápida propagação nos grandes centros urbanos. A consolidação do poder político da burguesia e o surgimento do proletariado industrial enquanto força política foram os reflexos mais importantes daquele ano, que também foi marcado pela publicação do “Manifesto Comunista” de Marx e Engels.
Em 1830, com a chegada ao poder de Luís Filipe de Orleans, conhecido como “o rei burguês”, os financistas viam-se representados, uma vez que o próprio monarca era oriundo daquelas fileiras. No entanto, diversos eram os grupos de oposição que, organizados em partidos, nutriam o mais vivo interesse em ampliar seu poder político:
·         Os legitimistas, conservadores representantes da antiga nobreza, vislumbravam restituir a dinastia dos Bourbon;
·         os republicanos, representavam os profissionais liberais e as classes médias, empunhando bandeiras nacionalistas;
·         os bonapartistas, liderados pelo sobrinho de Napoleão (Luis Bonaparte), representavam a pequena burguesia descontente;
·         e os socialistas representavam a crescente classe operária, que a despeito da organização muitas vezes precária, fazia-se notar enquanto força política considerável.

Banquetes oposicionistas

Em 1847, grupos políticos de oposição ao governo de Luís Filipe, impedidos de realizar manifestações públicas, decidiram pela realização de banquetes, com o objetivo de discutir não apenas a grave crise econômica enfrentada pelo país - as secas afetaram toda a cadeia econômica - mas para discutir propostas de ação e meios de obter mais representatividade política.
Para o dia 22 de fevereiro de 1848, foi marcado um grande banquete, que contaria com a presença de representantes dos partidos de oposição advindos de toda a França, com o objetivo de protestar contra os boatos de corrupção no governo e contra a política repressiva do primeiro-ministro Guizot, que paulatinamente cerceava os direitos políticos.
No entanto, este banquete foi impedido por ordem do próprio Guizot, o que provocou uma violenta reação dos proletariados parisienses. O movimento foi imediatamente seguido pela quase totalidade da população de Paris, incluindo elementos da Guarda Nacional. Após três dias de luta, com centenas de ruas tomadas por barricadas, os revoltosos conseguiram a abdicação de Luís Filipe, dando lugar ao estabelecimento de um governo provisório, que proclamaria a República.

 A República social

O novo governo dividiu-se sob a influência de bonapartistas, socialistas e republicanos, e cedendo aos protestos do proletariado, organizou a criação de Oficinas Nacionais, com a intenção de dar combate ao enorme desemprego. Este período inicial da revolução, também chamado de República Social, foi marcado pela provisoriedade e pela intensa disputa entre os diferentes interesses envolvidos na consolidação do poder.




Nas eleições convocadas para abril, os moderados republicanos, representantes da burguesia industrial, obtiveram a maioria na Assembléia Constituinte, graças aos votos não só dos conservadores, mas dos proprietários rurais e dos camponeses. Mais uma vez, reativamente, dando lugar a diversas manifestações do proletariado urbano. O fechamento das Oficinas Nacionais em junho, determinou o início de um novo movimento de sedição. As batalhas travadas entre os operários rebelados e a Guarda Nacional tiveram como saldo cerca de 3 mil fuzilados e mais de 15 mil deportados para colônias francesas.
À frente do chamado Partido da Ordem, e aproveitando-se do prestigioso nome de seu tio, Luís Bonaparte venceu as eleições de dezembro com cerca de 73% dos votos. No entanto, no legislativo, houve uma vitória expressiva dos monarquistas no ano seguinte, estabelecendo um quadro de constante tensão entre o novo presidente e a Assembléia.
 O 18 brumário de Luis Bonaparte

Em novembro de 1852, Luis Bonaparte pôs em marcha um golpe de Estado que ficaria conhecido como seu 18 Brumário, tornando-se imperador da França, sob o título de Napoleão III. Tal episódio levaria Karl Marx a afirmar: Hegel faz notar algures que todos os grandes acontecimentos e personagens históricos ocorrem, por assim dizer, duas vezes. Esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.
As agitações ocorridas na França rapidamente se espalharam por diversas nações européias, inspirando movimentos de sublevação contra as monarquias sobreviventes do Congresso de Viena. Na Itália, o movimento de 1848 teve caráter liberal e manifestadamente nacionalista, numa região extremamente fragmentada, dominada por governos absolutistas e em certa medida mantida sob a tutela da Áustria.
Assim, o movimento tomou feições de reivindicações independentistas e de unificação, processo que se alongou até 1870. Na Confederação Germânica, mantida sob a influência de austríacos e prussianos, o movimento também se expressou pela via do nacionalismo e da unificação, processo que se arrastaria por mais 20 anos. Até mesmo o Brasil pôde sentir os efeitos da onda revolucionária das barricadas francesas, que inspiraria os rebeldes pernambucanos na Revolução Praieira.

 A Primavera dos Povos

Segundo o historiador Eric Hobsbawm, a Primavera dos Povos foi a primeira revolução potencialmente global, tornando-se um paradigma de “revolução mundial” que alimentou rebeldes de várias gerações. Por outro lado, o triunfo eleitoral de Luís Bonaparte mostrou que a democracia, anteriormente relacionada com os ideais da revolução, prestava-se também à manutenção da ordem social. A burguesia apercebera-se dos perigos das revoluções, tomando consciência de que seus anseios políticos poderiam ser alcançados pela via do sufrágio universal, evitando conflitos e sublevações. Assim, a revolução de 1848 foi o movimento que posicionou
definitivamente burguesia e proletariado em campos opostos, o que marcaria profundamente os embates políticos vindouros.


A Unificação da Itália



Situação inicial, um mosaico de estados. A península itálica foi dividida em vários Estados século XIX. Partes da Itália, foram mesmo sob a existência extranjera. A dominação de uma língua comum foi a base dos pedidos de todos os unidade. Em revoluções da primeira metade do século levantes nacionalistas décima nona ocorreu, mas foi a iniciativa de unificação exito. Finalmente veio do reino do Piemonte, o seu primeiro-ministro Cavour Quer conquista, o imperador francês Napoleão III apoiou as reivindicações italianas.
Processo de unificação: Em 1859, a Itália foi militar.En-piemonteses derrotaram o exército de Franco em Magenta e Solferino para Austriacos.Una depois de atingir a paz no norte Garibaldi republicano, liderando um exército de voluntários conquistou os estados sur.Entonces tropas Piedmont ocupado Itália central para evitar Garibaldi entrou em Roma. Em 1861, ele proclamou o reino da Itália, cujo primeiro rei foi Victor Emmanuel II, rei da Piamonte.Solo Veneza e dos Estados Pontifícios estavam fora do reino, que se juntou em 1866 e 1870.


A unificação da Alemanha




A progressiva afirmação da Prússia em 1815, o território alemão foi dividido em 39 estados. El Congresso de Viena agrupados no chamado confederação germanica. Presidida-lo por Austria. El estado mais poderoso era o foco do caso da Prússia unificacion. Fueke em 1834 organizou uma união aduaneira participaram do ke nenhuma patente progresso Austria.El KEDO do nacionalismo na revolução de 1848, quando o parlamento reuniu na cidade de Frankfurt ofereceu-lhe a coroa de uma Alemanha unificada para o rei da Prússia, mas eu não aceito.

O nascimento de um grande poder: desde 1862 o rei prussiano Guilherme I eo chanceler Bismarck acelerou o processo de unificação foi feito pelo ke via militar. En 1866 após a vitória sobre a Áustria na Batalha de Sadowa, a Prússia criou o Confederação da Alemanha do Norte. Em 1870, após a vitória sobre a França na Batalha de Sedan, o alemão estados do Sul se juntou ao nascer confederacion. Em 1871 Império Alemão, o Segundo Reich, que foi imperador Guilherme I. A Alemanha tornou-se uma grande

Karl Marx



Karl Heinrch Marx , filósofo e economista alemão , nasceu em Trier ( atual Alemanha Ocidental ) a 5 de maio de 1818.
Estudou na Universidade de Berlim, interessando-se principalmente pelas idéias do filósofo Hegel . Formou-se pela Universidade de Iena em 1841. Em 1842 assumiu o cargo de redator chefe do jornal alemão Gazeta Renana, editado em colônia onde tinha a postura de um liberal radical.
Ele queria descobrir a causa dos conflitos de classes provocadas pela revolução Industrial e o meio de os resolver. Algumas influências no desenvolvimento do pensamento de Marx: leitura crítica da filosofia de Hegel ( método dialético ) , contato com o pensamento socialista francês e inglês. ( uma transformação social total ) No ano de 1843 transferiu-se para Paris. conheceu Engels, um radical alemão de quem se tornaria amigo íntimo e com quem escreveria vários ensaios e livros. Sua doutrina, a revolução tinha de se realizar não só na França e na Inglaterra, mas em todo mundo civilizado ( universal ).

De 1845 a 1848 viveu em Bruxelas, onde participou de organizações clandestinas de operário e exilados. Em 1847 redigiu com Engels O Manifesto Comunista , da teoria que , mais tarde ,seria chamada de marxismo. No Manifesto Marx convoca o proletariado à a luta pelo socialismo. Em 1848, quando eclodiu o movimento revolucionário em vários países europeus, Marx voltou para Alemanha. Em 1864 Marx fundou, a Associação Internacional dos Trabalhadores, depois chamada Primeira Internacional dos Trabalhadores com o objetivo de organizar a conquista do poder pelo proletariado em todo o mundo. Em 1867 publicou o volume de sua obra mais importante. O Capital livro, em que faz uma crítica ao capitalismo e a sociedade burguesa. Marx é o principal idealizador do socialismo e do comunismo revolucionário. O marxismo conjunto das idéias político filosóficas de Marx propunha a derrubada da classe dominante, a burguesia, através de uma revolução do proletariado. Marx criticava o capitalismo e seu sistema de livre empresa que, segundo ele, pelas contradições econômicas internas, levaria a classe operária à miséria. Propunha uma sociedade na qual os meios de produção fossem de toda a coletividade.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Anarquismo



Anarquismo é uma filosofia política que engloba teorias, métodos e ações que objetivam a eliminação total de todas as formas de governo compulsório. De um modo geral, anarquistas são contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita e, assim, preconizam os tipos de organizações libertárias.
Anarquia significa ausência de coerção e não a ausência de ordem. A noção equivocada de que anarquia é sinônimo de caos se popularizou entre o fim do século XIX e o início do século XX, através dos meios de comunicação e de propaganda patronais, mantidos por instituições políticas e religiosas. Nesse período, em razão do grau elevado de organização dos segmentos operários, de fundo libertário, surgiram inúmeras campanhas antianarquistas. Outro equívoco banal é se considerar anarquia como sendo a ausência de laços de solidariedade (indiferença) entre os homens. À ausência de ordem - ideia externa aos princípios anarquistas -, dá-se o nome de “anomia”.
Passando da conceituação do Anarquismo à consolidação dos seus ideais, existe uma série de debates em torno da forma mais adequada para se alcançar e se manter uma sociedade anárquica. Eles perpassam a necessidade ou não da existência de uma moral anarquista, de uma plataforma organizacional, questões referentes ao determinismo da natureza humana, modelos educacionais e implicações técnicas, científicas, sociais e políticas da sociedade pós-revolução. Nesse sentido, cada vertente do Anarquismo tem uma linha de compreensão, análise, ação e edificação política específica, embora todas vinculadas pelos ideais-base do Anarquismo. O que realmente varia, segundo os teóricos, são as ênfases operacionais.


Principal teórico do movimento anarquista francês, nasceu em Besançon, França, cujas idéias influenciaram organizações de trabalhadores no mundo inteiro e contribuíram para a formação dos movimentos sindicais mais poderosos da Europa, em países como Espanha, França, Itália e Rússia. Tornou-se autodidata porque sua família não tinha condições de mantê-lo na escola, estudando sozinho grego, latim e hebreu. Aos 18 começou a trabalhar como tipógrafo, onde conheceu liberais, socialistas e o utopista Charles Fourier, que muito o influenciou. Foi para Paris (1838), diplomado pela faculdade de Besançon e publicou Qu’est-ce que la propriété?




(1840), onde defendia a idéia de que toda propriedade é uma forma de roubo. Sua crítica à sociedade passou a sensibilizar um grande número de trabalhadores, principalmente em Avertissement aux propriétaires (1842) e Système des contradictions économiques ou philosophie de la misère (1846). Em Paris entrou em contato com Karl Marx, Mikhail Bakunin e outros revolucionários, e foi eleito para a Assembléia Nacional (1848). Participou pouco das atividades parlamentares mas suas idéias, divulgadas também em seu trabalho como jornalista, contribuíram para a transformação do anarquismo em movimento de massas. Para ele a sociedade devia organizar sua produção e consumo em pequenas associações baseadas no auxílio mútuo entre as pessoas. Encarcerado (1849-1852), devido a críticas que fez a Napoleão III, durante o período de prisão, escreveu Idée générale de la révolution au XIX siècle (1851). Com De la justice dans la révolution et dans l’église (1858), obra violentamente anticlerical, foi obrigado a exilar-se em Bruxelas. De volta a Paris (1864), sintetizou suas idéias políticas em Du principe fédératif (1863) e, vítima de cólera, morreu em Paris.

Mikhail Bakunin (1814-1876)

Foi um teórico político russo, um dos principais expoentes do anarquismo em meados do século XIX.
Nascido no Império Russo de uma família proprietária de terras de tendência nobre, Mikahil Bakunin passou sua juventude em Moscou estudando filosofia e começou a frequentar os círculos radicais onde foi em grande medida influenciado pelas ideias de Aleksandr Herzen. Deixou a Rússia em 1842 mudando-se para Dresden (Alemanha), e depois para Paris (França), onde conheceu grandes pensadores políticos entre estes George Sand, Pierre-Joseph Proudhon e Karl Marx.
Foi deportado da França por discursar publicamente contra a opressão russa na Polônia. Em 1849 foi preso em Dresden por sua participação na Rebelião de 1848. Levado de volta ao Império Russo, foi aprisionado na Fortaleza de Pedro e Paulo em São Petersburgo, permanecendo preso até 1857, quando foi exilado em um campo de trabalhos forçados na Sibéria. Conseguiu escapar do exílio na Sibéria indo para o Japão, mudou-se para os Estados Unidos, e de lá retornou para Londres, ficou nessa cidade durante um curto período de tempo em que juntamente com Herzen colaborou para o periódico jornal radical Kolokol (“O Sino”). Em 1863 Bakunin partiu da Inglaterra para se juntar a insurreição na Polônia, mas não conseguiu chegar ao seu destino, permanecendo algum tempo na Suíça e na Itália.
Apesar de ser considerado um criminoso pelas autoridades religiosas e governamentais, naquela época, Bakunin havia se tornado uma figura de grande influência para a juventude progressista e revolucionária, não na Rússia, mas por toda a Europa. Em 1868, tornou-se membro da Associação Internacional de Trabalhadores, uma federação de progressistas e organizações sindicais com grupos em grande parte dos países europeus.
Em 1870, entrou na insurreição de Lyon, um dos principais precedentes da Comuna de Paris. Em 1872 Bakunin havia se tornado uma figura influente na AIT, fazendo com que, através de suas posições o congresso ficasse dividido em duas tendências contrapostas: uma delas que se organizava em torno da figura de Marx que defendia a participação em eleições parlamentares e a outra, de caráter libertário, se opunha a esta participação considerada não revolucionária, se articulava em torno de Bakunin.
A posição defendida pelo círculo de Bakunin acabaria sendo derrotada em votação, e ao fim do congresso, Bakunin e muitos membros foram expurgados sob a acusação de manterem uma organização secreta dentro da Internacional. Os libertários, entre eles Bakunin responderam a acusação afirmando que o congresso fora manipulado, e que por esse motivo organizariam sua própria conferência da Internacional em Santo-Imier na Suíça depois de 1872.
Bakunin manteve-se envolvido com muita atividade no âmbito dos movimentos revolucionários europeus. De 1870 à 1876, escreveu grande parte de sua obra, textos como Estadismo e Anarquia e Deus e o Estado. Apesar de sua saúde frágil, tentou participar em uma insurreição em Bolonha, mas foi forçado a voltar para a Suíça disfarçado, para receber tratamento médico. Mais tarde, morando em Lugano conviveu com Errico Malatesta.
No final de sua vida com muitos problemas de saúde, foi levado da Itália para um hospital em Berna, onde morreu em 1876.
Bakunin é lembrado como uma das maiores figuras da história do anarquismo e um oponente do Marxismo em seu caráter autoritário, especialmente das ideias de Marx de Ditadura do Proletariado. Ele segue sendo uma referência presente entre os anarquistas da contemporaneidade, entre estes, nomes como Noam Chomsky.