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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O Iluminismo - "Video Aula"


Introdução a História



Quando lemos um jornal ou uma revista, vemos várias notícias: guerras, violência nas cidades, desemprego, greves, destruição de florestas, projetos contra a fome, etc. Notícias que mostram os problemas enfrentados por homens, mulheres e crianças em todo o mundo.
Este é um mundo em que a pobreza e a riqueza convivem em um quadro de grandes desigualdades sociais. A História ajuda a entender a realidade mundial. Estudando a maneira como as pessoas viviam no passado, como se relacionavam e transformavam o ambiente ao seu redor, é possível compreender melhor os problemas que enfrentamos no dia-a-dia.
História é uma ciência humana que estuda o desenvolvimento do homem no tempo. A História analisa os processos históricos, personagens e fatos para poder compreender um determinado período histórico, cultura ou civilização.
Um dos principais objetivos da História é resgatar os aspectos culturais de um determinado povo ou região para o entendimento do processo de desenvolvimento.
Entender o passado também é importante para a compreensão do presente.
O estudo da História foi dividido em dois períodos: a Pré-História (antes do surgimento da escrita) e a História (após o surgimento da escrita, por volta de 4.000 a.C). Para analisar a Pré-História, os historiadores e arqueólogos analisam fontes materiais (ossos, ferramentas, vasos de cerâmica, objetos de pedra e fósseis) e artísticas (arte rupestre, esculturas, adornos). o estudo da História conta com um conjunto maior de fontes para serem analisadas pelo historiador.
Estas podem ser: livros, roupas, imagens, objetos materiais, registros orais, documentos, moedas, jornais, gravações,etc.
A História conta com ciências que auxiliam seu estudo. Entre estas ciências auxiliares, podemos citar: Antropologia (estuda o fator humano e suas relações), Paleontologia (estudo dos fósseis), Heráldica (estudo de brasões e emblemas), Numismática (estudo das moedas e medalhas), Psicologia (estudo do comportamento humano), Arqueologia (estudo da cultura material de povos antigos), Paleografia (estudo das escritas antigas) entre outras.
Periodização da História Pré-História: antes do surgimento da escrita, ou seja, até 4.000 a.C.
Idade Antiga (Antiguidade): de 4.000 a.C até 476 (invasão do Império Romano)
Idade Média (História Medieval): de 476 a 1453 (conquista de Constantinopla pelos turcos otomanos).
Idade Moderna: de 1453 a 1789 (Revolução Francesa).
Idade Contemporânea: de 1789 até os dias de hoje.

A tradicional divisão da História em idades Pré-história, Antiga, Média, Moderna e Contemporânea é muito difundida no Ocidente. Entretanto sofre forte crítica na atualidade, sendo contestada por correntes que indicam ser esta divisão parcial, por privilegiar a História das sociedades dominantes e ignorar ou depreciar a História das sociedades dominadas. Além disso, supervaloriza a História dos países ricos.
É, então, apresentada uma divisão que utiliza como critério o Modo de produção econômico que demonstra a organização da
economia e as relações sociais decorrentes. Por esta classificação são apresentadas as situações das classes dominantes e dominadas

De acordo com o Modo de produção, a História é dividida da seguinte forma:



Pré- História Antiga
Aparecimento do homem

Modo de Produção Primitivo
--------------------------------------------
Escrita
Modo de Produção Asiático Modo de Produção Escravista
Média
Modo de Produção Feudal





Moderna
Modo de Produção Mercantilista

Modo de Produção Pré-Capitalista

Contemporânea
Modo de Produção Capitalista

Modo de Produção Socialista

Primitivo: caracteriza as sociedades primitiva, pré-históricas. A produção era comum a todos os membros da comunidade que usufruíam em condições de igualdade. Todos trabalhavam e não existiam classes sociais.

Asiático: as terras pertenciam ao Estado e as relações sociais eram de servidão coletiva.

Escravista: apareciam os senhores, os donos. A eles pertenciam as terras, os meios de produção e os trabalhadores (escravos). A riqueza se concentrava nas mãos dos senhores. Existiam a classe dominante e a dominada. As relações sociais eram de dominação.

Feudal: os donos mantinham a classe trabalhadora na servidão. Os senhores feudais formavam a classe dominante.

Mercantilista: caracteriza-se por um grande crescimento do comércio, o que exigia maior produção, construção de navios e grandes capitais. A burguesia enriqueceu, os reis absolutistas montaram cortes luxuosas e fizeram muitas guerras. É o período do pré-capitalista.

Pré-Capitalista: servos libertos arrendam partes de propriedades feudais e a produção agrícola passou a orientar-se para a venda nas cidades e não apenas para o consumo. Novas técnicas de cultivo aumentam a produtividade do solo.

Capitalista: o trabalho passa a ser assalariado e estabelece-se a luta de classes entre a classe proprietária e a classe trabalhadora (proletariado).

Socialista: das condições do capitalismo desenvolve-se o modo de produção socialista, que defende a organização de uma sociedade sem classes sociais.

O Calendário Gregoriano:

O calendário mais usado no mundo atual é o calendário gregoriano, também conhecido como calendário cristão. É um calendário inteiramente solar, isto é, baseado na rotação da Terra em torno do Sol. Esse calendário tem a sua origem no calendário oficial do Império Romano, o chamado calendário Juliano, que tinha 365,25 dias.
A reforma do calendário Juliano foi encomendada pelo papa Gregório XIII (1502-1585), procurando aproximar o ano  definido
no calendário com o ano solar, que é de 365 dias, 5 horas e 49 minutos.
O novo calendário institui o ano bissexto a cada quatro anos, começando a partir de 1600 e definiu o dia de janeiro como início
do ano para toda a cristandade.
O grego Heródoto, que viveu no século V a.C é considerado o “pai da História” e primeiro historiador, pois foi o pioneiro na investigação do passado para obter o conhecido histórico.
A historiografia é o estudo do registro da História.
O historiador é o profissional, com bacharelado em curso de História, que atua no estudo desta ciência, analisando e produzindo

conhecimentos históricos.

As Reformas Pombalinas




Sebastião Jose de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal (1699-1782), foi um estadista português, ministro dos Negócios Estrangeiros no governo de Dom José, propôs uma serie de reformas políticas e econômicas em Portugal e no Brasil; entre elas, a transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro. Em 1755 começou a perseguir judeus e padres jesuítas, conseguindo por fim expulsá-los do Brasil.
Quando D. Maria I subiu ao trono português, anistiou vários presos políticos e desterrou Pombal, sob a acusação de que ele teria
se aproveitado das funções oficiais em beneficio próprio.


Em Portugal, a situação começou a complicar-se com a subida do marquês de Pombal ao poder. Atingiu-se o ponto de ruptura quando, em 1759, foram retirados todos os bens móveis dos padres da companhia e esta foi expulsa de Portugal e dos seus domínios ultramarinos.
As pressões portuguesas e bourbónicas contribuíram em larga escala para que, a 21 de Julho de 1773, o papa Clemente XIV promulgasse o breve Dominus ac Redemptor, estabelecendo a extinção da Companhia de Jesus em toda a Cristandade.
O espírito iluminista dos jesuítas, o seu poder, a forma como conseguiram integrar-se nas missões e a oposição ao Tratado de Madrid (1750) são alguns dos motivos inventariados para a fricção que existiu entre os membros da companhia e o poder político.
Após a decisão de Clemente XIV, os jesuítas encontraram algum apoio na Rússia, que não chegou a acatar o breve Dominus ac Redemptor. Assim se mantiveram até 7 de Agosto de 1814, altura em que a Companhia de Jesus foi restaurada por Pio VII.

Em Portugal, só com D. Miguel puderam regressar.

sábado, 16 de abril de 2016

Contra o Golpe

O blog História Total manifesta seu repudio contra o golpe em curso presente no Brasil e contra as velhas estruturas politicas existente no Brasil...