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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Fim da Era Petista - Impeachment de Dilma Rousseff

Dia 31 de Agosto de 2016

O Fim da Era Petista



Por: Bruno Ferreira


            Em meado de 2002 os candidatos a presidência da republica era Ciro Gomes, Lula, Serra, Garotinho esses eram os candidatos a presidência da republica do Brasil, depois de três eleições e três derrotas Lula chega ao poder por meio de uma campanha de promessas de melhor distribuição de renda e crescimento econômico, o discurso de ódio foi substituído por um discurso positivo progressista bem montado pelo marketing e alianças políticas.
         No Brasil de 2002 o país encontrava-se em uma crise de desconfiança e sua economia dependente e pequena, não crescia e apenas aumentava a desigualdade social, o risco país era alto, o presidente FHC por dois mandatos, em seu primeiro mandato conseguiu estabilizar a moeda e o país, porém no segundo mandato o país estava em uma crise estrutural atingido pela crise da Rússia que chegava ao Brasil.
        A alternativa para combater esta crise foi a desvalorização da moeda e um forte venda do patrimônio publico as chamadas privatizações. No final do mandato FHC teve dificuldades. No seu segundo mandato, lembrando que por troca de favores esse fez a aprovar a reeleição no país.
          O alto desemprego e o baixo crescimento econômico estavam na base de uma grande tensão social, a divida publica ficou gigantesca, o que entrava em contradição com o resultado das vendas das estatais, sem recurso para investir, ou sem interesse, o governo se viu diante da crise de falta de energia elétrica que provocou o apagão, o país teve que racionar energia, Fernando Henrique não conseguiu diminuir a pobreza e só piorou a economia, desta forma FHC não conseguiu fazer sucessor.
         Na tomada do poder Lula colocou Antonio Palocci na fazenda para ter um programa de austeridade e colocou Henrique Meirelles no Banco Central afim de conter os ânimos do mercado, o Brasil foi estabilizando e para ajudar a retomada de distribuição social foi criado o programa fome zero que tornou-se “ Bolsa família” com um política social forte e com austeridade, e com forte popularidade ele foi reeleito.
         Lembrando os escândalos do Mensalão onde Roberto Jeferson denunciou as mesadas recebidas pelo governo para votar projetos no congresso, mesmo assim o governo ganhou as eleições de 2006, Lula usou de estratégia ser vitima da imprensa que o perseguia, e ganhou a presidência da republica.
             Com uma nova política econômica de crescimento baseado por Guido Mantega Lula trabalhou em um novo programa de desenvolvimento para o país, o PAC – Programa de Aceleração do Crescimento que teve como estrategista a então ministra Dilma Rouseff, com forte crise internacional Lula, Mantega e Dilma trabalharam num programa anti-crise que consistia em incentivar o consumo e aumentar a renda, assim o país cresceu e saímos do primeiro momento da crise internacional que vinha dos Estados Unidos e se espalhara pelo globo. 
              O fim da Era Lula é marcado por escândalos políticos, Mensalão e crise de corrupção porém por um forte elevação do Brasil no cenário mundial com programa de elevação de renda, ganho do salário mínimo, aumento do consumo e crescimento econômico baseado na distribuição de renda, porém problemas estruturais do Brasil entrava o crescimento, como péssima formação do povo.
            A campanha de 2010 é marcado pela vitoria de Dilma sucessora de Lula, naquele momento vemos a chegada dessa, pelas mãos de seus padrinho Lula que encontrava-se como o "Pai da nação" o novo Getúlio Vargas do século XXI.
           O governo Dilma é a continuação de políticas econômicas de distribuição de renda e elevação da qualidade da educação com o aumento de investimentos privados e estatais por meio do PAC 2, criticas feitas por parte da imprensa a esse programa. 
Diferentemente de Lula, Dilma tem uma personalidade marcada por sua forte postura ríspida e de pouco dialogo, um ponto negativo para um candidato a presidência da republica, a sua historia politica é marcada por sua prisão durante a ditadura, foi torturada e chegou em 2010 à presidência da republica pelas mãos de Lula que naquele momento contava com aprovação de 80% em pesquisas feitas.
        O primeiro mandato do governo Dilma é marcado por incentivo ao consumo e investimento estatal, uma política econômica parecida do Lula e com mudanças no Banco Central, politicamente a aliança para ter governabilidade foi a entrada com maior presença do PMDB, com seu vice-presidente Michel Temer.
         Ao final do primeiro mandato e com proposta de reeleição Dilma refez sua trajetória buscando mostrar um país que em 2014 já representava desgaste econômico e aumento da inflação, a vitoria foi certa, com um forte marketing político, apesar de ser apertado no segundo turno, pois seu adversário Aécio Neves teve forte crescimento com o apoio de Marina Silva e a Morte de Eduardo Campos em um acidente de avião.
          O segundo mandato poderia ter dado certo se sua medida não fosse tomada de forma contraria aquilo que ela pregava na campanha.
       O investimento em educação e a política de aumento da parceria publico privado afim de incentivar o crescimento, porém agrava-se com forte descontentamento da classe industrial e burguesia devido a inflação e queda do consumo e aumento de imposto, e a descoberta de forte corrupção dentro da Petrobras.
         A alternativa para crise política e econômica foi a redescoberta pela oposição do impeachment, que foi utilizado, pelo presidente da camará dos deputados que pediu a abertura de impeachment com uma retaliação a sua cassação por forte escândalos de corrupção, tudo isso explorado por uma mídia forte politicamente, com uma economia péssima, com a desconfiança da população a respeito da Presidenta Dilma, a abertura do processo de Impeachment acontece pelas mãos de Cunha com argumento das chamadas pedaladas, esse seria o argumento para a queda de Dilma Rousseff, lembrando que outro presidente já tinha feito esses mesmo tramite.
      Afastada do cargo com votação na camará dos deputados e com recursos para voltar a presidência no Senado, no dia 31 de agosto Dilma deixa a presidência da republica pelas mãos dos senadores que votaram por sua Saida, 61 favoráveis, e 20 contrários com 0 de abstenção, foi desta forma cassado o mandato de Dilma assumindo como presidente efetivo o seu vice, chamado por ela de “usurpador” Michel Temer.
             Lembrando que para os Petistas e Dilma não trata-se de um movimento de impeachment, mas de um golpe jurídico parlamentar, pois a senhora presidenta não cometeu crime de responsabilidade. 
           Por fim observamos que a grande mídia mundial atribuí a queda de Dilma a descontentamento dos políticos com sua postura por não barrar a operação lava jato, e também por uma política econômica desastrosa , além de interesses estrangeiros devido a descoberta de reservas de petróleo no Brasil, com a saída de Dilma observa-se gradativamente o desmonte dos programas sociais, a radicalização da política brasileira, e para piorar a falta de alternativas políticas descente para o futuro do país.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Multiculturalidade



Vive-se atualmente o contexto do mundo globalizado, a era da informação. Dentro desta realidade tem-se que o mundo é multicultural. O que, afinal, vem a ser multiculturalismo?
O multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças, da individualidade de cada um. Daí então surge a confusão: se o discurso é pela igualdade de direitos, falar em diferenças parece uma contradição. Mas não é bem assim. A igualdade de que se fala é igualdade perante a lei, é igualdade relativa aos direitos e deveres. As diferenças às quais o multiculturalismo se refere são diferenças de valores, de costumes etc, posto que se trata de indivíduos de raças diferentes entre si.
No Brasil, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, a sociedade brasileira resulta da mistura de raças - negra, branca, índia - cada uma com seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas culturas umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso o que ocorre.
Sendo as culturas produto de determinados contextos sociais, se determinada cultura é posta em contato com outra, necessariamente, sob pena de ser sufocada, uma delas se adaptará à outra. Tal exigência de adaptação às necessidades sociais não é especificidade do mundo globalizado. Historicamente tem se dado este confronto necessário entre culturas diferentes. Adaptar-se é, enfim, sobreviver. A adaptação das culturas é algo próprio de cada momento, uma vez que a sociedade se transforma conforme se constrói a História. Cada sociedade busca para si aquilo de que necessita em dado momento. Assim, se determinada cultura não lhe serve, então, deverá adaptar-se ou desaparecerá.
As sociedades contemporâneas, nas quais é preciso diferenciação dos indivíduos para que se identifiquem enquanto seres humanos e enquanto membros de determinado contexto social, e, sobretudo, diante das possibilidades postas pela globalização, o conflito de culturas é inevitável e necessário. A globalização cada vez mais aproxima grupos de culturas diferentes. Assim, a diversidade cultural passa a ser alvo de intensos debates. Um grande desafio frente colocado por essa realidade é que se pretende o igual, mas ao mesmo tempo, exige-se o diferente.
Sejam quais forem as exigências do mundo globalizado, atualmente se afirma a certeza do necessário convívio em uma sociedade cuja realidade é multicultural. Para tanto, é preciso que se reconheça e se respeite as diferenças próprias de cada indivíduo. O reconhecimento da diferença é ponto de partida para que se possa conviver em harmonia, não com os iguais, já que igualdade só deve existir do ponto de vista legal, mas do ponto de vista humano, social, o que nos interessa é realmente ser diferentes.
Atualmente a escola, por se configurar como espaço legítimo onde se dá o processo de socialização, é o ambiente no qual mais se discute a questão da diversidade - cultural, racial, social. No momento atual, para que este processo aconteça é necessário o convívio multicultural que implica respeito ao outro, diálogo com os valores do outro.
Arquivado em: Sociologia

Assirios - Povos da Antiguidade


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

LIVRO: A HISTÓRIA DA GUERRA DO VIETNÃ" de ANDREW WIEST e CHRIS McNAB

O livro "A História da Guerra do Vietnã" de autoria de Andrew Wiest & Chris McNab traz História completa e ilustrada do conflito no Sudeste Asiático que durou décadas, desde o envolvimento da França na Primeira Guerra da Indochina até a participação dos Estados Unidos e seus aliados. As repercussões desse conflito feroz têm afetado a política externa americana desde então. O conflito continua sendo um estudo militar fascinante, abrangendo tópicos diversos como guerrilha e guerra convencional, batalhas urbanas e de selva, e lutas políticas e ideológicas. Quatorze capítulos mostram a evolução deste conflito trágico e caro, incluindo quadros informativos, mais de 300 fotografias e cerca de 30 mapas e diagramas.


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