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segunda-feira, 18 de abril de 2016

As Reformas Pombalinas




Sebastião Jose de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal (1699-1782), foi um estadista português, ministro dos Negócios Estrangeiros no governo de Dom José, propôs uma serie de reformas políticas e econômicas em Portugal e no Brasil; entre elas, a transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro. Em 1755 começou a perseguir judeus e padres jesuítas, conseguindo por fim expulsá-los do Brasil.
Quando D. Maria I subiu ao trono português, anistiou vários presos políticos e desterrou Pombal, sob a acusação de que ele teria
se aproveitado das funções oficiais em beneficio próprio.


Em Portugal, a situação começou a complicar-se com a subida do marquês de Pombal ao poder. Atingiu-se o ponto de ruptura quando, em 1759, foram retirados todos os bens móveis dos padres da companhia e esta foi expulsa de Portugal e dos seus domínios ultramarinos.
As pressões portuguesas e bourbónicas contribuíram em larga escala para que, a 21 de Julho de 1773, o papa Clemente XIV promulgasse o breve Dominus ac Redemptor, estabelecendo a extinção da Companhia de Jesus em toda a Cristandade.
O espírito iluminista dos jesuítas, o seu poder, a forma como conseguiram integrar-se nas missões e a oposição ao Tratado de Madrid (1750) são alguns dos motivos inventariados para a fricção que existiu entre os membros da companhia e o poder político.
Após a decisão de Clemente XIV, os jesuítas encontraram algum apoio na Rússia, que não chegou a acatar o breve Dominus ac Redemptor. Assim se mantiveram até 7 de Agosto de 1814, altura em que a Companhia de Jesus foi restaurada por Pio VII.

Em Portugal, só com D. Miguel puderam regressar.

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